Notas iniciais
Dedico o capitulo a minha fã linda e maravilhosa: Brunna Potter! Ela recomendou a minha fic (uhuuuulllll) e ainda comenta em TODOS os capitulos! *-*
CORAÇÕES FRACOS, NÃO LEIAM A PARTE DA ANNABETH! ESTÁ QUENTE! hauahuahuahuahuahauhauahua
Boa leituraaaaaa!
OBS: BEM VINDO NOVOS LEITORES! ( eu tava pra falar isso fazia uns 2 capitulos! ahuahuahau)

POV Percy.


Minha cabeça estava pulsando.


Soltei um gemido quando me mexi na cama e isso só fez a minha cabeça doer ainda mais. Abri um único feliz e quase gemi mais uma vez, só que dessa vez de alivio. Todas as luzes estavam apagadas e as cortinas estavam muito bem fechadas. Quando olhei para o criado mudo havia um copo de água e remédios para ressaca. Agradeci profundamente a alma bondosa que deixou os remédios ali.


Depois de tomar os remédios olhei para o relógio e quase cai da cama. Eram quase três horas da tarde e pelo o que eu sabia o pessoal iria embora às quatro horas da tarde. Sou um péssimo anfitrião. Levantei correndo e sai do quarto, apenas de calça, e fui ver se ainda havia alguém na casa.


Quando cheguei na sala me decepcionei ao não ver nenhuma mala ali... Todos já haviam ido embora e provavelmente não quiseram me acordar. Merda!


- Percy? – quase enfartei.


Olhei para trás e vi Annie parada ali, com uma camiseta regata branca e um short minúsculo. Ela estava com duas xicaras na mão com algo dentro que eu não fazia ideia o que era, mas parecia estar bem quente e gostoso.


- Você ainda não foi! – Era pra ser uma pergunta, mas saiu como uma afirmação.


- Não, eu fiquei para cuidar de você. Achei que você precisaria de alguma ajuda quando acordasse. – Ela me deu um meio sorriso.


- Então os outros já foram... Até mesmo o Luke e o Jason? – eu ainda tinha esperanças de que eles estivessem aqui.


- Sim, todos já foram. O Luke queria ficar, já que ele está no meu apartamento e veio comigo, mas eu o convenci a ir antes. Os outros pedirão desculpas, mas não podiam esperar. – Ela sentou no sofá da sala e me entregou uma caneca.


Tomei um longo gole e depois me sentei ao seu lado, encostando a cabeça no sofá. Fechei os olhos.


- E porque você ficou? A Thalia poderia ter cuidado de mim. – eu estava realmente curioso.


- Ela até se ofereceu a ficar, mas eu não deixei. – senti sua mão tocando na minha – Eu fiquei porque desde ontem estou cuidando de você e bem... Você é meu amigo, meu melhor amigo, então é o mínimo que posso fazer por você.


Olhei para ela meio de lado e percebi que ela sorria minimamente, suas bochechas levemente coradas. Ela estava linda e eu estava muito surpreso pelo o que ela havia dito. Apertei um pouco mais forte sua mão.


- Obrigada Annie...


Ficamos mais um tempo ali sem conversar. Terminei de tomar o meu chá e ela também, logo em seguida ela levantou e foi deixar as canecas na cozinha. Quando voltou se sentou novamente ao meu lado. Não me importei muito com o que ela iria pensar, apenas fiz. Coloquei as minhas pernas para o lado e deitei minha cabeça em suas pernas. Eu estava muito confortável.


No começo ela ficou parada, mas depois, como se o choque tivesse passado, começou a passar as mãos pelos meus cabelos. Eu estava no paraíso. Ficamos ali por mais não sei quanto tempo, até que Annie se mexeu, como se para olhar no relógio e quebrou a minha paz.


- Percy, nós precisamos nos arrumar pra sair. Já são quase cinco horas e o nosso voo é as oito e como você alugou um carro, ainda temos que parar para devolvê-lo. – Annie ainda mexia levemente no meu cabelo.


- Como você sabe que eu aluguei um carro? – quanta coisa para eu perguntar...


- Eu vi uns papéis no seu quarto hoje de manhã. – ela parecia sorrir- Vamos Percy, levante e vá tomar um banho e se trocar.


- Ok, ok mamãe! – levantei e olhei para ela – Só mais uma coisa Annie...


- Sim.


- Eu falei muita merda ontem ou fiz alguma merda? – eu realmente estava confuso.


- Você não se lembra de nada mesmo? – ela me olhava com um certo brilho divertido.


- Mais ou menos... Lembro de dizer que eu era a senhora Marocas e... Bem, eu pedi pra você dormir comigo. – eu acho que eu estava vermelho. Sim, eu com certeza estava vermelho.


- Sim, você realmente fez isso. As duas coisas, mas não se preocupe, as outras são parecidas. – ela sorria ainda mais agora.


- Hmm... Ok! – voltei a andar e parei – E você aceitou dormir comigo? – eu não lembrava disso. Inferno!


- Você nunca vai saber! – ela sorria diabolicamente.


Sorri um pouco e fui para o meu banho.


Quase uma hora depois eu e Annie já estávamos na estrada para o aeroporto, que não ficava muito longe, mais ou menos meia hora quarenta minutos da onde estávamos. Annie dirigia já que eu ainda estava com um pouco de dor de cabeça, uma música no estilo viagem tocava ao fundo, as janelas estavam abertas e mesmo sendo seis horas da tarde o sol ainda brilhava forte nas nossas costas. Estaria tudo perfeito se não tivesse um clima estranho entre nós dois.


- Annie, aconteceu alguma coisa? – eu senti esse clima assim que deixamos a casa e não sabia exatamente o que era.


- Sim, está tudo ótimo... – ela continuou olhando para a estrada.


- Você mente muito mal sabia disso?! – olhei para ela e percebi que sorria um pouco.


- Eu sei... – ainda olhando para a frente.


- Então, o que aconteceu? – um tempo se passou e ela não respondeu – Annie, eu sou seu amigo, pode me falar.


Ela deu um longo suspiro e então finalmente falou.


- Eu achei que eu não sentiria falta dessa casa e por um tempo relativamente longo eu não senti, assim como achei que não sentiria sua falta... Até que... Bem, até que eu vi para cá novamente, até que eu te vi novamente. Quando isso aconteceu e eu percebi quão incrivelmente grande era a saudade que eu sentia da casa e de você e de todos os momentos que passamos nela...


Ela fez uma pausa e eu esperei que ela continuasse.


- E agora estamos indo embora novamente e a saudade vai voltar, por que eu sei que vou me distanciar tanto da casa quanto de você e eu não quero isso... Eu sei que é preciso que isso ocorra, mas... Poxa, é tão difícil de entender que eu não quero mais sentir falta de certas coisas? Não quero ter apenas recordações, eu quero viver novamente tudo o que me fazia bem nas recordações... – ela olhou para mim – Eu quero ter você novamente ao meu lado.


Eu teria falado algo realmente fofo e emocional que faria qualquer um chorar, mas eu olhei um pouco para a frente e vi um buraco tão grande na estrada que se a Annie passasse naquela velocidade o pneu iria estourar. Eu ia gritar cuidado, mas não deu tempo.


Foi tudo muito rápido. Ela passou no buraco, um som alto de estouro aconteceu e o carro saiu da estrada. O carro foi perdendo a velocidade na grama que havia ali ao lado da estrada até chegar em uma árvore e bater nela. Eu não conseguia falar direito, mas quando olhei para o lado e vi que a Annie parecia estar em um estado de choque pior que o meu, eu estiquei minha mão e toquei em seu ombro.


- Você está bem Annie?! – ela olhou para mim com os olhos arregalados.


- Eu... Eu sinto muito Percy, eu não vi o buraco. – Ela parecia muito assustada.


- Não tem problema Annie, agora me diga, você está bem?


- Sim, estou! – ela tirou o sinto e saiu – Vem, vamos chamar um guincho.


Sai do carro logo em seguida e fomo ligar para o guincho.


Teríamos que esperar uma hora até o guincho chegar, ou seja, muito tempo sem fazer nada no meio do nada. Encostei no capô do carro e olhei para o horizonte. O sol estava começando a se por e o céu estava com uma cor muito bonita, meio avermelhada meio alaranjada.


Fiquei ali por um tempo até que senti Annie sentando em cima do capô. Olhei para ele e vi que ela havia deitado, encostando suas costas no vidro e olhando para cima. Sorri quando um pouco de sol bateu em seus cabelos e eles ficaram quase dourados... Como uma áurea em sua volta.


- Por que está sorrindo pra mim? – Seus olhos estavam tempestuosos.


- Porque você está linda... – sorri mais ainda.


- Você também está muito bonito. – ela desviou os olhos de mim.


- Annie... Sobre o que você estava falando antes no carro...


- Não Percy, esqueça... Eu só estava falando besteiras – seus olhos estavam longe.


- Então era mentira tudo aquilo que você falou? – tentei fazer com que a minha voz saísse calma, mas não consegui. Eu estava nervoso pelo o que ela havia acabado de dizer.


- E isso importa pra você?! – ela também parecia brava. Seus olhos ficavam cada vez mais tempestuosos.


- Logico que importa Annabeth, sempre importou!


- Para de mentir pra mim Percy! Pelo menos uma vez na sua vez seja homem e diga a verdade, pare de me iludir, pare de fingir que se importa quando na verdade na se importa! – ela levantou e saiu andando sem rumo.


- Eu não me importo com você Annie?! Eu NUNCA fingi gostar de você! Nunca fingi nenhum sentimento por você! NUNCA! – eu estava quase gritando.


- ENTÃO POR QUE VOCÊ NÃO FOI ATRÁS DE MIM PERCY?! POR QUE VOCÊ NÃO PEGOU UM VOO LOGO EM SEGUIDA DO MEU? VOCÊ TEVE MAIS DE CINCO ANOS PRA MOSTRAR QUE SE IMPORTA E SIMPLESMENTE NÃO FEZ! PORQUE EU ACREDITARIA EM VOCÊ AGORA?! – Annie gritava e chorava ao mesmo tempo. Seu rosto estava banhado por lágrimas.


- PORQUE EU ACHEI QUE ERA O QUE VOCÊ QUERIA! PENSEI QUE QUISESSE DEIXAR TUDO PRA TRÁS! — agora nós dois gritávamos no meio de lugar nenhum.


- Eu pensei que eu tivesse deixado claro o que eu sentia por você Percy e mesmo que não tivesse deixado claro eu nunca achei que você desistiria tão fácil de mim... Desistiria tão fácil da pessoa que você dizia amar... Acho que eu me enganei. – ela virou de costas para mim, os olhos cheios de água.


Eu não sabia o que falar, estava totalmente sem argumentos. Eu estava com raiva dela por ter me acusado, com raiva de mim por ser tão estupido, mas principalmente estava me sentindo o maior estúpido do mundo! Eu estava fazendo de tudo para conseguir ter a Annie de volta, estava sendo compreensivo, tentando ser carinhoso e cuidadoso e a única coisa que eu não fiz foi dizer a ela que a amava e não havia me desculpado. Eu precisava arrumar isso imediatamente.


Aproximei-me dela e toquei em seu ombro, senti seu corpo tremendo por causa do choro. Tentei fazer com que ela olhasse nos meus olhos, mas não consegui, ela não queria olhar para mim.


- Annie... Eu sinto muito, de verdade. – suspirei – Eu não queria ter te deixado, nunca quis! Nunca quis deixar você pegar aquele avião, mas eu estava chateado por você me deixar, por você ir para outro país, por você estar indo morar em outra em outro continente. Eu pensei em ir atrás de você um milhão de vezes, mas então eu lembrava que você havia me deixado e isso ainda me magoava... Eu achei que se te esquecesse não doeria tanto, que seria mais fácil viver sem você ao meu lado e por um tempo até que foi, mas, eu sei que pode parecer um pouco clichê, a minha vida estava meio vazia, não fazia muito sentindo.


Respirei mais uma vez e esperei mais um pouco, percebi que o corpo de Annie tremia ainda mais. Não me importei, ela tinha que saber.


- Então, eu vi você naquele dia na festa e então eu percebi o quão ridiculamente enganado eu estava sobre não sentir sua falta, sobre não pensar em você. Foi apenas quando eu vi você que eu percebi que você estava na minha mente o tempo todo, eu percebi que eu nunca parei de pensar em você e, a cima de tudo, eu nunca, em momento algum, parei de amar você.


Annie soluçou assim que acabei de falar. Peguei ela pelos dois ombros e a virei para mim, seus olhos estavam vermelho e lágrimas escorriam compulsivamente pelas suas bochechas. Limpei uma lágrima que escorria e segurei o seu rosto com as duas mãos.


- Annie, eu te amo ok?! Eu nunca deixei de amar, nunca deixei de pensar em você e de querer você... Se algum dia eu fiz você achar o contrário, por favor, me desculpe, nunca foi a minha intenção. – Annie desabou depois disso.


Seus braços prenderam no meu pescoço e seu corpo colou no meu. Ela apoiou sua cabeça no meu ombro e começou a chorar ainda mais. Eu a abracei e a acariciei seus cabelos, dizendo palavras sem nexos até que ela se acalmasse. Quando ela conseguiu se controlar um pouco ela se soltou de mim e olhou nos meus olhos. Ela ainda soluçava um pouco.


- Eu... Eu aceito as suas desculpas só se você me desculpar também...


- Desculpar pelo o que Annie? – limpei mais algumas lágrimas.


- Por ter duvidado do seu amor por mim e por ter te feito esperar tanto tempo... Por que eu também te amo Percy.


Não dei tempo para ela falar mais nada. A beijei com desespero e paixão, fazendo com que toda a frieza que existia entre nós dois acabasse. Suas mãos prenderam no meu cabelo e eu a puxei ainda para mais perto do meu corpo, éramos praticamente um.


Empurrei Annie para trás até encontrar algo em que pudesse encostá-la. Quando seu corpo foi prensado contra uma árvore que tinha ali, nosso beijo ficou ainda mais quente sexy. Eu estava ficando cada vez mais excitado com aquilo.


Eu teria feito muito mais coisas se a porcaria do guincho não tivesse chego. Nos separamos um pouco ofegantes. Dei um selinho nela e sorri. Eu estava realmente feliz por estar com ela naquele momento, por ter dito tudo o que sentia para ela. E acho que ela também se sentia dessa forma já que estava com um sorriso enorme e com um brilho inexplicável nos olhos.


Antes de ir falar com o cara do guincho ela me puxou para perto dela mais uma vez e me abraçou.


- Obrigada por estar ao meu lado agora... Eu te amo ok?! Nunca se esqueça disso! – Ela se afastou me deu um beijo leve nos lábios e sorriu.


- Não vou esquecer... Nunca!


Fui falar com o homem do guincho e quase quarenta minutos depois estávamos no aeroporto. Fui até a loja de devolução e entreguei o carro, acertei o preço da batida e do pneu furado e então eu e Annie fomos fazer o check-in. Por pouco não perdemos o avião.


Antes do nosso voo sair, Annie ligou para o Luke.


- OI Luke, tudo bom? – alguns segundos em silêncio.


- Sim, eu e o Percy estamos aqui no avião já, quase perdemos o voo. – ela sorriu por alguma coisa que disse e depois olhou para mim.


- Sim, mais ou menos isso. Eu queria te pedir um favor... – Luke a interrompeu e falou algo que a fez rir e deixou suas bochechas vermelhas.


- Obrigada Luke! Nos vemos depois então! – ela sorriu e desligou.


- O que foi? – perguntei cheio de curiosidade.


- Bem... O Luke vai deixar o apartamento livre para nós dois até o dia seguinte. – Ela sorriu timidamente e eu gargalhei.


- Você é terrível sabia disso? – dei um beijo nela e mordi seu lábio – Mas eu gosto disso, gosto muito.


- Que bom, por que as coisas só tendem a piorar. – ela me beijou mais uma vez e depois encostou a cabeça no meu ombro.


Ela só foi acordar quando chegamos em Nova York.



POV Annie.



Meu pescoço estava um pouco dolorido, mas eu estava pouco me fodendo, eu estava radiante. Mal podia acreditar em tudo o que havia acontecido, em tudo o que o Percy havia dito para mim... Eu realmente o amava.


Quando chegamos pegamos as nossas malas e depois um taxi. Fomos direto para o meu apartamento. Chegando lá as coisas ficaram um pouco estranhas entre nós, como se nenhum dos dois soubesse como começar exatamente.


- Você quer alguma coisa Percy? – olhei para ele e percebi que ele olhava um pouco para o meu corpo.


- Não Annie, obrigada... Eu só preciso usar o banheiro, onde é mesmo? – ele parecia um pouco sem graça. Estava passando as mãos no cabelo o tempo todo.


- É logo ali a esquerda. – apontei a direção e ele foi.


Enquanto ele estava no banheiro fui para o meu quarto, eu pretendia tirar essa roupa e colocar um mais confortável. Não me preocupei em trancar a porta, pois achei que o tempo que eu demoraria para me trocar Percy estaria no banheiro.


Eu já havia tirado tudo, menos a lingerie rosa claro, eu estava prestes a colocar uma camiseta quando sinto uma mão fria tocar a minha cintura. Pulei de frio e de susto.


- Não coloca a camiseta, está muito melhor sem. – a voz de Percy estava rouca e sensual, ele falava bem perto do meu ouvido.


Delicadamente ele começou a distribuir vários beijos ao longo do meu pescoço e do meu ombro, deixando o meu corpo inteiramente arrepiado. Uma de suas mãos que estava na minha cintura desceu lentamente até o meu quadril, os dedos brincando com a tira da calcinha.


- Se eu te deixou toda arrepiada com apenas alguns beijos fico imaginando quando eu estiver fazendo algo realmente prazeroso com você – Percy falou contra o meu pescoço, mordendo o local logo em seguida.


Soltei um pequeno involuntariamente.


- É que você... Faz isso... Muito, muito bem! – minha respiração estava totalmente desregulada.


Sua mão que antes estava na tira da minha calcinha deslizou até a parte da frente da minha coxa, a outra mão foi para o meu quadril e seu corpo se pressionou totalmente ao meu. Senti sua ereção e mais uma vez gemi baixinho. Os beijos que Percy distribui pelo meu pescoço ficavam cada vez mais desejosos.


Não aguentando mais me virei para ele e o beijou. Suas mãos começaram a explorar todo o meu corpo, enquanto que, com uma habilidade desconhecida, comecei a tirar sua camisa e sua calça, deixando-o apenas de cueca preta. Pulei em seu colo, prendendo minhas pernas ao redor da sua cintura, enquanto Percy me segurava pelas coxas.


Senti quando ele começou a andar, mas não me importei, continuei a beijá-lo. Percy me colocou na cama, deitando em cima de mim logo em seguida, seu corpo pressionando o meu de uma forma que fazia meu desejo por ele crescer ainda mais.


Uma de suas mãos foi até o fecho do meu sutiã e o soltou, seu corpo levantou minimamente para que ele conseguisse tirara a peça e então voltou a me beijar. Sua mão subiu e começou a brincar com o meu peito, acariciando ele. A outra mão desceu até a minha feminilidade e começou a me excitar ainda mais. Percy gemeu quando percebeu como eu estava molhada.


Seus beijos foram descendo até ele chegar a um de meus seios, no qual ele começou a sugar e a morder levemente. Eu estava ficando louca com todas aquelas caricias. Forcei seu peito para longe do meu e o joguei ao meu lado, subi em cima dele logo em seguida, deixando um joelho de cada lado. Meu sexo pressionando o dele levemente. Rebolei um pouco e tive o prazer de ouvir Percy gemer. Suas mãos seguravam meu quadril uma de cada lado. Inclinei meu corpo para frente e comecei a beijar o seu pescoço, seu peitoral, sua barriga, até chegar na tira da cueca, pulei essa parte e comecei a beijar sua coxa, sua perna e até chegar ao tornozelo e depois fiz todo o caminho de volta.


Fiquei novamente em cima dele e olhei bem para ele quando comecei a tirar sua cueca, seus olhos brilhavam de desejo, o verde estava mais escuro que o normal. Sorri com a visão a minha frente e mordi o lábio minimamente. Percy gemeu mais uma vez e eu rebolei mais um pouco logo em seguida, arrancando outro gemido dele.


Quando enfim tirei sua cueca a única coisa que nos separava era a minha calcinha, e isso deixava as coisas ainda mais excitantes. Voltei a beijar seu pescoço, sua barriga e quando cheguei no seu membro, não pulei. Comecei a beijá-lo e a excitá-lo com a outra mão. Percy gemia e isso só me incentivou ainda mais a continuar. Comecei a fazer sexo oral nele e antes que eu conseguisse fazer com que Percy chegasse ao seu clímax, ele me tirou de cima dele e me jogou na cama de uma forma um pouco mais violenta. Sorri para ele e o puxei para um beijo.


Percy voltou a passar a mão por todo o meu corpo até chegar a minha calcinha e sorrir de forma diabólica e pervertida. Gargalhei um pouco com o seu olhar e fiquei sem ar logo sem seguida quando Percy me calou com um beijo arrebatador. Enquanto me beijava sua mão tirava a minha calcinha. Seu membro brincava perigosamente na minha entrada. Eu estava delirando ali.


- Eu te amo Annie. – Percy sussurrou para mim com uma voz rouca e ofegante.


- Eu te amo Percy.


Sua mão subiu mais uma vez por todo o meu corpo até chegar na minha mão, ele a levou para cima da minha cabeça, entrelaçando nossos dedos ali em cima. Logo em seguida senti seu membro me penetr~


ando lentamente. Ofeguei e gemi ao mesmo tempo. Percy fez o mesmo que eu. Quando finalmente ele estava dentro de mim me senti quase completa, até que ele começou a se movimentar dentro de mim e eu finalmente consegui me sentir nas nuvens depois de tanto tempo, consegui me senti inteira e feliz.


Nós dois gemíamos juntos, sua mão apertava a minha cada vez mais forte, nossos corpos, agora suados, pareciam deslizar um pelo o outro. Senti quando seu membro inchou levemente, ele estava quase no ápice e eu também. Percy também percebeu isso e seus movimentos tornaram-se mais fortes e marcados. Um tempo depois chegamos ao paraíso juntos.


Depois de um tempo consegui voltar para a realidade. A explosão de prazer foi tão forte que demorei um tempo para me situar, mas quando consegui vi que Percy se encontrava na mesma situação que eu, mas ele estava com um sorriso incrível.


- Eu... Senti muita, muita falta disso! – ele falou e logo em seguida me beijou.


- Eu também. Você nem faz ideia Cabeça-de-Alga! – Mordi seu lábio e ele sorriu ainda mais.


- Pronta para mais uma rodada? – ele disse já se levantando.


- Sim, mas eu preciso de você aqui para isso. Onde você vai? – ele estava no meio do quarto.


- Eu estou indo para o banheiro você vem? – ele piscou para mim e abriu os braços.


- Com um deus grego como você bem aqui você acha mesmo que eu não vou?! – Pulei da cama e sai correndo, pulando em sua cintura e voltando a beijá-lo enquanto ele me levava para o banheiro.


- Saiba então que os deuses gregos demoram para ficar satisfeitos, ainda mais quando ficaram muito tempo longe daquela pessoa que eles tanto amam... – ele sorriu e me beijou.


- Será que eu aguento então?! – perguntei beijando o seu pescoço.


- Sim... Você aguenta com certeza. Você também é uma deusa. A minha deusa. – Percy já havia ligado o chuveiro.


- Apenas sua...


Voltei a beijá-lo e assim passámos o resto da noite e da madrugada. Uma noite bem longa e infinita, principalmente para nós dois que erámos praticamente deuses, deuses loucamente apaixonadas e com um desejo muito forte um pelo o outro.



Acordei no dia seguinte um pouco tarde. Olhei para o lado e percebi que Percy ainda dormia, devia estar bem cansado depois da noite que tivemos. Meu corpo estava um pouco dolorido e com algumas marcas, mas eu me sentia renovada e feliz como não me sentia há muito tempo. Eu era praticamente outra pessoa.


Fiquei deitada um tempo e resolvi levantar para preparar um pouco de café para o meu deus grego. Virei para o lado e dei um pequeno beijo nos seus lábios, ele nem se mexeu. Levantei e fui até a cozinha.


Quando cheguei lá me deparei com um envelope em cima da bancada. Era do meu "admirador secreto". Fiquei um pouco ansiosa para saber o que havia ali. Abri o envelope e tirei a carta, não havia muitas palavras, mas as poucas que tinham me deixaram chocada.



"Querida Annie,


Há muito tempo venho pensado em você e em tudo a seu respeito. Tudo a minha volta me lembra de você. Preciso que você saiba tudo o que eu sinto por você, por favor, eu imploro e se pudesse ficaria de joelhos, por favor, vá até o Central Park no dia 14 deste mês para que eu possa lhe dizer tudo, tudo o que sinto por você. Estarei te esperando às 12 horas. As coordenadas para chegar ao local estão no verso da carta. Por favor, apareça.


Com muito carinho,


A.S.".



Segurei a carta nas minha mãos por um tempo pensando no que faria. A única coisa que eu sabia é que eu precisava acabar com isso. Eu estava com Percy agora e nada, nem ninguém, me faria ficar longe dele.


Olhei para o relógio e vi que ainda tinha bastante tempo para fazer tudo o que precisava. Deixei a água no fogão para fazer o café do Percy e fui tomar banho. Depois de um baneho relaxante voltei para a cozinha e terminei o café. Enquanto dava os últimos detalhes liguei para uma pessoa e marquei de encontra-la em um café que ficava aqui perto.


Voltei para o quarto com o café e algumas coisinhas para o Percy comer. Ele ainda dormia quando me sentei na cama ao seu lado. Comecei a distribuir vários beijos por todo o seu rosto, depois dei pequenas mordidinhas na orelha, no pescoço e no ombro.


- Se você me acordar assim todos os dias, eu vou ser o homem mais feliz do mundo. – ele sorriu e abriu os olhos.


Sorri de volta e lhe dei um beijo longo e demorado.


- Eu trouxe café pra você, espero que goste. – deitei um pouco ao seu lado enquanto ele olhava para a bandeja um pouco bravo.


- Era para eu estar fazendo isso e não o contrário! – ele estava bravo.


- Não precisa ficar bravo, eu deixo você fazer isso outro dia ok?! – lhe dei mais um beijo e ele começou a comer – Eu vou precisar sair hoje, mas é rapidinho, o escritório me ligou e pediram pra eu resolver uns problemas.


- Hmm... Tudo bem! Você demora muito? – ele continuou comendo.


- Não, eu volto a tempo de sairmos para almoçar ok?! – Sorri quando ele pegou na minha mão e a beijou.


- Sim senhorita! – ele me deu um beijo – Você já vai?


- Já, desculpe. – eu não queria sair, mas era necessário.


- Tudo bem, mas antes eu quero um beijo. – ele fez biquinho.


Beijei seus lábios novamente e o que era para ser um beijo simples se tornou em algo bem quente. Percy segurava a minha nuca como se não quisesse que eu me distanciasse, meu corpo estava praticamente em cima do dele e minhas mãos passeavam pelo peito desnudo dele.


- Amor, eu preciso ir... – Falei contra a sua boca.


Percy arregalou os olhos e me soltou. Um sorriso brincava em seus lábios.


- Você me chamou do que? – ele parecia estar se divertindo com aquilo.


- Você entendeu! – eu estava vermelha, eu nunca havia chamado ele daquele jeito.


- Tudo bem, não precisa repetir... Pelo menos eu ouvi uma vez! – ele sorriu e me deu mais um beijo – Eu te amo amor. Volto logo ok?!


- Ok bobão! – sorri- Também te amo Cabeça-de-Alga.


Sai do quarto sorrindo e fui em direção aos meus dois encontros. Eu contaria tudo ao Percy quando voltasse, eu só precisava resolver isso primeiro, precisava acertar as pontas pendentes, para que, finalmente, eu pudesse ficar em paz com o Percy. Eu só esperava que tudo saísse bem... Era estranho, mas eu estava com um pressentimento muito bom em relação ao dia de hoje.



Parachute



I wanna take you with me

To life with no more yesterdays

We can start again awake and so excited

And change the way we always push

We always push

I'll open up and be your parachute

And I'll never let you down

So open up and be my human angel

And we'll only hit the ground

Running

And when the world gets sharp and tries to cut you down to size

And makes you feel like giving in

Oh, I will stay, I will rain, I will wash the words and pain away

And I will chase away the way we push

The way we pull

You're beautiful

I'll open up and be your parachute

And I'll never let you down

So open up and be my human angel

And we'll only hit the ground

Running

And if it feels like we might drop

It will stop

So don't look down

It wouldn't be the same without you

This life is too good to give up on

I'll open up and be your parachute

And I'll never let you down

So open up and be my human angel

And we'll only hit the ground

And we're gonna hit the ground

Running



Notas finais
OQ ACHARAM?!
Esse foi o penultimo capitulooo! SNIFF SNIIFFFFF!
SEmana que vem posto o ultimo e dpos o epilogo!
Então, novamente, aos fãs que não comentaram ainda, COMENTEMMMM!
Aahh e eu jpa tenho o prologo, a capa e o nome da minha fic! Vai ser uma original e o nome.... Só revelo no ultimo capitulo junto com o link da fic! ahuahauahuah ( Eu gostei mesmo de ser má!)
Nos vemos na proxima semana com o ultimo capitulo da minha amada fic! Espero que comentem e me ajudem a chegar em 200 comentarios ok?!
Beijinhoooooos e agradeço desde já a todos que leem e acompanham a fic desde o começo!