Notas iniciais
Oiie!
Gente me desculpe pelo capitulo pequeno e pela falta de criatividade, é que eu tenho uma prova super importante amanhã e tive que estudar e estou um pouco preocupada e isso levou minha criatividade!
Mas aproveitem.

P.O.V. Sandara Park

Já esta prestes a começar o sorteio. Enne, nossa representa, uma mulher de quase quarenta anos que usa uma peruca laranja e vestido vermelho com detalhes pretos, e uma by Text-Enhance\">maquiagem que se destaca daqui a platéia, ela possui pele clara e olhos azuis. Nesse momento ela esta indo se posicionar em frente ao globo de vidro para sortear o nome do tributo feminino que representara o Distrito 10 esse ano.

Enquanto ela caminha, tiro com as unhas uma pequena manchinha de sangue que esta espalhada sobre meus dedos, isso é comum, meus pais são donos do matadouro da cidade e eu os ajudo desde pequena. Sei manusear uma faca como ninguém, é o que dizem. Por isso sempre acabo com uma manchinha de sangue nas mãos.

Enne começa a remexer os papeis e tira um e segue ao centro do palco, onde o abre cuidadosa mente e pronuncia o nome que neste este escrito:

–E o nosso tributo feminino é... Sandara Park!

Me disperso lentamente, com as pessoas me dando passagem, sou guiada por quatro pacificadores até chegar ao palco, e nossa representante me ajudar a subir.

Olho para o povo do meu distrito, olhares calmos alegrando por não serem eles aqui, meninos ainda apreensivos, de dedos cruzados, torcendo para não serem eles os próximos escolhidos.

–E o tributo masculino é... – Vejo que Enne já esta no centro do palco pronunciando quem será o meu parceiro de distrito- Bryan Carter.

Um garoto de treze anos vem ao palco, mas antes que possa chegar, uma voz o faz parar:

–Eu me voluntario como tributo!

Meu mundo para. O garoto que vem ao palco, é alto, possui by Text-Enhance\">músculos medianos de cabelos castanhos claros e olhos de mesma cor puxados iguais aos meus, feições tão semelhantes as minhas.

–Qual seu nome querido?

–Joon Parker. –meu primo responde.

Por que ele fez isso? A única pessoa que eu confio, o único que consegue me acalmar, meu melhor amigo. Ele vai comigo para os jogos.

As pessoas do distrito nos olham com um olhar de pena e ao mesmo tempo alivio.

Joon vem ao meu lado e somos apresentados ao distrito, e em meio ao nosso cumprimento ele me pede para manter a calma, eu só balanço a cabeça confirmando. Mas como eu poço manter a calma se nem ao menos posso perguntar por que ele fez isso?

Somos levados para salas separadas, dentro do edifício de justiça.

–Você tem três minutos — escuto um pacificador falar. Em seguida, Hellen, minha melhor amiga, a única depois Joon, entra na sala e vem me abraçar.

–Eu lamento.

–Não lamentei algo que não foi sua culpa.

–Vê se volta.

–Não posso prometo nada. Sabe que não posso.

–Você tem que pensar em você, ele fez a escolha por que quis você não pode se sacrificar.

–Eu sei que é difícil entender...

–Eu sei, mas prometa que vai lutar.

–Hellen – e ao olhar nos olhos da minha amiga, sinceramente digo –eu prometo.

Não podemos conversar mais, pois pacificadores a chamam dizendo que seu tempo acabou e logo depois meus pais entram.

–Filhinha...

–Vocês foram na ver ele não foram?

–Sim. –responde meu pai.

–Por que ele fez isso?

–Ele tem seus motivos.

–Me digam!

–Ele pediu para conversar com você depois, no trem, ele disse que você entendera.

–Mas...

–Filha não tem muito tempo — diz minha mãe, e eu balanço a cabeça em concordância. Ela tem razão não devo pensar nisso, não nesse momento, agora preciso me despedir deles.

Abraço meus pais e juro que tentarei voltar fazem a mesma coisa que fiz com Hellen. Digo que os amo e contínuo abraçados, até virem o chamar.

Não acredito no que esta acontecendo, mas respostas viram brevemente.

Eu sei que posso vencer, passei a vida toda ajudando, meus pais no matadouro de carnes, sei que tenho habilidades e sou inteligente o bastante para me sair bem. Eu posso voltar. Com ou sem ajuda.

P.O.V. Joon Parker

Ao ouvir o nome de minha prima ser chamado, fico sem reação. Eu a considero minha irmã mais nova, pois fomos criados, desde que eu tinha seis anos e ela três, quando meus pais me abandonaram na frente do matadouro dos meus tios. Eu sempre ajudei a cuidar dela, e nunca nos desgrudamos.

Vê-la ir para uma arena enfrentar outros 23 tributos, tendo apenas quinze anos, me mata por dentro.

Por isso quando vejo aquele garotinho de treze anos ir em direção ao palco, me voluntario como tributo.

Vejo o olhar confuso, e bravo de Sandara, quando subo no palco e me apresento. Ela é morena clara, alta magra com olhos escuros e puxados por ser descendentes de coreanos iguais a mim. Sei que ela não esta feliz, mas vai ter que entender. Tento acalmá-la guando nos cumprimentamos e parece funcionar.

Somos levados em seguida a salas de visita separadas.

Os primeiros a me visitarem são meus tios, o que eu estranho.

–Ele foi visitá-la primeiro, e assim é melhor, precisamos conversar com você. Por que fez isso meu rapaz?- pergunta meu tio.

–Eu lhes devo. Vocês sempre cuidaram de mim desde que meus pais me abandonaram, e sou muito grato por isso. Vou salvar minha prima em forma de gratidão.

–Não — diz minha tia e eu fico confuso — eu sei que foi um erro se voluntariar, e tento ao Maximo te entender, também não quero ver minha filha morrer, mas gostaria de pedir que você lute por sua vida, pode protegê-la, mas não se mate por isso.

–Sua tia esta certa. Você foi um filho para nós, e agora pode estar partindo para a morte, e queremos que saiba que você não nos deve nada, então não temos o direito de te pedir que não lute por sua vida. Me compreende?

–Sim- respondo.

Conversamos, mais um pouco e nos despedimos. Logo fico sozinho e penso no que meus tios disseram, talvez eles estejam certos. Sei os motivos pelos quais me voluntariai e pretendo continuar com eles em pé, mas também decidi lutar pela minha vida. Eu vou tentar voltar...

Notas finais
Desculpem qualquer erro de português não tive tempo de revisar.
Eu sei que o cap. ficou uma droga, mas comentem mesmo assim. ;)
BJss, me desejem sorte para amanhã e até a colheita do onze!