Nas Areias Do Deserto
9 Capítulo 9
Notas iniciais
Olha tava escrevendo o capítulo de domingo só que essa parte não estava combinando com o momento, então vou posta-lo hoje para que domingo esteja tudo nos conforme se é que vocês me entendem? Este é um capítulo necessário para a trama, não está betado.
Aviso: contém mutilação, violência e Hentai.
fotos do capítulo são de Karf não sejam como Shion e se deixem enganar por essa cara linda!
Capítulo 09
As portas duplas da sala do casarão se abriram com violência dando passagem a figura de uma mulher de baixa estatura, corpo magro e longos cabelos negros, pele morena e olhos grandes escuros como a noite à medida que ela caminhava a passos largos os véus coloridos de sua saia balançavam como se estivessem ao vento, seus passos eram firmes caminhou por um longo corredor segurava um pergaminho com o selo real, por onde a moça passava os escravos da propriedade paravam tudo o que faziam e se ajoelhavam abaixando a cabeça e escondendo o olhar em sinal de reverência, virou em outro corredor menor caminhou até as portas que levavam a pequena arena nos fundos da grande propriedade, área que servia de treino para o senhor da propriedade e seus soldados e escravos ou para castigo como acontecia naquele momento.
Chegando a grande porta dupla de ferro a mulher para olhando com um misto de curiosidade e ansiedade para ver o desfeche daquela brincadeira que já durava dois dias. Adorava o modo como o senhor daquele lugar lidava com certas situações, ninguém o enganava, nada estava acima dele por aquelas terras.
No centro da arena um homem ferido vestindo alguns trapos de roupa, sangrava devido as chicotadas que havia levado e agora estava ajoelhado com as mãos atadas atrás do próprio corpo ao lado dele estava uma mulher nua quase desacordada devido as varias violações que vinha sofrendo, o homem cativo chorava e implorava pela sua vida e da sua família pois seus dois filhos, dois meninos um de 15 outro de 13 anos observavam a cena ao lado de um homem alto, forte, de olhos verdes estreitos, desconfiados, detinha um sorriso cínico na face os cabelos pretos e repicados deixando apenas que uma mexa descesse pelas costas.
- Bem, senhor Murah, você tem muita sorte, pois não vou matá-lo apesar de que você foi uma pessoa mal agradecida, eu sempre fiz tudo para ver nã só o seu bem estar e da sua família, mas do meu povo também, então você começa a questionar sobre os meus atos, eu que sempre lhe dei tudo o que necessitava. – O homem sibilava como se fosse uma cobra prestes a dá o bote com um das mãos segurava a espada ainda na bainha em sua cintura e com a outra fazia um carinho na cabeça do menino menor.
- E se recruto as crianças e para torná-los ótimos soldados, bem treinados para proteger o futuro rei destas terras, e as mulheres e meninas eu as “convido” para servirem as esses soldados, pois eu quero ver todos satisfeitos, veja a sua esposa, ela sim é uma boa garota, transou com todo o batalhão. – O moreno alto sai de perto dos meninos, que estavam assustados por tudo que já tinham presenciado desde que foram tirados de casa e levados até aquele lugar, o homem alto se aproxima da mulher desacordada, colocando o pé direito sobre ela a virando de frente para ele. – Tststs... Só que ela parece que não quer mais brincar. – E com um único movimento com a espada ele degola a mulher na frente do marido e dos filhos, o mais novo dos meninos começa a chorar descontroladamente e gritar o nome da mãe. Neste momento o moreno limpa a espada com o manto e jogando para um dos soldados ordena:
- Mande o ferreiro afiá-la, está sem corte. — Caminha até o homem ajoelhado estendendo a mão para o soldado que guarda o prisioneiro e pegando uma adaga que este lhe estendia. – Considere-se um homem de sorte Murah, você viverá para ver os seus dois filhos se tornarem os melhores escravos que já me serviram e depois que eu me cansar deles os darei a minha tropa para terminarem o que começaram com a mãe e você assistirá a tudo sem dizer uma única palavra. – Faz um sinal com a cabeça para que um dos soldados segure a cabeça do prisioneiro e outro abra a sua boca para então o líder daqueles homens, puxar com um único movimento a língua de Murah e passar a lâmina com força a arrancando completamente.
O homem se contorce no chão, a dor era sem igual, ele queria morrer e com este pensamento sente seu corpo ser erguido do chão quando uma mão segura em seus cabelos, ao levantar a face se ver frente aos olhos do demônio que o encaravam e ele pode sentir o hálito de enxofre saindo da boca de Karf quando ele falou ao seu ouvido:
- Shion não recebeu o seu recado, ou seja, ele ainda pensa que os raptos são ações dos hicsos, você seu merda! Acha que ele acreditaria em um camponês, acreditaria que o seu melhor amigo tem tramado contra ele, que eu estaria fazendo o meu próprio povo escravo? ... Tolo! Agora você e seus filhos pagaram o preço por trair Karf Sheikh. Tire-o da minha frente deixe que trabalhe no chiqueiro e que coma com os porcos e os meninos mande limpa-los e leve-os para meu quarto! – Ordenou.
Karf eleva os olhos até a entrada da arena vendo Samanta parada sorrindo para ele, Karf caminha até ela ao se aproximar ele a agarra pelos cabelos sem reservas, sem se importar com a presença dos criados e dos soldados que ainda se encontravam por ali, vira a mulher de costas para a parede mordendo os ombros desnudos com um puxão arranca o bustiê que ela usava deixando os seios à mostra ele começa a sugar com força os seios de Samanta que gostava de sentir aquela dor, era assim toda vez que Karf matava alguém ele ficava excitado e a tomava com selvageria como agora, ela sentia todo o membro de Karf dentro de si as arremetidas, a violência do coito, essa era a forma que os dois sentiam prazer, desprovidos de pudor, a relação deles era o que se podia classificar de necessária, um precisava do outro, Karf do cinismo sedutor e veneno de Samanta e ela precisava do instinto assassino e da sua crueldade, os dois de uma maneira torta se completavam, não era amor e sim uma coisa de pele, pura carne. Os dois gritam de prazer ao sentirem o gozo chegar e mesmo após os tremores dos corpos terem passado Karf continuava a se movimentar com força dentro de Samanta que dolorida morde os próprio lábios, sabia que o moreno não gostava quando reclamava de dor, resignada espera até o outro se acalmar.
Ambos agora estavam se vestindo e Samanta olhando para o chão lembra do pergaminho e o entrega para o líder dos beduínos.
- Toma chegou do palácio, parece uma convocação.
- O que será que o bastardo quer? – O moreno comenta desenrolando o pergaminho passando os olhos pelas palavras no papiro. – Querida?! Prepare as malas, mas não se esqueça de colocar um vestido de festa e temos que comprar um presente. – Karf comenta com um sorriso sínico. – Shion está nos convidando para o seu casamento.
- O quê? Não acredito! Quem é a noiva? Ele diz ai? – Samanta indaga tirando o pergaminho das mãos de Karf. – Só pode ser brincadeira... hahahahaha.
- Qual a graça?
- Ora Karf, Ismirna não deve está gostando nada desta história, logo agora que ela ia ser a primeira e pensava que a única, por que nos sabemos que assim que ela vira-se a primeira esposa, ela não iria permitir mais casamentos.
- De qualquer forma esse casamento veio a acalhar, pois será nossa oportunidade de conferir as coisas no reino, eu também devo levar algumas provas forjadas para aquele imbecil do Shion tenho que convencê-lo de vez sobre os estrangeiros, convencer que eles têm atacado os sítios, raptados as crianças e mulheres nas aldeias e principalmente dizer que eles mataram o progenitor, ele vai ficar louco com essa. Por falar nisso já teve noticia dos homens que mandei para a America? Essa demora está me deixado sem paciência....
— Eu ainda acho que o garoto está por aqui, ele não teria conseguido deixar o deserto sozinho.
- Então pode me explicar como em três meses de busca não encontramos nada?
- Sei lá, vai ver ele voou.
O olhar que Karf lançou para Samanta era mortal aquele não era momento para piadas estava frustrado desde a fuga do anjo loiro, ele disponibilizara todos os seus homens para varrerem o deserto a procura do garoto estrangeiro e quando estavam perto aparece em seu rastro o príncipe Shin e o general do reino de Mubak o fazendo parar a sua caçada para que ele desse explicações sobre o ataque ao sitio, ele na hora conseguiu convence o general que tinham sido os estrangeiros e suas armas de fogo já que os idiotas não sabiam que ele importava armas, pois realmente estava se preparando de todas as formas para se tornar o novo rei de Mubak nem que fosse pela força, mas ele precisava ter tudo o que fosse de Shion afinal ele era melhor, ele seria um rei melhor que o rei bastardo ele era mas forte, mas esperto, mas temido, só lhe faltava uma coisa a posse do anjo progenitor, porque quando o tivesse ele o tomaria e eles gerariam filhos que seriam os guerreiros mais fortes de todo o reino, metade anjos e a outra metade vinda dele, ai sim, sua ambição se completaria seria o maior rei da terra.
- Aqui diz que Shion quer que você esteja lá dois dias antes do casamento, parece que ele tem algumas coisas para acertar com você.
- É será bom, preciso continuar com o meu papel de amigo fiel. – Disse o moreno de uma maneira acida que fez Samanta sorri de puro deboche.
Karf já tinha decidido fazer uma visita ao rei esperava apenas uma oportunidade e aquela soara perfeita. Não estava gostando do rumo que as coisas em Mubalk estavam tomando, havia boatos de prosperidade do reino, de que Shion teria assinado um contrato com estrangeiros para importação do petróleo e que ele também tinha dado o direito a todos a educação e estava libertando os escravos e agora passava a pagar pelos serviços deles, a fama de Shion estava correndo por todo o deserto uma fama muito boa por sinal e isso não era uma coisa boa para os seus planos. Decidido a verificar de perto o que estava acontecendo ele entra no casarão seguido por Samanta e juntos pensariam em um jeito de acabar de vez com o rei Shion e tomar dele tudo que devia ser seu.
Notas finais
Até domingo....Bjs e obrigado galera de coração!!!
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