Nascisa do mar, do fogo e da guerra
8 Capitulo 8
Notas iniciais
É nessas horas que eu fico pensando no Theo até chorar. Já que só os deuses estão vendo eu choro quanto eu quiser.
—É culpa minha... Ele nunca devia ter confiado em mim – digo chorando. Só aquele nome me faz ficar assim. As lembranças são um problema para a minha pessoa. – Como eu pude deixar aquilo acontecer? Por quê? Justo com ele. Ele era melhor que a maioria de nós. Ele que me ensinou a deixar aqueles monstros longe do povo da minha escola. – não que eles merecessem muito – É tudo culpa minha!!!!!!
—Desculpe te atrapalhar. Mas precisa gritar assim? – disse Leo me dando um susto
—Ai garoto você vive me assustando. Um dia vou tacar fogo em você – digo me recuperando do susto
—Sou imune ao fogo, lembra?
—Então vou atirar em você. Te juro que você não é blindado.
—Você nem tem uma arma para isso
—Você que acha. – digo mostrando um colar para ele
—O que é isso? – pergunta ele olhando para a coisa com uma cara de “o que um colar pode fazer?”
—Isso é uma peça encantada feita por Hefesto encantada por ares e Poseidon para se transformar em qualquer arma de batalha ou de efeito na água. E pode virar uma metralhadora de bronze celestial. Portanto eu tenho uma arma para isso.
—Ok. Ok. Mas que é esse Theo?
—Não quero falar nesse assunto.
—Mas eu quero que você fale nesse assunto.
—Mas você não manda em mim. Portanto Cara do Fogo, não irei falar.
—Algum dia vai ter que contar par alguém. E você sabe disso. Eu posso ser a primeira pessoa a ouvir a sua história. Eu ia sugerir um juramento de sangue mas a julgar pelo surto que você teve na sua escola antiga com o sangue na nossas cabeças. Acho que se eu jurar pelo Rio Estige já vai estar de bom tamanho.
—Está bem. Mas jure pelo Rio Estige que você não vai contar a ninguém o que eu vou te falar.
—Eu juro pelo Rio Estige.
—Ótimo agora o que aconteceu foi o seguinte. Eu tinha um melhor amigo na escola. Seu nome era Theo. Ele também era um semideus. Filho de Hermes, como os Stoll e Bruna. Ele tentou me explicar esse paranaue de semideus uma vez e eu não acreditei. Ele me ensinou a lidar com monstros e tal. Uma vez eu torci o pé em uma luta e ele tentou vir correndo me ajudar, mas soltou sua arma e o ciclope, o mesmo que vocês transformaram em pó, ele... Ele o... Ele o engoliu – digo chorando e Leo me abraça
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