Necromante
5 Capítulo 4: Progresso e Armas
(PDV Umbra)
(um ano depois)
Eu contei as libras em minhas mãos. Cerca de cinco mil. É, um bom lucro para um dia de vendas. Apesar de que foi um dia fraco. Eu já dominei toda produção e venda de drogas dessa cidade. Agora que eu tenho todos sob o meu comando e que vão seguir minhas ordens, não importam quais elas sejam, é hora de dar seguimento ao meu plano.
Eu espero anoitecer e vou para o cemitério. Eu consegui criar alngus monstros e demônios medianos, mas que seja. Não é hora para isso agora. Está chegando a hora de criar monstros sencientes, comandantes para meus monstros inferiores. Mas não é para isso que eu vim aqui hoje.
Eu paro em frente a um agrande máquina negra. Bem, máquina é pouco, claramente isso aqui é um aparato mágico. E claro, eu sou seu criador. Um grande cristal roxo escuro de três metros de altura com meio metro de diâmetro flutua a alguns centímetros e uma base de metal negra.
Em volta do cristal, três anéis de metal com três metros de diâmetro cada flutuam. Cada anel tem quatro furos. Essa coisa é conhecida como "núcleo negro", uma máquina mágica que gera mana negra. Eu demorei uns dois meses para completar essa coisa. Mas isso foi mai por causa dos materiais.
O cristal é Miasmita, a forma cristalizada do miasma. O metal é uma mistura comum no meu mundo antigo, prata, aço e mana negra. Essa mistura ficou mais conhecida como "Aço Noturno". na verdade, o mais apropriado para fazer uma Núcleo Negro de primeira qualidade seria usar osso de alguma criatura gigante do elemento negro, mas que seja. Eu não tenho como ter acesso a essas coisas agora.
Esse Núcleo Negro será a principal fonte de energia da minha fábrica de armas. Essas armas serão especiais, feitas para matar as criaturas até certo nível. Nesse último ano, as criaturas e monstros que apareceram ao redor do mundo se tornaram uma atração para os ricos pervertidos do submundo do crime.
Essas armas vão permitir aos humanos ter uma pequena vantagem contra as criaturas. O que eu tenho em mente são armas de energia ao invés armas de projéteis, como as que nós temos agora. Claro, isso vai revolucionar a tecnologia mundial, mas será um passo na direção certa. Depender somente dos magos vai criar um conflito, eventualmente.
Claro, não importa o que eu faça, eventualmente os humanos vão tentar destruir uns aos outros, porém, é meu trabalho impedir que isso aconteça... ou pelo menos reduzir os danos. Enfim, vamos para o galpão que eu comprei nas docas. Eu deixo o núcleo negro para trás e voo área as docas montado nas costas da minha gárgula, um demônio inferior coma habilidade de se transformar em pedra.
Ele voa usando magia, não suas asas, mesmo que elas sejam grandes o suficiente. Isso faz com que carregar alguém nas costas não seja problema. Nós voamos rapidamente para o galpão e depois de me deixar no chão, a gárgula pousa na beirada frontal do telhado e para, como uma estátua. É ótimo ter uma gárgula para guardar suas coisas.
Enfim, eu entro no galpão. O que eu vejo aqui é uma bem iluminada fábrica, com vários aparatos e máquinas diferentes de qualquer outra. É aqui que eu vou fabricar as armas em massa. Essa fábrica pode criar pistolas, metralhadoras e a munição para elas. Bem básico. No futuro, eu planejo criar algumas armaduras. Mas, por agora, essa fábrica será o suficiente.
Porém, eu vou precisar de mãos humanas para operar essa fábrica e de intermediários para vender meus produtos. Bem, eu tenho todos os traficantes e drogados dessa cidade. eu também tenho meus subordinados diretos, os quais estão viciados em mim ao invés de drogas. A mas devota a mim é a primeira garota que eu droguei com minha magia.
Ela se viciou tanto em mim que eu não preciso mais de magia para fazer com que ela sinta aquele sentimento de intoxicação similar a drogas. Saudável e útil. Enfim, eu ando por entre as máquinas e chego a uma sala que leva ao porão. Aqui tem um altar que claramente está faltando alguma coisa em cima.
Pilares de quatro metros com esferas de Miasmita do tamanho de bolas de basquete. Aos pilares, cabos negros estão conectados e ele vão para dentro das paredes. Esses cabos vão levar a energia para as máquinas acima. Eu estalo meus dedos. Uma luz roxa sai do altar e lentamente o Núcleo Negro sai de dentro da luz, ficando perfeitamente encaixado na estrutura. Eu estalo os dedos novamente e os anéis do Núcleo começam a girar.
Ótimo. A Miasmita no topo dos pilares negros começa a flutuar e a brilhar. Excelente, agora, vamos checar a fábrica. Eu subo para a fábrica. É, perfeito. Eu me concentro e me conecto com um dos vários corvos zumbis que eu tenho vigiando meu subordinados. Ao fazer isso, eu posso falar através dos corvos.
Eu ordeno alguns dos meu subordinados a vir aqui, incluindo a minha mais fiel. Depois e esperar por alguns minutos, os trinta que eu chamei chegam. Eu os ensino a operar as máquinas e os deixo esperando enquanto eu vou para um escritório que eu construí aqui com a minha primeira viciada.
O escritório é o clássico escritório executivo, com a parede que está para a fábrica sendo completamente de vidro. O vidro é daquele tipo que só se pode ver através de um lado, usado naquelas salas das delegacias. O escritório foi construído em cima de alguns suportes, fazendo-o ficar perto do teto do galpão assim me dando visão de toda a fábrica.
Eu me sento na cadeira luxuosa atrás da mesa cara. A garota está de pé em frente da mesa, sorrindo. Ele é bonita, seios fartos, cabelo loiro, agora longo e levemente encaracolado. Quando eu a conheci ela usava o cabelo curto. Ao invés de uma drogada, ela parece uma adolescente normal. Ela é pálida, com olhos azuis.
— Freya — eu chamei o nome dela. — eu quero que você fique de olho nesta fábrica para mim.
— Sim mestre. — ela disse, se curvando levemente.
— Eu também quero que no próximo mês você entre em contato com tropas mercenárias que estão lutando contra as criaturas. Dê a eles um pequeno carregamento de armas para experimento. Quando eles notarem que as armas são melhores...
— Eles comprarão sem para.
— Exato. Nós discutiremos os preços depois.
— Temos dinheiro o suficiente para continuar operando durante o tempo de produção?
— Sim, dinheiro não será nenhum problema. Eu já deixei alguns documentos nas gavetas desta mesa, eles tem todas as informações que você precisa. Pode usar este escritório na minha ausência, e mantenha o lugar limpo.
— Como desejar, mestre... será que você poderia...
E olha para baixo, corando e me dando olhares rápidos, envergonhada. Oh, aí está o "vício".
— Venha cá. — eu digo.
Ela se aproxima de mim e se senta no meu colo. Ela aproxima o rosto dela do meu e nós nos beijamos profundamente. Ha ha ha, completamente escravizada. Perfeito. Nós os beijamos por cerca e meia hora antes de eu a afastar gentilmente. Ela está com os olhos meio abertos e expressão sonhadora, com o rosto completamente vermelho.
— Eu tenho que lidar com algumas coisas agora, posso deixar tudo em suas mãos?
— Sim, meu mestre!
Uma pena de que ela não conhece meu rosto ou voz, ela se sentiria surpresa.
(duas horas depois)
Eu estou com a primeira pistola feita plea fábrica. Já existem algumas dezenas, e pela manhã algumas centenas. A pistola é negra, já que é feita de Aço Noturno. Ela é muito mais leve do que uma pistola comum, apesar de ela parecer mais pesada que uma pistola comum. Algumas linhas finas de luz roxa detalham a arma.
Essas linhas são importantes, elas brilham levemente enquanto a arma está carregada. Eu miro em uma das árvores na floresta atrás da mansão. Eu voltei para cá para testar a arma. eu puxo o gatilho e a arma faz um "pew" relativamente baixo e um disparo de energia roxa voa pelo cano da arma.
É, tão rápido quanto uma bala comum. Quando o disparo atinge uma árvore, que é bem grossa, ela abre um buraco grande o suficiente para minha mão passar por dentro e atravessou toda a árvore, parando na árvore mais a frente. É, mais potente que uma arma comum. eu também não senti coice nenhum, como esperado de uma arma de energia. Melhor que Star Wars, ha ha!
Enfim, vejamos. Eu dou mais uns 14 tiros. Como esperado, quinze tiros por carga. Eu aperto o botão pero do gatilho e a munição escorrega para fora, como uma pistola comum. Bem, o que sai debaixo do cabo não é um cartucho de munição, mas sim um cristal roxo sem brilho algum em um formato retangular.
Isto aqui é a munição. Eu pego o cristal antes de ele cair no chão. Então, o cristal se quebra e se transforma em pó. Só como uma nota, aquilo não era Miasmita, mas sim um tipo de energia cristalizada. Transformar energia em uma forma sólida volátil que libera energia para os disparos da arma. Claro, feito de mana negra filtrada e enfraquecida, por isso a cor roxa ao invés de negra.
Legal, né? Eu olho para a pistola, agora apagada. Do meu bolso, eu tiro um cristal idêntico, só que este aqui brilha. E o carrego na arma e as luzes da pistola acendem. Ótimo! Está funcionando! Apesar do modelo original da arma ser diferente, eu tive de adaptar para as armas deste mundo. Enfim, eu vou criar armas diferentes no futuro.
E uma coisa interessante sobre essas armas, elas são consideradas artefatos mágicos, traduzindo, elas podem ser armazenadas dentro do meu grimório juntamente com a munição! Fácil de carregar, fácil e usar. Eu também posso criar a munição sem a necessidade da fábrica, e a munição que eu crio é muito mais poderosa, feita de pura magia negra.
Ok, por hoje está bom para mim. Logo, eu vou ter que criar uma espada e adagas para mim, as armas que eu estou acostumado e que são mais eficientes para minhas magias. Eu volto para casa para dormir. Eu ainda tenho muito para fazer.
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