Na Noite mais Escura

11 O retorno do Motoqueiro Noturno - parte 2


Depois de deixar Kagome na Cia de Houjo, Rin estava de volta ao Grupo Naraku e ao entrar no prédio, o celular dela toca, era o marido dela. RIN – Fale, Sesshoumaru. SESSHOUMARU – Eu pensei melhor e acho que seria uma boa idéia ver a Satsuki, já que ela não está passando bem. RIN – Então quer que eu acompanhe Kagura até a casa dela? SESSHOUMARU – Se não for pedir muito, eu quero que alguém da minha confiança me diga como ela está, ela é minha filha e... RIN – Eu entendo, amor, pode deixar que vou eu mesma vê-la para você. (sorrindo) – E como estão as coisas por aí? SESSHOUMARU – Estou esperando uma fonte, acho que ela chegou, te ligo depois, amor. Sesshoumaru, que estava em um terreno baldio em Yokohama, desliga o celular ao ouvir o som de um carro chegando, ele estava certo, um carro apareceu e estacionou na sua frente e enquanto isso, InuYasha e Jakotsu estavam andando de carro para o centro da cidade de Yokohama. INUYASHA – Não deveríamos ir mandar alguém ficar no porto? JAKOTSU – Mais importante do que o carregamento de hoje é alista que você vai consegui de Juroumaru. (ele dirigia o carro) INUYASHA – Ok! (ele ficou pensativo observando o nada) JAKOTSU – O que foi? (percebendo a distração dele) INUYASHA – Não foi nada. JAKOTSU – Vamos querido InuYasha, pode se abrir comigo. INUYASHA – Olha, eu já falei para... JAKOTSU – Parar de chamá-lo de querido, não é? Desculpe-me, é força do habito, mas mesmo assim vejo que está distraído com alguma coisa e está assim desde que falou com sua esposa. INUYASHA – Foi sim! (ele olha para baixo) – Minha esposa não pode ter filhos. INUYASHA – Isso te deixa mal? INUYASHA – Sim, mas não por mim, eu não me importo dela não poder engravidar, só que ela fica se martirizando com isso, ela acredita que o vazio no nosso casamento é a ausência de um filho e isso a machuca muito. JAKOTSU – Eu lamento. INUYASHA – Eu lamento mais do que ninguém. JAKOTSU – Percebo. (ele estaciona o carro) – Chegamos! Jakotsu estaciona em frente a uma mansão em um bairro nobre da cidade de Yokohama e tanto ele como InuYasha observam a residência ainda dentro do carro. JAKOTSU – Vamos recapitular o plano. INUYASHA – Eu vou entrar na mansão como um dos capangas de Juroumaru. JAKOTSU – Isso! Você vai substituir um capanga que nós pegamos. (ele da cartão a ele) – Esse é o cartão de acesso à mansão que conseguimos do capanga. INUYASHA – A minha missão é ganhar a confiança de Juroumaru para que ele nos diga o nome de todos seus clientes. JAKOTSU – Então vai lá. InuYasha desce do carro e vai para uma entrada lateral da residência, previamente reconhecida, para usar o cartão de acesso e depois de feito isso InuYasha entra na mansão e logo da de cara com Juroumaru. JUROUMARU – Você é novo por aqui? Eu não me lembro de você. INUYASHA – Isso porque devo ter deixado o cabelo solto. (sorrindo) JUROUMARU – Sei... corte-o, não gosto de cabelos compridos... está atrasado! Vá se juntar aos outros na sala. INUYASHA – Sim senhor. InuYasha ficou aliviado por Juroumaru não desconfiar dele e assim ele se juntou aos outros capangas na sala de jantar e lá, Juroumaru começou a falar. JUROUMARU – Como todos sabem, hoje vai acontecer um descarregamento de armas contrabandeadas da China, soube também que membros da polícia e até do próprio governo desconfiam dessa operação, por isso preciso que fiquem atentos... isso é tudo! Depois de discursar, Juroumaru entrou, sozinho, em uma sala da mansão, InuYasha ficou observando com atenção e deduziu que era ali que ele devia negociar com os clientes e por isso procurou um lugar mais isolado na casa e usou o celular para falar com Jakotsu. JAKOTSU – Fale, InuYasha. (ainda dentro do carro) INUYASHA – Ele não desconfiou de mim, acho que posso resolver tudo ainda hoje. JAKOTSU – Cuidado, InuYasha, não vai se precipitar, o que pretende? INUYASHA – Eu posso acessar o computador dele e conseguir a senha. JAKOTSU – Impossível! Esse acesso deve estar bloqueado por uma senha secreta, não vai conseguir descobrir a tempo. INUYASHA – Eu nem vou precisar, isso se ele já estiver negociando. JAKOTSU – Assim ele vai descobrir que é um espião, ficará exposto. INUYASHA – Eu sei me cuidar, falo com você depois. InuYasha volta para a sala onde estavam alguns capangas e então InuYasha esperou o momento certo e golpeou um por um, todos separadamente, sem chamar a atenção dos capangas do lado de fora e assim ele entra, sorrateiramente, na sala onde estava Juroumaru, que mexia no computador e assim consegue surpreende-lo. JUROUMARU – O que você quer? INUYASHA – Nada! InuYasha da um soco em Juroumaru fazendo-o desmaiar e assim ele senta na cadeira e começa a digitar e como ele esperava, Juroumaru estava mexendo nos arquivos secretos, por isso não foi preciso digitar a senha e somente baixar a lista de todos os clientes dele e enquanto isso, Sesshoumaru estava no porto de Yokohama. SESSHOUMARU – Droga! (olhando para o relógio) — Até agora nada! Sesshoumaru estava no local por causa da dica de uma fonte que dizia que iria haver um descarregamento de armas naquele local, por isso não parava de olhar o relógio, o navio parecia atrasado, até que finalmente ele é avistado de longe e assim, Sesshoumaru se aproxima ainda mais para fazer uma matéria jornalística de grande impacto, fazer o flagrante do maior contrabando de armas já visto na história do Japão. SESSHOUMARU – “O chefe vai adorar essa matéria, vai ser primeira página.” (pensando) Sesshoumaru se coloca em um local estratégico para enviar fotos com seu celular e quando o navio finalmente ancora, o jornalista se aproxima sorrateiramente na embarcação e quanto ia abre uma das caixas transportadas, ele tem uma surpresa ao ver a carga. SESSHOUMARU – Peixes?! (ele começa a mexer no interior da caixa) – Não há nada aqui! Só peixes. Sesshoumaru começa a abrir as outras caixas e nelas haviam somente peixes, por um instante o jornalista pensou estar em deck errado, mas o número conferia com o dado pela sua fonte e naquele momento, um empregado do porto vê o intruso. EMPREGADO – O que está fazendo aqui? SESSHOUMARU – Não é nada, meu amigo. EMPREGADO – Não sou seu amigo! Você não trabalha aqui. SESSHOUMARU – Eu já estou indo. (ele passa pelo empregado) EMPREGADO – Espere aqui que eu vou chamar a segurança do porto e... Antes que o empregado completasse a frase, Sesshoumaru correu para seu carro para fugir daquela situação constrangedora, mas o que mais o aborrecia era que ele não tinha conseguido a tal matéria que tanto trabalhou para ter, isso deixaria ainda mais mal com seu chefe. SESSHOUMARU – “Como pude passar por uma situação dessas?” (pensando e dirigindo) Enquanto dirigia, Sesshoumaru limpava sua roupa que estava cheia de pedaços de peixe e o cheiro também estava impregnado nele e enquanto isso, InuYasha, depois de derrotar todos os capangas voltou para o interior da mansão para pegar Juroumaru, já amarrado e amordaçado. INUYASHA – Eu só posso levar um, então você é o escolhido. (sorrindo) JUROUMARU – Hun! Hun! (tentando falar) INUYASHA – Disse algo? Esquece. InuYasha ria e fazia piada com a situação de Juroumaru e assim ele levou o negociador para Jakotsu, que já tinha mandado chamar um furgão para levá-lo e dentro desse mesmo furgão saiu vários homens. JAKOTSU – Cuidem dos capangas. (os homens vão para o interior da mansão) INUYASHA – Esse foi especial. JAKOTSU – Você não para de me surpreender, querido InuYasha, conseguiu algo que achei que ia demorar dias. INUYASHA – Eu tive sorte. JAKOTSU – Sorte é a soma de oportunidade com competência, coloque ele no furgão. (e é o que ele faz) INUYASHA – E agora? JAKOTSU – Eu vou levá-lo para uma agência do governo para que eles o interroguem sobre o descarregamento. INUYASHA – E essas armas? Não seria melhor alguém cuidar disso. JAKOTSU – Não se preocupe, nós já cuidamos disso. (ele tira um cheque do bolso e da à InuYasha) – Aqui está a gratificação. INUYASHA – Já? (ele pega e olha o valor) – Tudo isso, mas é mais do que o salário e... JAKOTSU – Isso não tem nada a ver com seu salário, é uma comissão, você mereceu. INUYASHA – Eu nem sei o que dizer. JAKOTSU – Então vá para casa, comemore com sua família, leve sua esposa para um lugar bacana, sei que vai pensar em algo. (sorrindo) INUYASHA – Eu vou fazer uma surpresa para Kagome, ela merece passar por bons momentos. JAKOTSU – Eu te daria uma carona para casa, mas tenho que levar esses sujeitos para a justiça. INUYASHA – Não se preocupe, eu volto de trem para Tóquio. JAKOTSU – Ok! (ele entra no carro dele) – A gente se vê em outra oportunidade. InuYasha, todo sorridente, se despede de Jakotsu e vai andando até a estação de trem, que ficava á poucos metros dali, ele estava ansioso para rever a esposa e contar que os problemas financeiros seriam coisas do passado e quando descia as escadas para o setor de embarque, ele vê Kikyou saindo do trem que tinha chegado à estação, ela também o vê e os dois começam a conversar. INUYASHA – Mas que surpresa encontrá-la. KIKYOU – Eu moro nessa cidade, esquece? Estava acompanhando meu patrão na reunião com o Grupo Naraku. (ela da um sorriso irônico) — Surpresa é vê-lo aqui, o que está fazendo em Yokohama? INUYASHA – Estou à trabalho. KIKYOU – Eu soube que estava passando por dificuldades. INUYASHA – Você falou no tempo certo, estava, não estou mais! KIKYOU – Que bom! (ela sorri para ele) – Puxa, a gente não se vê há tanto tempo. INUYASHA – Nem me fale. (ele percebe o sorriso dela) – Você me parece ótima, eu nunca te vi sorrindo desse jeito. KIKYOU – Eu também estou passando por uma boa fase. (ele percebe a chegada do trem) INUYASHA – Olha Kikyou, eu bem que gostaria de continuar essa conversa, mas meu trem chegou e não quero perde-lo. KIKYOU – Apareça lá em casa qualquer dia, o Miroku tem o meu endereço e traga a Kagome e o Shippou. INUYASHA – Pode deixar. InuYasha foi correndo para o interior do trem sob os olhares de Kikyou, que parecia feliz com seu relacionamento com Onigumo e enquanto isso, em seu quarto de hotel, Sesshoumaru falava, por telefone, com Rin, que estava na casa de Kagura a pedido do marido. SESSHOUMARU – E como está a Satsuki? (se secando depois de tomar banho) RIN – Ela está bem, está com as amigas no quarto dela. SESSHOUMARU – Pelo menos ela está bem. (colocando a roupa) RIN – Amor, parece chateado, como foi com a matéria? SESSHOUMARU – Nada bem! Só consegui ficar com cheiro de peixe, é uma longa história, depois eu te conto. RIN – Ta! Você ainda vêm para o jantar com Kanna e Kohaku? SESSHOUMARU – Claro que vou, querida, já estou indo. RIN – Vêm logo, estou com saudades. SESSHOUMARU – Te amo. Depois de atender o telefonema de seu marido, Rin voltou para a sala, onde Kagura estava sentada no sofá. KAGURA – Era o Sesshy, não é? RIN – Sim. (ela fica de pé) – E não o chame assim, sabe que não gosto. KAGURA – Nós tivemos uma história no passado, não vai mudar isso. RIN – Eu vou me despedir da Satsuki. Rin vai até o quarto de Satsuki, que estava conversando com Mai, Neya e Sayaka, que ficaram preocupadas com o estado da amiga e por isso foram fazer uma visita. RIN – Satsuki, eu já vou indo. SATSUKI – Pode ir. (não dando atenção a ela e sim para as amigas) RIN – Quer deixar um recado para seu pai? SATSUKI – Não! Quando eu quiser falar com meu pai, eu ligo para ele, não preciso de você, vai de uma vez! RIN – Ok! Tchau. Rin sai do quarto, fechando a porta em seguida, deixando Satsuki sozinha com suas amigas. MAI – Nossa, Satsuki, você não exagerou com sua madrasta. SATSUKI – Eu não, é ela que fica pegando no meu pé. NEYA – Ela parece tão boazinha. SATSUKI – Essas são as piores, não sei o que meu pai viu nela, a minha mãe é muito melhor. SAYAKA – Mas voltando ao assunto anterior, o que vai fazer com o Hiro. SATSUKI – Eu não quero ver aquele safado nunca mais. MAI – Eu nunca poderia esperar isso dele, ele parecia um rapaz tão sério e correto. SATSUKI – Eu sei. (ela fica com um olhar triste) – Se não fosse o Shippou, não sei o que seria de mim. NEYA – Depois do que me contou, até fiquei arrependida de rir dele quando ele foi jogado da escada pelo Ukyo. MAI – Todos riram dele. SATSUKI – Mas isso foi injusto da parte de vocês, meninas, o Shippou é meu amigo. MAI – Deve ter sido ele quem acionou o alarme de incêndio, ele foi muito corajoso. SATSUKI – Foi sim, eu nunca pensei que ele tivesse essa coragem. Satsuki começava a olhar Shippou de maneira um pouco diferente e enquanto isso Rin saia da casa de Kagura. KAGURA – Por que a pressa, Rin. RIN – Eu tenho um jantar com Kanna e Kohaku. KAGURA – Ser amiga da chefe tem suas vantagens. RIN – Até amanhã, Kagura. Rin não suportava a ironia de Kagura, a mãe de Satsuki sabia como irritá-la e depois de ver que a esposa de Sesshoumaru tinha ido embora e perceber que Satsuki estava entretida com as amigas, Kagura foi até a sua sala, trancou a porta e ligou para Jakotsu que estava acabando de chegar à base de operação. JAKOTSU – Fale, Kagura. KAGURA – O plano correu bem? JAKOTSU – Muito bem! Você estava certa, o Sesshoumaru estava no porto esperando o desembarque, foi ótima idéia antecipar a chegada das armas. KAGURA – Eu queria ver a cara do Sesshoumaru quando ficou no meio dos peixes. (rindo) JAKOTSU – A carga foi levada para o local indicado. KAGURA – Ótimo! JAKOTSU – Mas o Sesshoumaru ainda pode ser um problema, ele está chegando perto. KAGURA – Pode deixar que com o Sesshoumaru, eu resolvo. JAKOTSU – O que vai fazer? KAGURA – Eu não posso passar os detalhes por telefone, a Tsubaki vai até aí e ela dirá os detalhes da minha ação contra Sesshoumaru. JAKOTSU – Ok! A gente se fala depois. Kagura desliga o celular e fica feliz com o sucesso de seu plano e enquanto isso, Jakotsu, depois de falar com Kagura, desce do carro e vai até o furgão e em seguida liberta Juroumaru, que parecia irritado. JUROUMARU – Ele me golpear não fazia parte do plano. (ele desce do furgão) JAKOTSU – Não seja bobo, saiu melhor do que eu esperava. (sorrindo) JUROUMARU – Espero que me paguem um extra depois do que me aconteceu. JAKOTSU – Você sabe que será bem recompensado, as armas já foram para o local indicado. JUROUMARU – Então eu vou para lá arrumar tudo. JAKOTSU – Ok! E leve seus homens, nós já temos as armas, agora só falta os explosivos, C4 de preferência. JUROUMARU – Isso nós podemos conseguir aqui mesmo no Japão. JAKOTSU – Então faça. Juroumaru pega um outro carro no local e sai, toda aquela operação foi uma farsa para enganar InuYasha, mas ainda não dava para saber qual o motivo. MAIS TARDE Já em casa, InuYasha contava para Kagome e Shippou as novidades sobre seu trabalho durante o jantar. KAGOME – Eles te deram tudo isso? (olhando o cheque) INUYASHA – E isso é só uma comissão, o salário não é incluído. KAGOME – Então eles te adoraram? Isso é tão bom amor. (dando um beijo nele) SHIPPOU – Isso é bom. INUYASHA – Não, Shippou, isso é ótimo, acho que até vou conseguir pagar o que devo ao Miroku. KAGOME – Que bom que as coisas começaram a se ajeitar, nós merecíamos isso. INUYASHA – Ainda bem que tenho você. (ele segura na mão da esposa) KAGOME – Sempre estarei com você, meu amor. SHIPPOU – Acho que chegou minha hora. (ele se levanta da cadeira) – Vou deixá-los a sós. (sorrindo) KAGOME – Exatamente, tem que acordar cedo amanhã. Shippou sobe para o quarto dele, deixando o casal sozinho. INUYASHA – O Shippou já está ficando mais esperto. (sorrindo maliciosamente) KAGOME – Eu sei. (ela se senta no colo dele) – Eles crescem tão rápido. INUYASHA – Kagome, você ainda me parece um pouco abatida. KAGOME – Sim, o resultado do exame me deixou para baixo. INUYASHA – Mas eu sei o que pode deixá-la para cima. (ele se levanta com ela no colo) KAGOME – O que vai fazer? INUYASHA – No quarto eu te digo. (com um sorriso malicioso) KAGOME – Eu já estou me sentindo melhor. (com um sorriso mais malicioso ainda) INUYASHA – Essa é a idéia. InuYasha leva Kagome para o quarto deles, eles queriam comemorar só entre eles as boas notícias e enquanto isso, em um restaurante no centro de Tóquio, os casais, Sesshoumaru & Rin e Kohaku & Kanna, desfrutavam de um delicioso jantar. RIN – Estava ótimo, Kanna. KANNA – Eu venho muito a esse restaurante, é o Kohaku que não está acostumado. (rindo enquanto beijava o marido) KOHAKU – Sei. KANNA – O Sesshoumaru é que não me parece bem. SESSHOUMARU – Problemas no trabalho, isso eu resolvo. RIN – Não vamos falar em trabalho. (tentando trocar de assunto) – Eu vou retocar a maquiagem. (ela se levanta) KANNA – Eu vou com você, amiga. (ela se levanta também) – Não falem mal da gente na nossa ausência, rapazes. KOHAKU – Assim você até me ofende. (sorrindo) KANNA – Não seja bobo, Kohaku, é só brincadeira. (dando um tapinha nas costas dele) – Nós já voltamos. Kanna e Rin foram para o toalete, deixando Kohaku e Sesshoumaru a sós e por isso o jornalista aproveitou para se manifestar. SESSHOUMARU – A dica que você me deu, não se confirmou. KOHAKU – Como assim? Eu dei o lugar exato do desembarque, você é que deve ter errado. SESSHOUMARU – Eu não errei nada! (socando a mesa) – Eu não sou nenhum amador, sua dica é que foi furada. KOHAKU – Então acha que inventei isso? SESSHOUMARU – Acho que está escondendo coisas de mim, você me procurou por ajuda há dois anos, eu disse para procurar Kouga e Ayame. KOHAKU – E daí? SESSHOUMARU – Daí é que desde disso, tanto Kouga quanto Ayame tem me evitado, acho que são eles é que estão te ajudando a conseguir informações de dentro do Grupo Naraku e você não quer me falar para não prejudicar sua esposa. KOHAKU – Pense o que quiser, mas alguém deve ter descoberto e adiado o embarque. SESSHOUMARU – Isso já era! Nem quero mais saber. (ele nota que as garotas estavam voltando) – Vamos deixar as garotas fora disso, ok? KOHAKU – Ok! Kanna e Rin voltaram para seus sorridentes maridos, agora ficamos sabendo que Kohaku era a fonte de Sesshoumaru, isso mostrava que alguém do Grupo Naraku estava envolvido no contrabando de armas, Kohaku só não queria que aquilo chegasse a Kanna, ele queria pegar Onigumo, a quem ele achava ser o verdadeiro culpado. Próximo capítulo = Comportamento estranho – parte 1