Nada além do amor
18 Finn Hudson
Notas iniciais
Eu pego no meu pulso...
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– Eu te amo.
– Também te amo.
Eu olha pra ele e em troca recebia seu sorri de canto. Ele acariciava o meu corpo, era um toque único, que me fazia arrepiar todos os pelos do corpo.
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Eu toca minha nuca...
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Ele trilhava meu corpo com beijos, desde o abdômen até o pescoço, mordia a orelha e sussurrava coisa no meu ouvido que me fazia soltar um risada gostosa. Seus beijos eram sem igual, intenso, havia carinho, ao mesmo tempo eram selvagens, tinha amor, paixão.
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Eu toco a minha boca...
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– Tem certeza?
– Não nadei até aqui pra morrer na praia.
– Se eu te machucar me avisa.
Assenti, então com toda a delicadeza do mundo ele me fez dele, me tratava como uma boneca de louça, muito preocupado se me machucava ou não, se eu sentia prazer ou dor. Enfim foi perfeito.
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Suspirei alto.
– Pensando em como a Lisa foi concebida?
– Tem como não pensar?
– Tem, pensa que você segui sua vida, que você criou a Lisa sozinha.
– Escondendo dela a verdade.
– Rachel foi pro bem dela.
– Eu me sinto um lixo por omitir isso.
– Mas não é, você foi corajosa, e deu uma prova de amor imensa ao Finn.
– Largar tudo é ser corajosa?
– Deixar o amor da sua vida livre é.
– Santana...
– Rachel, ele não se lembrou de você, você podia ficar no pé dele o ano inteiro até ele lembrar, mas você sabia que faria mal a ele a pressão r a força que ele faria pra se lembrar, então preferiu o deixar livre, pra mim isso é amor, isso é amar, olha você não conseguiu se envolver com ninguém desde que dormiu com o Finn, isso é nada além do amor pra mim.
Eu ia responder a Santana quando Lisa entrou no meu quarto.
– Mãe tem reunião sexta feira lá no colégio.
– Hum...sexta tem ensaio do CD. Pode ser a Santana?
– Pode — Ela sorrio.
– Santi quebra essa pra mim?
– Titia Santi aqui — Apontou pra ela mesma — É pau pra toda obra.
Nos três rimos.
– Mas Lisa não se preocupe, farei questão de te buscar para comprar algumas coisa pra você e pra sua festa.
Ela sorriu e correi até mim, me abraçando e que quase cai. Eu amava aquela garota, havia puxado de mim o tamanha e a voz, mas ela lembrava muito ele.
– Mamãe?
– Oi filha — Disse ainda abraçada a ela.
– Eu te amo.
E naquele momento eu senti as lágrimas rolarem pelo meu rosto. Não que ela nunca dissesse que me amava, mas é que naquele momento eu me lembrei de tudo que eu passei pra estar ali com ela.
– Também te amo, minha filha.
– Mãe? — Ela me olha — Tá chorando, por que?
– Eu só me emocionei.
Então sexta feira chegou...
Estava na minha sala e nenhum pai ainda havia chegado, eu vasculhava umas partitura, quando Santana Chegou.
– Com licença, é aqui que vai ser a reunião?
– Sim pode entrar, fiquei a vontade — Quando me virei — Santana?
– Finn? O que tá fazendo aqui?
– Sou professor do coral, e você ?
– Vim pra reunião da Lisa.
– Você é mãe dela?
– Não.
– E cadê ela?
– Compromissos de trabalho, e na ausência dela eu sou responsável pela Lisa.
– Tudo bem então, pode se sentar.
Assim os pais foram chegando e eu comecei a reunião, me apresentei, tirei todas a dúvidas e fiquei a disposição para qualquer esclarecimento.
Santana foi a primeira a sair depois que a reunião acabou.
– Kurt?
– Fala.
– Código vermelho.
– Onde?
– Na cafeteira perto da casa da Rachel em 10 minutos.
– Estou indo pra lá.
Chegando lá...
– Desembuxa.
– A Lisa tá mas perto do pai do que imagina.
– Como assim?
– Lembra do professor novo do coral?
– Lembro, idai?
– É o Finn.
– A Rachel sabe disso?
– Claro que não, na hora tiraria a Lisa da escola.
– Pior que ele me disse que ia dar aula em outra escola, mas como eu ia adivinhar que era justo a da Lisa?
– Como nosso plano falhou assim?
–Eu não sei, pesquisamos tanto.
– Não posso fazer a Lisa sair do coral, é a paixão dela.
– O que faremos?
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– Oi princesa — Disse parando o carro na porta da escola.
– Oi mamãe — Ela entrou no carro e me abraçou — Como foi seu dia?
– Eu gravei um música nova, acho que você vai gostar — Ela sorrio, o sorriso dela era igual ao dele e isso me deixava confortável de alguma forma — E o seu?
– A tive as aulas de sempre, porém sem coral, mas foi legal.
– Que bom.
Estacionei o carro no estacionamento do Shopping e fomos as compras, passamos a tarde inteira na farra, e terminamos no cinema vendo um comédia romântica.
– Adorei o filme.
– Eu também mamãe.
Conversávamos animadas até passar um garoto e ela ficou muda e observou.
– Quem é ?
– Ian
– Ian?
– O quarterback da escola.
– Um sinto cheiro de amor no ar?
– Não senti não.
– Filha eu te conheço, e sei até tem um sentimento neste coraçãozinho.
– Tá, eu gosto dele sim, pronto falei.
– Convidou ele pra festa?
– Claro que não.
– Filha!
– A mãe tive vergonha.
– Aproveita agora então.
– Acha que eu devo?
– Claro.
Ela sorrio e foi, vi que novamente minha história se repetindo, mas dessa vez eu ajudaria a dar certo. Ela tinha os mesmo sonhos que eu tinha, ela estava seguindo os meus passos, só que dessa vez seria na direção certa.
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