NH | Uma novata em Hogwarts

7 A Náiade do lago Azul


Notas iniciais
Vcs não tem ideia do quanto deu trabalho pra escrever esse capítulo. Primeiro que algumas partes dele são da publicação antiga, então tive de modificar várias coisinhas e outras tive de modificar COISONAS. E a demora é devido a semana de provas e entregas de trabalho. Sim, está bem corrido... Mas não pretendo abandonar vcs, meus lindos :3 Alias, Tsubasa, qual era o nome da "amiga" do aaron? :v e da mãe? n lembro -q ♥ Bem, boa leitura pra vcs

???: Hey, menina. Hey.

Uma voz suave e feminina me chamava... Quem?

Emily: Mamãe...? — balbuciei ainda dormindo, e logo senti um cafuné em meu cabelo que me passou conforto.

???: Eu não sou sua mãe... -Sua voz compadeceu e meu coração apertou.

Emily: Quem...?

Abri os olhos devagar e pude ver uma mulher bonita, com orelhas pontudas e a pele parecia úmida. Só tinha um problema... ELA ESTAVA COMPLETAMENTE NUA!

Emily: Q-q-quem é você?! E POR QUE VOCÊ TA PELADA?

A moça, que tinha um rosto jovial, olhou pro próprio corpo confusa, e tocou seus seios. Eu virei o rosto corado para o lado -ok, isso pareceu meio lésbico- aff, queria eu ter um corpão assim!

Seus olhos num tom púrpura pareciam possuir as estrelas, sua pele era tão branca quanto a quebra de ondas do oceano... E eu invejava o teu cabelo, em cor mel, gigantesco e ondulado. A única coisa que separava-a de ser uma pessoa normal, era suas orelhas e sardas multicoloridas... Que?

???: Qual seu nome? –Perguntou a moça, nem aí para sua nudez.

Emily: Ahn, meu nome é Emily. –Respondi sem graça.

???: Nome bonito! –Ela ficou tão empolgadinha que até eu me cativei- Eu sou Ashura. Então, você é uma humana?

Emily: Aham, desde que me conheço por gente! –Soltei uma risadinha para tentar descontrair, mas, a verdade mesmo é que estava bem difícil com aquela visão.

Ashura: Ah, eu nunca vi uma humana por aqui nessa época do ano. Veio de onde?

Emily: Hogwarts, escola de magia e bruxaria.

Ela deu um passo para traz hesitante, engoliu em seco e logo continuou.

Ashura: Nunca ouvi falar. Então és uma bruxa?

Confirmei com a cabeça, ela parecia desconfortável. Cogitei em perguntar se ela estava bem, mas não acho que seria uma boa ideia, então permaneci calada.

Até que tive que explicar o que aconteceu, de ter ficado presa numa sala estranha e do nada estar ali.

De repente ela pegou minha mão e começou a analisa-la. As suas eram gélidas e realmente úmidas!

Ashura: Está machucada! –Que? –Seus dedos! Estão machucados.

Olhei de perto e realmente... Todas as pontas dos dedos estavam cobertas de sangue passado. Era da hora que comecei a espancar a parede, pedindo ajuda... Tenso.

...

(n/a: Modo narrador onisciente ligado)

Em hogwarts, Jessye estava desesperada, mesmo que não conhecesse a amiga Emily a muito tempo, fora suficiente para considera-la importante.

Tentou diversas vezes falar com Dumbledore, ou até mesmo Snape, para que ela pudesse acompanhar as buscas. Em vão. Pareciam não quere-la atrapalhando.

Ela, por sua vez, não ficou muito feliz com estar excluída dos assuntos. E como a vida loka que é, manteve-se escondida perto da sala de Dumbledore, quando escutou algo demasiado interessante.

Olho-Tonto Moody: A maldição da Luz e das trevas, talvez.

Dumbledore: “Uma vida em transição;

Seguir sem se encontrar;

Mudar sua benção;

Trocar o seu lugar;

A luz da criação;

O coração reinará;

Negar uma razão;

Sem escolha dirá;

O fim ou Não;

Hogwarts destruirá;” –recitou.

Jessye cobriu a boca com a mão e saiu de fininho, com os olhos arregalados e se preparando para armar alguma coisa.

Enquanto Jessye voltava para o dormitório apressada, avistou algo...

Jessye: O que? –Olhou mais de perto e percebeu que era a varinha de Emily.

Entusiasmada com a descoberta que poderia salvar Emily, Jessye chamou Dumbledore. Que veio acompanhado da professora Minerva e professor Snape.

Jessye e Minerva ficaram encarando o Dumbledore encarando a varinha. –Error 404. (Varinha: Senpai Noticed Me.)

Minerva: E então? –ela disse esfregando os dedos preocupada–O que houve?

Dumbledore: Impossível, essa sala foi oculta à anos. Impossível ter sido aberta por uma aluna... A menos que...

Jessye: A menos que...?!

Dumbledore: Não é nada. Esta é a Sala Oculta, antigamente os professores usavam ela para guardar poções e artefatos mágicos, mas por motivos de... –ele interrompeu- Ela sumiu.

Jessye: Professor, precisamos acha-la! –Jessye gritou, sem mesmo se importar que estivesse gritando com o Dumbledore.

Dumbledore: Vamos acha-la. Com certeza Jessye. Agora volte ao seu dormitório.

Jessye: Não! Eu vou acompanhar isto!

Snape: Chega Jessye. –ele colocou uma mão sobre o ombro dela e a empurrou para o corredor. –Vai e não volte.

Jessye o encarou com um olhar tempestuoso e seguiu para o dormitório sem dizer uma única palavra. Deitou-se em sua cama e começou a elaborar estratégias para fugir de Hogwarts, salvar a Emily e ir numa ilha tropical curtir as férias. Mas lógico que isso não ia acontecer. Estava preocupada demais para dormir, então passou sua 3ª noite em claro.

Draco escutara tudo por trás de uma parede. Logo escutou um elemento fundamental.

Dumbledore: Um herdeiro... Só um herdeiro pode abrir, e isso não é uma boa coisa. Emily abriu.

Minerva: Nem todos que abrem são herdeiros, mas todos que são herdeiros abrem. Tem chance dela não ser.

Snape: Chances até tem, mas eu preferiria não arriscar.

Dumbledore: Já chega Severo, já discutimos sobre isto.

POV Draco On

Ninguém conseguiu ainda abrir a passagem, eu poderei tentar esta semana, já que o selo foi quebrado; e se tudo der certo...

POV Draco Off

(n/a: Modo narrador onisciente desligado)

Ashura por mais hesitante que estava, ela tentou me manter segura, oferecendo abrigo e comida. Tive de aceitar devido as circunstâncias... E minha carência por alguém para conversar também não ajudava a ficar na minha dando uma de sobrevivente.

O lago era incrivelmente azul, e aquela coloração era devido a tais substâncias. Era bonito e sombrio...

Ela é uma Náiade, uma ninfa das águas. Isso explica o porquê dela estar PELADA e nem se importar. –Dei ênfase mesmo, pois isso ainda é chocante.

Ela fez eu entrar num rio próximo dali, eu juro que fiquei com medo de me afogar, mas parecia que o lago era repleto de alguma substância mágica que me permitia respirar. Eu li sobre isso em algum livro, só não lembro qual.

Chegando lá na humilde casinha lagônica dela, começou a fazer algum tipo de comida que eu tive medo de perguntar o que era. O cheiro era estranho, a aparência era estranha... Será que ela sabia mesmo cozinhar?

Emily: Você vive sozinha? –Perguntei curiosa, já que eu não vi nem escutei mais ninguém.

Ashura: É... Infelizmente meus parentes estão na Ásia.

Emily: Por que não visita eles?

Ela pareceu ficar pensativa, como se algo ali fizesse ela querer ficar.

Ashura: Eu gosto daqui... É sossegado.

...

Nem percebi que já havia passado alguns dias que eu estava lá. Eu já estava perdendo as esperanças que alguém fosse me salvar num lugar como este. Draco já deve ter esquecido da existência da nova colega, e todos já devem estar vivendo suas vidas como se eu não existisse mais. Então estou me preparando para morar com uma Náiade no fundo de um rio pro resto da minha vidinha. Acho que eu devia pensar mais positivo. –Não, não pense positivo. Pense Dell.

Ashura: Você está bem? –Ela me olhou de perto –Parece estar tão distante e triste. Sente falta de alguém, bebê? –Ela colocou a mão em meu rosto.

Com o passar dos dias, ela continuou me dando abrigo, e até parece que ganhei uma amiga nova.

Emily: Eu estou... Estou sim. Mas ainda sinto falta de algumas pessoas...

Ashura: Eles vão vir te buscar, mesmo que demore, eu sei que vão. –Ela ficou com uma expressão mais triste que a minha.

Emily: ...Mas eu também gosto daqui, seria ótimo se eu pudesse fundir esses dois lugares em um só. –Passei a mão pelo cabelo dela- E você está cuidando de mim, como se fosse minha mãe, eu nunca vou me esquecer de como está sendo boa pra mim. É sério.

...

(n/a: modo narrador onisciente ligado)

Draco: Isso é perfeito... –Andava que nem um psicopata de um lado para o outro.

Goyle: O que está havendo com você, Draco?

Crabby: Você está estranho, o que está tramando?

Draco: Sou eu que faço as perguntas aqui, ok? Por que estão se intrometendo na minha vida?

Crabby e Goyle engoliram em seco e desceram aos dormitórios. A madrugada começou a passar e Draco ainda formava planos para a próxima noite. Sobre como sair sem ser percebido, sobre qual o melhor horário.

Draco: Polissuco! –pensou alto- Não, demora muito. Crabby e Goyle devem encobrir minha ausência.

Draco explicou que iria sumir por uns tempos, e que eles deveriam encobrir sua ausência a qualquer custo, também comunicou isto a todos de Sonserina, que o apoiaram mesmo sem saber o que planejara.

Draco pegou sua varinha e saiu cuidadosamente as 22h, evitando os paradeiros de professores e foi até o lugar onde Emily se perdera.

Enquanto isso, Aaron conversava com uma garota.

Aaron: Não é tão fácil quanto parece.

Os olhos da garota tomaram um brilho incandescente.

???: Mas claro que é. –Aaron começou a perder o controle do corpo.

Notas finais
Bem, o que acharam? Devo agradecer a Sofia, por me acompanhar enquanto eu escrevia. Pq tava hard. Talvez eu demore pra responder os comentários e/ou para postar, mas esse mês está realmente cheio de tarefas. Bye~