Não se Esqueça de Mim Sammy!!
12 Isso Não Está Acabado
Notas iniciais
It's Not Over(Daughtry)
Os três sairam do local parcialmente tristes por perceber que a maldição não acabaria tão cedo e tão fácil. Mas não queriam apostar na idéia de que Sam jamais teria sua memória de volta.
- E o que a gente faz agora? — Dean reclama aos céus por uma resposta em um tão de desistência.
- A gente deveria tentar traduzir o que a demônia disse... Mas... — Bobby dá uma alternativa, meio que óbvia mas naquele momento impossível, pois ninguém havia nem se quer decorado ou gravado as palavras dela.
- Será que já era?... — Sam desiste por completo.
- Cala essa boca, Sam! — Dean lhe reprimiu, apontando-lhe o dedo, como se faz com uma criança para que ela não diga palavrões, mas de um modo menos educado.
- Mas é esse o problema, Dean: não há outro jeito. A demônia está morta e ela era a única que podia desfazer a maldição! — Sam insistiu num tom agressivo.
- Deve harver outro jeito...- Dean insistia em poder ver um pequeno raio de luz de esperança, mas seu humor mudou — Até parece que você não quer se curar da maldição!
- Eu quero Dean! Como você pôde pensar nisso?? Mas nós termos que ser realistas, se não todos nossos esforços serão em vão!
- Sam, cala essa boca! — Foi a vez de Bobby se irriatar — Vamos achar um jeito, sempre há um jeito certo? Afinal, este é um trabalho para 3... — Disse louvando a fala de Dean.
Sam suspirou eu jurou ter pensamentos positivos.
- Sabem... — Sam sugeriu num lampêjo que lhe surgiu de uma idéia — Será que a chave não seria a de desvendar aquela profecia que a demônia havia dito?
- Sim, claro, bem pensado! — Dean debochou pois apesar de estr feliz por Sam sentir uma esperança ele havia dado uma ideia impossível. — Por acaso se lembra de cada palavra??
Sam fez uma cara como se sentisse uma vontade quase indomável e acertá-lhe um soco pela ofensa daquele situação, mas deu uma pequena suspirada e lascou um sorriso superior.
- Não, mas sabe... — Tira a mão do bolso da blusa e mostra seu celular aceso — O celulares também gravam...
Dean e Bobby ficaram surpresos, e quase que Dean diz em voz alta que se arrepende do que havia dito antes, mas não o fez, apenas balançou a cabeça com um ar de "parebéns".
- Por que não nos disse antes? — Bobby resmungou.
- É que eu só lembrei agora! — Sam disse irônico.
- Ótimo! — Dean exclama — Vamos trabalhar na solução o mais rápido possível, nós já perdemos tempo demais.
Voltando para a casa do Bobby, os três abrem livros com profecias e línguas mortas. Eles repassam várias e várias vezes a profecia, folheiam também diversas vezes os livros, até ficarem exaustos.
- Tô achando que isso não vai dar certo... — Dean resmunga para si, mas em voz alta.
- Cala essa boca. — Bobby dá o troco da discussão que Dean havia tido com o Sam fora do esgoto mais cedo.
Ambos continuam a procurar, mas sem muito sucesso. A noite começa a virar e clariar, e então começa um festival de café e bocejos, pois já haviam dias que ninguém chegava perto de uma cama, então o próprio Bobby decide uma parada para todos.
- É melhor a gente dormir um pouco... — Disse Bobby esfregando os olhos.
- Não temos tempo. — Dean insiste.
- Pelo menos um cochilo, Dean! — Bobby tenta ser caridoso, e Dean é vencido pelo cansaço.
Os três se acomodam em cantos diferentes da sala, e tiram um belo cochilo. Mesmo que seja por pouco tempo já era uma benção, mas, por mais estranho que pereça, Sam sentia uma aflição pouco antes de dormir, mas ele não indentificava o porquê.
Para uma vida corrida como esta, qualquer descanço é um bom descanço, e o tal cochilo que durou por 4 horas foi bem reconfortante para todos, mas havia algo de errado com Sam ao acordar. O último a despertar foi Dean, e assim que se levantou foi até a cozinha para beber algo, e assim que põem o pé no cômodo vê bobby caido perto da pia ainda conciênte, mas bem atordoado, com um pouco de sangue na cabeça, e uma garrafa de cerveja quebrada perto dele.
- Bobby! O que aconteceu? — Dean o ajudou a levantar.
- Eu acho que deu a louca no Sam... — Bobby repondeu. estava claro como ele sentia a dor na cabeça.
- Por que? Foi ele quem fez isso?
- Foi... E depois deu no pé!
- Mas... Por que ele faria isso?
- Talvez devessemos trabalhar ainda rápido numa cura. — Bobby disse andando até o telefona na cozinha.
- Como assim?
- Ele me encarou como se eu fosse um maluco! Disse que eu não era nada dele, e que não era aqui que ele deveria estar... Depois ele ficou desesperado e meu acertou com uma garrafa...
- Droga, ele está começando a se esquecer da gente!
- Bem que ele havia dito... Quando estavamos á caminho de Pitsburg ele falou que não conseguia mais se lembrar do rosto do pai de vocês... Eu achei que ele estava exagerando!
- Eu me sinto no filme "Como se fosse a 1ª vez"... — Dean disse indo até a porta da frente.
- Ei! Aonde você vai?
- O que você acha? Vou atrás do meu irmão! — Dean veste sua jaqueta de couro.
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