Notas iniciais
OOOI MEUS POMPOSOS!!11!1!! Boas vindas aos novos leitores, vocês todos moram no meu coração '3' Obrigada pelos comentários do capítulo passado, foram muitos, exalei felicidades hasdahsudhuasd. Espero que gostem :3

Lucy observava atonita as chamas consumirem o sofá, até que dando conta da gravidade da situação saiu em disparada em direção ao banheiro em busca de um balde com água. Enquanto isso Happy voava descontoladamente pela sala gritando em desespero:

‘’FOGO! FOGO! ‘’

A loira suspirou pesarosa tentando com todas as forças não jogar a mesa de centro agora em direção do gato, como se ela precisasse de alguém gritando ‘’fogo’’ quando as labaredas crepitavam bem a sua frente atingindo quase dois metros de altura. Natsu tentara ajudar, mas ela logo o enchotou para fora, se o deixasse ajudar era capaz da casa inteira acabar em chamas.

Terminando de apagar o fogo, Lucy observa o amontoado cinzento a sua frente que um dia fora um sofá, senta no chão, exausta por correr desesperada de um lado para o outro apagando o fogo, Happy ainda voava de um lado para o outro com as patas na cabeça gritando, não aguentando mais a loira agarra o objeto mais próximo, parecia um dos sapatos de Natsu que sempre estavam jogados pela casa e então o lança acertando em cheio o Exceed azul que despenca ao seu lado.

– Já apaguei neko baka, ve se acalma agora – falou a maga cansanda para em seguida esconder a cabeça nos joelhos.

– São chutes, colheradas e agora um sapato, Luxy você é a face do mal – reclamou o pobre gato esfregando a barriga, onde fora atingido.

–Já posso entrar?

A maga levanta a cabeça ao ouvir a voz de Natsu, logo o encontra na porta, o receio que ele tinha de entrar era evidente, afinal, há poucos minutos ela jogara uma mesa de centro, Natsu tinha toda razão de estar com medo.

– Pode entrar Natsu, desde que não termine de incendiar o resto da casa você pode entar.

–Dou a minha palavra.

Com isso o rosado entra, se mantendo á uma distância segura de Lucy, uma mesada por dia era o suficiente. Olha para o estrago e coça a cabeça, pesaroso.

– E lá se foi uma das minhas lembranças prediletas.

– Lembrança? – Indaga Lucy.

– Sim. Você não lembra Luce? Esse era o sofá do Duke Everlue. Nossa primeira missão, cara eu realmente gostava dele.

– Aye, era macio e bom para guardar peixe!

– Para você tudo é bom para guardar peixe. – Falou a loira com uma gota enorme atrás da cabeça.

Lucy não sabia se ficava feliz por Natsu achar a primeira missão deles algo digno de se ter uma lembrança ou se perguntava como diabos ele pegara o sofá do Duke. Optou pelas duas.

– Natsu como raios você levou o sofá embora?

– Um ninja nunca revela suas façanhas. – Respondeu com um sorriso matreiro. O mago sabia ser enigmático quando queria.

Lucy suspira e se levanta, estava exausta e já era noite, ainda precisava fazer o jantar, não se arriscaria pedir para aqueles dois, se matar uma barata resultara naquilo não queria nem imaginar o que um jantar causaria.

– — — — — — -

Terminando seu banho Lucy vai para o quarto, tinha se esquecido de pegar as drogas das roupas, enrolada em uma toalha a loira abre a porta do banheiro dando de cara com Natsu deitado na cama trajando apenas uma bermuda laranja, olhando para o teto com as mãos atrás da cabeça, pensativo.

– O que está fazendo aí?

– Como assim O QUE eu estou fazendo aqui, eu vou dormir aqui, esqueceu que o sofá pegou fogo? Talvez deva visitar um médico, sua memória anda curta ultimamente – responde brincalhão.

Lucy logo sente seus sentimentos surtirem efeito pelo seu corpo, suas pernas fraquejaram o tom escarlate se apegara ao seu rosto de uma maneira onde parecia que ele nunca mais a abandonaria. Só Kami a segurara naquele momento para que não caísse dura no chão. Quer dizer, eles já haviam dormido juntos inúmeras vezes, volta e meia a loira acordava com um certo rosado roncando ao seu lado, mas dessa vez a maga estava totalmente ciente do que realmente sentia por Natsu, e isso de certa forma, mudara tudo ao seu ponto de vista.

‘’ Mas os sentimentos de Natsu não mudaram, tenho que me acalmar, afinal, tudo está normal, a única coisa que mudou fui eu. Por que eu tinha de estar apaixonada justo por ele? Quer dizer, é só o Natsu. Não tem nada demais em dividirmos a cama, isso acontece todo tempo! Mas por que agora estou tão... Inquieta?’’

Fazendo um grande esforço, Lucy submerge de seus pensamentos, talvez estivesse ficando louca, mas o mago não precisava saber disso. Encara Natsu por um tempo, até que se da conta de sua situação, de repente ser vista de toalha por Natsu se tornou uma coisa extremamente constrangedora.

– É, é claro. O quê médico? Médico vai precisar você depois da pancada que eu vou te dar se insinuar que eu estou senil, ou gorda ou tentar colocar fogo na casa de novo e...

– Ei eu matei a barata não matei? Não há ninguém que mate mais morta do que eu matei! – falava Natsu ofendido, já de pé em cima da cama apontando acusadoramente a loira a sua frente.

Assim se seguiram vários minutos de discussões alá Natsu e Lucy, sinônimo de algo desprovido de sentido, até que em meio à um argumento Natsu cala-se de repente, arregalando os olhos ele fica imóvel e extremamente corado.

– O que foi Natsu? Ficou sem argumentos? – Questiona zombeteira, ah vitória, doce vitória.

O rosado apenas balbucia, e apontava para o chão, Lucy segue o olhar para onde o mago indicava se deparando com a toalha que até pouco cobria seu corpo, que agora se encontrava totalmente exposto.

Não havia palavras para comparar a cor do rosto de Lucy, nem o grito que deu logo em seguida muito menos explicar o porquê de jogar um abajur em Natsu derrubando-o da cama. Lucy apenas gritava e atirava coisas.

– Que gritaria é essa? LUXY NATSU! VOCÊS JÁ ESTÃO... Eu sabia, sabia que vocês se goxxtavam! –declarava o gato surgindo no quarto para logo em seguida receber um chute da loira.

– LUCE C-CALMA! – gritava Natsu, que cobria os olhos e ao mesmo tempo tentava desviar das coisas que a maga jogava incansávelmente, agarrando o lençol da cama ele joga em direção da loira – TOMA, TOMA!

Lucy se cobre rapidamente e corre em direção do banheiro trancando a porta atrás de si, escorrega até cair sentada no chão, sua vergonha ultrapassava os limites da razão.

Estava arrependida de ter atacado Natsu, ela ficara sem ação, não sabia o que fazer, então como sempre perdera o controle e começou a jogar coisas nele, desde que descubrira seus sentimentos por Natsu vinha agindo como uma completa idiota, o que resultava em brigas e mais brigas. O plano era contar a ele que o amava não o matar com um abajur ou algo parecido.

– Sou uma completa imbecil, por que eu tenho que agir totalmente contrária ao que eu sinto? Nande? Nande¹?

Logo, lágrimas rolaram silenciosas, devastadoras. Não sabia o que fazer, estava perdida, estava assustada e só o que fazia era machucar a pessoa que amava.

Uma batida na porta à tira de seus devaneios.

– Luce, eu vou deixar sua roupa aqui na porta, eu e Happy vamos para cozinha para você se trocar, me er, desculpe, eu não queria, quer dizer... Me desculpe.

Passos foi se distanciando da porta, Lucy estica a mão destrancando a porta a fim de pegar as roupas deixadas por Natsu, agarra a camisola e fecha porta rapidamente. Praguejava por sua atitude e pela síndica ter pegado seu pijama a deixando com uma mísera camisola que mal cobria metade de suas coxas.

– Aquela velha conseguiu guardar metade das minhas roupas naqueles peitos, droga!

Saindo do banheiro Lucy se depara com a cama já arrumada e para sua surpresa (e talvez decepção) havia uma espécie de murada de almofadas que dividia a cama em duas.

– JÁ TERMINEI!

Natsu surge na porta, indo em direção da cama sem falar uma palavra. Lucy apaga as luzes e dirigiu-se para cama também, dando falta de Happy e desconfortável com o silêncio que se instalava no local a loira indaga:

– Onde está Happy?

– Ah, ele disse que não queria que seus olhos fossem maculados. Eu não entendi o que ele quis dizer, você entendeu?

– Não. – Mentiu em resposta, ela sabia do que o Exceed estava falando e dava graças que a lerdeza de Natsu.

Se virando em direção da muralha de almofadas, Lucy engole em seco se preparando para pedir desculpas, coisa que ela péssima em fazer.

– Natsu, g-gomen. Eu não devia ter jogado aquelas coisas em você, nem gritado, nem batido no Happy... Gomen².

– Tudo bem Luce, me desculpe pelo queixo, e por esconder a panela do almoço para não precisar lavar.

– Não foi nada... Espera... Você escondeu a panela???

‘’ Ok Lucy vamos lá, respira, se acalma, sem violência lembra? ‘’

– Não tem problema Natsu, ela irá estar na pia esperando por você amanhã.

Ouviu-se um ‘’Tsc’’ da parte do Rosado, então o silêncio se fez presente mais uma vez.

– Lucy?

– Hm? – respondeu a loira sonolenta.

– É bom estar com você.

Notas finais
Nande = Por que. Gomen = vulgo de Gomenasai, que quer dizer desculpas. ( Vou fazer um vocabulário, um leitor pediu para eu não usar o japonês, mas minha carne é fraca e não consigo, então farei um vocabulário). -------- Gente comentem, quero saber o que estão achando da estória! -------- Fatos da vida 1 = Fiz 16 essa semana ( dia 8 ), já posso assistir filmes com classificação indicativa para 16 anos lol hsauhsdasudhuadshudsuadshuasd (sarcasmo detect!!! asdygasdgasdygasdyagygdgyasgdy) Fatos da vida 2 = Estou apaixonada por B.A.P, vocês não tem noção huahuahuauahua, estou casada e com 27 filhos do Zelo, poisé. Fatos da vida 3 = A escola tá hard 666 from Hell, não pensem que eu abandonei a fic se demorar para postar ok? Fatos da vida 4 = Estou em depressão, 1D está no Brasil e B.A.P vem mês que vem e bem... fã pobre é foda. Bem, até o próximo '3'