Natal 2011
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Boa leitura à você e a todos que forem ler essa One-shot!
Natal, a época em que as pessoas perdoam umas as outras. Mas principalmente a época em que o consumismo está em alta. Famílias felizes saem para comprar presentes, comida e enfeites, gastando dinheiro de todas as formas possíveis, dando a desculpa que é pelo bem do Natal e da família, quando na verdade apenas gostam de acabar com a poupança.
Crianças esperam ansiosas pela manhã de Natal para abrir seus presentes, e enquanto rasgam o embrulho cantam aquela famosa música em que a letra diz “Como é que Papai Noel, não se esquece de ninguém? Seja rico ou seja pobre (...)”Pura hipocrisia na opinião de Mello. Ele odiava as pessoas sorridentes, as decorações, as musiquinhas irritantes e mais do que tudo a ingenuidade das crianças. Como elas podem pensar que um velho gordo consegue rodar o mundo todo em uma noite? E passar pelas chaminés se o tamanho não permite? Será que elas nunca perceberam que as crianças de rua não ganham presentes? E por isso, Mihael odiava crianças, talvez por isso não gostasse de Near com toda aquela aura infantil.
E por esses e outros motivos que nosso loiro se encontrava num pequeno apartamento sem a mais mínima decoração, lendo uns papéis aparentemente importantes com uma caneca de chocolate quente – que já estava frio — a sua frente. Matt se encontrava ao seu lado, com o DS em mãos e pelo visto estava tendo algumas dificuldades no jogo, pois fazia caretas. Estavam muito concentrados no que estavam fazendo.
Quando deu meia-noite nenhum dos dois se mexeu apesar de terem ouvido o barulho de fogos e rojões de muito perto – o que poderia causar um bom susto em qualquer um, mas claro, menos neles. Até que o ruivo se levantou e foi fazer algo no quarto. Mello não ligou, não era algo incomum.
– Mello... – escutou uma voz atrás de si, e virou-se.
– Sim?
– Hmm... Toma. – entregou um embrulho todo preto com corações vermelhos, o loiro recebeu com uma sobrancelha erguida – Era o único que tinham! – Jeevas virou a cara, totalmente corado.
Keehl rasgou o embrulho e viu uma caixinha transparente de plástico com uma fita vermelha, e dentro, um chocolate artesanal com seu nome escrito em chocolate branco, junto à caixinha tinha uma espécie de pingente pra por no celular em forma de uma cruz perfurando um coração. Sorriu malicioso e deixou a caixinha sobre a mesinha, se levantou de forma felina e foi até o outro.
O gamer apenas sentiu os lábios do mafioso por um breve momento, antes de ser jogado no sofá com ele entre suas pernas.
– Feliz Natal, Mail. – se sentiu estremecer ao escutar seu nome ser sussurrado daquela forma tão... Sexy.
Mello voltou a se apoderar daquela boca vermelha a mordendo levemente uma e outra vez antes explorar cada centímetro daquela cavidade, desceu a boca até o pescoço alvo do ruivo, o lambendo e marcando.
– Hmmm... M-Mello...
E quando escutou o gatinho corado e kawaii embaixo de si gemer, Mihael pensou que talvez o Natal não fosse tão mal assim... Mas esse foi um pensamento rápido e vago antes dele voltar ao que estava fazendo; possuir aquele corpo para si.
Mordeu o abdome do menor de forma lenta e provocativa, deixando chupões no caminho, desceu a boca até o zíper, o abaixando com os dentes, mordendo muito levemente o tecido por sobre o membro, como se brincasse.
Já Matt, mordia a boca com tanta força pra não gemer que um fio de sangue escorria por seu queixo e descia por seu pescoço. Era a primeira vez que fazia isso, e estar sem seus googgles postos só piorava as coisas, não que não estivesse gostando.
Mello abriu o cinto do ruivo de forma que talvez seja meio brusca pra ocasião, “mas esse é o jeito dele, rude, grosso, impaciente” Sentiu a mão do maior parando antes de fazer algo com sua intimidade, e a língua quente do outro limpando o sangue sobre sua boca, o estimulando a mantê-la aberta “suave, doce, impulsivo...” pensou.
– M-Mello... Eu...
– Sim, eu sei, é a sua primeira vez. Por isso quero te perguntar: Tem certeza que quer isso? – o uke sorriutibiamente, pois mais do que tudo, MihaelKeehl podia ser surpreendente.
Não disse nada, um leve selinho foi a resposta. O mafioso diante de tal ternura já não se controlou, e distribuindo leves caricias no rosto do hacker, abriu de vez a calça e a desceu junto a boxer preta dele, começou a mover a mão no sexo do outro, calmamente de maneira tortuosa.
– Hmmm... M-Mell-ah! — desistira de tentar conter os gemidos que só aumentaram quando o loiro o masturbou com mais agilidade
– Eu... Não quero a-ainda... Você também... Eu, ah! — soltou palavras confusas e tentou deter o mais velho.
–Você não quer? — agora quem estava confuso era Mello, se deteu.
– Não! Etto... Sim! É que, não é justo que só eu tenha prazer... E... — corou tanto que o tom do seu rosto se confundia com seus cabelos — Eu quero que você também...
– Hmmm... Entendo — sorriu de forma *gatutina e começou a se desvestir para fazer o mesmo com o de fios avermelhados — Primeiro, chupe-os — mostrou os dedos que já não estavam enluvados, e Matt os lambeu de forma desajeitada mas que aos olhos do outro uma forma bastante sensual, quando já estavam insalivados os bastante ele o parou e o conduziu até o próprio membro, Jeevas exitou um poco, mas logo começou a usar a lingua para dar prazer ao outro. Estava de quatro e soltou um gritinho quando sentiu um dedo dentro da sua cavidade.
–Relaxe, assim doera menos — assentiu e voltou ao que estava fazendo.
No segundo dedo que se movia com movimentos circulares, seus grandes olhos verdes deixavam escapar lágrimas e Mihael se perguntava se ele agüentaria o que estava por vir, afinal os dedos eram apenas uma preparação para algo maior.
– Ahhhh! — o terceiro e ultimo dedo se movia de um jeito um pouco brusco porém nescessário, e quando viu que o menor estava pronto, o penetrou de uma só vez — AHHHHH! — sem se mexer, esperou até que o outro estivesse pronto.
Alguns segundos se passaram até que num sussurro Mail pedisse para que ele se mexesse. E os dois sentiram uma explosão de emoções a cada movimento, era tudo tão diferente a tudoo que conheciam, estavam fazendo amor pela primeira vez, algo que imaginaram de diversas formas e em diversas ocaciões, de diferentes jeitos, com todo um jogo de palavras e clichês antes, mas que estava sendo perfeito, simplismente aconteceu, e foi maravilhoso.
Um gemido em conjunto avisou que estavam quase chegando no climax, e antes de soltarem suas essências trocaram um ultimo beijo.
– Te amo — falou o gamer pouco antes de adormecer, mas quase podia jurar que ouviu uma resposta, e isso é algo que somente Mello saberia confirmar.
É, talvez o Natal não seja tão mal assim.
~ Fim ~
Notas finais
Feliz Natal, My Kawaii! =3
Feliz Natal a todos, e obrigada por lerem!
Esse foi meu primeiro lemon... Críticas, sugestões?
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