Natal Fabuloso

1 Natal Cabuloso


Notas iniciais
Feliz Natal povo!!

Com o Natal se aproximando, era a vez dos espectros prepararem a ceia dessa vez. Hades acabou convidando Poseidon, que mais uma vez se apossou do corpo de Julian Solo aceitando o convite. E também chamou sua querida sobrinha Athena.

Saori aceitou o pedido. Afinal não poderia negar tal convite. Afinal, os três deuses estavam em paz. Ou será que não?

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Como os espectros ficariam com as carnes. Os cavaleiros e os marinas dividiram o que iriam levar. E é claro que os gregos ficaram com o mais fácil. As bebidas! Milo discutia com Aiolia sobre qual bebida levar. Os gêmeos e o Aiolos ficaram observando aquela discussão ridícula que chamava a atenção de todos que passavam pelo setor das bebidas.

— Nem pensar Milo! Lever somente Ouzo não dá!

— É claro que dá! Melhor bebida do nosso país e você fica de cu doce? — O escorpiano não media as palavras para conversar com o amigo. — Vamos levar Ouzo sim! E ponto final.

— Só porque você gosta de ficar bêbado não quer dizer que vamos embebedar todo mundo!

— 'Só porque você gosta de bêbado não quer dizer que vamos embebedar todo mundo!" Blá blá blá! — Milo ficou imitando o leonino que ficou com raiva.

Saga já colocava os dedos nas têmporas e apertava com força. Seu gêmeo mais novo ia se afastando com o carrinho e pegando não só Ouzo, mas como outras bebidas. Aiolos ajudava o colega de armas a pegar os packs de águas, refrigerantes, e sucos. Com tudo pronto, Kanon puxou a orelha do escorpiano e Aiolos puxou o irmão pelo braço, enquanto Saga empurrava o carrinho desta vez.

O grupo ainda discutia com o escorpiano sobre levar apenas Ouzo. Só que agora, o carrinho já estava lotado de bebidas e praticamente no caixa...

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No dia vinte quatro, mais ou menos às sete da noite, eles começaram a chegar. Assim como poucos marinas. Alguns deles tinham ido para seus países de origem. Assim como os cavaleiros de bronze. Kiki pediu ao mestre para ir com os bronzeados e o dourado acabou deixando. Sabia que Milo levaria Ouzo. Ou seja, teria confusão a caminho. Melhor mesmo que seu pupilo não estivesse ali para ver isso!

O Castelo Heinstein foi ganhando vida. A música ficou por conta de Faraó e Orfeu. Esse último, a contra-gosto. No começo, não eram músicas natalinas, mas começou a se tornar quando Aiacos deu um beliscão nos dois e saiu rindo depois disso.

Kanon olhava para os lados achando tudo muito chato. Tava na hora de aprontar... ele pegou uma garrafa de Ouzo e começou a beber diretamente pelo gargalo. Não era mais um adolescente, porém, porque não agir como um naquela noite? E foi o que fez. Se deixaria levar pela bebida. Mas não iria ficar bêbado. Só alto. Ele se afastou do irmão, sumindo das vistas deste. Era hora de começar a diversão.

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Mu estava sentado ao lado de Aldebaran. Os conversavam banalidades quando um monge apareceu. Virgem não comemorava o Natal. Preferia ter ficado em seu templo meditando, mas certo grego que morava depois da casa de libra o puxou pelo punho. Pelo menos, o loiro indiano estava vestido!

— Algum problema Shaka?

— Todos! Eu não comemoro o Natal.

— Ora loiro...deixa disso! Toma uma cerveja!

— Eu não bebo. Sem falar que aqui só tem carne.

— Ainda bem que eu fiz alguns acompanhamentos que não necessariamente precisam de carne para comer junto. — Mu acabou achando graça do amigo. — Também não como carne e eu te entendo sobre não comemorar o Natal.

— Lembrem-me de ir para a Índia no ano que vem! — O loirinho se sentou ao lado do tibetano e pegou um aperitivo de cima da mesa. Pelo menos não era carne.

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Não muito longe dali, e completamente distraído, Saga olhava o que tinha nas mesas do se chamou de entrada. O geminiano se sentou numa mesa que não havia ninguém e ali ficou com sua ouzo, um copo e gelo. Diferente do irmão, ele gostava da bebida mais fraca e beeeeeeem gelada. Entanto ele pegava um aperitivo, sentiu um par de mãos lhe tapando a visão. Pelo perfume, era seu irmão.

O mais novo já estava alto e fez algo que ninguém ali esperava. Kanon puxou os cabelos azuis do mais velho e o beijou. Saga arregalou os olhos e assim que abriu a boca para reclamar, Kanon aproveitou a deixa para aprofundar alguns segundos aquele beijo com língua. O dourado sentiu o gosto forte do Ouzo nos lábios iguais aos seus. Depois disso, o gêmeo caçula se afastou sorrindo maldoso e olhando para certo sagitariano.

O salão todo parou para ver aquela cena. Um juiz gostou de ver isso. Os mais recatados se encararam e logo mudaram de foco com os rostos corados. Como Kanon tinha coragem de fazer aquilo em público? Aldebaran começou a rir. O que deixou Saga mais puto da vida. Ele mostrou o dedo do meio ao brasileiro que riu mais ainda. Gêmeos ainda deu um belo tapa no rosto do seu igual que Máscara começou a zoar com ele.

— Xiiiiiiiii...! Essa doeu hein Kanon! Você tá fraco pra bebida! Hahahaha!!!

— Fraco nada. Ouzo nunca me deixou bêbado. Eu fiz o que fiz porque achei parado demais!

— Mais uma dessas, e eu te mando para quinto dos infernos! — Saga estava puto.

— Manda ele pra mim! — Radamanthys gritou de alguma parte do salão do Castelo e novas risadas se formaram.

Depois disso, tudo rolou normal. Será?

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À meia-noite, a ceia foi servida. Se não fosse pelos dourados e alguns prateados, eles iriam comer apenas carne e beber. Felizmente o arroz natalino de Aldebaran salvou a todos. Fora outras comidas...

Porém...

... Kanon começou a aprontar novamente. Após a ceia natalina, o ex Dragão Marinho começou a agitar algumas latinhas de cerveja. Ele mirou no juiz loiro com sobrancelhas grossas e unidas e abriu os anéis das latinhas...

Ao ver aquilo, Saori quis entregar a sua vida ao tio. Poseidon, que usufruía o corpo de seu hospedeiro, arregalou os olhos e apertou as têmporas não acreditando no que via. Hades... esse coitado acabou cuspindo a bebida ao ver o banho que um de seus juízes levava do cavaleiro de ouro. O problema, é que o moreno acabou atingindo sua querida sobrinha no processo.

No momento seguinte, a festinha natalina começou a virar uma pequena guerra de bebidas e a comida que sobrou, foi salva por Lune e Minos que deram um jeito de equilibrar o que restou. seria um desperdício fazer uma guerra com a comida que sobrou.

Mu, com a ajuda de seu mestre, teleportaram os cavaleiros que queriam voltar. Mas se recusaram a levar um Saga de Gêmeos, vermelho de raiva e todo molhado pelas bebidas que seu amado irmão gêmeo jogou em sua cabeça.

Os arianos teleportaram Dohko, Deba que preferiu ir embora para o sossego de sua casa, Shaka e Asterion. Apenas estes não quiseram ficar para ver o desfecho daquela guerra com vodka, Ouzo, vinho, cerveja, refrigerante e água. Mu até ficou com dó de Athena antes de ir embora. A menina estava molhada acidentalmente por causa de Hades e ela acabou sendo levada do salão por Pandora. A gótica disse que ela poderia se lavar em seu quarto. A alemã emprestaria uma roupa para a deusa da guerra. As garotas sequer saíram do quarto após aquilo. Preferiram ficar na segurança do mesmo.

Já no salão, a chuva era de álcool, refri, suco, e água. Com gás, já que a outra só servia para jogar na cabeça.

Aiolos sacudiu uma latinha de cerveja e encurralou um geminiano fulo da vida desde o maldito beijo que seu irmão lhe deu. Saga estava preso numa parede e via o moreno sacudindo a latinha. Sabia o que viria em seguida. Quando o sagitariano abriu o anel da lata, Gêmeos tomou um banho de espuma da cerveja. Foi quando ele sentiu algo morno em seu rosto. Ao abrir os olhos, Aiolos estava lambendo seu rosto. O guardião do nono templo do zodíaco o beijou. Para Saga, só lhe restou se render...

Máscara da Morte, fedia fumo e bebida. Mas devido o banho que levou de Milo. O escorpiano já tinha molhado meio mundo e agora estava atracado ao Camus, que não era diferente de ninguém ali dentro. Kanon ainda sacudia algumas latinhas e ao abrir, molhou Radamanthys um pouco mais. Ele, Gêmeos e Harpia faziam uma pequena guerra entre eles, com direito a agarros entre eles.

Afrodite, Shura, Aiolia e Mask estavam com as roupas grudadas. Capricórnio ficava de olho no corpo do jovem leão. Dite estava deitado no chão, no meio daquela lambança. E nem se importava. Máscara jogou o conteúdo da garrafa de água no cavaleiro de Peixes, o deixando ainda mais molhado.

Hades e Poseidon deixaram o salão à francesa. Felizmente, eles eram os únicos que estavam secos. Não quiseram se misturar.

Orfeu saiu correndo de lá quando viu Kanon começar com a bagunça. Faraó o seguiu. Aiacos, que havia dado um beliscão nos dois, acabou os seguindo. Encontrou o subordinado e o cavaleiro de prata aos beijos. Na verdade, Orfeu empurrava o outro, mas não conseguia se livrar. Sserá? Garuda se aproximou perguntando se poderia participar da farra. Os três também estavam secos. Kanon não conseguiu molhar aquele trio. O juiz sorriu malicioso e puxou os dois para o Submundo. Lira ainda reclamava sobre não querer ir. Esfinge e Garuda apenas riam...

Minos sabia um caminho alternativo e tirou Lune de lá. Balron dava graças ao deus que servia por isso. Ao menos poderia ficar sozinho com Griffon...

Enquanto alguns fugiam, o salão do Castelo Heinsten virava uma zona. Alguns se jogavam no chão, brincando com o líquido que estava derramado daquela guerra de bebidas, onde quem começou foi um Kanon, agitando latinhas de cerveja e derramando em Radamanthys depois da ceia de Natal...

Notas finais
Cara, eu imagino o Kanon como o irmão caçula pentelho pra kct!!! Ninguém ficou bêbado! MAS teve uma pequena guerra c bebidas
Fiz ouvindo Bite Me - Avril Lavigne
Feliz Natal mais uma vez!!! Dps volto com fic de ano novo xD tbm de comédia uabsuah
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!