Notas iniciais
Ai está a continuação.

POV Lake

Estudo na academia para crianças especiais, nos arredores de Nova York. Sou constantemente criticado por professores pelo meu mau comportamento, por alunos pela minha personalidade, e pelo diretor por causa de minhas pegadinhas, mas, felizmente não sou o único que ele pega no pé, tem também um garoto de minha sala que também não fugia dos castigos, acho que o nome dele é Connor, e assim como eu ele também sofre com implicâncias mas ele também não deixa se safarem não. Tenho apenas um amigo o nome dele é Brian Tates ele é um carinha bastante engraçado, tem a mesma idade que eu, usa muletas e um toca do NY Knicks (o time favorito dele da NBA), você pode achar que ele deve ser lento para andar, isso porque você nunca viu ele no dia da enxilhada e burritos na cantina, ele poderia muito bem ser o atacante do NY Knicks. Ele se tornou meu amigo no início do ano letivo, nós vivemos indo no fliperama. No dia seguinte seria a excursão ao museu ambiental de NY ‘’ para abrirmos a consciência sobre o meio-ambiente” pensei pela primeira vez não me meteria em encrencas, estava mantendo isso em mente pois se acontecesse alguma coisa eu seria expulso e digamos que não teriam muitas escolas disponíveis para um adolescente com déficit de atenção, hiperatividade, dislexia, e com gênio e personalidades tão difíceis que nenhum orientador de escola daria conta.

POV Connor

Hoje é um dia daqueles, passeio no museu ambiental... argh, que saco. Todos felizes pois não vão precisar assistir aula hoje... até parece que acabaram de ganhar um ingresso para o show do Green Day. Apenas duas pessoas com sanidade perceberam que nada daquilo parecia divertido, um garoto chamado Brian, que aproposito é um dos poucos que já me comuniquei naquela escola e um outro lá... um tal de... como era realmente seu nome?!... Lake?!, sei lá. O Sr. Negliglibe que por acaso é o diretor daquilo que chamam de escola, realmente não ia com a minha cara. Após entregar alguns bilhetes para o responsável assinar para todos os alunos, ele teve a coragem de chegar na minha mesa e dizer... “Aah, creio que não precise de um bilhete, afinal de contas, acho que seus pais... como é que é?!... aah, morreram”. Percebi algo diferente vindo do tom de voz dele, algo familiar, já tinha ouvido aquela voz em meu passado. Bom, deveria ser apenas meu déficit de atenção atacando... não liguei muito para isto. Chegando no dia da excursão tão esperada por alguns e desanimante para outros, pensei em tentar ser uma pessoa normal, pelo menos um dia. Não amedrontar as pessoas espetando um galho de arvore em suas costas dizendo que se ela se mover furaria suas costas ali mesmo... era algo que eu fazia apenas para me divertir um pouco, já que todos pensavam que eu era realmente um assassino de pais, então irei trata-los como tal. Mais algo estava errado, sentia que não deveria estar naquele lugar, naquela hora.

POV Lake

Eu não entendia o por que mas aquele lugar me dava um mal pressentimento, assim como o maldito diretor gengibre, havíamos acabado de sair de estufa com o tal clima semiárido, quando entramos em uma outra estufa com o clima de floresta beira-mar e me senti mais confortável, porém aquele mal pressentimento me cutucava sem parar, mas me senti com vontade de prestar atenção, pois eu teria que fazer a merda do relatório para entregar na segunda-feira, então tirei um dos fones de ouvido mas manti o outro porque eu não resisto ouvir as músicas do Green Day,A7X,Metálica,AC/DC. Mas fiquei ouvindo uma conversa sem parar atrás de mim que já estava me irritando, olhei para trás e vi a pessoa mais irritante do mundo: Nancy Bobofit, com suas amigas e disse "quer calar a boca!", ela se encolheu, mas eu não havia medido o tom da minha voz e merda, todo mundo olhou para mim, percebi que não fui o único a reclamar com Nancy, o tal do Connor também. Com isso o diretor gengibre, nos pegou pelos braços dizendo que precisava falar com a gente, ele estava com um brilho nos olhos, não sei por que, mas ele trouxe o Brian e a Nancy (bom pelo menos um grão de justiça seria feita né?!). Quando chegamos a uma parte muito afastada de todos, ele olhou para nós com uma cara selvagem e rosnando. Pensei: fudeu ele é um canibal.

POV Connor

Fomos para um canto do museu totalmente insolado do resto da turma, não sabia o que ele queria de nós, mais algo estava errado. Não conseguia acreditar que ele nos afastou do grupo apenas por ter pedido a idiota da Nancy que calasse a boca, eu não estava errado, nada daquilo era realmente necessário. Logo quando parou num local bem longe de todos ele se virou, só que ele não estava muito bonito, mesmo que ele não tenha sido muito bonito, agora estava bem pior. Um de seus olhos era castanho e o outro um azul, seus dentes pareciam de um leão muito feroz e faminto, suas mãos se transformaram em patas gigantescas. Da cintura pra cima começou a crescer pelos que pareciam espinhos de tão fins e grossos que eram, e da cintura pra baixo eu não acreditei no que estava vendo... cresceu uma cauda de escorpião enorme do traseiro do Sr. Negliglibe... imaginei que deveria ter doido. Nisto logo percebi que era um Manticore, um monstro grego que estava louco para nos devorar.

–Há muito tempo, os deuses me baniram para a Pérsia. Eu fui forçado a furtar comida nas bordas do mundo, escondendo-se em florestas, devorando insignificantes agricultores humanos para as minhas refeições. Eu nunca tive que lutar contra todos os grandes heróis. Eu não era temido e admirado nas histórias antigas! Mas agora isso vai mudar. A guerra ainda não acabou, eles me deram mais uma chance... e não irei desperdiça-la de novo, irei me deliciar com a carne desse meios-sangues!! – Disse o Sr. Negliglibe, avançando em nossa direção.

Notas finais
Oque acontecerá com os nossos heróis? esperem ansiosamente o próximo Cap,Fantasminhas por favor apareçam,eu não mordo.kkk