Na Minha Mente

1 Capítulo : Paciente N.431 : Egocentrismo


Notas iniciais
esse capitulo e dedicado a meu amigo Leonir que me disse certa vez que sentia como se tudo fosse invenção de sua cabeça.
e meu bom amigo Sávio que fez o favor de corrigir erros de sintassi e português valew grande panda
Esperem que gostem!
o vosso adorável sem tempo Viktor

Gravação numero 032, Hospital para afetos de doenças mentais e bloco prisional de assassinos com distúrbios mentais agressivo "Grancasa" Dr.Cletus kassady:

–É meu quarto dia na Grancasa mais já me parece uma vida que estou aqui, este lugar e realmente esquálido, as paredes estão tão sujas que e difícil dizer qual era a sua cor original, o chão exala um cheiro tão forte de amônia que se desmaiasse de um momento para o outro não me surpreenderia, o teto e verde claro mas esta coberto por rachaduras a meu ver é muito provável que possa cair enterrando nós todos antes que possa curar um desses pobres indivíduos.

Depois de três dias dormindo nessa cama e assinando relatórios sobre a suposta ótima condição desse “Hospital” me é claro como meu predecessor Dr. Ashe Kafka tenha decidido rasgar seu próprio pulso com os dentes, afinal ele dirigiu esse lugar por bons dezoito anos e sinceramente só o fato dele restar aqui por mais de dois anos deveria ser considerado um sintoma de loucura. Mas não esta a mim julgar procederas de meus superiores, tenho coisas mais importantes al qual pensar.

Estou me dirigindo para a cela do paciente N.431: James furuwit.

O senhor furuwit é de origens oceânicas, um australiano que morou no sul da França por 10 anos, durante esse período nunca apresentou sérios problemas até duas semanas atrás quando entrou em uma igreja e matou 15 pessoas gritando abre aspas “Nada e real, o problema não são vocês o problema sou eu” fechar aspas, o motivo de tal ação não foi revelado mais vou tentar descobrir agora.

–Sr. Furuwit, EU posso entrar em sua cela para fazer algumas perguntas?-

–Você já ESTÁ em minha cela todos estão-

Obviamente vitima de devaneios já que estou do lado de fora e a porta ainda esta trancada talvez vitima da medicação muito forte, lembrar de controlar efeitos colaterais de soro da verdade utilizado durante a antiga gestão, como não tenho outros a minha disposição utilizarei este.

A porta esta sendo aberta e eu entro e me sento do outro lado do muro de vidro, deixo o gravador ligado. Assim não perco tempo fazendo anotações.

–Sr. Furuwik, fale-me um pouco de você-

–você quer dizer de nos? Doutor?-

–Não, entendo antes que chegasse aqui, conte-me das coisas que você fazia antes-

–Nos fazíamos você quer dizer doutor?-

Paciente aparentemente sofre de personalidade múltipla, somente suposições, espero erradas e sempre complicado lidar com esse tipo de pessoas, já que pode alterar a memoria do paciente a tal ponto de pensar que outra pessoa comete os crimes

–que seja, conte a vossa historia-

–Dr. Você se refere a Nossa historia? Meu nome é James Furuwik e sei que o senhor não e real! Tudo que vejo é uma farsa! Eu sei, sempre soube! Mais continuava a viver, gostava disso sabe.

O paciente encontra serias dificuldades a distinguir o real da suas fantasias, o curioso nesse caso e que ao contrario do convencional que seria acreditar em suas fantasias ele tende a deixar de acreditar em coisas reais.

–o que você realmente intende por farsa?-

–Essa e uma pergunta que me coloquei por 10 longos anos, eu realmente acreditava e se acreditava logo era real, certo? Não, errado uma coisa irreal continua sendo irreal mesmo se muitos acreditam nela, certo Dr?-

–certamente, mais quando exatamente deixou de acreditar?-

Ainda não entendo até aonde ele distingue o real da fantasia, mais tenho que estar ao jogo pois tenho que demostrar sueperioridade e quase onisciencia, os pacientes devem sentir que voce intende cada minimo detalhe de sua mente até mesmo antes deles falarem. Nota pessoal: a frase que acaba de pronunciar e certamente o ponto chave para a terapia.

–Me foi revelado, sim revelado! Sabe era um dia chuvoso e estava trabalhando quando machuquei minha mão, uma gota de chuva caiu sobre ela então entendi! Nada era real o cêu sangrava comigo, eu sabia que era assim sempre soube mais era tempo de fazer algo —

Distúrbio do paciente muito mais grave do que pensasse, acredita que o mundo inteiro e parte de sua psique! Um tanto egocêntrico direi, não e o momento para piadas, estou chegando perto da conclusão.

–e o que você fez? Então? James?

– Decidi me suicidar, tantos anos vivendo uma mentira, não pude suportar então decidi mi suicidar-

Creio que desta frase poderei escrever um livro, sempre melhor que o solido e tedioso manual sobre psicologia analítica, mais creio que nesse caso em particular quer dizer algo mais.

–se suicidar? E como exatamente decidiu fazer isso?-

–haha, no modo mais doloroso possível, entrei naquela igreja e simplesmente vi as coisas por aquilo que eram, todos eram EU, mi vi neles me dupliquei nas crianças nas mulheres nos sacerdotes e até no homem pendurado na cruz, foi bastante doloroso, mais um prazer, eu me desprezo muito, foi ótimo, ser assassino e vitima ao mesmo tempo, me massacrei, Me dilacerei, Me mutilei, arranquei meus próprios olhos, derramei meu sangue usei minhas próprias tripas para render o lugar mais hospital, e depois deitei e esperei a morte cercado por mim mesmo-

–mais está aqui vivo, não esta me sabe dizer por quê?

Esta pergunta teoricamente seria o bastante para fazer duvidar de suas teorias, e nessa duvida eu entrarei e o destruirei para recria-lo como un ser são.

–Sim claro, que sei! Matei uma mínima parte de mim naquele dia, muito di mim esta ainda por ai!, eu os criei e eu tenho que por fim a MIM! Terei que arrancar os órgãos ainda quentes de minha própria carne se quero morrer-

A duvida não surgiu, estou um pouco decepcionado tenho que admitir; Paciente N. 431: James Fukuwik, possível assassino em serie reabilitação pouco provável, candidato potencial para a lobotomia.


Notas finais
assim se conclui o capitulo 1 esperem que tenham gostado
se sim comentem seria uma ótima coisa.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.