Na mira da morte...
5 Capítulo 5
Notas iniciais
"A noite de ontem foi maravilhosa, foi perfeita, na verdade eu não tenho palavras para descreve-la...Nossa que pensamento gay, PEDRO, VOCÊ TEM QUE PROTEGÊ-LA, SÓ ISSO! Repito diversas vezes isso para mim, mas é impossivel não gostar dela, quanto mais conversamos, mais coisas descubro sobre ela e assim acabo me...APAIXONANDO?NÃO, com certeza eu não posso me apaixonar por ela,eu já teho 25 anos e sei controlar meus sentimentos, não posso voltar a ser aquele moleque apaixonadinho que era, e além disso, depois que essa operação acabar eu nunca mais irei vê-la, irei ser transferido e com certeza ela não gosta de mim, aquilo que aconteceu ontem a noite não passa de um sexo sem comprimisso, já fiz isso diversas vezes, e por que essa seria diferente?Talvez porque eu não tenho feito apenas sexo ontem à noite, e sim, amor. "
Em outra história com certeza Pedro teria esse pensamento, depois de uma noite selvagem de sexo ele acordaria apaixonado, mas infelizmente essa não uma história amor, pelo menos não por enquanto, Pedro e Karina sentiam desejo, tesão, atração um pelo outro, como dois adultos, não que isso signifique alguma coisa, mas o que quero dizer é que se o destino deixar eles podem se apaixonar, se sobreviverem, se...
A única parte verdadeira do trecho de cima é que, se tudo terminar bem, Pedro nunca mais verá Karina,ele será transferido, e terá que enfrentar inimigos dentro do proprio F.B.I., além de assassinos, agentes querem a cabeça de Pedro Ramos. Talvez seja por isso que Pedro seja tão frio, por isso ele não se apaixone.Já Karina, está cega pela vingança, quer pegar seu quase assassino, um amor iria estragar seu plano, talvez eu esteja sendo muito cruel com esses dois jovens,porém, o que é para ser, será.
BY — "Destino"
Pedro POV.
Pedro? — ela me chama, acabamos de fazer a nossa primeira parada do dia, num posto de gasolina, enquanto ela compram alguns doces, eu fiquei no carro, pensando sobre ontem,aquela foda foi maravilhosa.
OI — sorri,Karina chega no carro cheia de sacolas.
Vamos!? — falou com um sorisso no rosto,
Vamos! Temos que chegar na nossa casa provisória antes de anoitecer. — falei
Quando chegarmos em casa, você vai me ensinar a atirar, como o prometido! — falou, mandona.
Mas atirar é uma arte, não posso te ensinar assim, do dia pra noite. — falei, enquando entrava na estrada, vazia,rodovia 025.
Mesmo assim, quero que me ensine, Agente Ramos — riu
Tudo bem, Agente Duarte — rimos
Quer chocolate? — falou, enquanto catava algo dentro das sacolas,assim que achou a barra de chocolate começou a comer.
Você parece uma criança,sabia?- falei, em poucos segundos ela estava suja, totalmente suja com o chocolate.
Cala boca e dirige — riu — Mas então, quanto tempo iremos ficar nessa casa?
Na primeira casa ficaremos uma semana, aí seguiremos mais 1000 km para o norte, e ficamos umas duas três semanas lá. — falei, seguindo o plano que passei para o F.B.I.
Hmm, que ótimo.
E assim, seguimos viagem,até a nossa casa temporária.
7 HORAS DEPOS, CASA TEMPORÁRIA, VALE BOA-VISTA,CASA 327
Assim que chegamos na nossa casa, Karina foi logo tomar um banho.
Pê, eu vou tomar um banho e te espero lá no quarto, tudo bem?-falou, com malícia.
Tudo bem, Karina! — sorri, fui até a cozinha, meu telefone começa a tocar, não era para acontecer isso, deve ter acontecido algo grave para me ligarem.
Alô! — falo,apreensivo.
Agente Ramos! -uma voz abafada, nunca tinha a ouvido antes
Quem fala!?-pergunto, autoritário.
Como vai a sua mãe?-depois dessa pergunta que foi praticamente uma facada, o homem do outro lado da linha gargalha, não pode ser, é ele, o assassino.
QUEM TÁ FALANDO PORRA!-falo, com raiva.
O assassino dela. — falou, calmo e frio.
O que você quer filho da puta? — falo, calmo e frio, tento transparecer pelo menos.
Karina. — falou, aquilo me deu mais raiva ainda. — E a sua cabeça.
Lamento profundamente — falo, com ironia — Mas se quiser, terá que vir pegar pessoalmente seu bosta!
Ora ora, o garotinhao cresceu, e acha que pode me enfrentar? Lamento profundamente mas,farei o mesmo que fiz com a sua mãe com ela.
Seu filho da puta,você terá que passar por mim e quando você vier eu estarei te esperando com uma arma na mão, eu não vou te matar, eu vou fazer tudo o que você já fez com as tuas vitimas,se acha homem para fazer isso com mulheres, mas muito pelo contrário,você é um covarde, que não consegue enfrentar um homem de verdade. -cuspi as palavras no telefone.
Moleque,você acha mesmo que tem chance contra mim!?Eu irei fazer muito pior do que fiz com a sua mãe! — falou, irritado -Eu estou te ligando para te dar um recado, eu tenho capangas por todo o mundo, na máfia, C.I.A., serviço secreto, O.N.O. e principalmente no F.B.I.,você não tenho chance, irei matá-los. — falou, e gargalhou no final.
Boa sorte, você vai precisar. — desligo.
Porra! Em quem eu posso confiar? Se ele tem pessoas dentro do F.B.I. com certeza já deve estar sabendo do meu plano, tenho que desviar a rota.Tenho que proteger a Karina.Decido ligar para Duca,um antigo parceiro meu, é como se fosse um irmão para mim.
Duca! -exclamo.
Pedro? Por que tá me ligando? VOCÊ TA NUMA MISSÃO!- ele sempre muito certinho, com certeza já viu que tem coisa errada.
Código TRÊS MEIA ZERO,traidores. — falei, com convicção.
Como tem certeza disso? -Duca estava com a voz nervosa
Esse telefone com certeza está grampeado, assim que puder ligo novamente, dando mais informações.
Aguardo informações, pedroso! Boa sorte.-sempre , ele sempre foi meu amigo, desde o treinamento para o F.B.I.
Tudo bem Duca, até mais irmão! -e desliguei.
Subo até o andar de cima, tenho que falar co Karina,temos que mudar a nossa rota.Bato na porta.
Karina POV
Eu estava saindo do banho, enrola na toalha quando Pedro bate na porta, ele não pode esperar?Merda.Abro a porta emburrada.
Você não pode esperar não? — falo, brava.Ele fica olhando para o meu corpo, durante uns segundo, balança a cabeça como se tivesse saindo de um transe.
Temos que sair daqui,hoje de madrugada iremos voltar para a estrada.-falou sério, autoritário.
Por quê?Você tá louco? O plano não é esse, que porra é essa Pedro! — eu grito, xingo.Ele me empurra pra dentro do banheiro.
Primeiro Karina, cala a boca! Segundo, coloca uma roupa antes que eu não responda por mim, e terceiro, te explico no carro. — ele estava virando de costas, mas eu o puxo.
Ah é assim? Me manda calar a boca e sai como se eu fosse qualquer uma? Não, tu só vai sair daqui — falei, enquato trancava a porta do banheiro — Depois de me explicar direitinho essa história, Agente Ramos.
"coloca uma roupa antes que eu não responda por mim" essa frase me arrepiou,realmente estar trancada com ele no banheiro não foi a minha melhor ideia.Ele sentou na privada, e colocou as mãos na cabeça.
Karina, isso é sério, sem birra, não temos tempo para perder.- ele fala preocupado, ele realmente estava mal, um misto de medo com preocupação, nunca tinha o visto assim.
Pedro, o que está acontecendo? — falou indo até ele, tiro suas mãos de sua face, e o levanto, fazendo-o ficar de pé olhando nos meus olhos.
O assassino sabe do plano, ele tem agentes dentro do F.B.I., estamos correndo perigo.
Eu não sei exatamente o porque, mas eu o beijei.Ele não retribui no começo, acho que pela surpresa, mas logo estavamos nos beijando intesamente, ele me empurrou contra a porta com agressevidade, nesse momento jurei que ele iria me xingar, mas ele não falou nada, apenas veio até mim, começou a apertar meu seio direito por cima da toalha com voracidade, enquanto beijava meu pescoço, aquilo deixaria marcas com certeza.
Pedro vai com calma — falei, entre gemidos,ele estava sendo agressivo,selvagem.
Cala a boca — ele falou, me olhando nos olhos, ele me puxou pra cima, fazendo-me que prendesse minha pernas na sua cintura, ele me prensou contra a porta do banheiro, ficando com as mãos livres.
Eu ainda estava com a toalha, ele começou a passar umas das mão na minha intimidade enquanto nos beijávamos, logo ele estimula meu clitóris,tapando meu gemidos com os beijos.Eu o empurro e ele cai sentado na privada novamente, eu tiro a toalha ficando nua, e ele fica me observando, me comendo com os olhos, pelo menos por enquanto.
Pedro, está esperando o que?-falei, eu estava nua e e ele cheio de roupa, isso está errado.
Ah claro -ele fala,tira a roupa, ficando nu, fez isso olhando nos meus olhos, o que me deixou mais exciada.
Senta — ordenei.
Ele sentou, com as pernas abertas, e eu meio que decidi ser uma boa mulher e agradar meu amigo, me ajoelhei, e comeceu a passar a lingua por toda a extenção de seu membro, olhando fixamente para ele, que etsva de olhos fechados e arfando, quando eu coloquei tudo na boca, ou pelo menos o que deu, ele urrou de prazer.
Ka ri na -ela gemeu e segurou meus cabelos, me fazendo engolir ainda mais,e então ele gozou, me fazendo engolir tudo.
Eu estava levantando e indo abrir a porta mas Pedro puxou meu braço
Você isso e depois vai embora como se eu fosse qualquer um? -fala, imitando-me a minutos atrás, não consigo deixar de sorrir.Antes que eu pudesse dizer algo, ele me puxa para um beijo.
Depois de uns minutos de carícias,sinto a ereção de Pedro em minha coxa, ele senta na privada e eu sento em cima de seu membro.
Pedro deferia tapas na minha bunda, enquando eu subia e descia, rebolava,eu mordia o pescoço dele.
Vai gostosa! — ele ordena.
Eu não estava mais me controlando, fechei meus olhos, e me concentrei em subir e descer, enquantp Pedro apertava minhas bunda, ambos gemíamos.
Pe dro e u vo u go zar goxx to so! -falei entre gemidos e cheguei ao meu clímax.
Pedro me levantou e levou até o box do banheiro, onde transamos mais uma vez, que homem gostoso puta que pariu.
A essa altura o desejo era mais forte que tudo.
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