Notas iniciais
Oie seus lindos, tesudos ♥ Tudo bem? Então, devido a falhas técnicas o capítulo ficou um pouco curto (nem tanto assim, mas ficou abaixo da média). Mesmo assim espero que curtam. Como eu acabei de entrar numa escola nova, não sei se vou me atrapalhar ou não nas postagens. Mas vou dar um duro danado pra postar certinho... Afinal, as pessoas que lêem aqui são minha família. Isso mesmo, vc que está lendo é minha família. Eu amo vcs. E vc em especial -que sabe quem é- espero te ver logo ♥

Fixei o olhar nas portas se abrindo, parece que tanto eu, quanto Draco e seu grupinho preferimos esperar todos descerem para evitar calor humano. Não quer dizer que eu não goste, mas multidões agora não seria uma boa pedida, considerando que estou um pouco enjoada.

Eles arrancaram os mantos da Sonserina e jogaram nos bancos bem like a boss, antes de começarmos a andar. E então eles estavam com roupas todas pretas. Góticos trevosos.

Draco: Pra onde acham que a novata vai? –Ele falou em um tom de brincadeira, que eu achei um pouco rude.

Crabby: Não sei... Seria bom pra Sonserina, não é?

Goyle: É, é! –Disse ele apenas concordando, sem um pingo de opinião própria.

Pansy: Pois eu acho que ela vai pra Lufa-lufa –A buldogue se pronunciou ao cruzar os braços e jogar o corpo um pouco pra direita, claramente provocativa –A casa dos bobões.

Todos deram risada; porém eu não conseguia entender porque existia uma casa para os “bobões”. E estava claro que ela queria me ofender –E conseguiu –Tanto que fechei o bico e revirei os olhos.

Emily: Ha ha. Muito madura, você.

Pansy: Cuidado com quem você fala. –Ela empurrou o dedo em meu peito, mas Crabby e Goyle deram um jeito de nos empurrar pra fora para sair do trem, e funcionou para que ela parasse com a palhaçada também.

Segui junto deles porém um pouco mais pra trás. Como quando você está numa calçada e seus amigos vão na frente porque a calçada é estreita. E você se sente o excluído, diferentão, trevoso... A mão da gillette chega a tremer.

Estava um tempo meio chuvoso, mas não estava chovendo. Ou seja, você sentia o sereno da noite, mas não quase não molhava. Não sei se isso é considerado chuva... De qualquer modo, estava nublado e um pouco frio. Eu podia sentir minha pele gelada, e só aquela capa que havia comprado não dava conta.

Passamos por dois meninos e uma menina, e Draco não segurou a língua. Disse algo sobre o ministro, que deixou livre um desses meninos. Mas eu não entendi bem. O clima não era agradável.

Todos pareciam estar sentindo igual, então não perdi meu tempo em reclamar. Principalmente porque essa tal de Pansy é uma nojentinha, e iria aproveitar para fazer alguma piada de mal gosto. Que nem vou considerar piada, porque pra ser piada tem que ter graça.

Logo os alunos do primeiro ano foram chamados para irem de barco até Hogwarts, se separando assim dos alunos mais velhos.

Acenei para eles, que pareceram nem notar minha saída e segui junto dos novos alunos, dessa vez acompanhados por um homem bem grande e barbudo, até alguns botes que haviam ali perto.

Assim que subimos, comecei a admirar os arredores, e tentar me acostumar, afinal. É muito estranho tudo isso, é novo demais... Não digo que é ruim. Mas é desafiador, e vai exigir muito da minha vontade e da minha interação social –Que, convenhamos, não é das melhores.

Estava escuro, e as árvores na borda do lago pareciam bem sombrias.

...

Assim de desembarcamos, andamos alguns metros e logo demos de cara com uma escada. Mas não uma simples escada. Uma fucking escada do castelo de Hogwarts. Tinha tantos degraus que só de olhar incomodava. E como eu já estava cansada, não pude deixar de suspirar bem alto.

Cada degrau parecia uma eternidade. Mas aos poucos estávamos conseguindo subir.

Eu já estava sentindo meus joelhos arderem quando finalmente chegamos ao topo daquela escada.

???: Já cansaram? –Olhou para todos, o moço barbudo –Tem muito mais dessas lá dentro!

Ele soltou uma risada com compaixão e logo nos guiou até dentro daquele imenso castelo. Sério, era muito grande MESMO.

Logo que entramos demos de cara com o denominado “Grande Salão” ou “Salão principal”. Que era uma espécie de sala de jantar, só que gigante –Como tudo aqui –E tinha quatro mesas que se estendiam por todo ele, cada uma dessas mesas sentavam alunos com suas respectivas casas, pelo visto. Dado que os uniformes tinham cores iguais em cada.

Os novos alunos foram acompanhados até uns degraus onde os professores o diretor ficavam. Lá tinha uma cadeira, e um chapéu falante, chamado pelos professores e alunos de “Chapéu Seletor”, e seria ele que escolheria para qual casa eu faria parte.

Eu até estava tranquila, mas foi faltando poucos alunos para minha vez que percebi que todos ali iram olhar pra mim quando eu sentasse naquela cadeira. Senti meu estômago virar e aquela sensação de que todo o volume diminuiu e seu modo devesa foi ativado.

???: Emily Cross. Emily. Emily Cross, por favor suba.

Quando percebi que a professora estava me chamando, eu já podia ouvir alguns risinhos irritantes serem propagados pelo salão. Fingi que ignorei e sentei na cadeira como se eu fosse a pessoa com a autoconfiança mais alta ali. O que era mentira. Eu estava soando frio.

A professora se identificou como Minerva McGonagall antes de colocar o chapéu em minha cabeça.

Chapéu: Hm... Está com medo? –Engoli em seco.

Emily: Claro que não.

Ele fez uma série de “Hms” antes de começar realmente a falar.

Chapéu: Eu vejo potencial, você poderia ir para qualquer uma... Corvinal, Sonserina, talvez?

Nessa hora não pude deixar de escapar um sorriso e procurar o grupinho de Draco pelo salão. Consegui encontra-los, que estavam conversando entre si, e por hora eles olhavam.

Chapéu: Mas o melhor para você será... Lufa-Lufa!

Suspirei tentando não parecer desanimada e tensa. Mas não pude deixar de ficar chateada por fazer as expectativas de Pansy. Quando olhei novamente para a mesa da Sonserina, ela ria como se soubesse desde o começo.

Agradeci a professora e o chapéu, e logo fui correndo em direção da mesa de Lufa-Lufa, recebendo palmas e sorrisos, que me deixaram um pouco mais confortável.

Um fantasma que me assustou e logo pediu desculpas e começou a festejar por eu estar em “sua” casa! Achei estranho, porém legal. Ele era o Frei Gorducho-bem-humorado.

Porém mesmo com isso, eu ainda não tive coragem de falar com alguém além de um simples “oi”.

Assim que terminamos de acompanhar a seleção do resto dos alunos, muita comida surgiu às mesas. Tanta que eu sentia que iria engordar facilmente. Eu já tinha comido alguns doces, mas eu precisava urgentemente provar o frango suculento que apareceu bem a minha frente. Meu Deus, parecia maravilhoso. E quando eu peguei comprovei que não era só aparência; realmente estava muito bom!

Todos ali pareciam que nunca tinham comido na vida, de tanto que estavam com gula. E eu não posso criticar, meu prato já iria virar o Everest de tão alto que estava. Peguei frango, frutas, carnes, pães. Além do suco de uva que estava mais que doce! Pelo menos nisso não vou precisar me preocupar, já sei que é uma delícia. Ou eu que sou gorda mesmo.

...

Houve uma “palestra” antes de irmos para os dormitórios, que, segundo eles, estariam nossas coisas. Havia dormitórios femininos e masculinos. Professora Minerva falou sobre as regras da escola, os horários, os professores, logo apresentou o representante de turma –acho que ele é isso –que nos levaria para os dormitórios e nos acompanharia todos os dias. Logo os professores responsáveis por cada turma. A nossa, no caso, era a professora Pomona Sprout.

Houve também a apresentação de uma nova professora de defesa contra as artes das trevas. A Dolores Umbridge. Logo quando ela também começou a falar do ministério, ao qual parece que ela faz parte, o clima ali ficou extremamente tenso. Como se aquilo fosse trazer dor para todo mundo.

Era estranho o modo como ela se vestia inteiramente de rosa.

Segui até o dormitório, que era perto das cozinhas. E o nosso representante/monitor nos mostrou como abrir a sala comunal. Teríamos que bater nos barris ao “ritmo Lufa-Lufa”, e se batêssemos errado ou fora de ritmo, seríamos encharcados com vinagre –É claro que isso ainda vai acontecer comigo. Cedo ou tarde.

Logo senti alguém puxar meu braço.

???: Emily! Não me apresentei ainda, não é? Que grosseria de minha parte... Meu nome é Jessye. Tenho 13 anos! Boatos que você também. É verdade?

Nossa! Jessye era certamente linda! Tinha cabelos ruivo e algumas mechas mais claras, loiras. Seus cabelos eram longos e lisos, tinha um rosto bem fofo de menina ainda, e um olhar azul tempestuoso profundo.

Emily: O-oi! Sim, é verdade. –Deixei escapar um risinho nervoso.

Jessye: Haha, desencana! –Ela percebeu que eu estava tensa –Estar atrasada não é um problema. E eu que estou no primeiro ainda porque repeti duas vezes?

Soltei uma risada e ela gargalhou de volta. Logo que entramos no salão comunal, ela pediu para me ajudar com os horários de aula. Assim poderíamos garantir que ficássemos juntas e eu não me sentisse tão sozinha. Achei legal da parte dela.

Notas finais
Então... Eu travei um pouco nesse capítulo, não sei porquê. Mas eu juro que pro próximo eu tento escrever um pouco mais. Ok? ♥