Nascidos do Olimpo

1 Capítulo 1 - O ressurgimento da escória divina


Notas iniciais
Neste capitulo iremos conhecer a historia de nossos dois mais novos heróis.Essa é minha primeira fic, então pode conter alguns errinhos por aqui ou por ali ^^.

POV Lake

Meu nome é Lake tenho 16 anos e agora irei contar-lhes a minha historia. Fui abandonado com poucos dias de vida nos fundos de um orfanato que ficava nos arredores de uma floresta densa e perigosa. Por causa de meu choro que algumas pessoas podem não considerar agradável, considerando que eram 3 horas da madrugada (n/a: (#Percy) Fala serio, não tinha nenhuma hora melhor não?!). Cresci como uma criança que consideravam esquisita, pelo meu temperamento e personalidade explosiva. Por isso fui expulso de todas as escolas que estive , não durando nem sequer um ano, devido a brigas, confusões, ataque de raivas com professores (n/a: (#CriadeApolo) traduzindo: ataque de pelanca seerio ;D) e dentre outras coisa que prefiro nem comentar. Devido a minha personalidade e tudo mais, nunca tive amigos e fui enviados para vários lares adotivos. Atualmente estudo em um internato para "crianças especiais", traduzindo: delinquentes juvenis, como tumultuadores, cleptomaníacos, arruaceiros e etc.. Meu quarto no internato é bem simples e humilde, possuo: uma cama, uma escrivaninha, um criado mudo, um computador (da época dos dinossauros), não tenho fotos pois não gosto de relembrar meu passado. De lembrança tenho apenas um canivete suíço e um facão de cortar carne, ambos muito importantes para mim.

POV Connor

Esse é um pequeno resumo de minha historia... Tudo começou aos 9 anos, quando vi meus pais serem brutalmente assassinados na minha frente, sem que eu pudesse fazer nada. Motivo, eu ainda não sei. Após um grupo de monstro ter assassinado minha família, fiz o que qualquer garoto de 9 anos no meu lugar faria, fugi pela porta dos fundos, sem rumo e sem direção. Só com a roupa em meu corpo e sua mochila escolar que consegui pegar em minha fuga. Não sabia oque fazer naquele momento, estava sem casa, sem família, sem ninguém... apenas o grupo de monstros que a essa hora já deviam ter desconfiado que havia fugido. A sobrevivência nas ruas não era nada fácil, pois tinha que fugir não apenas de monstros, mas de uma coisa muito pior: outras pessoas. Pessoas cruéis, assassinos, ladrões, estupradores etc. Se passou aproximadamente 3 anos que estava sobrevivendo dos ataques de monstros, mais é claro sempre fugindo e se escondendo, essa era a estratégia de sobrevivência. Ao longo deste tempo, fui me acostumando com os monstros e começei a estuda-los, cada vez mais e mais. Quando já estava com 14 anos, já havia superado a dor da perda de meus pais, eu tentava fazer a “justiça” com minhas próprias mãos, ajudando criancinhas pequenas, velinhas e animais. Mais sempre um ou outro me achava estranho, perigoso, só por causa de meu estado (n/a: (#CriadeApolo) que não era das melhores), camisa rasgada por causa de cachorros raivosos e monstros. Estava muito sujo pois vivia nos becos onde as pessoas jogavam lixos e ate corpos que não ajudava minha situação. Eu sempre estava muito machucado por causa de varias pessoas que me agredia. Aos 15 anos, fui para o internato para "crianças especiais", eles me acolheram como seu eu fosse algum delinquente juvenil. Sei que alguém daquele lugar sabia oque aconteceu com meus pais e por alguma razão, achava que eu próprio tinha matado meus pais. Com isso, pessoas me olhavam estranho como se eu fosse puxar uma faca e mata-la ali mesmo... Mais com uma coisa eu nunca esquecerei e nunca me darei por vencido. Irei perseguir os monstros que mataram meus pais um por um ate que todos estejam mortos na minha frente.

POV Narrador

Acabamos de conhecer a historia de nossos dois mais novos heróis, eles viviam em universos totalmente diferentes, ou nem tanto assim, mas como o destino pode ser algo bem interessante esses dois logo iram se encontrar.

Notas finais
Como disse essa é minha primeira fic, então espero que sejam compreensíveis. Deem reviews nem que sejam simples com um "gostei" ou ate uma critica.