Notas iniciais
Sim galera, Zoom não moreu! Sei que não sou nem um escritor bam bam bam para postar no tempo que bem entendo mas desculpem a demora mas agora postei. E como o prometido aumentei o tamanho do cap! Espero que gostem, agradeço os reviews do Cap 1... Sem mais delongas,aí está!

Naruto encarava as duas malas abarrotadas de roupas em cima de sua cama. Estava em um estado de indecisão e confusão extrema, algo que nunca havia lhe passado pelo corpo antes. Isso o preocupava, um rapaz de 18 anos de idade tão indeciso assim? Sim, era exatamente assim que ele se encontrava, definitivamente ir se voluntariar para qualquer área do serviço militar americano era uma ideia que nem mesmo ele esperava ter.

Mas algo dentre aqueles uniformes em verde oliva o chamava institivamente, alguma coisa em cada bala que saía dos canos das armas dos soldados o atraía! Poderia considerar-se um completo maníaco se pelo fato de ser filho de quem era não tornasse isso tão, tão... Normal. O loiro suspirou pesadamente, tédio poderia ser claramente notado naquele suspiro, chegava a ser contagiante.

Pegando suas malas e levando-as para a sala resolveu ir tomar um banho para esfriar os ânimos, sendo assim voltou ao seu quarto indo direto para o armário e pegando uma toalha deliciosamente macia e limpa. Encaminhou-se para o banheiro já despido sem nem se dar ao trabalho de por a roupa usada em algum canto qualquer da casa, por um instante achou que aquele pirralho desastrado de anos atrás havia retornado dos confins mais distantes de sua mente. Ligou o chuveiro e deixou a água gelada cobrir toda a extensão de seu corpo. Seus músculos relaxaram no exato momento que isto aconteceu.

Lembranças, malditas lembranças, invadiram sua cabeça. Dentre elas: Quando soube que o trem que seus pais viajavam havia sofrido uma pane e explodido em pleno curso de viagem, das noites que passou tentando negar para si mesmo que aquilo realmente aconteceu, do dia em que assentava-se no seu querido, agora mortalmente odiado, banco do Central Park, de quando conheceu a pessoa responsável por trazer a dor novamente ao garoto, e por fim, lembrou da “sua” garota beijando outro. Naruto socou a parede do banheiro com força, nem se importava se machucasse a mão, apenas queria extravasar sua raiva.

– Maldita – sussurrou com ódio na voz – como fui ingênuo!

Saiu do banho, a ironia era tanta que agora o jovem estava mais estressado que antes. Passou em frente os quadros de sua família, parou e olhou, em especial uma foto em que estava os dois loiros, Naruto no colo de seu pai e o mesmo sentado em uma cadeira. Era o memento para mais uma história...

Flash Back On:

Naruto ainda tinha apenas 9 anos. E como todas as crianças desta idade adorava ouvir histórias, principalmente as de seu pai , o Major Minato Namikaze, que vez ou outra contava para o filho sobre seu feitos no campo de batalha. Estranho era que o pai não incentivava o filho a ir pelo mesmo caminho, sabia que ele era muito doloroso e árduo, logo não desejava isso para ninguém.

– Papai – o pequeno o chamou – conta outra história conta!

– Tudo bem filho – Minato pegou o filho e o colocou em seu colo – que tal aquela em que...

– Minato Namikaze – Kushina aparece na porta da cozinha com uma panela na mão – quantas vezes já disse pra não contar essas coisas para o meu bebê?

– Mas mãe! Já sou um homem assim como meu papai!

A ruiva suspirou fazendo o loiro mais velho rir.

– Ora amor, pare com isso – Kushina não queria aceitar mas chamá-la daquele jeito a fazia derreter-se toda – Naruto é apenas curioso.

– Minato... Ele pode ter pesadelos e... – foi interrompida

– Pois bem filho, essa aqui foi quando tínhamos que parar um comboio alemão em plena França...

A mulher bufou derrotada, sinceramente não sabia quem era seu filho no meio daqueles dois. Mas logo depois sorriu, não trocaria isso por nada na vida, principalmente ver o brilho nos orbes azuis de seu filho que ouvia tudo o que o pai dizia como se fosse a coisa mais interessante do mundo. Ainda com o sorriso no rosto voltou para a cozinha para preparar o almoço.

Flash Back Off.

Indo para seu quarto e começando a vestir a roupa que havia separado, Naruto arrumara um bom motivo, ou desculpa, para tomar de vez uma decisão: Iria seguir os passos de seu pai e se tornar um soldado!

Tudo terminado, observou a si mesmo no espelho. Dos mais fundos e esquecidos cantos de seu depósito de roupas ele tirara um casaco azul escuro que até esqueceu que existia, mesmo assim lhe coube bem. A única peça que não mudara era seu fiel cachecol laranja berrante, sendo assim o loiro começava a desligar as luzes de sua casa lentamente. Passando pela sala indo em direção as suas malas e parou no mesmo lugar onde ficara após sair do banho, apanhou todas as fotografias de sua família retirando-as das molduras e colocando-as numa pequena caixa que logo depois enfiou (N/A: Gomen, minha mente acha que essa palavra se encaixa melhor.) na mala maior.

O Uzumaki ajeitou seu cachecol e preparou-se para encarar o frio de New York novamente. Pegando suas bagagens o garoto se dirigiu para sua porta tocando a maçaneta de forma calma, poderia considerar isso uma silenciosa despedida da casa em que passou os melhores momentos de sua infância, uma despedia um tanto dolorosa para o loiro. Claro, existiam chances de retornar para este lugar um dia, mas as chances de acabar nunca mais voltando aos EUA eram grandes. Livrando-se da corrente imaginária que insistia em querer ficar, Naruto abriu a porta e pisou firmemente para fora no cão gelado.

– É isso – o loiro disse – deixe-me ver...

O jovem deposita uma das malas no chão e apalpa os bolsos da calça. Sentindo um relevo suspira aliviado, afinal, não precisaria retornar para pegar o envelope que Frank lhe dera. Sendo assim rumou para a casa de seu vizinho e bateu gentilmente na porta. A mãe de o rapaz o atende.

– Em que posso ajudá-lo? – disse a mãe de Frank, uma mulher de mais ou menos quarenta anos, cabelos castanhos e olhos da mesma cor.

– Acho que não nos conhecemos – o loiro disse com um sorriso mínimo – sou Naruto Uzumaki, moro na casa ao lado.

– Oh sim, Naruto – exclamou a mulher – com todas essas roupas nem o reconheci!

– Bem, queria lhe entregar isto. – o rapaz puxa a carta e estende para a senhora.

A mulher encarou a carta por alguns instantes, tivera uma certa desconfiança de seu remetente mas a segurou em sua mãos. Olhou novamente e constatou ser de seu filho, arregalou os olhos e olhou para Naruto.

– Frank – a mulher disse num sussurro – é dele?

– Sim senhora – Naruto levantou o cachecol de forma que cobrisse seu nariz e boca – ele me pediu para entregá-la isso quando não recebesse mais cartas dele, sendo assim não a abra até que isso aconteça está bem?

– Sim, tudo bem – a senhora agora olhou para o moço notando suas bagagens – vai viajar?

– Pode-se dizer que sim... – o Uzumaki disse pensativo, afinal, de certa forma era verdade.

– Por quê? – a mulher perguntou sem medo de ser intrometida.

– É difícil explicar – Naruto suspirou – tive uma grande desilusão recentemente, e nem ao menos tenho pais então... Quero refazer minha vida.

– Entendo – a mãe de Frank pareceu lembrar-se de algo – a propósito, me chamo Margaret Johnson!

– Prazer senhora Johnson – Naruto disse com um sorriso enorme porém um pouco forçado – bem, até outro dia então.

– Até Naruto. – Margaret falou com um sorriso pequeno.

O loiro então distanciou-se da casa de seus vizinhos tentando imaginar onde poderia conseguir algumas informações sobre que destino seguir. Sendo assim concluiu que deveria ter de pegar informações em algum lugar e já sabia aonde iria.

Chegando na famosa Estação Central, o loiro não pôde deixar de admirar-se com a beleza do lugar, afinal, era a primeira vez que ia naquele terminal ferroviário que mais parecia uma salão de um castelo. Retornou de seus pensamentos para não acabar sendo atropelado pelas pessoas que passavam indo para destinos paralelos ao seu, foi até a bancada que existia ali e esperou algumas pessoas serem atendidas para chegar a sua vez. Nem precisou pedir informação ao balconista pois viu um certo rapaz de cabelos castanhos alguns metros de si.

Naruto estreitou os olhos para poder ter certeza que não viu errado e constatou: Frank, seu vizinho. O rapaz estava com uma roupa diferente, um uniforme militar ostentando orgulhosamente o pilar prateado que indicava sua patente de 1° Tenente, seu cabelos castanhos estavam penteados para trás cobertos por gel deixando-os reluzentes. O Uzumaki correu em direção ao seu amigo e falou.

– Ei Frank – o jovem Tenente o olhou surpreso – espera aí!

– Naruto? – Frank disse ainda surpreso

– Graças a Deus – Naruto falou apoiando-se nos joelhos e ofegando – eu achei você.

– O que raios está fazendo aqui?! – Frank esbravejou

– Eu decidi que também irei servir a CI...

O loiro não terminou pois sua boca foi tampada com grande fúria pela mão de Frank. O jovem se surpreendeu com o ato assim como os demais que assistiam a cena, o soldado arrastou Naruto para uma parte um pouco mais isolada da estação permitindo-lhes ter uma conversa com um pouco mais de privacidade.

Após checar se ninguém estava olhando Frank olha para o Uzumaki com uma face indecifrável aos olhos do jovem de olhos azuis, logo depois pareceu constatar que era tudo real e deu um longo suspiro. Alguns instantes de silêncio se fizeram presentes, Frank pensando por onde começar seu eminente sermão e Naruto recuperando-se do susto de ter sua boca tampada tão subitamente. Por fim o soldado disse.

– Você não pode falar isso em público Naruto – o jovem loiro o olhou – nem sei porque disse isso pra você.

–Ora Frank, dane-se – Naruto disse com um pouco de raiva na voz – como dizia, irei servir a CIA também!

– Seu idiota, acha que é fácil assim? – o rapaz mais velho falou enquanto batia a palma da mão esquerda na testa

– Já me decidi! – esbravejou Naruto

– Por que diabos veio com essa agora? – Frank indagou no mesmo tom

Naruto baixou o olhar, lembrar-se da principal causa de sua decisão ainda era doloroso.

– Sakura – Frank o olhou mais seriamente – ela andava me traindo fazia um tempo, descobri isso ontem quando fui pedi-la em casamento, por isso amanheci daquele jeito...

–E-Eu sinto muito Naruto – o rapaz falou pesadamente mas tratou de mudar de assunto – mas isso não justifica você querer se envolver nisso!

– Pode até ser – Naruto disse – mas se for para superar isso faço qualquer coisa!

– Você não vai mudar de ideia não é? – Frank disse num tom de derrota

Naruto deu um sorriso confiante, pela primeira vez no dia deu um sorriso sincero e alegre, acenou positivamente com a cabeça fazendo Frank revirar os olhos numa postura entediante.

­­– Tudo bem, tudo bem – Naruto disse já pegando as malas do chão – vamos.

Frank mais uma vez revirou os olhos e se pôs a caminhar ao lado do loiro para dentro da estação, sabia que tinha acabado de encrencar Naruto e encrencar a si próprio, afinal, ter a responsabilidade de cuidar de uma pessoa não é uma coisa que muitas pessoas querem, sim, Frank Johnson era uma dessas muitas pessoas. Saindo de seus devaneios Frank tomou levemente a dianteira guiando Naruto.

A cada passo que os dois jovens davam, o soldado tentava em vão fazer Naruto desistir de uma ideia tão absurda e de certo ângulo, infantil. Mas o loiro nem se importava, pelo contrário, parecia alheio a isso, os dois caminhavam lentamente e o Uzumaki já estava ficando sem paciência. Notou que estavam se encaminhando para o portão de embarque mais distante da estação, Naruto resolveu ficar mais atento ao que acontecia ao seu redor. Finalmente Frank parou de andar e ficou parado no mesmo lugar, o loiro fez o mesmo e olhou em volta, por mais que fosse o portão mais distante ainda era tão movimentado quanto o resto do lugar.

De soslaio, Naruto viu seu amigo acenar com a cabeça para alguém que ainda não via por estar de costas, sendo assim virou-se rapidamente para olhar o indivíduo que se aproximava. Se deparou com uma figura em um sobretudo cinza e chapéu da mesma cor, as sombras escondiam seus cabelos sendo apenas visível sua face de postura mal-encarada que contrastavam com seu corpo de pequena estatura fazendo o homem parecer um pouco cômico ao ver do jovem loiro.

– Quem é esse tenente? – indagou o estranho num tom de voz arrogante e mal humorado

– Sinto muito Capitão – Frank disse – mas tive de trazê-lo por motivos de segurança, ele é um voluntário.

– Sou Naruto Uzumaki – o loiro disse cordialmente – prazer em conhecê-lo...

– Cale essa boca – o homem disse arrancando um suspiro de Frank – que droga é essa Tenente, como pôde vazar esta informação?

– Perdão senhor, foi um descuido meu. – o jovem disse de maneira despreocupada

– E você verme – o homem apontou para Naruto – por que acha que você simplesmente iria assim sem mais nem menos?

– Tenho meus motivos senhor – o loiro disse com um tom mais irritado – estou me voluntariando para esta operação.

– O que lhe faz pensar que eu levaria um garoto que mal saiu das fraldas para uma operação que pode decidir o futuro da humanidade?

Naruto estreitou os olhos, aquele sujeito já estava lhe dando nos nervos, isso não poderia ser um obstáculo. Respirou fundo para acalmar os ânimos, amava sua mãe mas em horas como essa detestava ter herdado seu temperamento explosivo.

– Porque se você me negar – Naruto seu um sorriso cínico – irei espalhar para todos os jornais da cidade o que está acontecendo por debaixo dos panos.

O homem encapuzado pareceu ficar tenso. Naruto acerou seu tiro em cheio quando fez tal ameaça, mais um ponto ao favor do loiro. Frank olhava Naruto com um misto de ironia e preocupação, já o homem parecia possesso de raiva, Naruto jurou que se estivesse armado sacaria sua arma e poria um fim em sua vida agora mesmo.

– Você não teria a coragem. – falou o Capitão

– Quer apostar? – o loiro disse seriamente

– Você é irritante garoto – o homem disse – um jovem como você deveria estar aproveitando a vida em vez de tentar acabar com ela.

– Acredite senhor, eu tentei convencê-lo a desistir desta ideia mas não consegui. – Frank disse

– Quantos anos tem pirralho? – o encapuzado perguntou

– 18 senhor. – Naruto respondeu

– Seus pais sabem de sua decisão? – perguntou

– Maus pais morreram há alguns anos, não existe absolutamente nada que me prenda aqui senhor! – Naruto falou num tom que indicava que não toleraria mais perguntas

– Certo, o que acontecer daqui pra frente é absolutamente de sua própria responsabilidade – o homem disse – não posso deixar um risco assim solto por aí, a propósito, me chamo Vegeta e serei seu superior nesta operação. Vamos, temos de pegar o trem.

O homem retirou seu chapéu revelando seus cabelos negros e totalmente espetados num penteado extravagante. Logo após retirou seu sobretudo exibindo seu uniforme militar que apresentava apenas poucos detalhes a mais do que o de Frank, os três começaram a retornar para seu curso enquanto mantinham um agora característico silêncio que se fazia até conveniente, apenas o som das pessoas andando em volta e dos trens eram ouvidos, suas bocas estavam seladas. Isso incomodava Naruto por demais, afinal, ficar calado não era muito seu ponto mais forte.

Vegeta e Frank pararam num portão de embarque um pouco longe do ponto de encontro, lá esperaram alguns minutos até ouvir o som do tem chegando para levar mais pessoas para seus respectivos destinos. Naruto acompanhou os dois homens para dentro do longo carro de metal e sentou-se em uma poltrona na qual ficava de frente para os seus acompanhantes. Vegeta vez ou outra o olhava de forma desconfiada e falava algo num tom quase inaudível que apenas Frank respondia, o loiro suspirou e recostou-se na janela observando o movimento fora do vagão.

Lentamente o trem começou a se mover fazendo as coisas passarem cada vez mais rápido pela janela do jovem Uzumaki, estava feito, não havia mais volta, Naruto havia selado seu destino e agora poderia se considerar um soldado dos EUA.

Quando já haviam tomado certa distância da estação e vendo que todos os outros ocupantes do vagão estavam distraídos fazendo qualquer outra coisa que seja, Vegeta chamou a atenção de Naruto quando se levantou e foi para os fundos do trem pedindo para segui-lo. O loiro assim fez e acompanhou seu superior para o último vagão do longo trem que viajava. Chegando lá Vegeta falou.

– O esquema é o seguinte: Iremos para o aeroporto para apanhar o resto da equipe – começou – logo depois vamos em um avião para a Inglaterra, e de lá nos infiltraremos na Alemanha.

– É um tanto ousado visto que eu não tenho treinamento algum. – Naruto disse

– Que seja garoto, você está fazendo isso por sua conta e risco. – Vegeta disse no seu tom “amigável” de sempre

– Sim senhor... – o loiro respondeu tediosamente

– Você me lembra alguém. – Vegeta começou

–Quem? – o jovem perguntou

Vegeta pareceu perdido em devaneios mas por fim retomou seu senso de realidade.

– O Major Minato Namikaze, um grande herói de guerra. – O homem disse fazendo Naruto arregalar os olhos

– Claro, ele é meu pai – vegeta o olhou surpreso – o que foi?

– Deixe de brincadeiras moleque! – esbravejou o homem

– Não é – o loiro disse – estou aqui justamente para seguir os passos de meu pai e me tornar um grande soldado! – Vegeta riu sarcasticamente

– Você fala como se a vida de um soldado se tornasse cheia de glória da noite pro dia. – falou olhando para o chão

– Eu sei que não é assim – Naruto disse – mas estou preparado para tudo o que vier.

– Não, você não está – falou o homem mais velho – você só sabe que está pronto quando suportar a dor de ver seus companheiros morrendo e você em meio aquela pilha de corpos sem poder fazer nada... Além de salvar a si mesmo.

Vegeta balançou a cabeça como se quisesse se livrar de más lembranças, tal ato deixou Naruto um tanto curioso por esta ação do homem, pelo pouco que conheceu dele, ele não era do tipo que se abalava facilmente por qualquer coisa tola. O Uzumaki viu Vegeta adentrar novamente o trem e ficou ali pensando no que viria encarar daqui para frente, e com estes pensamentos tirou se seu bolso uma pequena foto que guardava de seu pais. Analisou-a cuidadosamente enquanto lembrava-as das palavras de seu Capitão, estaria ele realmente pronto? Será que estava confiando demais em si mesmo? Bem, isso apenas Naruto poderia dizer, sendo assim continuou olhando para a foto em sua mão. Sorriu por lembrar-se de seus pais, sentia saudades de ambos, afinal, quem não sentiria?

O jovem olhou para baixo e acompanhou o passar dos trilhos debaixo do trem. Resolveu voltar para dentro mas não antes de observar mais uma vez a foto que portava, sendo assim respirou fundo.

– Me ajudem nessa, tudo bem? – o loiro disse adentrando o vagão retornado para seus companheiros

Notas finais
É isso aí gente, espero que tenham gostado, agradeço ao lucasbrito por ter me ajudado tirando algumas dúvidas minhas. Por fim, deixem reviews e farão esse autor muito feliz!