Nem Sonhando! O Que Fazemos Na Fairy Tail?!?!
8 O que é um dia sem brigas?
Notas iniciais
Leem e saberão xD
Para não mais abusar da hospitalidade, eu e Erza saímos da casa, esperando Natsu do lado de fora. Logo, ele apareceu e assim seguimos os quatro a caminho de Fairy Tail. Em nossa caminhada, enquanto passávamos perto de vendas e lojas, a barraca de peixes pareceu agradar e muito o pequeno felino voador. Happy estava feliz a ponto de ser um alienado a perambular apenas a dizer "peixe ali, peixe aqui". Fora uma caminha muito divertida até aquele ponto. Conversamos sobre diversas coisas, em especial, sobre meu mundo. Contei-lhes o básico para não assustá-los, porém convencê-los que nossa base de energia eram fontes energéticas "naturais" fora drástica. Até este momento em que vos escrevo, tenho minhas dúvidas que eles compreenderam-me.
Um sentimento de pena me tomou o coração ao ver o Dragon Slayer desaparecendo ao aglomerado de pessoas que apareceram, antes mesmo de nós termos entrado definitivamente. Todos parecia desconfiados e encaravam feio para o rapaz. Tendo sido afastada a força para sair daquela multidão, fiquei a observar aquele tumulto criados pelos membros que compravam briga com o meio-dragão. Sem perder meu tempo, Erza dispensou quem tentava se aproximar de mim e disse que nada havia acontecido. Infelizmente eu sabia o que todos queriam saber e, pra dizer a verdade, fiquei com muita raiva. A guerreira pegou uma muda de roupas e levou-me aos banheiros.
A água relaxava os músculos do meu corpo. Era quente e prazeroso. Como eu precisava me lavar... Dei tudo de mim para não demorar horrores, contudo foi difícil. A água não era a mesma em minha dimensão, eu nem ao menos sabia explicar e ainda não sei. Finalizando o tão desejado banho, troquei-me apesar de que não encarara as vestimentas com bons olhos.
Sais com pregas de um verde esmeralda, camisa de manga longa com figuras aleatórias em dourado no tecido roxo-púrpura. Como calçados, eu ainda usava as sandálias que Mirajane me emprestara no dia anterior. Não tentei recusar a combinação de cores e colocando-as de uma vez, sai do banheiro, voltando para o salão de entrada.
– What the hell?! — exclamei enquanto a Fairy Tail novamente brigavam entre si.
O que se pode dizer com "verdadeira zona" estava bem diante de meus olhos. Eram cadeiras e mesas a serem jogadas pelos ares, copos sendo arremessados, gritos atordoantes, uma agitação onde não se pode distinguir ninguém realmente. Era esse tipo de coisa que esperava da minha guilda preferida. Algo que eu esperava ver com meus próprios olhos a marcante guerra das fadas.
– Eles não param... — Lucy estava a meu lado sem que eu percebesse sua aproximação, e notando seu cansaço nas palavras, algo me dizia que aquilo havia acontecido mais de uma vez naquele dia. — Nunca pensou em ver a guilda neste estado, não?
– Pelo contrário. — com minha sinceridade, e um sorriso carinhoso meu, a garota se surpreendeu. — Não seria a Fairy Tail se não ocorresse essa interação entre os membros. — de repente, o corpo de Gray caiu bem ao nosso lado com muita brutalidade. — Bom... Nem tanto assim.
– O desenho ilustrava nossas brigas? — a jovem perguntou.
– Frequentemente... Mas nunca nesta amplitude. — confessei ou encarar o rosto de Nab sendo esmagado contra um pilhar de madeira por outro membro. — É... mais empolgante e ainda sim, assustadoramente legal.
– Acha mesmo? — Gray se levantou com pesar e a nos encarar. — Por que não entra também?
– Está brincando, não?
Por que, Deus, eu tinha que abrir minha boca?
– Natsu! Você é tão burro que sua cabeça é apenas uma lareira ambulante! — afim de provocar o amigo, o mago de gelo gritou e senti um terrível arrepio em minha medula. O olhar mortal de Natsu era mais desesperador que qualquer outra coisa.
– O que disse?! — o rapaz disparou para nossa direção com seu corpo envolvido por chamas ardentes e bem perigosas.
Desgraçadamente, Gray puxou-me para ficar a sua frente como se eu fosse um tipo de escudo contra dragões. Eu seria usada daquela maneira e obviamente não aceitei. Debati-me contra seus braços segurando com força meus antebraços, impossibilitando de eu me livrar daquele aperto. Eu estaria muito ferrada se aquilo continuasse.
– Quer me matar?! — o temor era auge em meu corpo. Mesmo usando minhas forças ao máximo, não era párea para Gray. Eu não me libertaria. — Gray!
– Acalme-se! Está tudo bem, ele vai parar... — seu comentário contra a vinda não hesitante de Natsu fora rapidamente levada na piada me meu senso de humor, o que restava pelo menos.
– Gray!!!
– Toma essa! — Senti a força de Gray desaparecer. Provavelmente, não passou em sua cabeça que o rapaz poderia continuar a levar tudo na briga.
– Natsu! Chega! — Gray tentou repreender.
Com punhos cerrados, Natsu se preparou para socar minha cara. Num ato reflexo, fechei meu olhos com força a esperar o fim que me aguardava.
– Quente... — sussurrei quando meu corpo se aqueceu por completo, principalmente o lado esquerdo me minha face.
Atrevi-me a encarar o destino certo e a imagem não fora o que eu imaginara.
Tirando a situação vergonhosa que nós três nos encontrávamos, eu estava diante de Natsu de olhar sério, diferente de poucos segundos antes. Seu braço direito tinha passado por cima me meu ombro esquerdo no intuito de acertar o rapaz em minha retaguarda. Fracamente mexi a cabe até encarar Gray com a mesma expressão facial, segurando o punho como parecer defender do ataque flamejante. Senti os pés frios e notei que o chão havia sido congelado, junto com as pernas do Dragon Slayer. O que eles tinham em mente?
– Ei, vocês exageraram! — Macao repreendeu-os.
– Natsu-ni-chan... — Romeo parecia assustado com a situação.
– Rei, você está bem? — Reedus perguntou aflito.
– Sim... — disse automaticamente, tentando entender como a situação tinha chegado aquele ponto.
– Não era pra você atacar, cabeça quente.
– Eu só queria bater em você, principalmente, quando tentou usar a Rei como um escudo. Ela não pode usar magia e mesmo assim você teve a idiotice de fazer isso.
– Era apenas pra você assustá-la um pouco.
– Isso, vocês dois conseguiram.... — comentei mais centrada em meu eixo desfocado. — É pedir muito para pararem de brigar? — os dois calaram-se e se afastaram, quebrando a magia que ainda residia perto de nós três. Suspirei aliviada e saí para o mais longe possível. — Deus, estou viva. Muito obrigada.
– Sente-se, Rei. — Mirajane apresentou uma cadeira perto do balcão do bar e aceitei com gosto, desmanchando-me na cadeira, aliviando as tensões. — Vou preparar algo pra você.
– Agradeço... — assim, foquei-me em restaurar minha saúde mental, como me ausentar daquela realidade no momento, mas ainda sim podia escutar a conversa do recinto.
As brigas da Fairy Tail não era mais tão divertidas como eu pensava...
– Natsu... Gray... — de repente, o clima ficou frio e sombrio. em seguida, ao ver a minha personagem favorita do modo em que estava naquele momento, junto a uma áurea medonha, fiz o mesmo que os dois donos do nomes pronunciados: Engoli a seco. — Podem me responder o que aconteceu agora a pouco?
– Erza? — a voz do mago de gelo era de puro pavor. — Foi apenas uma brincadeira.
– Aye! — Natsu tremia como se estivesse com muito frio, mas não dei atenção a isso já que o que me encantou foi o modo como imitara Happy. Foi tão fofo!
– Brincadeira? — a voz da Titânia Parecia piorar. — Vou ensiná-los a brincar corretamente...
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