Nas Areias Do Deserto
13 Capítulo 13
Notas iniciais
Capítulo betado pela Julyana perfeita, thanks linda!
Fotos de Yuri e Társis
Aviso: Este capítulo está muito quente peguem os extintores e deixem as janelas abertas, Contém Lemon e Hentai.
Apreciem com moderação...
Capítulo 13
A cerimônia tinha sido linda, os convidados todos elogiavam dizendo que depois do casamento do rei aquela era a melhor festa da qual participavam, os noivos estavam elegantemente trajados e Kirine e Yuri pareciam refletir em Seus rostos o que aquele momento significava para eles. Fora servindo um grande banquete logo após a cerimônia dupla de casamento que se realizou no templo do deus Rá. Todos beberam, dançaram e riram se confraternizando e todos elogiavam como as “esposas” do rei eram grandes anfitriãs, pois Josh e Ismirna foram incumbidos de organizarem toda cerimônia e banquete os mesmos eram responsáveis pela recepção e hospedagem dos convidados. Shion não poderia está mas satisfeito pois o loiro e a morena agora se davam bem e tinham realizado um belo trabalho. Já eram altas hora da noite e os noivos já haviam retornado ao palácio e Ismirna tinha saído da festa porque Léa já reclamava de cansaço, restando a Shion e Josh fazerem as honras e ficarem para se despedir dos restantes dos convidados e agradecendo a presença de todos. Quando a última família passou por eles Josh se sentou na escadaria do templo após horas em pé com uma barriga de cinco meses que acrescentava mais peso ao pequeno anjo, estava exausto, Shion vendo o semblante do loiro caído se senta atrás dele o puxando para si o envolvendo em seus braços.
— Cansado? – Shion pergunta massageando as costas do menor.
— Muito... Quero ir para casa, se soubesse voar já estaria lá. – Diz recostando-se no peito de maior.
— Não é por falta de aulas.
— Hunf... Sei lá, acho que não fui feito para isso. – O loiro faz bico e dita emburrado.
— Tudo bem, afinal sempre que vocês precisarem estarei a disposição. – Shion se levanta e pegar o anjo loiro no colo. – Preparado?
Depois da confirmação do loiro Shion em um único movimento expõe suas asas e alçando vôo eles partem em direção ao palácio.
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Kirine sentia as mãos de Shin por todo o seu corpo passando pelas coxas grossas morenas e descendo pelas pernas bem torneadas, ele lambia seus pés com devoção e ela nua estirada na cama se entregava aquele mar de sensações novas até então.
Shin mal podia acreditar que o momento, com o qual tanto sonhou chegara ele subia pelo corpo escultural da mulher que detinha todo o seu coração a que era a única detentora de seus pensamentos. Ele sugava com fome os seios com os bicos escuros até ficarem durinhos de excitação ela gemia seu nome com prazer, Shin se apossa da boca de lábios grossos iniciando um beijo cálido, fogoso, ardente, começa a descer pelo pescoço moreno, sua ereção já estava dura.
Kirine quando ver que Shin já se encontrava excitado troca de posição com o príncipe e por cima dele ela vai descendo distribuído beijos por toda extensão do corpo do homem colocando rapidamente o membro ereto em sua boca, os gritos de prazer de Shin enchem o quarto juntando-se ao barulho que Kirine fazia ao chupar o membro do amado percebe ele gozar ao sentir os jatos de esperma em sua garganta, olhando para o outro o ver esticado na cama arfante, ela deita-se ao lado dele e começa a receber um carinho gostoso do agora seu marido.
— Eu te quero!
— Também te quero, eu preciso de você Shin eu esperei muito para pertencer a você de corpo e alma. – Diz Kirine com lágrimas escorrendo pela face, ela amava demais aquele homem seria capaz de matar e morrer por ele.
Shin sorri com a sinceridade da esposa.
— Vida... Eu nunca te deixarei e mesmo quando me faltar forças para te dizer eu te amo lembre-se que se ainda respiro é por sua causa. – Shin deita-se por cima da morena beijando os lábios famintos Kirine correspondia à altura o amor entre eles sempre foi assim como um palito de fósforo aceso em um paiol espalhando o fogo com intensidade e consumindo tudo rapidamente.
Shin esfregava com dois dedos a parte intima de Kirine introduzindo os dedos, sem largar os lábios dela. Shin que já sentia a excitação tomar conta de si leva a boca até a feminilidade de Kirine e põe-se a brincar com o clitóris da agora princesa com a língua fazendo-a gritar de prazer e se contorcer na cama ao perceber que ela já estava bastante preparada ele sorrir travesso para ela que o olhava com luxuria.
— Preparada? – Pergunta ao pé do ouvido — Adoro seu cheiro ele me enlouquece, abra as pernas vida... Assim perfeita, linda... – Ele falava enquanto se posicionava entre as pernas da moça enquanto passava as mãos por dentro das coxas dela.
— Te quero....
Kirine sentia um frio na barriga nunca tinha feito sexo até o fim ela e Shin nunca passavam do sexo oral e dos beijos, ela queria aquilo, queria sentir Shin ansiava por ser possuída com paixão. Sente quando o príncipe encosta a ponta da ereção em sua vagina a fazendo estremecer com a sensação, ela fecha os olhos sentindo o membro adentrá-la devagar com cuidado.
Shin sentia a respiração de Kirine acelerada à medida que se aprofundava mais dentro da morena suavemente tomou os lábios carnudos cheio de delicadeza.
Kirine procurou ficar calma, aquele era o momento pelo qual os dois tanto esperaram, queria ver a face do outro então abriu os olhos, foi então que sentiu uma dor intensa como se a tivesse partindo ao meio, era forte, sem intervalo, queimava, rasgava a medida que os movimentos de Shin iam ficando mais intensos e profundos. Segurou os lençóis com uma das mãos e levou a outra na boca tentando abafar os gritos de dor.
— Relaxa Kirine...Meu amor..Vai passar... hummm.... logo! – Shin tentava acalmar a morena. Sabia que não estava sendo fácil ele mesmo encontrava dificuldade para romper a película que a mantinha virgem, intocada... Pura.
Kirine tentou se concentrar nas palavras do moreno e aos poucos sentia seu corpo reagir ao ato, sem que se quer perceber sentiu um arrepio percorrer todo seu corpo, a dor já não existia deu lugar a sensações que ela procurava comparar com o que já tinha sentindo mas não encontrou nada igual, uma corrente de eletricidade percorria seu corpo.
Shin gemia alto era quente, era aconchegante ele queria ficar pra sempre dentro dela, ele se retirava para rapidamente entrar novamente, aos poucos os gemidos e gritos de prazer foram enchendo o ambiente, a respiração de Kirine em seu ouvido o hálito quente em seu pescoço, as mãos agarrando seus cabelos o estimulavam ainda mais e ele se arremetia contra o útero da agora sua mulher pra sempre sua, única.....
— Ahhhhhhh..... Kirine...Ki-Kirine...hummmm T-Te amo..... – Aquela passagem apertada, antes virgem comprimia seu pênis e lhe dava prazer, seu membro agora deslizava melhor com a ajuda da lubrificação natural e com o sangue que escorria do canal da morena, eles se amavam com loucura.
— Eu vou gozar... Shin... Te a-amoooo.... Ahhhhhh.... — Uma onda de calor tomou seu corpo e ela sentia seu ventre contrair e logo depois relaxar sentiu o liquido quente do esposo a invadir e rodeou o corpo dele com as penas iniciado outro beijo.
Shin ao sentir ser apertado mais pelo útero da mulher, ao ver seu membro sendo massageado pelas paredes quentes de Kirine a inunda com a sua semente. Ele sai de dentro dela devagar se deitando ao lado dela estava ofegante, fitou-a com um sorriso nos lábios ela estava com os olhos semi cerrados e respirava afoitamente, ele a puxou para que deita-se em seu peito.
— Enfim você me pertence. – Disse alisando os cabelos negros.
— Pertencemos um ao outro. – Disse ela se aconchegando mais a ele e cobrindo-os com os lençóis de seda.
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Enquanto isso em uma casa que ficava no meio de dezenas do mesmo modelo e tamanho, uma pequena vila dentro dos muros do palácio era chamada de a vila dos oficiais habitação do exercito do rei, um garoto oriental de 18 anos recém casado com o general Társis, homem de confiança do rei, estava sentado em uma poltrona na sala, de tamanho médio e bem decorada brincando com os dedos da mão, ele aguardava nervoso o esposo que ficara de levar a montaria para o estábulo e trazer a bagagem do jovem. Yuri estava preocupado, por mais que fosse experiente soubesse o que o correria ali, tinha medo de não agradá-lo, pois até então nunca haviam avançado além das caricias desde que o general se confessara para ele depois o pedira em casamento, o general se mostrou sempre recatado dizendo que ele preferiria fazer as coisas certinhas e que só o tomaria depois de casados e agora que eles estavam casados havia chegado a hora, na verdade se sentia constrangido pois ele também queria ter se guardado para Társis, ele era impuro não entendia como negro ainda o queria depois de ter sido usado como objeto por muitos.
Yuri é tirado de seus pensamentos quando escuta aporta se fechando e levantando o olhar ver o negro de 1,90 de altura colocando uma pequena mala no chão da sala.
Társis ao ver o jovem a sua frente começa sentir um formigamento no seu baixo ventre e seu coração sai do peito e vai se alojar em algum lugar não identificado se aproxima do menor acaricia seu rosto e o beija com carinho.
— Minhas mãos são fortes e mas minhas pernas são fracas... Não consigo ficar perto de ti sem cair de amor por você – Ele diz depois que as bocas se separam.
- Desculpa... – Diz Yuri com os olhos cheios de lágrimas e ficando na ponta dos pés para abraçar o pescoço do maior.
- Pelo quer meu moreno? –O general passa as costas da mão direita sobre o rosto pálido do menor.
Yuri esconde a cabeça no peito musculoso e largo.
- Por não ser puro... Por você não ser o primeiro. Mas eu quero saber o que é o amor ao seu lado... Saber como é ser amado – Disse a última frase encarando olhar do outro.
Társis sentiu o coração acelerar e pegou o oriental no colo e o levou até o quarto que ficava no fim do corredor ele o depositou na cama com carinho. E começou com beijos suaves no pescoço branquinho.
- Tão lindo... Tão especial. Eu te amo! Eu vou lhe mostrar a cada dia da sua vida o que é o amor... Te mostrarei a cada segundo como és importante para mim... Que és tudo o que necessito para viver. – O negro alto começa tirar as vestes de Yuri contemplando o corpo magro e branco sobre a cama cheio de marcas de tudo o que já tinha passado, com um aperto no coração ele ver a pele marcada a ferro.
- Algum problema Társis. – Yuri percebe as feições do outro mudar.
- Nada meu amor, agora deixe-me te marcar como meu... – Começa a chupar o pescoço e os mamilos de Yuri deixando marcas vermelhas por onde os lábios carnudos passavam.
- Estou deixando tudo para trás... Essa noite é nossa, sem lágrimas não vou mais chorar de tristeza... Quero chorar de prazer em seus braços. – Disse Yuri corando as bochechas.
Ao ouvir isso Társis não intimidou e com um rosnado tirou suas roupas rapidamente e se deitou sobre o corpo menor sugando os Milos com selvageria brincando com eles com a língua até ficarem completamente duros e vermelhos vendo Yuri jogar a cabeça de um lado para o outro ele pergunta ao oriental que gemia alto.
- Ahh...Você gosta disso?
- Hummm...Ahh isso ... é.. é muito bom...quero mais...
O general tomou os lábios pequenos e finos entre os seus carnudos passando a língua procurando adentrar procurando a língua do outro e então eles começaram uma luta por sabor, por gosto, para sentirem mais um do outro, parecia a Yuri que seu coração iria explodir dentro do peito pelo prazer que aquele beijo lhe proporcionava, as bocas se separaram para Yuri sentir aqueles lábios... Aquela boca.. E que boca, quando ela abocanhou o falo adormecido do menor foi como se fossem acesos varias correntes elétricas no corpo branquinho ele sugava com força arrancado gritos altos do moreno, Yuri segurava nas barras da cama com força achava que iria morrer de prazer até sentir se esvaindo na boca de Társis, quando olhou para o general viu ele em pé ao lado da cama indo até um cômodo anexo ao quarto e voltando com um pote na mão. Yuri olhou para o membro do maior e percebeu que o que ele tinha nas mãos realmente ele iria precisar, “aquilo” parecia ser impossível de caber em alguém.
- Abra as pernas para mim, deixa eu te ver. – Ele disse após colocar um travesseiro em baixo dos quadris magros.
O mais jovem corou, mas atendeu ao pedido do esposo, que olhou sorrindo para a entrada rosada piscante, começou a mordiscar as parte interna das coxas delgadas e a virilha desceu até a entrada lambendo suavemente fazendo o corpo do outro se retrair.
Para Yuri aquilo era maravilhoso ele estava adorando o cuidado do outro e o prazer que sua língua lhe proporcionava quase perdendo os sentidos ao sentir a língua adentrar, mas e depois sair dando passagem a dois dedos grossos ele suspirou alto aquilo era insano.
- Ahahahahaaaa.... Tár... E-eu ....Isso é... Mais...mais.. – Gritava mexendo os quadris para irei mais de encontro aos dedos do outro. – Hummm...Para de me torturar querido eu te quero.
- Huff..
Nessa hora o negro deixou de lado todo o cuidado e levando as mão ao pote de óleo com aroma de menta começa a passar na entrada do seu esposo e depois encharcando sua própria ereção para se posicionar no ponto que era seu alvo e começar a penetrar devagar, sabia que daria trabalho ele tinha consciência que era avantajado e grande para o menor mas teria cuidado até está totalmente dentro dele.
Yuri sentiu um misto de medo e excitação ao ver o tamanho do seu marido, queria te-lo todo dentro de si mas não sabia se agüentaria. Cravou as unhas com força nos braços musculosos do maior ao sentir iniciar-se a invasão em seu anus, o membro era duro, estava latejante era como se fosse uma madeira rígida, gritou de dor, sentiu o outro parar de força a entrada parecia-lhe dar tempo para se acostumar sentiu a dor passando e a respiração acalmar até que começou novamente.
Társis empurrava seu membro para dentro do menor com força, o oriental era apertado, parecia frágil como se fosse se quebrar a qualquer momento, mais ele não podia parar seu membro queria alivio, empurrou o restante arrancando outro grito de Yuri que pensou que morreria de dor sentiu as lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos viu Társis o olhando com remorso.
- Não se preocupe estou bem. – Mentiu – Espere só mais um pouquinho...Ahh..até eu...ac-acostumar. – Disse ofegante.
Társis nessa hora se debruça sobre o corpo menor sem se desconectar dele e começa a morder e sugar o lóbulo da sua orelha e dar beijos sobre seu tórax enquanto com uma mão o masturbava, Yuri começou a sentir-se mais relaxado.
- Mova-se Tár.
Társis obedecendo prontamente começa movimentos lentos e torturantes para ele porque queria gozar logo dentro da cavidade quente e pulsante e para Yuri porque a cada movimento parecia que estava sendo rasgando por dentro, o general pegou mais um pouco de óleo despejou sobre seus membro enquanto ele entrava e saia de dentro de Yuri e depois despejou um pouco na palma de sua mão começando uma massagem pelo tórax, barriga e pernas de Yuri até o menor está completamente entregue e relaxado.
Yuri começa a sentir o cheiro de menta invadir suas narinas e sua parte intima começa a queimar e refrescar ao mesmo tempo.
– Deus o que é isso? Estou...es-estou... Meu amor...Você v-vai...ahhhh... – Yuri diz palavras desconexas.
Társis então começa as estocadas cada vez mai fortes aumentando a velocidade e vendo os gritos de dor se transformarem em gemidos de prazer, ele urrava como uma animal selvagem enquanto a cama batia na parede com os movimentos dos corpos sobre ela. Ele virou Yuri de lado ainda dentro dele levando uma perna do menor para descansar em seu ombro enquanto ele metia com mais e mais força o barulho do contato dos corpos se batendo preenchia a casa.
- Ah...Tár...não..não pare...mais forte, vai mete mais fundo! Ahhhh..... Eu quero tudo! – Gritava o moreno descontroladamente. Ele nunca tinha sentindo tal sensação não era somente o ato em si era a forma como era tomado, desejado. Ele treme ao sentir uma mordida na bata da perna e os olhos se cruzam e Társis novamente o beija com volúpia, seu coração derreteu e foi ao chão ele tinha encontrado algo verdadeiro, pensando que estava ficando louco ele chama Társis sentindo o gozo se aproximar.
- Tár Eu..vouu..eu vou gozar..ahahahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa... – Yuri sente algo morno sobre seu tórax e olhando ver as ultimas gotas do seu sêmen sujando sua pele.
- Társis ao sentir ser esmagado pela contração do orgasmo de Yuri se esvai dentro dele mais sem parar as estocadas, ele se deita sobre as costas do menor sem sair de dentro dele, extasiado pelo melhor orgasmo de sua vida até agora, nem nas batalhas que eram tudo o que ele tinha e sabia fazer sentira tanto prazer, tendo consciência que era pesado para estar em cima do corpo magro ele rola para o lado da cama percebendo que Yuri havia desfalecido.
- Descanse meu amor, pois a noite vai ser longa, agora que provei,vou querer sempre. Cada dia que eu viver será para fazê-lo feliz meu tesouro. Ficou um tempo vendo a respiração do outro acalmar enquanto dormia, ficou admirando cada pedaço daquele corpo branquinho e só isso já serviu para começar a desejá-lo novamente.
Yuri acordou e gemeu ao sentir a língua do outro no seu pescoço e ao ter o corpo envolto em braços fortes.
- Eu te amo, Yuri.
- Eu te amo mais, Tár.
Társis grunhiu e o puxou pelo rosto o beijando com selvageria sentindo o outro rebolar contra o seu sexo que já começava dar sinal de vida, o general empurrou novamente o corpo contra cama o fazendo ficar de quatro e sem reservas iniciou a penetração de uma vez. Yuri gritou!
O general agarrou forte os quadris que queriam se afastar e arremeteu com força como se fosse um animal no cio os dois gemiam alto, depois de algum tempo neste ritmo o negro gozou com jatos potentes dentro do outro que se derramou na mão do general que o masturbava, e ao passar da noite desfrutaram do sexo cheio de volúpia, selvageria, suor e muita paixão.
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Para Léa não existia maior felicidade do que a de ter uma família como a dela, agora ela tinha duas mães, um pai e dois tios maravilhosos, se sentia querida e o que deixava ela mais feliz era saber que sua mãe Ismirna a amava também, e que todo dia fazia questão de ir com ela e o anjo loiro, sua outra mamãe, que era como ela havia passado a chamar Josh, e seu irmãozinho para a escola. Além disso Ismirna estava sempre com a filha as duas agora até dormiam juntas depois que a morena chamou a criança para ficar em seu quarto para lhe fazer companhia. E as duas juntas cuidavam sempre de Josh estavam sempre com ele. E agora todos estavam reunidos tomando café da manhã, Shin e Kirine que já tinham um mês de casados mais ainda trocavam mimos, Josh com uma notável barriga de seis meses ao lado de Shion que brigava com o mesmo para que comesse mais frutas e Ismirna e Lea que conversavam animadamente sobre o que fariam no dia.
- Josh, acho que já está na hora de colocar um substituo na escola em seu lugar e ficar mais de repouso no castelo. – Shion sugere olhando de esguelha para o loiro.
- Shion, eu acho que você devia colocar um substituo de rei no seu lugar. E eu de marido! – Josh estava irritado ultimamente era assim, o loiro tinha se tornado um turbilhão de emoções causando em Shion receio de iniciar uma conversa com o anjo pois nunca sabia o que viria se uma resposta malcriada, um festival de gargalhada ou uma cachoeira de lágrimas como a que se iniciava agora.
- Você acha que virei uma incapaz...Que não posso cuidar das crianças..hun,,. Que não poderei cuidar do nosso filho... hun...Por acaso irá contratar criados para...para cuidar dele e ira tira-lo de mim, seu monstro. Eu te odeio!
- Meu amor...n-não foi isso..isso que eu quis dizer...- Shion não sabia o que fazer, se levanta do seu lugar se ajoelhando ao lado do menor. – Me perdoa meu amor... Eu juro...- Vendo que as lágrimas não param de cair e que os soluços estavam cada vez mais altos o rei olha desesperado para o irmão que apenas sacode os ombros, eles já tinham conversado sobre as constantes crises de humor do loiro.
- Eu te odeioooo... – Grita o loiro antes de sair correndo.
- Parai por que você fica fazendo a mamãe chorar? Seu bobo..- E dando a língua para o pai Léa sai da mesa.
Shion olha para os outros três que apenas balançam a cabeça em sinal de reprovação.
- Mas..Mas que culpa eu tive...
-...
- Certo vou pedir perdoa apesar de não saber pelo quê. – E jogando o guardanapo na mesa o homem de cabelos lilases sai da sala indo atrás de certo pequeno dramático.
Ao chegar ao quarto ele ver o corpo estendido na cama sacudindo com o choro e suspirando vai até a cama.
- Meu amor me perdoa pelo o que eu...
Shion para de falar ao sentir Josh se jogando no colo dele e dizendo:
- Shion me perdoa...eu sou um idiota..Fico falando essas coisas eu não sei o que me dá, quando vejo eu já estou chorando, minhas pernas doem, eu ..estou cansado, com sono e com fome todo o tempo...
- Shii...Eu sei...eu sei...
Josh levanta a cabeça para encarar o maior e o empurra com raiva.
- Que foi?!
- É verdade.... – Ele olhava Shion como se tivesse descoberto algo muito errado no moreno.
- O que? O que é verdade?
- É sua culpa. Tudo isso que está acontecendo comigo as dores, eu está deste tamanho, essa fome... Tudo isso por sua culpa, se você tivesse mantido esse seu..seu negocio longe de mim, eu seria uma rapaz normal.- Josh dizia tudo isso muito exasperado. – E de hoje em diante você está proibido de encosta essa coisa... – aponta para o meio das persa do rei — ... Em mim!
- Hahahahahaha.... Eu te amo! – Shion agarra o loiro e o beija ardentemente até vê-lo amolecer em seus braços e se esfregar em seu ventre.
- Ahh..Shion você sabe que eu te amo.. não é mesmo? – Diz manhoso com cara de crinça que quer alguma coisa.
- Você tem sido um anjo muito mau e se continuar assim irá se transformar em um demônio... – Shion morde a bochecha e orelha do menor — Acho que terei que te punir.
- Hahahahah... É eu sou mau demais.
Josh solta uma risada maravilhosa na percepção de Shion, que o segura forte contra a parede começando a levantar a túnica que ele usava retirando as roupas íntimas e começando a sugar o casulo rosa com avidez escutando o menor gemer de puro prazer, quando ver que seu amado já esta preparado Shion adentra devagar e com cuidado dentro do orifício apertado empurrando todo o seu membro até as bolas encostarem na bunda rosada, com estocadas firmes e ele possui o loiro ali mesmo no meio do quarto e o menor não demora a chegar ao ápice levando Shion junto consigo. Exausto Josh começa a escorregar pela parede até chegar ao chão e se sentar ofegante sentindo uma pontada no ventre fica um tempo sem falar nada só sendo observado pelo maior.
- Ei? Tudo bem? – Pergunta depois de um tempo.
- Sim, só cansado... – Ele estende a mão para o outro que o ajuda a levantar. – Amor eu vou parar de da aulas mas espere só mais um pouco, prometo que quando eu não estiver aguentando eu arrumo um substituto. – Diz isso abraçando o corpo do outro.
- Ok! Mas se eu ver que você está exagerando de tranco na masmorra.
- Hunf – Bufou o menor ajeitando as vestes – Certo meu senhor, supremo...agora deixe-me ir as crianças me esperam. – Deu um beijo rápido no maior e saiu apressado do quarto.
Shion ficou um tempo tentando se lembrar porque tinha mesmo ido até o quarto, e olhando para o lugar onde antes estava seu preciso anjo ele pensa o quanto aquele anjo o deixava louco e ele gostava disso, rindo consigo mesmo ele sai do quarto indo em direção a sala do trono tinha um dia cheio pela frente.
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Já tinham terminado as aulas naquele dia e agora final de tarde todos já tinham ido embora restando para trás somente as três preciosidades do rei. Josh, Ismirna e Léa esperavam a carruagem que os levaria de volta para o palácio, quando ela chega Ismirna e Léa entram na frente e Josh olha para o soldado que guiava a carruagem.
- Onde está Samir? – Pergunta o loiro dando falta do cocheiro que sempre o acompanhava.
- Ele está doente alteza hoje serei eu a acompanhá-los. Entre por favor. – ditou o homem sorrindo torto.
Josh estranhou a situação. Como seu cocheiro havia adoecido de repente? Fez uma nota mental de visitá-lo quando chegasse ao palácio, pois o homem já era idoso poderia ser algo grave.
A carruagem começou a rodar pelas as ruas da cidade os três passageiros iam tendo uma conversa animado alheios ao trageto que a condução tomava, Josh ao não mas perceber o saculejar que a carruagem fazia em contato com as ruas de pedra estranha e coloca a cabeça para fora percebendo que tinham saído da cidade e iam para o deserto.
- Ei...Wou para onde está nos levando? Para agora... Ei para essa carruagem, você está me escutando.... Droga! – Josh volta a se sentar e diante do olhar de Ismirna e Léa ele diz:
- Estamos fora da cidade indo em direção ao deserto, esse cara..Não acho que ele trabalha no palácio.
-Estou com medo mamãe. – Léa se agarra a Ismirna que abraça filha, olhando para Josh.
- Não se preocupe Ismirna...Ai mas que merda. – Josh coloca a cabeça para fora novamente ao sentir a velocidade da carruagem aumentar olha para trás para ver um pequeno exercito perseguindo a condunção através das areis do deserto o sol já se punha no horizonte e a noite começava a cair logo seria a noite na escuridão não seria fácil encontrá-los.
- Josh o que vai fazer, volta. – Grita Ismirna ao ver o loiro abrindo a porta da carruagem que estava em alta velocidade.
- Eu vou tentar puxar as rédeas dos cavalos, acho que alcanço daqui quando eu o fizer vocês pulam ok?
Ismirna e Léa concordam.
Josh olha para atrás novamente vendo os soldados do reino se aproximando e na frente ele ver o general Társis e Shion seu peito se enche de coragem e com dificuldade por causa do tamanho da barriga ele estende uma das mãos para agarrar as rédeas enquanto com a outra segura forte na porta da carruagem, quando toma as rédeas e com um puxão faz o cavalos diminuírem a velocidade, ele grita para que a rainha e a princesa saltem, elas pulam e saem rolando pelas dunas de areia e Josh ver alguns soldados parando para ajudá-las, ele queria saltar mas não poderiam estaria arriscando mais a vida do seu filho teria que tomar por completo o controle da carruagem ao se virar para o cocheiro ele sente uma forte pancada na cabeça e se ver sendo empurrado de volta para dentro da condução sentido suas costas baterem forte contra os bancos, sentiu uma imensa cólica no ventre e uma dor cortante nas costas gemeu.
- Ai meu Deus...não permita que nada aconteça ao meu bebê. – Suplicou chorando.
A carruagem agora tomava mais velocidade, através do cocheiro que incitava os cavalos com gritos e chicotadas, mas antes que o intento do cocheiro fosse alcançado ele sente duas mãos forte o empurrando para o lado viu um homem negro e alto olhar feio e ele tremeram diante do olhar do outro.
Aos poucos o general Társis ia parando a carruagem ele via o rei se aproximando desesperadamente, pois desde que ele havia encontrado o cocheiro desacordado no estábulo e este relatou ao que havia acontecido que ele procurou rapidamente o rei. Assim que Shion constatou se tratar de um sequestro reuniu alguns homens e eles partiram em direção ao deserto que para onde o rei tinha certeza que eles tinham ido porque estava bem claro que Karf ainda tramava algo.
Shion desce do cavalo e sai correndo em direção da carruagem abrindo a porta com ímpeto seus olhos pairam sobre a figura de Josh encolhido no chão da mesma, Shion viu a mancha de sangue nas calças e o sangue que escorria da cabeça pela face do loiro, seu coração minguo ele se aproximou com cuidado falando baixinho:
- Anjo...anjo...Como você está? Tudo...tudo bem?
- Shion... – Josh olha para o maior porque não o escutou essa manhã? Porque não ficou no palácio? – Me desculpa... o bebê...eu ...eu pedir...nosso filho.. – As lágrimas eram intensas e incontroláveis.
Shion bufou, e pegando o loiro no colo o retira da carruagem ouvindo um gemido de dor, ele depositou um beijo na testa manchada de sangue.
- Não se preocupe...Shin dará um jeito nisso! — E em um balançar de asas parte em direção a Mubak.
Notas finais
Eu gostaria muito de saber, opiniões e criticas são sempre bem vindos, o brigado a todos que deixaram reviews no capítulo anterior e pelos votos de felicidade. Bjs e amo vocês de coração!!!
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