Need
1 Briga e reconciliação
Notas iniciais
Eu e Mattew, meu namorado, estávamos discutindo havia quase uma hora. E era sempre a mesma coisa. O maldito e desgraçado ciúme.
-Você o beijou. – Gritou Mattew. Nós gritávamos um com outro dentro do meu quarto. Não tinha ninguém em casa fora nós dois. Eu podia ouvir a campanhia tocar desesperadamente. De repente, parou.
-Ele me agarrou! – gritei de volta. Minha cabeça latejava devido à força que eu fazia para não chorar. É claro, que em vão.
Mattew, que até agora estava com as costas viradas a mim, me encarou e se aproximou perigosamente rápido. Ele tocou meu rosto gentilmente antes de me dar um belo e doloroso tapa. Tapa esse que me fez cair no chão.
Eu o encarei, completamente assustada.
-O que aconteceu com você? – perguntei deixando a lágrimas rolarem com mais facilidade pelo meu rosto. Seus olhos tinham um brilho de raiva, dor e tristeza. – Que monstro você se tornou Mattew? – gritei.
Em seus olhos não havia mais aqueles sentimentos antes citados. Agora parecia que ele estava arrependido. Mattew tentou se aproximar e eu instintivamente me encolhi no canto a qual havia caído. Dor novamente se passou por seus olhos.
Ele se ajoelhou e ficou em minha frente, suas mãos ágeis de jogador de futebol americano, seguraram minha pequena mão com agilidade, sem dar-me chance de me afastar novamente.
Sua mão acariciava a minha com delicadeza. Soltando uma mão da minha ele levantou meu rosto que fitava nossas mãos unidas. Aquilo parecia tão certo, tão impossivelmente certo.
Eu olhei naquele mar de chocolate que eram seu olhos.
-Me desculpe. Não queria te machucar.
-Mas machucou. – Retruquei chorosa,eu ainda podia sentir minha bochecha ardendo, talvez esteja vermelha. – Por que me bateu?
-Me desculpe, eu... Eu perdi o juízo. – falou de modo angustiado. – Não queria te machucar. –repetiu. – Eu vi e não vi você. Por favor Maggie, me perdoa.
Suas palavras soaram sinceras aos meus ouvidos. E eu sabia que sem ele eu não era nada.
Mattew aproximou seu rosto do meu e pressionou seus lábios levemente sobre os meus.
-Eu te perdôo. – falei debilmente.
Ele sorriu carinhoso. – Eu amo você.
Uma festa de emoções positivas envadiram-me. Mattew é aquele tipo garoto bad boy. Ele está no terceiro ano e é O cara, super popular, inteligente e bonito. Sua pele é levemente bronzeada, igualmente a minha. Seus olhos castanhos escuro eram sempre gentis e amáveis, com quem quer que seja, fazendo-o ser o menino mais desejado da escola. E eu sou a menina mais invejada e odiada, essa é a pior parte.
Não me acho super linda. Bonita,sim. Linda, óbvio que não. Meus cabelos são cacheados castanho claro, meus olhos o tom mais claro de verde. E ainda sou um ano mais nova.
Mattew nunca havia realmente me dito com exatas palavras que me amava. Ele ‘dizia’ com gestos e olhares. Mas nunca, nunca exatas.
Eu sorri. – Eu também amo você.
Ele me ajudou a levantar e me puxou para perto do seu corpo, me abraçando. Mattew beijou o topo da minha cabeça e apertou seus braços ao meu redor.
-Tenho tanto medo de te perder. Quando eu te vi com o Edwin eu pensei que fosse te perder de vez.
-Shhh! Esqueça isso, não é importante. – Eu o beijei de forma calma e gentil,tentando passar pelo beijo a verdade que sempre esteve estampada em meus olhos. Eu era dele, de mente, alma e... Bom, esse ainda não.
O beijo que começou calmo, se tornou ardente e desesperado, cheio de desejo e paixão.
Aos poucos Mattew nos levou para a minha cama. Ele me deitou delicadamente sem nem tirar seus lábios dos meus.
Meu corpo ardia em desejo, eu o queria. E ele me queria.
Minhas mãos ganharam vida própria e começaram a tirar a camiseta preta que Mattew usava. Mas antes de tira-la totalmente eu passei minhas mãos pela barriga definida do meu namorado, alisando-a delicadamente, logo tirei sua blusa.
Suas mãos que antes se encontravam na minha nuca, agora estavam passeando pelo meu corpo. Aos poucos uma pequena montanha de roupas se encontrava perto da cama.
O contato de sua pele na minha parecia pegar fogo. Minha pele ardia ao seu toque e gemia a cada aperto. Eu estava nua, igualmente a ele, sua ereção roçava na minha intimidade. Ele provocava e eu fazia o mesmo. Em uma hora decidi deixar a timidez de lado e toquei seu membro, ele era grande e grosso. Meio que sem querer soltei um gritinho assustado. Ele riu. Céus aquilo não vai caber dentro de mim.
Mattew segurou minha mão, prendendo-a em seu membro, e começou a fazer movimentos de vai e vem, quando eu peguei o jeito da coisa ele soltou minha mão.
-Hãããã...- ele gemeu.
O senti ficando meio tenso em minha mão e ele tentou afastá-la de lá, enfim entendi o por que dele fazer isso. Ele estava chegando ao clímax.
Mattew tirou minha mão na hora em que ele gozou e por pouco não atingiu minha mão.
Eu o beijei e entre o beijo eu sorri. Separei meu rosto do seu por centímetros e falei.
-Eu amo muito você. — o beijei novamente.
Estava sentindo uma dorzinha incomoda em minha intimidade, eu estava toda dolorida.
Eu o olhei no mar de chocolate e me perdi ali, só voltei a realidade quando senti Mattew abrindo um pouco de espaço entre minhas pernas com a sua coxa. Seu membro rijo roçava em minha entrada.
-Vou entrar devagar pra não te machucar, ok?! – avisou.
Mordi o lábio inferior e assenti. Ainda era virgem e eu tinha um medo desgraçado de perder a virgindade por culpa da dor.
Ele me penetrou devagarzinho e depois entrou de vez. Senti uma pontada aguda no baixo ventre e fiz uma careta. Mattew beijava-me o rosto e a boca. Depois de alguns segundos me acostumei com ele e mexi meu quadril, dando sinal de que ele continuasse. E assim ele fez.
Suas estocadas de inicio foram contidas e controladas, até eu arranhar suas costas e prender minhas pernas em sua cintura dando mais facilidade para que ele fosse fundo.
Naquele vai e vem eu senti uma explosão dentro de mim, era mil vezes melhor que ouvir da boca de Mattew que ele me amava, ou igual. Ainda assim, eu podia sentir o líquido dele dentro de mim.
Estávamos ambos ofegantes cansados, mas não paramos de nos amar. Fizemos amor mais duas vezes naquela noite até eu cai no sono nos braços da pessoa que mais amo nesse mundo.
Mas antes que eu realmente fosse para o mundo dos sonhos o ouvi dizer.
-Gostaria de passar o resto da minha vida abraçado a você, mas tenho que ir.
-Nããão – murmurei sonolenta. Ele riu pelo nariz.
-Seus pais não vão gostar de me ver nu deitado com a filha deles.
-Então coloca a calça e deita. – falei arrastando a voz.
-Tentador. Mas não posso. – ele beijou-me os lábios e depois a testa – eu te amo.
-Também te amo. – disse enquanto eu fechava meus olhos e ia diretamente para a inconsciência do sono.
Notas finais
Pessoaas, mandar reviews não mata ninguém, pelo contrário, ajuda a inflar o ego e a auto-estima da autora
e além que vocês vão ganhar Nyah!Cash, né?!
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