Nada é Impossivel
61 Capitulo 61
Notas iniciais
Chegamos em Port Angeles rapidamente, felizmente quando chegamos ao cinema tinha uma sessão pra dali a meia hora, Bells escolheu guardiões da galáxia vol.2, comprei os ingressos e ela foi comprar besteiras para ela, logo entramos passamos o filme inteiro trocando beijos, mesmo o filme sendo interessante e a playlist nem se fala, mas adorei o nosso momento casal de namorados normais, sem nada de sobrenatural por perto.
— Adorei o filme. Bells disse sorrindo, abraçada a mim.
— Tambem gostei, mas gostei mais de ficar me agarrando a você. Disse dando um beijo em seu pescoço e ela riu.
— Você fala como se não passamos tanto tempo juntos.
— Eu sei que passamos amor, mas quase sempre alguém aparece. Disse e ela assentiu.
— Podemos dar uma volta pela cidade ainda é cedo. Bells disse e concordei, saímos do cinema ainda não tinha anoitecido totalmente. Fomos caminhando pela a rua, algumas lojas já estavam fechando mas restaurantes e alguns bares já estavam abertos.
— Vem. Puxei Bells para um pequeno pub que tinha por ali, era bem arrumado e rústico.
— Alguem quer se divertir mesmo hoje? Bells falou brincando.
— Quero um whisky duplo. Pedi e olhei para a Bells que ainda escolhia.
— Um drink de morango.
Bells e eu ficamos um bom tempo ali, curtindo um o outro e olhando o movimento, de alguns que bebia socialmente e outros que já estavam caindo de tanto que já beberam.
— Vamos amor? Bells me chamou e assenti, paguei a conta e saímos a rua já estava um pouco deserta mesmo com o movimento dentro dos restaurantes, fomos andando calmamente ate onde deixamos o carro em um estacionamento perto do cinema, quando íamos entrar escutamos um soluço, Bells assim como eu logo ficou atenta, o barulho veio de um beco escuro que tinha ali.
— Jaz? Bells me chamou, foquei nos sentimentos da pessoa que estava ali, medo tudo girava no medo, fui caminhando lentamente com Bells atrás de mim, quando cheguei no beco vi um corpo de uma mulher deitado no chão, não podia vir dela o soluço a mulher estava morta. Escutei um grito e quando olhei era uma garotinha bem encolhida no meio do lixo, seu coração batia acelerado, ela se encolheu mais ainda e voltou a chorar.
— Hey, você lembra de mim? Bells disse se aproximando, ela conhecia a garota?
A menina balançou a cabeça assentindo.
— Vem, vamos sair daqui. Bells estendeu a mão e a menina fez que não com a cabeça. Deveria ser a garota que ela me falou ontem.
— Bells vou ligar para o seu pai. Disse e ela assentiu e ficou com a garota, liguei para o Charlie que falou que logo estaria aqui, voltei para lá Bells conversava com a garota que ainda estava no mesmo lugar, mas parecia mais calma.
— Ela é sua mãe? Bells perguntou e a menina olhou para a mulher e assentiu.
— Qual o seu nome? Perguntei me abaixando ao lado da Bells. Mas a garota não disse nada.
— Ela deve está em choque, ela não me disse nada. Bells disse e assenti. Não demorou muito chegou uma viatura, os policias começaram a fazer os procedimentos mas não mexeram conosco. Logo depois Charlie chegou junto com a pericia.
— Vocês precisam sair daqui para a pericia começar. Charlie disse depois de garantir que estávamos bem. Levantei mas Bells parecia não querer sair dali.
— E ela? Bells perguntou ao pai.
— Vou leva-la para ser examinada. Charlie disse e se aproximou da menina que balançou a cabeça e voltou a chorar.
— Hey ta tudo bem, só precisamos que saia daqui. Bells disse e sabia que estava usando o dom dela, para acalmar a criança. Charlie voltou a se aproximar a menina correu e ficou de trás da Bells.
— Tudo bem, Bells por que não a leva? Charlie disse e Bells assentiu, estendeu a mãe e dessa vez a menina aceitou. Ela caminhou evitando olhar para onde a mulher estava com os peritos em volta, levamos ela ate a ambulância, Bells tentou sair de perto mas a menina a puxou de volta.
— Já identificaram o corpo a mulher se chama Patty Benson e a filha Diana. Charlie disse quando se aproximou. – Um tiro na cabeça.
— E família? Perguntei
— Nenhuma, não tem nenhum registro sobre quem sej ao pai da garota, a mulher foi identificada por está no nosso banco de dados, por pequenos furtos. Charlie explicou e entendi, pode ter sido um acerto de contas.
— Preciso falar com a garota, para saber se ela viu ou sabe de algo. Charlie disse com um olhar pideoso sobre a menina.
— Acho meio difícil, ela não falou nada com a Bella e nem comigo. Ela deve está em choque.
— O conselho está vindo para levar a garota para um orfanato. Charlie disse e assenti.
— Seu nome é Diana não é? Perguntei voltando para perto das garotas.
— Diana é um nome lindo. Bells disse e a menina mais uma vez não respondeu, ou era por choque ou ela era muda. A garota foi examinada e não encontraram nada nela fora o fato de ela está desnutrida e desidratada.
— Ela pode ter chegado depois e ter achado o corpo. A enfermeira disse e assenti.
— Assumimos daqui. Um homem alto e moreno disse se aproximando.
— E o senhor quem é? Bells perguntou.
— Vim buscar a garota para leva-la a um orfanato. O homem disse e Bells ficou desesperada, olhei para ela indagando. Diana pareceu entender e logo se desesperou também, e se agarrou a Bella.
— Sr. Stelle, vejo que já conheceu minha filha e meu genro. Charlie disse se aproximando de onde estávamos.
— Sua filha? Não fomos apresentados. O homem disse estendendo a mão para mim e logo depois para Bells.
— Sim, ela e Jasper encontraram o corpo e a garota e falando nisso vou precisar do depoimento dos dois. Charlie disse e assenti.
— A noite é longa e preciso levar essa garota. Sr. Stelle disse tentando pegar no braço da garota que se aproximou mais de Bells balançando a cabeça freneticamente em negação.
— Ela não quer ir. Bells disse tentando acalma-la.
— Nenhuma delas quer senhorita Swan, mas é necessário ou ela ficará pelas ruas e sozinha. Sr. Stelle disse. Bells me olhou agoniada e logo depois para Diana.
— Pode nos dá um minuto? Pedi e ele assentiu saindo com Charlie.
— O que está pensando Bells? Perguntei olhando para ela.
— Podiamos ficar com a guarda provisória dela, enquanto o Sr. Stelle encontra uma família para ela. Bells me olhou preocupada. – Não podemos deixa-la ir assim, ela acabou de perder a mãe, Jasper.
E eu sei muito bem o que é isso, eu perdi minha mãe pouco antes de ir para guerra.
— Por favor.
— Bells tem tudo o que nos estamos passando, com a gente ela pode está em perigo. Disse e ela me olhou tristonha.
— Eu sei, mas também estará segura. E uma via de mão dupla. Bells disse e só assenti, Bells me deu um abraço e me beijou.
— Vou falar com o Sr. Stelle. Disse e sai, conversei com ele e com Charlie, o ultimo ficou bem surpreso com a decisão da filha.
— Eu admiro o que estão fazendo, mas isso vai ser pior, ela se acostumará com vocês e logo depois terá de ir com outra família ou para o orfanato caso não encontrarmos uma. Sr. Stelle disse, mas sabia que Bells não mudaria de ideia, expliquei a ele que assentiu.
— Por ser filha do Chefe Swan vou abrir mão agora, podem levar a garota mas amanhã pela manhã quero vocês no meu escritório para ajeitarmos toda a papelada. Sr; Stelle disse e saiu.
— Não pensei que Bells tomaria essa decisão. Charlie disse enquanto me acompanhava ate onde Bells estava com Diana no colo.
— Nem eu Charlie.
— Encontramos essa mochila da garota no beco, tem algumas roupas dela. Uma perita veio e nos entregou a mochila, segundo ela já tinha sido revistada.
— Vão para casa, amanhã pego o depoimento de vocês. Charlie disse e fomos para o carro, Bells foi atrás com Diana enquanto eu ia dirigindo pela a estrada. Mas que bela noite dói essa.
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