Nem Sempre É Feliz Como Dizem...
8 Capítulo 8
Notas iniciais
JIN
Depois daquele dia um tanto quanto conturbado, mas ao mesmo tempo um dos melhores dias da minha vida, tudo voltou ao normal, uma semana havia se passado e algumas coisas estranhas aconteceram nesse tempo, como a alguns dias atrás em que o Azin veio me entregar fotos que havia tirado de quando me beijou, aquele garoto conseguia foto de tudo, não entendi o porque dele ter me dado aquilo ele só disse o seguinte “toma, não tenho mais interesse em vocês” e me entregou as fotos, outra coisa que eu não havia entendido era o fato de que Rey, que eu descobri que se tratava da namorada do Dio (atualmente Ex-namorada) veio me dizer para tomar cuidado com o Dio, entretanto desde o dia em que Sieg tinha me ajudado no ginásio Dio se quer falava comigo. Enfim, mas como nada é perfeito e sempre tem que ter alguém que estrague a paz, o único problema atual era a Mari, ela realmente estava falando sério quando disse que não desistiria do Sieg. A garota descobriu que o projeto do Sieg estava gravado no meu notebook e de alguma maneira hackeou meu notebook para no dia da apresentação quando Sieg abrisse o projeto, fotos de garotas nuas fossem exibidas. Claro que Sieg não acreditou que fosse eu que tivesse feito aquilo mas isto não impediu que os professores o barrassem na matéria. No final isso só me fez ter mais tempo com ele e a tentativa dela foi totalmente falha.
Minha aula havia acabado de terminar, então fui até a cantina para comprar algo para comer, já que não tinha tomado café antes de sair de casa. Comprei alguns daqueles bolinhos de queijo engordurados que eles vendiam e fui até uma mesa, Sieg ainda não havia saído da aula então fiquei por ali mesmo para comer. Ao olhar para o portão quase cuspi tudo o que tinha na boca quando vi que a Amy estava vindo em minha direção, correndo como uma doida para variar. Ela ainda estava longe mas eu já conseguia ouvir a voz dela, me levantei com um bolinho ainda na boca.
- Jin Jin Jin Jin Jin! – Ela pulou em cima de mim me abraçando fazendo com que eu caísse sentado no banco e engolisse o bolinho inteiro.
- Calma Amy, por favor estou engasgando – disse eu tentando respirar.
Ela me apertou um pouco e se sentou no meu colo.
- Olá Jin – Disse ela com um brilho nos olhos.
- O-oi Amy, o que esta fazendo aqui?– a pergunta foi meio que automática.
Ela apertou minha bochecha direita.
- Nem me pergunta como estou!? Hunf –
- Jin, pode me explicar o que é isto? – Me virei e vi o Sieg parado nos olhando com uma expressão macabra que por pouco eu não me escondi atrás da Amy.
- Quer parar de se esconder atrás desta garota e me dizer o que esta acontecendo – Disse ele. Droga achei que eu tinha me segurado.
Amy se levantou e se pois a frente dele o encarando.
- Quem é você pra falar assim com o meu Jin?! –Disse ela.
O que diabos ela estava querendo fazer? Sieg me olhou e eu me encolhi um pouco.
- Seu Jin? – Respondeu ele.
- É isso ai, algum problema?- Disse ela pondo as mãos na cintura.
Sieg me encarou de novo então eu me levantei e me coloquei entre os dois.
- Calma, calma gente somos todos amigos, Sieg está é a Amy, ela estudou comigo no colégio. – Ele não disse nada e continuou me encarando. Me virei pra Amy para tentar explicar pelo menos a ela. – Amy este é o Sieg, ele é meu... – Parei para pensar, afinal como eu poderia denominar a minha relação com ele? Algumas cenas daquele dia me voltaram a memória e eu senti meu rosto queimando.
- Seu? Seu o que? – Perguntou Amy bufando.
- Me-meu .. – Sieg me abraçou pelas costas.
- Seu namorado – Disse ele.
Senti tanta vergonha naquela hora que quase perdi a lucidez.
Amy ficou com uma cara de confusa.
- E agora vamos, precisamos conversar – Disse Sieg me levando até o estacionamento e me dando um capacete.
- É-é não precisa se preocupar Sieg eu posso... – Ele me interrompeu colocando o capacete em mim.
- Vamos pra minha casa hoje — disse ele com uma voz séria que achei melhor não argumentar.
Subi na moto, mas não segurei nele, ele pegou meus braços e colocou ao seu redor.
- Quero que você esteja em pleno estado de saúde hoje, você vai precisar –
Me encolhi e segurei nele.
- Assim está melhor – Disse ele
Quando ele foi dar a partida Mari parou na frente da moto.
- Sieg, posso falar com você? – perguntou ela –
Ele tirou o capacete e olhou para mim.
- Não! Estamos indo pra casa! – Disse eu tirando o capacete e fazendo bico.
Ele desceu da moto e me deu um beijo me fazendo parar de fazer bico.
- Tenho vontade de te morder quando faz bico – Disse ele dando aquela mesma piscadela que me deixava vermelho.
Não disse nada, então ele foi até a Mari, conversaram um pouco e depois ele voltou e subiu na moto.
- O que ela queria – Perguntei enciumado
- A nada de mais, só me pediu para ir com ela na estação, ela está indo embora, pediu transferência pra unidade do norte – Respondeu ele.
- Quer dizer que ela vai embora? – perguntei animado.
- Sim – respondeu ele.
- Tipo pra sempre? – Perguntei quase pulando.
- Ei! Que alegria é essa? Ainda vai ter que se desculpar pelo que estava fazendo com aquela tal de Amy – Disse ele com um sorriso pervertido no rosto.
- Mas eu não fiz nada — fiz bico de novo
Ele apertou minha boca e me mordeu.
- Faz isto de novo e eu não juro que não me seguro até chegarmos em casa – Disse ele.
- Do mal – Fingi estar chorando.
Ele riu e deu a partida.
Assim que chegamos eu fiquei com um pouco de medo do que ele pretendia fazer então disse que eu não desceria da moto.
- Se você não descer por bem, eu te tiro daí no colo – Disse ele.
- Por que tão mal – fingi estar chorando de novo e desci da moto.
Entrei e fui rápido para a sala e liguei a TV.
Ele entrou logo atrás de mim e desligou a TV.
- Ei! Eu ia assistir – Menti
- Pode assistir depois – Respondeu ele tirando a camisa.
- Vai tomar banho? – Arrisquei a dar uma de desentendido.
- Só se você for comigo – Respondeu ele se aproximando.
Coloquei minhas mãos em seu peito para manter a distância, mas acabei me complicando mais, pois ele estava sem camisa. Ele colocou a mão direita abaixo do meu queixo e me beijou com força. Sempre que ele me beijava eu ficava sem ação e acabava me entregando, e ele sabia disso, coloquei minha mão por dentro da calça dele mas ele me segurou.
- Ei, vai com calma apressadinho – Disse ele rindo um pouco corado, o que nunca achei que fosse possível.
Ele tirou a minha camisa e começou a mordiscar meus mamilos me fazendo gemer.
- Então... Qual é a sua relação com aquela tal de Amy – perguntou ele baixando minha calça.
- Por que isto agora? – perguntei
- Eu disse que você teria que se desculpar por aquilo não disse? E eu quero saber mais sobre você – Disse ele antes de passa a língua pela minha Box vermelha deixando uma marca e fazendo com que meu volume aumentasse.
- E-ela é só uma amiga como eu já disse – Respondi.
Ele baixou minha cueca e começou a me chupar. Deus como ele conseguia fazer com que eu me sentisse daquele jeito, era como se nossos corpos estivessem em sincronia eu não conseguia conter meus gemidos. Ele começou a acariciar a minha entrada com os dedos e naquela altura eu já sabia aonde aquilo ia dar.ele começou a beijar meu abdômen e foi subindo até a minha boca. Decidi mostrar a ele como ele me deixava fazendo aquilo e desta vez queria mesmo fazer aquilo sem ficar paralisado de nervosismo, o forcei a levantar e então comecei a beijar seu pescoço, fui descendo pelo seu peitoral e abdômen até chegar ao umbigo, baixei um pouco a sua cueca.
- Jin, você – o interrompi baixando sua cueca de uma vez e o beijei bem ali, ali mesmo onde vocês estão pensando, não sie o que me deu na cabeça.
Ele sorriu, foi o que me motivou a continuar, tentei colocar seu membro todo na boca, mas não consegui então comecei a me movimentar até aonde eu conseguia. Ele me segurou pelos cabelos e começou a controlar a velocidade, eu não sabia se eu estava fazendo aquilo da forma certa, só queria fazer ele sentir o mesmo que ele me fazia sentir. Depois de alguns movimentos senti um gosto estranho meio salgado.
- Jin, eu não vou me segurar por muito tempo – Disse ele.
Eu não sabia se devia continuar e então fiquei parado olhando pra ele. Ele olhou para mim e começou a rir.
- Seu canalha, ta querendo me dar o troco pelo que eu fiz daquela vez não é? Mas não vou deixar- Eu não entendi muito bem o que ele quis dizer mas não disse nada.
Ele me deitou no sofá e se posicionou em cima de mim já procurando a minha entrada com seu membro.
- Sieg.. eu te amo – Ele olhou para mim parecendo entender que aquilo foi quase como que um pedido para ele ser gentil desta vez.
- Eu também te amo – Disse ele me beijando e começando a forçar a entrada, desta vez devagar.
Desta vez não sentia dor nenhuma e quando percebi, ele já estava dentro de mim, ele ficou parado por um tempo me beijando e então começou a se movimentar lentamente. O espaço que a dor tinha daquela vez não existia nesta vez, era só prazer, ele começou a aumentar o ritimo e eu já estava louco com aquilo, tão louco que de alguma maneira, sem eu se quer estar fazendo algo, senti meu sêmen saindo. Olhei para baixo e percebi que eu realmente havia “gozado”, e estava correndo pelo abdômen do Sieg. Ele se aproximou e mordeu meu pescoço com força e aumentou ainda mais a velocidade, eu não conseguia parar de gemer, acho que se eu não tivesse acabado de ejacular eu o faria de novo. Ele ainda estava me mordendo no pescoço na tinha soltado e então senti seu sêmen me preenchendo por dentro, ele finalmente parou de me morder, não queria nem ver aquilo no espelho, deveria estar mais roxo que uma droga de uma berinjela, ele então se deitou em cima de mim e ficou ali sem dizer nada, coloquei minha mão em sua cabeça e comecei a mexer em seu cabelo até que percebi que ele adormeceu.
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