Neighbors
32 Capítulo 32
Notas iniciais
Primeiro:TEM ALGUMA DELENA VIVA AÍ?! Não, bem que eu pensei. Alguém, por favor, me diz: o que foi aquela cena? Acho que não sou capaz de gritar um "puta que pariu" alto o suficiente para expressar o quão feliz eu estou. Delena porra, DELENA, delena, MEU DEUS, aconteceu - duas vezes. Dá para acreditar? A Elena disse que terminou com o Stefan por causa do Damon, AAAAAH! Aquela carinha de felicidade dele, awm. Depois "I wanted to dance with you today" alguém sabe me responder quando a Elena ficou tão fofa? Saudades meu coração bater em um ritmo normal desde ontem a noite quando o DEx começou, senhor meu Deus, eu morri e voltei a vida pelo menos umas 7 vezes (mesmo tendo a Caroline falando coisas escrotas no fundo, também quero saber que moral ela tem para falar da Elena tando da situação que ela está...PORÉM, eu shippo Klaroline). Daí você acha que não tem como ficar melhor, mas assiste o episódio 8. O que é isso gente? Depois do hiatus a série vai voltar com o nome "Cinquenta Tons de Putaria"? Mas faz sentido, eles tem que tirar o atraso e tudo mais u_u Antes que eu faça um testamento, vou surtar em silêncio e ver os episódios de novo - porém imploro que vocês deixem as reações de vocês nos comentários sgdhasdg
Segundo: Olá meus amores kkk Desculpa a demora, eu estava em prova, tentei adiantar o máximo que pude, porém me enrolei toda. Fiz umas mudanças bem radicais no final da história, porque não sei se quero fazer continuação, logo, vocês ainda vão ter mais capítulos pela frente, hmm, até o 45 para ser mais precisa (?) Não vou falar mais e etc, espero que gostem (: AAH DESCULPA DE VERDADE ! D:
Quando acordamos já se passava da metade da tarde, logo mal comemos alguma coisa e começamos a arrumar nossas coisas para a viagem até Veneza. Sophie miava atrás de mim enquanto carregava as coisas para por na mala. Percebi que nos últimos dias mal havia dado atenção a minha companhia felina, com um sorriso no rosto a peguei no colo e afaguei seus longos pelos brancos a ouvindo ronronar. Damon fez questão de terminar de arrumar nossas malas para que eu pudesse gastar o fim do dia com minha mãe – o que fiz sem reclamar.
Já se passavam das 22hrs quando saímos de casa – depois de muito choro da parte de minha mãe, devo acrescentar. Damon mantinha-se calado dentro do carro. Após chegarmos ao aeroporto, conseguimos embarcar dentro do horário previsto. Sophie dormia – como sempre – dentro de sua gaiola, e dessa vez teve de ir junto com os outros animais.
-Tem algum plano para quando chegarmos a Veneza? – perguntei enquanto me acomodava na confortável cadeira de primeira classe antes que o avião decolasse.
-Isso depende muito da sua disposição – Damon disse com um sorriso torto nos lábios. Minhas bochechas ficaram vermelhas, o que só o fez rir.
-Eu sempre durmo durante a viagem, logo... – suspirei e dei um sorriso malicioso.
-Ótimo – ele terminou de se ajeitar e passou seu braço direito envolta de meu corpo. – Tenho umas idéias interessantes.
-Que idéias? – ergui uma sobrancelha.
-Na hora certa você vai saber – ele riu e deitou a cabeça em meu ombro. – Se não se importa, ainda não me recuperei da noite, logo pretendo dormir.
-Fique a vontade – relaxei o ombro e apoiei minha cabeça na dele, fechando os olhos em seguida.
A viagem passou num piscar de olhos – talvez porque eu ainda estava recuperando as estruturas devido minhas aventuras na noite da ceia de natal. Quando consegui reorganizar meus pensamentos estava debaixo da água morna do chuveiro do luxuoso hotel no sul de Veneza. Sem me dar o trabalho de colocar um pijama, coloquei minha lingerie preferida – minha não, a preferida de Damon – e me arrastei para fora do banheiro me sentindo totalmente desperta, porém com preguiça.
-Cansada? – a voz de Damon me surpreendeu atrás de mim.
-Não – murmurei.
-Bom, agora você pode me dizer suas idéias, não pode? — meus olhos brilhavam na pouca luz do quarto.
-De fato – deu um passo em minha direção — aqui, agora, eu quero foder você de um jeito diferente — um sorriso brotou em seus lábios — e acontece que você está extremamente irresistível com essa lingerie de renda vermelha. — gelei. – que aposto que está usando para me provocar.
-Jeito diferente? — mordi o lábio.
- Digamos que estou inspirado.
Damon deu outro passo em minha direção. Prendi a respiração sentindo a tensão invadir minhas veias.
Jeito diferente.
Puta merda.
O que ele ia fazer? Estremeci. Foda-se, pensei comigo mesma, com certeza não seria algo ruim. Aliás, não tinha como transar com ele e ser ruim. Respirei fundo procurando me acalmar e sorri com malícia.
- Ok, sou toda sua. — disse e colei seus lábios nos meus. Sua língua invadiu minha boca despertando sensações primitivas em meu corpo. Joguei meus braços em volta de seu pescoço e senti suas mãos subindo por minha perna até encontrarem minhas nádegas. Joguei minhas pernas de encontro a sua cintura, pendurando-me a ele. Passei a mão por seu cabelo o deixando totalmente desgrenhado, o perfume exalado por seu pescoço convidava-me para mais perto. Libertei seus lábios e explorei seu pescoço deixando uma trilha de beijos até onde a camisa permitia, e em seguida se afastou abruptamente.
- Como eu disse de uma maneira diferente. — ele segurou meus braços com firmeza. — Agora senta na cama enquanto eu pego alguma coisa para amarrar suas mãos.
O que?
Sentei na cama com os olhos ligeiramente arregalados.
Mas que porra...
Que tipo de inspiração? Que tipo de coisa ele anda pensando em fazer? Puta que pariu. Meu coração disparou fazendo com que eu sentisse uma ligeira dor em meu peito esquerdo. Ofeguei e segurei com força o lençol da cama. Menos de dois minutos depois Damon estava de frente para mim, segurando duas enormes cordas que antes prendiam a cortina.
Sem dizer uma palavra, ele se aproximou e desabotôo o fecho de meu sutiã e o jogou no chão. Levantou minha perna e tirou minha peça íntima com um sorriso pervertido no rosto.
-Coloca as mãos atrás da cabeça – sussurrou enrolando uma das cordas em seu braço.
-Damon – minha voz soou estranha.
-Elena – disse parecendo se divertir por dentro – ponha as mãos atrás da cabeça.
-O que você vai fazer?
-Vai saber quando fizer o que eu mandei – disse puxando-me gentilmente para o meio da cama onde amarrou não só minhas mãos atrás de minha cabeça, mas também as prendeu na cabeceira da cama. Damon começou a tirar sua roupa com uma velocidade inacreditável. – E eu acho que você sabe as regras. – meu corpo inteiro começou a tremer.
-Depende de qual delas você quer seguir – obriguei as palavras a sair de minha boca.
-Quietinha – Damon sussurrou arrastando-se para perto de mim. Com uma de suas mãos ele tocou meu rosto e em seguida o acariciou de leve. Depois, com certa habilidade fez um coque em meu cabelo, prendendo-o com um elástico que eu não fazia idéia de onde viera. – Literalmente, não se mexa nem fale nada – abri a boca para fazer uma objeção, mas seus lábios me silenciaram. – Quieta, não deixei você falar.
-Não sabia que você mandava em mim dessa forma – minha frase saiu como um gemido. E depois senti o peso de suas mãos na parte interna de minha coxa.
-Shh – ele colocou os dedos em meus lábios. O lugar onde ele me dera a tapa começou a arder. Minha boca se abriu em choque, mas em seguida Damon acariciou o lugar lentamente fazendo com que eu gemesse sem perceber. Devido a sensibilidade no lugar da tapa eu estava mais vulnerável aos seus toques. Agora sim aquela coisa de BDSM fazia sentido. – Vou ter que colocar alguma coisa na sua boca? – sua voz era divertida.
Balancei a cabeça positivamente com um sorriso sugestivo brotando em meus lábios. Damon me respondeu com um sorriso e se colocou de pé, foi até o banheiro e voltou com uma toalha na mão. Arqueei uma sobrancelha. Ele riu. Depois, ele pegou a toalha e a amarrou em minha boca, impedindo-me de falar – porém não de emitir sons. Provavelmente aquilo daria merda.
Damon passou a mão por minha perna lentamente, como se estivesse me testando. Fechei os olhos tentando controlar as sensações que pareciam responder por mim. Em seguida, ele começou a beijar a parte interna de minha coxa fazendo um caminho até minha intimidade. Cravei minhas unhas em minha própria mão querendo poder tocá-lo e ao mesmo tempo mordi a toalha em minha boca com força.
-Abra as pernas – sua voz era calma e divertida. Fiz o que ele disse e senti sua língua percorrer por toda a extensão de minha intimidade. Senti meus quadris se moverem involuntariamente assim como minhas pernas. Damon segurou meus joelhos tentando fazer com que eu parasse.
-Parada – a intensidade de seus olhos me tirou o fôlego. Ele voltou a me torturar lentamente fazendo-me sentir como se a qualquer momento eu fosse explodir. Fechei os olhos com mais força sentindo suas carias agora subindo por minha barriga. Gemi sem querer e repeti o erro quando senti outra tapa, dessa vez na outra coxa. Abri os olhos e o vi rindo enquanto se inclinava em direção ao meu pescoço. Damon deitou-se lentamente sobre mim, seu corpo roçando contra o meu de maneira que me deixava totalmente arrepiada. Sua ereção roçando na parte interna de minha coxa fazia com que eu me sentisse como se estivesse prestes a ter um orgasmo. Outro ruído escapou por meus lábios com ele deu-me uma leve mordida no lóbulo de minha orelha.
-Acho que agora eu posso começar a me divertir – ele riu deslizando para o meu lado na cama.
Começar a se divertir? Ele já não tinha se divertido o suficiente? Caralho, caso exista a possibilidade de alguém morrer tendo um orgasmo essa será a causa de minha morte em alguns minutos.
Damon desamarrou uma das cordas deixando-me livre para me mexer – com as mãos atadas. Rapidamente ajoelhei-me na cama esperando que ele tirasse a toalha de minha boca, mas ele não o fez, simplesmente me puxou contra seu corpo e explorou meus seios com deliciosas mordidas e leves chupões. Deixei que minha cabeça para trás sentindo o prazer exalar por todo meu corpo. Fechei as pernas em sua cintura e ganhei mais uma tapa, dessa vez em minhas nádegas. Franzi o cenho sentindo seus dedos deslizando pelo local sensível. Em seguida, suas mãos subiram por minhas costas as arranhando por completo. Gemi fechando os olhos novamente. Esperei levar outra tapa, mas em vez disso, Damon soltou a toalha a jogando para longe. Mordi o lábio e em seguida joguei-me contra ele o beijando vorazmente. Ele riu contra meus lábios e me segurou pelas minhas pernas, impulsionei meu corpo contra o seu, mas ele me afastou com certa gentileza.
-Deita – ordenou e assim o fiz. – Agora vira de costas.
Ah...
-Não é o que você está pensando – ele riu se deitando sobre mim. – Porém seria algo que eu realmente gostaria de fazer.
Suas mãos encontraram as minhas e as desamarraram me deixando totalmente livre, e antes que eu pudesse reagir, ele me penetrou fazendo com que um grito agudo escapasse por meus lábios. Damon começou a se mover dentro de mim e antes que eu percebesse eu tinha chegado ao meu ápice. Minha respiração já descontrolada pareceu sumir e me causar dor no corpo, minha pele estava escorregadia tornando o banho um desperdício. Em questão de segundos depois, Damon chegou ao seu ápice gozando dentro de mim. Assim que ele me permitiu, sentei-me na cama meio zonza.
-Que tipo de coisa te levou a isso? – arfei.
-Não gostou? – arqueou uma sobrancelha?
-Não disse isso. – cerrei os lábios.
Aquilo era bom – muito bom, aliás. Intenso demais. Erótico demais...
-Hm – ele riu. – Não sei, apenas idéias.
-Ah – suspirei e me permiti ficar em silêncio para recuperar meu fôlego. – Eu vou tomar banho.
-Vou com você – ele riu.
-Não – reprimi uma risada – eu te dou muitas idéias e sinceramente não sei se agüentaria uma segunda vez.
-Como é que é?
-Damon...
E ele estava me beijando. E começamos tudo de novo – e depois outra vez no banho -, deixando todo meu cansaço de lado. Pelo menos pelos minutos seguintes, pela tarde quando acordamos, meu corpo estava completamente dolorido – e marcado. E o pior, a sensação era ótima. Levantei com um sorriso pervertido no rosto e marchei até o banheiro. Tomei um longo banho e coloquei meus pijamas, prevendo que desperdiçaríamos um de nossos preciosos dias em Veneza na cama – no bom sentido, é claro.
Quando terminei, Damon ainda estava dormindo. Vê-lo daquele jeito fazia com que ele parecesse incrivelmente inocente, seus lábios rosados fazendo contraste em sua pele branca enquanto seu cabelo bagunçado lhe cobria a testa parcialmente. Com um sorriso bobo no rosto subi na cama e arrastei-me até seu lado. Abracei o travesseiro e deitei de maneira que eu pudesse admirar seu rosto. Meio minuto depois estava acariciando sua bochecha e alisando os fios de seus cabelos. Ergui minha cabeça e lhe dei um suave beijo na bochecha, o que o fez se mexer. Ri sozinha e lhe beijei outra vez, dessa vez em seus lábios. Seus olhos azuis se abriram repentinamente e olharam diretamente para os meus. Senti minhas bochechas ficarem rosadas e o vi sorrir por isso. Damon me beijou docemente antes de me desejar boa tarde, e depois me beijou de novo, e de novo lentamente.
-O que acha de sairmos para jantar a noite? – perguntou interrompendo nossa sessão de beijos.
-Achei que íamos passar o dia aqui – resmunguei enterrando minha cabeça em seu peito.
-Só temos até amanhã a noite aqui, logo temos que aproveitar – sorriu.
-Tudo bem então – bocejei.
-Ainda cansada? – havia um duplo sentindo em sua pergunta.
-Com preguiça – admiti.
-Hmm – resmungou Damon roçando o nariz em meu pescoço.
-Que horas vamos sair?
-Umas seis, porque?
-Por que já são 16hrs – eu ri.
-Já?
-Sim – murmurei.
-Vou tomar meu banho enquanto você se arruma – disse e se colocou de pé. Fiz uma careta. – Se você não quiser ir...
-Não, eu quero ir – hesitei – só que tinhas outros planos – mordi o lábio deixando que ele pegasse a mensagem no ar.
-Temos a noite inteira para isso, a não ser que você pretenda gastá-la dormindo.
-Tendo essa segunda opção chega a ser patético dormir – eu ri.
-Você é impossível – revirou os olhos.
-Já ouvi isso antes – sentei-me na cama para ganhar um ultimo beijo.
Depois, fui em direção a mala e vesti uma de suas camisas com minha casual calça jeans, não querendo perder tempo me arrumando. Qualquer que seja o lugar eu não mudaria a roupa. Meus cabelos estavam impossíveis, uma coisa que devido as circunstancias era bem previsível. O penteei duas vez e o prendi num coque mal feito. Por ultimo passei uma maquiagem leve e calcei uma de minhas sandálias altas. Ok, estava sexy.
Saímos do hotel depois das 18hrs e fomos andando pela cidade encantadora até chegar na pizzaria que Damon havia escolhido. Entramos e escolhemos uma mesa reservada. Não gastamos tempo ali, em questão de uma hora depois Damon estava cumprindo sua “promessa” da segunda opção no quarto do hotel.
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