Naquela Noite
2 Capítulo 2 - Fato Inesperado
= No carro =
Miro – Olhe lá! Chegamos. Camus, Mu e Shaka – Hum... Shura – Vamos! Vamos! Eles descem do carro e vão em direção à boate. Afrodite – Ei! Você aí garoto. Você trabalha aqui, né? Com esse corpo... Garoto – Er... Eu... Sou só o ajudante do garçom... Afrodite – Mas eu posso falar com o dono e fazer você ser promovido. Hoje pode ser sua estreia! Garoto – An? Ahh... Na... Não senhor... Tchau! O garoto sai correndo desesperado. Afrodite – Hum... Bobinho. Miro – Credo! Pare de ser pedófilo. Shaka – Quanto a ser gay, por mim tudo bem, é a opção de cada um... Mas pedofilia é crime. Mu – Primeiro o Misty, depois o Shun, e agora esse garoto? Afrodite só quer criança. Aioria – Shun? Afrodite — ... Mu – Ele tentou agarrar aquele menino que é cavaleiro de Andrômeda logo que ele chegou no santuário. Parece que o Afrodite já tinha visto ele antes na Ilha de Andrômeda... Afrodite – Fofoqueiro! Jornalzinho do santuário, internet ambulante. Shura – E conseguiu? Afrodite – Hunf! Mu – Não. O Shun fez escândalo. Começou a chorar e a berrar que estava sendo molestado. Aí chegou o irmão dele e o salvou. Afrodite – Isso não é da conta de vocês. E eu não sou gay. Da onde vocês tiraram uma conclusão dessas? Cambada de intrometidos... Camus – Certo... *E eu sou a Chapeuzinho Vermelho* Os cavaleiros entram na boate e vêem dois travestis aos tapas rolando no chão. Shaka – Coisa lamentável.... Camus – Vamos para outro lugar. Isso aqui não é boate, é zona! Miro – É que mudou de dono... Mas não faz diferença.Chega uma mulher seminua que começa a tirar a roupa de Shura. O cavaleiro fica super feliz e segue a mulher. Shaka – Essa música está muito alta! Chega outra mulher que começa a se esfregar no Afrodite. Afrodite – Aiiiii!!! Sai sai sai Afrodite empurra a mulher.A mulher sussurra algo no ouvido de Afrodite, que imediatamente a agarra e começa a se esfregar nela. Cavaleiros estão pasmos. Afrodite – Hum... Bem... Gente, eu vou no banheiro. E... não me procurem. Afrodite segue rumo a um canto escuro onde homens estavam dando uns amassos em outros homens Mascara da Morte – Estou tendo alucinações... Mu – Eu também... Desde quando Afrodite agarra mulher? Camus – Mas isso está estranho.... Porque ele a levou pra ala gay? Mascara da morte – Cale a boca! Você está com inveja dele. Nenhuma mulher quer saber de você. Camus – Muito menos de você. Mascara da Morte – Invejoso! Camus – Fedido! Shaka – Não se atrevam a brigar de novo. Parecem crianças! Mascara da Morte e Camus – Hunf!45 minutos depois... Miro – Isso aqui ta um saco. A música não presta, as mulheres que vejo já estão acompanhadas, e o que chega perto da gente é travestir, a comida é mais cara que minha armadura de ouro... Não agüento mais ficar aqui. Shaka – Você que escolheu, você insistiu, arrastou todos nós até aqui.... Você é que... Miro – Tá! Eu já sei. Vamos embora agora então? Shura – Vamos! Imediatamente. Camus – Hehehe... Shura – Quê que foi Camus? Ta rindo de mim até agora? Pro seu bem... Pare com isso. Camus – Ah... Mas eu não tenho culpa se aquela mulher que você estava era na verdade um traveco... E você só descobriu isso na hora "H". Shura – Grrrrrrr... Camus – Vamos embora então? Parece que só o Afrodite está se divertindo. Ele não voltou do “banheiro” até agora. Será que aquela mulher era também um traveco? Aldebaran – Vamos chamar o Afrodite. Alguém acorde o Mu. Shaka – Como ele consegue dormir em um lugar como este? Até mesmo eu, que tenho uma concentração incrível, não consigo ficar sossegado aqui. Mu – ZZzzzzzz Ao chegarem na ala gay, Afrodite estava pelado, rebolando no palco, junto da “mulher” e de mais três homens. Shaka – Cena cabulosa... Mascara da Morte – Ei! Você aí ô demente. Estamos indo embora. Você vem ou fica aí? Camus – Minhas suspeitas estavam certas.... Afrodite – Estão indo agora? Por quê? Eu ganhei o concurso de beleza! Sou a rainha da noite. Iuhuuuuu.... Miro – Porque isso aqui só tem gay, traveco, e coisas do tipo. Drag Queen – Você queria o quê? Isso aqui é uma boate gay! Cavaleiros – O QUÊEEEEE????Todos olham irritados para o Miro. Camus – Vamos embora! Aioria – Cadê o Mu? Você vem Afrodite? Aldebaran – O Mu ficou dormindo na cadeira. Afrodite – Hum... Eu vou com vocês. Só esperem eu despedir dos meus novos amiguinhos! Os cavaleiros vão acordar Mu, e quando chegam onde ele estava dormindo, o vêem gritando desesperado e muitos travecos em cima dele. Depois de “salvarem” Mu, eles saem da boate, ainda muito assustados. Mu – Isso é tudo culpa sua, seu gay!
Miro – Ta me chamando de gay? Cale a boca ô fofoqueiro. Eu não sabia que ao mudar de dono, tinha também mudado o tipo de boate. Afrodite – Foi lindo! É tudo muito lindo aqui. As pessoas são maravilhosas. Adorei Miro! Como poderei te agradecer por isso? Miro – Grrrrr.... Parando de se esfregar em mim. Shura – Estou traumatizado. Nunca mais confio no Miro. Quero sair de perto desse lugar agora mesmo. Shaka – Vamos voltar para o santuário. Camus – Melhor não. O mestre disse que temos que ficar a noite inteira fora. E disse que não queria ver minha cara no santuário até de manhã. Mascara da Morte – Claro! Quem vai querer ficar olhando essa sua cara feia? Camus – Ah é? Mas todos os travecos que apareciam queriam a mim. Nenhum chegou perto de você. Mascara da morte – Porque viram de cara que sou macho. Qual a graça de ficar se vangloriando com o numero de travecos que queria te agarrar? Quando é mulher, todas vem pra mim, então fique quieto seu pega traveco. Camus – Ora seu... Camus congela Mascara da Morte. Aioria, Shura e Aldebaran – Porrada! Porrada! Porrada! Shaka – Parem agora mesmo com isso! Shaka descongela Mascara da Morte. Mascara da Morte – Aaaaaatchim... Se eu ficar.... AAAAtchim.... Gripado por sua causa, eu te mato, infeliz. Mu – Vamos embora agora? Aioria – Para onde? Miro – Ah! A gente poderia ir... Cavaleiros – Não! Miro — ... Shura – Cadê o Afrodite? Mu – Disse que ia voltar para junto dos amiguinhos até a gente resolver para onde vai e entrou na boate de novo. Falou que é pra gente chamar ele. Shaka – Bem... Melhor cada um dar sua opinião de onde podemos ir. Na minha opinião, devemos ir a um lugar que é calmo, produtivo e que não arranjaremos confusão. Tem um templo muito bonito que.... Cavaleiros – Não! Shura – Acha que minha única noite de folga eu vou passar rezando com você? Nunca! Aioria – Completamente de acordo. Minha sugestão é irmos ao Zoológico. Tem coisas legais lá! Mascara da Morte – Sim, claro! Você quer ir lá reencontrar os parentes. Prefiro dar uma voltinha no cemitério. É um passeio muito mais produtivo. É uma aula incrível de matemática. Miro – Como assim? Mascara da Morte – Não existe coisa mais divertida do que ficar olhando as plaquinhas nos túmulos. Aí a gente olha quando o sujeito nasceu e quando ele morreu, e aí faz as contas pra ver se ele viveu muito. Ou senão, a gente pode brincar de necrópsia. A gente desenterra o defunto, abre ele e vê de quê que o sujeito morreu. Mas claro, tem que ser os mais recentes, porque senão só vai ter osso, e aí não tem graça, mas eu... Shaka – Chega disso. Podem ir vocês. Eu não vou. Aioria, Mu, Aldebaran, Miro e Camus – Eu também não. Shura – Estou considerando a proposta... Posso abrir os sujeitos com a minha excalibur... Shaka — Olha, todos são livres e independentes, mas acho melhor irmos todos para o mesmo lugar. Cavaleiros – De acordo.= No santuário = Grande Mestre – Bem... Considerando que Atena está no coliseu agora, eu poderia atravessar as doze casas correndo, aí eu me esconderia no vestiário do coliseu, e aí eu vou e mato ela. Não... O mordomo pode me ver, e aí eu mato ele também... Não. Tenho que fazer parecer que não sou eu que fiz isso. Melhor não usar essa adaga. Ah! Vou usar a flecha de Aioros. Saga desce as escadas até a casa de Sagitário. Mestre – A propósito... O que será que Atena está fazendo no Coliseu a essa hora? Será que ela está preparando aquela ideia ridícula de Torneio com os cavaleiros de bronze? Droga! Como eu sou idiota! Quero dizer... Idiota não, só esquecido. Eu me esqueci completamente que a armadura de Sagitário está na casa daquela piveta de cabelo roxo. Bem... Melhor eu pensar em outra estratégia. Saga volta para a sala do grande mestre.= Na porta da boate = Camus – Vamos esquiar no gelo? Tenho umas manobras incríveis que eu posso ensinar... Cavaleiros – Não! Mu – Bem... Como não temos nada para fazer, é melhor irmos pra um hotel e dormirmos lá ate o dia amanhecer. Miro – E desperdiçar a noite? Aioria – Todos já deram suas opiniões, o Miro é melhor nem escutar e o Afrodite vai querer que fiquemos na boate, então o que vamos fazer? Miro – Vocês não me deixam falar... Shaka – Fale então! Miro – A gente pode ir para o shopping. Tipo... Lá tem cinema... E tem fliperama... E tem garotas bonitas.... E tem comida com preço que da para a gente pagar... Shaka — ... Camus – Não é má idéia.... Shura – Tem que ver primeiro se não é um shopping gay. Miro – Idiota! Mu – Legal! Vamos no cinema então? Shaka – Bem... Estão todos de acordo? Cavaleiros – Sim! Mu – E quem vai lá dentro chamar o Afrodite? Shura – Ai não! De novo não! Camus – O Mascara da Morte vai. Ele tem cara de machão e as bichas não vão agarrá-lo. Mascara da Morte — ... *Vou me vingar de você Camus... Você vai ver.* Camus – Ta esperando o que machão? Hehehehe... Mascara da Morte – Eu vou então. Sou o único aqui que é homem o bastante para isso! Mascara da Morte entra e chama o Afrodite, que sai da boate todo suado, acabando de vestir as roupas. Afrodite – Vamos no Shopping? Legal! Preciso mesmo fazer umas comprinhas. Aioria – Ninguém vai esperar você fazer compras. Nós vamos no cinema. Afrodite – No escurinho do cinema... Hum... Gostei da ideia. Miro – Eu que não sento do lado dele. Os cavaleiros entram no carro e vão rumo ao shopping. C.O.N.T.I.N.U.A...
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