Notas iniciais
Não espere nada de mais desse capitulo, não vai ter nenhuma grande ação, é mais para explicar melhor sobre o universo da historia e mostrar como Daitan vai conseguir evoluir durante a historia.

“Heheheheh, naquela época ele ainda era fraco e indefeso... bons tempos...”

Daitan entrou naquela cabana, como se fosse um palácio, a moradia tinha 1 banheiro, 2 quartos e 1 cozinha, logo ao entrar na casa, se entrava na cozinha e se avistava um corredor no final dela, na direita do corredor havia um banheiro, esquerda havia um quarto e na frente outro.

— O quarto da direita será seu aposento, a cama não é muito boa, mas serve para dormir.

O menino olhou aquele quarto, havia um criado mudo do lado de uma cama de palha, e só, ele pensou em reclamar, mas era educado e conveniente, então lembrou q o velho havia salvado sua vida e ficou calado.

— Obrigado.

Falou com um tom não muito convincente.

O velho olhou para fora e viu que já estava anoitecendo.

— Venha Daitan, venha me ajudar a acender as velas.

Eles saíram de casa, primeiramente acendendo as velas de foras de casa suspensas no telhado na varanda, depois foram acendendo as de dentro de casa até chegar no quarto do velho.

— Eu sei que você não vai conseguir dormir com todos esses traumas, mas tente ao menos, até porque não tem muito o que fazer aqui a essa hora como pode perceber, além do mais temos um treino duro amanhã.

Como esperado Daitan ficou se virando na cama até pegar no sono (o que demorou mais ou menos 2 horas)

Oque para o menino parecia 10 minutos de sono, na verdade foi a noite toda, acordou abatido, com o velho jogando agua em sua cara com um balde.

— Já está na hora menino!! Vamos para o treino!

— No mínimo desnecessário... disse o menino com um ar de superioridade.

— Não, assim você poupa tempo de ir lavar o rosto, agora vamos, levante.

O menino levantou emburrado, mesmo sabendo que provavelmente o velho estava com tudo sob controle.

— Certo, a única espada que eu tenho aqui é a minha Shiretsuna akuma, que me desculpe, mas não dá para te emprestar.

— Por qual motivo?

— É que eu consegui essa espada em combate, e toda arma conseguida em combate tem um laço com a alma. Só quem matou seu antigo dono pode usa-la.

— Entendi, mas então como eu vou treinar?

— Você vai precisar de uma espada própria o mais rápido possível, mas para isso você terá que sair em missão, e você ainda não está pronto, então por enquanto...

O velho interrompe a própria fala pegando um abacaxi na cozinha e o cortando em forma de espada com sua Shiretsuna em frações de segundo.

— Usa essa.

— Você só pode estar brincando

Falou com um ar de comédia.

— Eu pareço estar brincando para você?

Falou engrossando a voz.

— N-n-não senhor.

— Calma, é brincadeira.

Falou com um sorriso bem aconchegante.

— Tudo bem, vamos começar logo com isso, segure a espada e bata em mim, quando você conseguir me acertar eu te dou o almoço.

Disse o velho com um ar sádico.

— Essa vai ser fácil!

Disse o menino dando um golpe no velho, que só deu um passo para o lado como se não fosse nada.

— Serio? Hahahhaahahah!

— Você só pode estar zoando!

Disse em quanto tentava miseravelmente acertar ele outra vez, e obviamente errando.

Ele ficou assim até as 3 horas da tarde, até que percebeu que ele não venceria ele na habilidade, e partiu para a estratégia.

— Ei Kuchi

— Oi menino.

Disse o velho zombando do menino em quanto comia uma maça.

— Vem aqui...

— Está bem...

— Quer um pedaço? A é verdade... rsrsrsrs... você não pode...

— Haha, muito engraçado, mas olha... eu tenho uma ideia, que tal se colocarmos algo a mais nesse jogo? Se eu te acertar você terá que me deixar dormir no seu quarto (que aliás era bem melhor que o dele).

— E o que eu ganho com isso?

— Nada, mas eu acho mais que justo, já que você já treinou sua vida inteira, e eu era um garoto normal até ontem...

— É pode ser...

— Obrigado mestre

Disse com um tom convincente.

O menino foi correndo montar uma armadilha em quanto o velho estava lendo revistas pornográficas. Ele pegou várias frutas e procurou um buraco pelo deserto, até que achou um, convenientemente do lado de um arbusto. O menino fez uma “replica” (muito amadora por sinal) de si mesmo com as frutas e a colocou pendurada no buraco, se escondeu no arbusto e começou a pedir por ajuda.

— Ai meu deus me salva por favor!!

O velho ouviu, largou o livro e foi correndo para ver o que havia acontecido, quando chegou perto estendeu a mão para ajudar a réplica de Daitan, e quando o velho se abaixou Daitan saiu de fininho da moita, pegou uma pedra do chão e jogou no lado direito de kuchi, fazendo ele olhar para ela e defender.

— Boa tentativa, mas eu sou melhor que...

Kuchi foi interrompido por uma cacetada no pescoço vindo da esquerda e desequilibrando ele, fazendo cair do lado do buraco.

— Me parece que eu consegui!

Falou convencido.

O mestre em choque, respondeu:

— Meu deus... meus parabéns... você é realmente muito bom, obviamente que se eu estivesse dando meu 100% não deixaria isso acontecer, mas para um iniciante, e ainda sem uma arma decente você é ótimo!

— Muito obrigado.

Falou muito feliz.

Kuchi ainda muito chocado com o potencial de Daitan, pegou o almoço dele e serviu.

— Muito obrigado senhor.

— Não, você merece.

Já estava anoitecendo e chegando a hora de dormir, Kuchi estava indo para seu quarto até que Daitan o empurrou e disse:

— Já estava esquecendo né?

— A não! É verdade... trato é trato né?

— É

Kuchi foi dormir mais emburrado do que Daitan acordou, E daitan mais feliz doque Kuchi estava quando jogou agua em sua cara.

Notas finais
O velho deve ter ficado muito bravo daskldjalksldjaldasl. calma galera, o próximo capitulo terá mais ação, vocês não perdem por esperar.