Neighbors
18 Capítulo 18
Notas iniciais
P.S.: Acho que vocês vão adorar os próximos caps, pricipalmente o presente que ela dá para ele de aniversário KKKKKKKKKKK
vou parar de falar antes que eu dê algum spoiler, masok
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH OBRIGADA PELA RECOMENDAÇÃO FOFA ♥ (vampirelover) C':
–Quer ir a algum lugar depois do almoço? – Damon perguntou segurando a porta se seu carro para que eu entrasse.
–Depende – disse e esperei que ele desse a volta e entrasse no carro para continuar falando. – Alguma idéia?
–Shopping? – deu de ombros.
–Pode ser.
–Posso ligar o rádio? – ele perguntou assim que ligou o carro.
–Claro né – revirei os olhos.
Like a Virgin. Ah não. Era putaria com a minha cara. Senti meu rosto ficar vermelho. Olhei para o lado de fora tentando disfarçar. Existem milhões de músicas e tinha que tocar logo aquela e logo naquela hora? Passei a mão no rosto escondendo minhas bochechas coradas.
–Que foi?
–Nada – minha voz soou aguda demais.
–Fala – saíamos da garagem naquele instante.
–Se importa se eu trocar a música? – franzi o cenho.
–Algo contra essa música?
–Não – disse e abaixei o som em vez de passar a música.
–Mudando o assunto – Damon me olhou rapidamente – Me desculpe por ter... Hm, feito aquilo com você hoje cedo, você não queria.
Aquela música e esse assunto, que combinação perfeita para foder minha vida.
–N-Não foi nada – sussurrei.
–Foi sim, você está vermelha – ele sacudiu a cabeça em desaprovação.
–Não foi não – mexi no cabelo.
–Você está mexendo no cabelo — pausa – te machuquei? – sua voz era um sussurro.
–Não.
–Então o que?
–Nada, já disse – abaixei a cabeça.
–Fala, por favor. – sua mão ergueu meu queixo.
–Não estou acostumada com esse tipo de carinho – disse pausadamente.
–Hã?
–Ai Damon eu não vou ficar falando sobre isso com você – fechei a cara constrangida.
–Não entendi.
–Existem coisas que eu preferia não falar em voz alta – admiti – e tais coisas não precisam ser discutidas agora.
–Que coisas?
–Puta que pariu – xinguei e passei a mão por meu rosto. Se houvesse um buraco li eu enfiaria minha cabeça.
–Fala cacete, não precisa ter vergonha – ele riu – eu sou seu amigo.
–Não costumo discutir sexo com meus amigos. – arqueei uma sobrancelha.
–Espera aí – sua expressão mudou de um segundo para outro e ele estava boquiaberto.
–Sim, eu sou virgem – murmurei e olhei para a janela – agora pode rir.
Agora eu podia me matar. Eba.
–Por que eu iria rir? – Damon disse calmo.
–Acho que até minha mãe faria isso – murmurei.
–Não acho – sorriu – e agora posso me sentir um pouco.
–Hã?
–Se você não está acostumada com carinhos assim quer dizer que você não deixou nenhum de seus namorados tocarem em você, e eu fui o único, por mais que contra sua vontade – seu sorriso era presunçoso – me sinto honrado. E você não tem que ter vergonha disso – ele passou a mão no meu rosto. – Não farei nada com você se não for da sua vontade.
Assenti ruborizada.
–Ah meu anjo – ele riu e passou me envolveu com seu braço direito. Enterrei a cabeça em seu ombro na esperança de me esconder. – Tudo tem seu tempo.
–Pode, por favor, mudar de assunto? – implorei. Ele riu e mexeu no rádio o desligando.
–O tempo está ruim hoje, não é?
Dei uma gargalhada.
–Em minha opinião, está agradável. – tentei manter o tom sério.
Não conversamos muito depois de “a conversa”. E eu preferia cometer suicídio a pensar no que eu tinha dito. O restaurante estava bem vazio quando chegamos, e rapidamente conseguimos uma mesa – isolada e discreta no canto do enorme salão vermelho. Almoçamos em silêncio e então estávamos de volta ao carro.
–Não sei se o shopping é uma boa idéia – disse me lembrando de que havia deixado minha bolsa em casa.
–Por que não?
–Por que eu deixei meu dinheiro todo em casa – reclamei. – Por sua culpa.
–Continuo sem saber por que é uma má idéia.
Revirei os olhos.
–A gente pode deixar para amanhã – sugeri.
–Não.
–Por quê?
–Temos outros planos para amanhã.
–Temos? – ergui uma sobrancelha.
–Sim.
–Não sabia que eu tinha planos.
–Não disse “você”, disse ”nós“– ele riu.
–E então?
–Estou planejando te seqüestrar amanhã.
–Seqüestro com aviso prévio, que genial – usei do sarcasmo. – Aonde vamos?
–Georgia Aquarium.
–Ah sim – sorri. – Mas mesmo assim não quero ir ao shopping.
–Se não quiser comprar nada, prometo não gastar nada com você.
–Promete?
–Aham.
–Então ta.
Muito contra minha vontade nos fomos. E não, Damon não manteve sua promessa. Mal pisamos no shopping e pelo menos $50 ele tinha gastado. Pior – comigo. Detestava aquilo, mas tentei me distrair. Andei para cima e para baixo babando as roupas das vitrines e negando sempre que Damon me perguntava se queria alguma delas. Paramos para tomar café no Starbucks e continuamos andando sem rumo – e eu tendo que lidar com olhares de mulheres caras de pau em cima do meu homem.
Sim, meu homem.
–Vem cá – Damon me arrastou para dentro de uma loja. – Escolhe o vestido que você vai usar no baile.
–Minha bolsa está em casa e não vou deixar você pagar mais do que aquele café – comecei a andar na direção da porta mais ele me segurou por meu cabelo.
–Sua mãe não te deu educação? – ele ficou sério – Não se nega presente.
–Não quero presentes.
–Não perguntei se você quer. – ele riu – Escolhe um vestido.
–Não – mordi o lábio – Escolhe você.
Eu achei que ele fosse desistir, mas como sempre eu fui surpreendida. Antes que eu corresse da loja Damon voltou com um vestido longo creme extremamente chamativo – e lindo. Meu queixo caiu. Sem reclamar fui experimentar torcendo para que o vestido não coubesse. Puta merda. O vestido cabia perfeitamente em mim, ainda destacava minha cintura fina e meu busto. Era um exagero. Porém perfeito. Olhei a etiqueta. Puta merda de novo. Só custava $4.449! Imagina se era caro. Encarei-me no espelho de novo. Eu estava bonita – e isso era um milagre.
–Anda, saí daí – Damon disse socando a porta, literalmente.
–Não.
–Por que não?
–Não ficou bom – arrumei os dois laços da frente do vestido.
–Me deixa ver.
–Nã – antes que eu terminasse de dizer ele já tinha aberto a porta.
–Realmente não ficou bom. – pausa – Ficou perfeito, e agora é seu – ele beijou minha testa. – Precisa de ajuda para tirar o vestido? – seu sorriso era malicioso.
–Não – corei – sei me virar sozinha.
–Certeza?
–Não – abri um sorriso igualmente malicioso. Damon me encarou para testar se minhas palavras eram verdadeiras e em seguida ele entrou no provador comigo e trancou a porta. Ah Caralho.
Notas finais
KKKKKKKKKKKKKKKK EU POSTEI NIAN AQUI SEM QUERER E DELENA NO BLOG, ME MATEM BJS q
*atualizando no blog*
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