Notas iniciais
Olá pessoal, primeiramente perdão pelo cap curtíssimo. Eu realmente não tive inspiração essa semana, e pqp, mesmo tendo 7 dias deu trabalho viu. Perdão tbm por não estar respondendo os comentários, vou pegar um dia pra responder (tanto aqui qto nos outros sites), ok? ♥ De qualquer maneira, espero que gostem. Ps. Eu não corrigi, então desculpe se houver algum erro.

Ao secar minhas lágrimas, percebi que eu estava em uma área desconhecida. Fora do mapa, ou talvez no mapa, mas que eu nunca havia visto. Uma única vela encantada tornavam a sala menos escura, só não sei se isso é bom ou ruim, pois tinha uns potes estranhos, que tenho medo de saber o que é.

Procurei a porta e não encontrei. Procurei janelas, calabouços e/ou sótão; qualquer coisa que pudesse me tirar dali. Mas não tinha! Não tinha nada, era uma sala completamente emo! Isolada!

Eu estava sentindo que minhas lágrimas iriam voltar se eu não saísse logo dali.

Emily: HEY! –Bati na parede com força –Tem alguém aí?! Jessye!

Respirei fundo segurando a vontade de chorar e continuando a gritar e bater na parede.

Emily: Crabby! Goyle...! Aaron... Filch! Madame Norrra...

Eu odiava ficar em lugares escuros. Eu odiava ficar em lugares escuros sozinha. Traz más lembranças sobre a irmã Charlotte e seus métodos horríveis de punição...

Emily: Professor Snape! Dumbledore! Minerva! Draco..? –Deixei cair mais uma lágrima e bati com toda a força na parede, derrubando até um pote e o quebrando –Me tira daqui!

Quando abri os olhos novamente para bater na parede, senti uma brisa fria e meus pés molhados. Olhei em volta e eu não estava mais em Hogwarts... E nem sequer estava perto! Não faço a mínima ideia de onde eu esteja, mas era frio, eu estava numa praia deserta cercada por uma floresta... Não era agradável. E eu estava assustada demais pra falar qualquer coisa ou ao mínimo continuar chorando –Sim, o medo consegue fazer você parar de chorar.

Saí da água –Que estava até meus joelhos, e a maré subia –Para à areia, que estava quente, por sorte. Mas só isso não impedia de sentir frio devido as rajadas de vento e a água gelada.

Procurei minha varia entre minhas vestes e não a encontrei! Voltei até o mar e procurei na água; seria impossível achar se estivesse ali, mas mesmo assim eu tentei. E é, eu não achei.

Olhei em volta tremendo, uma mistura de medo e frio, procurando uma localização. Mas tudo o que eu via era água, árvores e um infinito céu azul. Girei olhando o local diversas vezes, tentando não deixar o desespero tomar conta da minha cabeça, até que caí de bunda na areia, jogando a cabeça para trás e respirando fundo.

Emily: Por que? –Questionei-me incrédula.

Mal cheguei em Hogwarts, já fui esculhambada, chegou uma vaca rosa, sou olhada estranho por estar atrasada, o Draco me odeia, perdi minha varinha e agora estou perdida no mapa? Pf, não podia piorar! Véi, eu tenho só treze anos, desde quando eu devo passar por tudo isso sozinha?

Mas é claro que pode piorar.

Senti pairar sobre o ar um cheiro delicioso, tanto quanto o da comida de Hogwarts. E eu estava faminta, por algum motivo aleatório já que parece que eu já havia comido no café da manhã; Estiquei o pescoço para tentar sentir melhor de onde veio, e logo vi do meio da floresta uma fumaça. É isso! Só podia ser de lá, nenhum lugar é totalmente inabitado, não é mesmo?

(n/a: claro Emily, vai nessa)

Pensei que agora era a hora que eu iria mendigar pela primeira vez na vida, mas antes isso do que roubar.

Comecei a adentrar por aquela mata fechada, cuidadosamente seguindo aquele cheirinho bom. A mata era bem densa e escura, quase não conseguia olhar adiante. Mas por sorte bem de fundo eu conseguia ver uma luz, provavelmente era uma clareira.

Tornei a correr empolgadinha. Saltitando por aquelas folhas que tentavam travar meu caminho –Se você pensou que eu quase tomei aquele rola, você está certo.

Emily: Hm... Acho que... Estou chegando! –Atirei meu corpo para frente e caí perto da clareira.

Dali consegui distinguir que o cheiro não viera dali, e sim mais adiante. Tornei a seguir meu caminho, arfando de cansaço. Até que dessa vez eu vi uma casinha, pouco iluminada, e o cheiro vinha dela. Corri para mais perto quando percebi algo não-agradável...

Lembra quando eu li aquele jornal –Aham – Então, lá falava dos dementadores, sobre o Harry e ter se defendido e tal. Aquela casa era FEITA DE DEMENTADORES. E num bote certeiro eles começaram a vir em minha direção.

Comecei a correr que nem uma condenada –E eu era uma –Para o caminho mais próximo que consegui. Me matando entre galhos e folhas, como se não houvesse amanhã; e não haveria se eu ficasse ali pra morrer.

Logo cheguei numa campina, era bonita, mas eu não podia aprecia-la, pois eu estava correndo de uns FUCKING DEMENTADORES.

Minha respiração já estava entrecortando, e minhas pernas latejando como se eu fosse cair a qualquer instante. Pois é isso que acontece quando você é sedentária. Você MORRE.

Emily: Socorro! –Gritei do fundo da garganta, mesmo sabendo que ninguém iria ouvir.

Aliás, por que teve essa armadilha de dementadores pra mim? Não podia ser pra mais ninguém, já que acredito ser a única alma viva naquele local.

Tropecei. Isso mesmo. Eu tro-pe-cei.

Eu amo meu pai, minha mãe, todo mundo que me tratou bem, eu estou quase vendo a luz! Vejo enfim a luz brilhar...!

Os dementadores estavam sugando o que eu acreditava ser minha felicidade, pois no momento que chegaram perto, além de frio eu sentia tristeza. As pontas dos meus dedos congelavam involuntariamente.

Quando repentinamente uma criatura de capa parou em minha frente e com um único movimento da mão todos os dementadores foram dissipados.

Ele virou rapidamente fazendo a sua capa negra pairar sobre minha cabeça, e pude ver seu sorriso sombrio e pele acinzentada. Logo ele sumiu.

Emily: Lord... –Olhei para a fumaça que restara ali, completamente chocada –Das Trevas?!

Ouvi um último ruído semelhante a uma risada –era uma risada, só que maligna. –E então senti um calafrio na espinha. Mas pelo menos estava segura agora.

Agachei num canto aleatório que não pegava o vento frio, apenas para descansar as pernas, que doíam muito, como se eu fosse a nova Usain Bolt. Quando fui perceber, eu já havia pegado no sono.

Notas finais
Meh... To com soninho. Comente por favor!