Notas iniciais
O último da noite. Tem um pouco de Hot

Eu pego no meu pulso...

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– Eu te amo.

– Também te amo.

Eu olha pra ele e em troca recebia seu sorri de canto. Ele acariciava o meu corpo, era um toque único, que me fazia arrepiar todos os pelos do corpo.

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Eu toca minha nuca...

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Ele trilhava meu corpo com beijos, desde o abdômen até o pescoço, mordia a orelha e sussurrava coisa no meu ouvido que me fazia soltar um risada gostosa. Seus beijos eram sem igual, intenso, havia carinho, ao mesmo tempo eram selvagens, tinha amor, paixão.

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Eu toco a minha boca...

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– Tem certeza?

– Não nadei até aqui pra morrer na praia.

– Se eu te machucar me avisa.

Assenti, então com toda a delicadeza do mundo ele me fez dele, me tratava como uma boneca de louça, muito preocupado se me machucava ou não, se eu sentia prazer ou dor. Enfim foi perfeito.

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Suspirei alto.

– Pensando em como a Lisa foi concebida?

– Tem como não pensar?

– Tem, pensa que você segui sua vida, que você criou a Lisa sozinha.

– Escondendo dela a verdade.

– Rachel foi pro bem dela.

– Eu me sinto um lixo por omitir isso.

– Mas não é, você foi corajosa, e deu uma prova de amor imensa ao Finn.

– Largar tudo é ser corajosa?

– Deixar o amor da sua vida livre é.

– Santana...

– Rachel, ele não se lembrou de você, você podia ficar no pé dele o ano inteiro até ele lembrar, mas você sabia que faria mal a ele a pressão r a força que ele faria pra se lembrar, então preferiu o deixar livre, pra mim isso é amor, isso é amar, olha você não conseguiu se envolver com ninguém desde que dormiu com o Finn, isso é nada além do amor pra mim.

Eu ia responder a Santana quando Lisa entrou no meu quarto.

– Mãe tem reunião sexta feira lá no colégio.

– Hum...sexta tem ensaio do CD. Pode ser a Santana?

– Pode — Ela sorrio.

– Santi quebra essa pra mim?

– Titia Santi aqui — Apontou pra ela mesma — É pau pra toda obra.

Nos três rimos.

– Mas Lisa não se preocupe, farei questão de te buscar para comprar algumas coisa pra você e pra sua festa.

Ela sorriu e correi até mim, me abraçando e que quase cai. Eu amava aquela garota, havia puxado de mim o tamanha e a voz, mas ela lembrava muito ele.

– Mamãe?

– Oi filha — Disse ainda abraçada a ela.

– Eu te amo.

E naquele momento eu senti as lágrimas rolarem pelo meu rosto. Não que ela nunca dissesse que me amava, mas é que naquele momento eu me lembrei de tudo que eu passei pra estar ali com ela.

– Também te amo, minha filha.

– Mãe? — Ela me olha — Tá chorando, por que?

– Eu só me emocionei.

Então sexta feira chegou...

Estava na minha sala e nenhum pai ainda havia chegado, eu vasculhava umas partitura, quando Santana Chegou.

– Com licença, é aqui que vai ser a reunião?

– Sim pode entrar, fiquei a vontade — Quando me virei — Santana?

– Finn? O que tá fazendo aqui?

– Sou professor do coral, e você ?

– Vim pra reunião da Lisa.

– Você é mãe dela?

– Não.

– E cadê ela?

– Compromissos de trabalho, e na ausência dela eu sou responsável pela Lisa.

– Tudo bem então, pode se sentar.

Assim os pais foram chegando e eu comecei a reunião, me apresentei, tirei todas a dúvidas e fiquei a disposição para qualquer esclarecimento.

Santana foi a primeira a sair depois que a reunião acabou.

– Kurt?

– Fala.

– Código vermelho.

– Onde?

– Na cafeteira perto da casa da Rachel em 10 minutos.

– Estou indo pra lá.

Chegando lá...

– Desembuxa.

– A Lisa tá mas perto do pai do que imagina.

– Como assim?

– Lembra do professor novo do coral?

– Lembro, idai?

– É o Finn.

– A Rachel sabe disso?

– Claro que não, na hora tiraria a Lisa da escola.

– Pior que ele me disse que ia dar aula em outra escola, mas como eu ia adivinhar que era justo a da Lisa?

– Como nosso plano falhou assim?

–Eu não sei, pesquisamos tanto.

– Não posso fazer a Lisa sair do coral, é a paixão dela.

– O que faremos?

****

– Oi princesa — Disse parando o carro na porta da escola.

– Oi mamãe — Ela entrou no carro e me abraçou — Como foi seu dia?

– Eu gravei um música nova, acho que você vai gostar — Ela sorrio, o sorriso dela era igual ao dele e isso me deixava confortável de alguma forma — E o seu?

– A tive as aulas de sempre, porém sem coral, mas foi legal.

– Que bom.

Estacionei o carro no estacionamento do Shopping e fomos as compras, passamos a tarde inteira na farra, e terminamos no cinema vendo um comédia romântica.

– Adorei o filme.

– Eu também mamãe.

Conversávamos animadas até passar um garoto e ela ficou muda e observou.

– Quem é ?

– Ian

– Ian?

– O quarterback da escola.

– Um sinto cheiro de amor no ar?

– Não senti não.

– Filha eu te conheço, e sei até tem um sentimento neste coraçãozinho.

– Tá, eu gosto dele sim, pronto falei.

– Convidou ele pra festa?

– Claro que não.

– Filha!

– A mãe tive vergonha.

– Aproveita agora então.

– Acha que eu devo?

– Claro.

Ela sorrio e foi, vi que novamente minha história se repetindo, mas dessa vez eu ajudaria a dar certo. Ela tinha os mesmo sonhos que eu tinha, ela estava seguindo os meus passos, só que dessa vez seria na direção certa.

Notas finais
Espero que gostem!