Notas iniciais
Ouçam: two feet- i feel like i'm drowning

Álcool.

Naquele dia Draco estava irritado com a Droga do mundo.

Harry Potter, seu namorado estava dando confiança a uma menina da corvinal que ria e muito das vez se aproximava demais, ao ponto de que o Grifinório se afastar começando a se irritar.

Malfoy observava ainda mais a interação entre eles, não faria um escândalo. Ele não era disso, mas talvez brincar um pouco poderia o ajudar.

Olhou para a mesa da casa amarelada e notou um membro de lá o olhar. Retribuiu. seus lábios mostram um sorriso sedutor, cada gesto seu era observado pelo garoto.

Desceu seus olhos sobre o corpo do lufano vendo que não era feio. Sorriu ainda mais após observar que ele fez o mesmo consigo.

Acenou quase imperceptível para a porta do salão, vendo que o menino concordou, ele se levantou e caminhou calmamente até às enormes portas de carvalho.

Não ousou olhar para a gigantesca mesa dos leões, achava que o príncipe da lá não o observava por estar muito ocupado conversando com a corvinal que sentou junto a ele.

Ouviu passos atrás de si e não os reconheceu. Então sabia que era o garoto de vestes um pouco amarela.

— Você veio mesmo, achei que não viria. — Comentou sorrindo Grande.

— Por que diabos eu perderia essa chance? — respondeu o lufano.

— Talvez... Por meu sobrenome ser Malfoy? Toda a escola me odeia e não tiro a razão deles. — tagarelou. — Me fale o porquê me olhar daquele jeito, perdeu o juízo? — Questionou.

— Não. — Falou o rapaz. — Por você eu perderia bem mais… quer descobrir?

— Adoraria. — confirmou mesmo que não fosse fazer nada com ele. No final apenas ia o colocar em um feitiço de ilusão, e sairia como se nada tivesse acontecido.

Apenas aquele desgraçado podia lhe tocar.

O lufano vinha em sua direção como se Draco fosse a maior tentação em toda a droga do mundo.

O Sonserino sorriu assim que o garoto lhe prensou na parede e suas mãos quase acariciaram a sua pele lisa como porcelana.

Quando o lufano mostrou ousar tocar em seu corpo, foi arremessado contra a parede com uma violência desumana.

Assustado, o garoto pareceu procurar sua varinha para atacar o que tinha mexido com ele primeiro. Até mesmo a ideia de ter sido o Sonserino havia passado por sua cabeça.

Mas o loiro estava encostado na parede de antes, observando tudo mostrando que evidentemente não havia sido ele.

— Já que falou que podia perder tudo por ele, que tal perder a porra da sua vida? — Ouviu uma voz ao seu lado que até então ainda não havia percebido. — Ou prefere perder suas mãos por ousar tentar o tocar? — Era Harry quem falava.

— Potter… por que me atacou? — Questionou ignorando toda a fala do outro.

O moreno lhe olhou com repugnância fazendo com que vacilasse por alguns segundos, mas como estava sendo observado pelo príncipe sonserino ele não poderia mostrar medo.

Ele queria impressionar Draco Malfoy.

— Não está óbvio? — Interrogou o Grifinório. — Quando um animal precisa defender sua casa, ele usa tudo que tem para defendê-la de invasores indesejados. — explicou.

Ali Malfoy viu o seu vício, o álcool estava descendo amargo para a primeira golada do garoto.

— Tem que aceitar dividir, acha mesmo que consegue aguentar tudo aquilo sozinho? Não, você não consegue. Deixe-me lhe ajudar. — debochou.

— Corajoso você. — Harry sorriu, logo segurando o pescoço do garoto o sufocando. — Ninguém pode o tocar, está me ouvindo? — Seu olhar era duro como se pudesse matar apenas o observando.

Quanto mais apertava o pescoço, mais prazer sentia. Era como se algo estivesse lhe proporcionando aquele prazer, uma satisfação de proteger o que é seu.

— Potter, me solte... — implorou o garoto quase sem ar.

Harry pareceu cair na real de seus atos, então o soltou deixando que o mesmo caísse no chão procurando desesperadamente ar e em seu pescoço havia marcas de mãos começando a aparecer.

Assim que o garoto passou por Draco com um desespero de salvar sua vida, o loiro fez um feitiço sem varinha para que sumisse as marcas e que o lufano não pudesse usar contra seu namorado no futuro.

— Por que fez isso? — Harry perguntou.

— Sinto que aquele merda ambulante tentará usar as marcas contra você, então é bom prevenir.

— Foda-se as marcas. estou falando do porque quase o deixou que lhe tocasse. — explicou a um passo do loiro.

— Não estava se divertindo com a corvinal? Então, por favor, deixe que eu me divirta também. — Falou dando um passo à frente.

— Você é apenas meu. — ralhou o moreno lhe puxando pela cintura e tocando seu corpo sexualmente. — Seu corpo é meu. — passou o nariz pela linha do pescoço calmamente sentindo o cheiro natural que tanto amava. — Seu coração é meu, sua mente me pertence, seus atos são todos para mim.

— Hazz... Pare com isso. — o avisou. — Sabe que não acabará bem para nenhum de nós dois.

— Por que não? Por você gemer como uma puta manhosa e eu desejar te foder inteiro aqui mesmo? — Beijou o lóbulo da orelha do outro que se remexeu em seus braços. — É isso que quer? Deseja que eu lhe foda aqui e assim todos saberão que sou apenas seu?

— Potter… pare já com isso... não quero manchar ainda mais sua reputação. — Mesmo que Malfoy desejasse aquilo desesperadamente, ele não poderia. Ainda estava lúcido, o álcool não havia lhe afetado direito.

Mas Harry não o ouviu. O puxou por vários corredores, fazendo ficarem ainda mais afastados de todos. Assim que encontraram uma sala abandonada onde sabiam que os alunos nunca os achariam.

— Antes eu preciso que me responda uma coisa. — o moreno falava enquanto lhe ajudava a se despir. — irá me responder?

— Harry... — Gemeu manhoso após o mesmo ser tocado em seus mamilos por cima do pano, ele já não estava ligando se teriam problemas como a dois minutos atrás.

Apenas queria ser fodido por seu namorado.

— Vai me responder? — voltou a lhe questionar beijando o pescoço do outro que já havia diversas marcas.

— S-Sim, por favor… só acabe com isso logo. — se arrepiou após sentir a mão do Grifinório deslizar para baixo de sua veste tocando seu abdômen.

—Você morreria por mim?

— Sim. — Draco ficou surpreso com a pergunta, mas ele não precisava pensar.

Era óbvia a resposta.

— Muito fácil — disse logo tirando sua blusa. — Você...Você Viveria por mim?

Malfoy se sentia bem, era a fase do álcool que já descia doce como uma caramelo. — Sim.

— Cuidado, nunca faça um juramento assim sem nem ao menos pensar. O desejo se torna rendição, a rendição se torna poder! — ele estava impressionado com seu namorado. — Você tem certeza que quer isso? — Questionou se referindo tanto sobre eles dois quanto para seu membro.

— Sim, claro que quero. — Falou o puxando para si tentando lhe beijar desesperadamente.

— Diga, diga, diga... Draco, Draco, Draco, Draco, Draco. — O nome saía de sua boca como se estivesse louvando a algum deus.

— Por favor. — Implorou o Sonserino, aquele era o ápice para Harry.

— Você é tão... perfeito. — falou lhe dando um beijo enquanto terminava de o despir. — Hoje você terá tudo o que quiser, me peça o mundo e eu lhe darei ele. — o Beijou novamente.

Draco apenas gemeu em resposta, estava bêbado em seus toques. Ele queria mais, mais, mais, e mais.

Ele viraria um alcoólatra por aquele moreno, seus beijos eram tentações, como se fossem realmente batizados.

E Malfoy amaria se perder e ficar chapado.