Neighbors

19 Capítulo 19


Notas iniciais
Não me matem, ok? Tudo em seu tempo soqn
espero que gostem :3
AAAAAAH! Vou apagar minha antiga conta e só vou usar a "Lady Somerhalder" */u/205054* :D mas por enquanto estou mantendo as duas! hafsdhasfdhj

As mãos ágeis de Damon desceram o fecho do vestido. Seus dedos tocaram a pele fina de minhas costas e me vez pular. Sua boca explorava meu pescoço enquanto ele me despia lentamente. Minha respiração se tornou um arfar. Meu subconsciente implorava para que se lembrasse onde estávamos e que as pessoas poderiam ouvir qualquer coisa que fizéssemos ali. O vestido começou a deslizar por meu corpo me deixando apenas de sutiã e calcinha.

–Sua pele é linda – ele sussurrou no meu ouvido me fazendo suspirar.

–Damon – eu o repreendi quando ele levou a mão em minhas nádegas. Ele sorriu e me virou para que eu ficasse de frente, para então me beijar. Soltei sua mão e joguei meus braços a sua volta me deixando levar pelo momento. Suas mãos contornaram minha cintura e depois acariciaram minhas pernas. Sem deixar seus lábios puxei seu cabelo lhe arrancando um gemido. Sorri contra sua boca e aprofundei o beijo. Mordi seu lábio e deixei que minha língua fizesse o contorno de seus lábios antes de começar outro beijo. Desci minhas mãos para seu peito, levantando ligeiramente sua camisa sentindo o calor de seu peito sob minhas mãos. Senti sua ereção contra minha barriga e não parei, encostei-me à parede divisória do provador e deixei meu corpo se mergulhar em sensações que eu desconhecia. Deixei seus lábios já sentindo falta de ar, e sua expressão era igual a minha. Bochechas vermelhas, e lábios extremamente rosados.

Peguei o vestido no chão e comecei a colar minhas roupas. Senti a pele de minha nuca molhada, vendo minha expressão, Damon riu. Ele ajeitou meu cabelo e saiu antes de mim do pequeno e sufocante espaço. Todos os funcionários da loja nos encaravam com uma expressão incrédula. Vi-me corando todo o período de tempo que Damon pagava o vestido e fazia questão de que fosse embrulhado para presente. Saímos da loja e tive de implorar para que ele aceitasse que fossemos para casa. Fiquei quieta durante todo o trajeto até nosso prédio, o rádio também permaneceu desligado. Meus olhares vagavam rapidamente do trânsito – que estava um caos – para Damon, concentrado na direção.

–Amanhã vou te pegar as 7 – Damon disse parado na minha porta.

–Ok – sorri me lembrando de como era nos “velhos tempos”.

–Boa noite – ele sorriu e me deu um abraço apertado. Ri sem nenhum motivo e ele me beijou docemente.

–Boa noite. – sussurrei ainda em seus braços.


Remexi-me na cama de um lado para o outro, a sentindo fria e vazia. Sophie me arranhara duas vezes de tanto que estava me mexendo. Encarei o teto escuro abraçando a colcha. Gr, não vou conseguir dormir – pensei comigo mesma. Sentei na cama pensando no que fazer. Meus livros da faculdade estavam jogados na sala e eu realmente não queria estudar. Tive uma idéia repentina e me coloquei de pé num salto carregando Sophie comigo. Andei pelo escuro até minha porta, respirei fundo e a abri. Caminhei até a porta do lado – de camisola – e a encontrei aberta como de costume. Já familiarizada com o apartamento tateei as cegas até o quarto onde Damon dormia profundamente. Suas bochechas estavam coradas e ele usava apenas uma bermuda larga na cor azul. Mordi o lábio e caminhei lentamente até subir na cama onde deixei Sophie. Arrastei-me lentamente e me deitei sobre seu peito jogando os braços a sua volta. Inalei seu perfume e soltei um suspiro pesado. Agora eu podia dormir. Procurei uma de suas mãos e a entrelacei a minha. Ele se remexeu levemente em baixo de mim.

–Elena? – perguntou com a voz rouca.

–Hm – resmunguei já de olhos fechados.

–O que você ta fazendo aqui? – ele ergueu a cabeça.

–Quer que eu saia? – soltei sua mão.

–Não – Damon me abraçou e começou a brincar com meus cabelos.

E depois eu não sabia por que não queria dormir sozinha. Rá-rá.

–Desculpa ter te acordado – sussurrei. Ele não respondeu, apenas puxou a coberta sobre nós. Joguei minhas pernas sobre ele e deixei que o sono me encontrasse.


–Acorda – a voz de Damon sussurrava em meu ouvido.

–Não – franzi o cenho sentindo a claridade mesmo mantendo os olhos fechados.

–Vai se atrasar – sua mão acariciava minha bochecha.

–Foda-se – resmunguei enterrando a cabeça em seu pescoço.

–Não quero ser uma má influência – ele riu se sentou me fazendo sentar também.

–Não – coloquei todo meu peso para trás na esperança que ele desistisse e deitasse de novo.

–Já são seis e quinze.

–Tenho que tomar banho – resmunguei. – e não quero ir para o meu apartamento.

–Fala assim como se morasse do outro lado do mundo – riu — Sabe onde é o banheiro.

–Não tenho roupas aqui.

–Pegue as minhas.

Eu ri.

–Como se coubessem em mim – revirei os olhos.

–A graça é não caber bobinha – ele mordeu minha orelha. Puta merda. – Minhas cuecas estão naquela gaveta – ele apontou – minhas blusas ali – ele riu. – eu pego uma calça para você.

–Se vai lá pode trazer um traje completo.

–Não, não posso.

–Vou tomar banho então – mordi o lábio. – Você vem?

–Posso? – ergueu uma sobrancelha.

–Se quiser – corei. – Estou abusando de seus aposentos. – arqueei uma sobrancelha.

–Não quero te pressionar – cerrou os lábios.

–Não sou tão inocente assim Damon – murmurei.

–É mais do que pensa – ele riu. – Se você não se importa, sim eu vou tomar banho com você. – Damon se levantou e foi até o armário onde pegou uma toalha branca e em seguida a jogou para mim. Andei até o banheiro de cabeça baixa me arrependendo amargamente de minha idéia. Porra eu seria insegura assim para o resto da minha vida? – Ei, não precisa ter vergonha de mim – ele me abraçou quando já estávamos no banheiro. – Até por que não faz sentido – riu – Não tem vergonha de me provocar se vestindo na minha frente, mas tem vergonha de – eu o interrompi.

–É diferente.

–Não é – suas mãos deslizaram nas minhas costas e ergueram minha camisola lentamente e depois eu estava nua. Parecia que todo o sangue do meu corpo estava em meu rosto. Ele começou a tirar sua roupa e eu o impedi.

–Não — sussurrei e comecei a descer lentamente sua bermuda. Ele estava sem cueca, é claro. Depois suas mãos tiravam minha calcinha lentamente me deixando extremamente molhada. Oh Deus.

Entrei para o box apertado acompanhada de Damon, que se adiantou para abrir o chuveiro. A água morna caia sobre sua cabeça e deixava o banheiro quente – mais quente do que eu já o via. Entrei embaixo da água assim que ele me permitiu. Peguei o xampu que havia ali e quando fui colocar em meus cabelos, Damon segurou minhas mãos.

–Posso? – ele sorriu. Assenti e então suas mãos estavam massageando meus cabelos de uma maneira deliciosa. Enxagüei e ele repetiu o processo com o condicionador. Depois fiz o mesmo com ele. A sensação de massagear seus cabelos era maravilhosa, vê-lo daquele jeito era maravilhoso, corrigi mentalmente. Assim que terminei, ele pegou o sabão líquido e me olhou como se esperasse minha aprovação. Abaixei a cabeça e deixei que ele ensaboasse todas as partes do meu corpo. Fechei os olhos absorvendo a sensação de sentir suas mãos em meu corpo. Suas mãos começaram a descer de meus ombros para minhas costas fazendo movimentos circulares. Comecei a me sentir tensa a medida que suas mãos desciam em direção a minha intimidade. – Calma, não vou fazer nada com você – ele sussurrou em meu ouvido me colando ao seu corpo. Senti sua ereção em minhas costas e me vi sem ar. Puta que pariu.

–Minha vez – disse usando o restante de ar de meus pulmões. Coloquei o sabão em minhas mãos e comecei a passá-lo por seu corpo carinhosamente. Damon fechou os olhos e prendeu minhas mãos quando cheguei perto de sua ereção.

–Não faz isso – sussurrou.

–Eu quero – mordi o lábio e toquei em seu membro. Passei a mão lentamente já sem sabão nenhum. Damon me beijou com urgência e comecei a fazer movimentos de sobe e desce não tendo idéia do que estava fazendo, apenas vendo ele se sentir afetado por minha presença – e minha caricia. Continuei a fazer os movimentos cada vez com mais rápido. Deixei seus lábios e me ajoelhei a sua frente, sem pensar duas vezes o tive em minha boca. Passei minha língua por toda sua extensão e depois o senti em minha garganta. Comecei a chupar sua ereção com força. Damon gemia e puxava a raiz de meus cabelos. Hmm salgado e delicioso, sabor de Damon. Movimentava minha boca e Damon vez com que eu os acelerasse. Dei outra chupada e senti seu corpo se contrair, ele gemeu alto. Uma onde de prazer me inundou o vendo daquele jeito.

–Elena para – ele arfou – Se não quiser que eu goze na sua boca, para. – o ignorei e continuei a explorar seu membro com a ponta de minha língua, a sensação era incrível. Ele gemeu de novo e fechei os olhos sentindo o líquido descer por minha garganta. Abri os olhos e parei de fazer o que estava fazendo me pondo de pé. Sua expressão era indescritível, uma mistura de surpresa com choque. Lambi os lábios e depois os dedos vendo seus olhos se arregalarem. Mordi o lábio e ri esperando que ele falasse alguma coisa.

–Me diz que você já tinha feito isso...

Balancei a cabeça negativamente corando um pouco.

–Como você não engasga?! – ele perguntou fechando a água. Nem lembrava mais do chuveiro aberto.

–Não sei – sussurrei.

–Você só me surpreende – ele beijou meus lábios e tirou meu cabelo de meu rosto e nuca. Damon me pressionou contra seu tronco e continuou beijando meu pescoço, minha boca, meu queixo e meus seios desprovidos de nenhuma cobertura. Minha pulsação era o único som que eu era capaz de ouvir, o suor na brotava na minha testa tornando o banho um desperdício. Damon me segurou contra a parede e beijou todo meu corpo deixando uma trilha de saliva, meu corpo estava quente e podia sentir espasmos fazendo com que eu me movesse sem perceber. Passei as pernas em volta de sua cintura sentindo seu membro roçando minha intimidade. Fiz o contorno de seus lábios com a minha língua e ele começou a mordiscar minha orelha me fazendo gemer sem perceber. Damon me levantou para que ele tivesse que se curvar para me beijar. Revirei os olhos sentindo seus dedos explorarem minha intimidade. Gritei e cravei as unhas em suas costas me entregando totalmente a ele – É uma pena não poder continuar – arfou.

–Por que não podemos continuar? – perguntei frustrada e irritada num sussurro urgente.

–Não tem camisinha aqui – ele riu e mordeu minha orelha.

–Ah – fechei a cara e senti seus braços se afrouxarem me libertando.

–Mas podemos continuar em outro lugar – ele me puxou para mais perto.

–Vou me atrasar – murmurei – e não, é broxante – franzi o cenho.

Ele deu uma gargalhada.

–Como quiser. – ele sacudiu o cabelo e jogou água para todos os lados.

Em seguida se enrolou na toalha que estava pendurada no vidro do box e jogou a minha em minhas mãos. Enrolei-me rapidamente e parei diante a pia. Olhei sugestivamente para ele para e peguei a única escova de dente sobre a pia. Coloquei um pouco de pasta e comecei a escovar meus dentes me sentindo muito pervertida.

–Eu realmente gosto de quando você abusa das minhas coisas – sua voz era divertida. Lavei minha boca e a sequei na borda de sua toalha, sorrindo levemente.

–Que bom – lhe entreguei a escova e fui para o quarto. Abri a gaveta onde ele me dissera que guardava as cuecas e peguei uma box vermelha, uma das menores por sinal, e vesti. Fui até a outra gaveta e peguei uma camisa pólo de gola V e vesti. Essa não era tão transparente e eu estava sem sutiã. Encarei-me no espelho da porta de seu armário e usei meus dedos para desembaraçar meus cabelos. Segundos depois Damon entrou no quarto e se vestiu em silêncio.

–Onde está sua calça?

–Hm – precisei pensar por um minuto – tem uma em cima da minha cômoda no quarto.

–Sutiã?

–Não preciso de um – sorri maliciosamente – é mais confortável assim.

–Onde tem um? – ele revirou os olhos.

–Junto com a calça – menti.

–Não quero ninguém te assediando na faculdade – ele riu e se aproximo para me beijar de novo – Só eu tenho esse direito.

Sentei na cama e esperei. Sophie ainda estava dormindo enrolada nas cobertas. Por um instante eu parei para pensar no que eu tinha feito. Meu Deus, aquela realmente era eu? Não sei se era possível. E eu não conseguia acreditar no que eu tinha feito. Mas foi tão bom. Mordi o lábio me lembrando da sensação. Maldita hora em que tivemos que parar puta que pariu, quando finalmente me senti segura...

–Não achei seu sutiã – ele fechou a cara.

Eu ri.

–Sabia que não ia achar – me vesti rapidamente.

–Quer tomar café?

–Não.

–Está pronta? Já são sete e meia.

–Sim – suspirei.

–Vamos?

–Vou só pegar meu material – disse e caminhei até a porta.

–Sophie vai ficar aqui?

–Quer que ela fique?

–Aham – sorriu.

–Depois pego ela – pausa – Depois mamãe volta meu bebê – gritei para a bola de pelos adormecida e Damon fechou a porta atrás de mim.

Notas finais
gostaram? :3 *postei no blog a versão Nian*