Não pude me conter

1 Capítulo 1: Onde tudo começou


Notas iniciais
Esse é só o começo, caso se interessem e queiram mais, é só pedir que estarei aqui, preparando minha mente para escrever novas atrocidades sensuais para o coração de vocês.

Tudo começou em mais um dia comum de trabalho. Eu estava sentado em minha viatura comendo algumas rosquinhas quando recebi um chamado de urgência pelo rádio “Suspeito em recepção de Hotel, parece estar armado, alguém nas redondezas?”. Rapidamente informei que estava a caminho, joguei a caixa de rosquinhas no banco passageiro e liguei a sirene, acelerando e pegando o caminho mais rápido.

Chegando ao local, me deparo com o Oficial Richard pedindo para o suspeito colocar as mãos para trás para começar a revista-lo. Eu precisava de foco naquele momento, mas meus olhos foram rapidamente atraídos para o “pacote” que o homem possuía em suas calças. Era enorme, parecia tão firme e estridente que um suor escorreu pela minha testa. Rapidamente, me posicionei ao seu lado, coloquei minhas luvas e comecei a procurar por algum objeto nocivo. Eis que me surge o pensamento de que talvez pudesse, com a desculpa de que pudesse ser uma pistola, dar uma pequena “provada” em sua “mala”. Ao colocar minha mão naquela tão desejada anaconda, senti meus pelos se eriçarem da cabeça aos pés; não consegui evitar os pensamentos mais profundos e intensos em minha mente, me imaginava dominando-o de várias maneiras diferentes. Não queria tirar minhas mãos de lá nunca, mas o outro oficial pigarreou e olhou para o outro lado, demonstrando que eu acidentalmente deixei muito óbvio o interesse. O suspeito, mordendo os lábios e levantando discretamente os olhos, também percebeu que tínhamos sidos pegos no flagra por quem assistia a cena. Eu me olhei para o lado como quem não queria nada e dei uma disfarçada, com um perceptível “ops...” em mente.

Quando Richard terminou de anotar a ocorrência, não me contive em pegar um pedaço de uma das folhas de seu fichário e anotar meu número; cheguei perto do meliante e disse, firmemente, em alto e bom som:

“É bom mesmo que não esteja aprontando nada, meu caro, pois estou de olho em você.” E dei uma piscadinha apenas para ele ver, enquanto entregava discretamente o bilhete. Ele lambeu os lábios e olhou profundamente em meus olhos enquanto dizia:

“Sim senhor, policial, é bom saber que temos homens tão firmes como o senhor para dominar essas situações.”

Não pude conter minha euforia, esboçando um sorriso bobo. Ele levantou uma de suas sobrancelhas e modelou as palavras “Nos falamos mais tarde.” com seus lábios carnudos e desejáveis.

Após o ocorrido, não consegui mais me concentrar 100% no trabalho, ficava lembrando-me da sensação daquele pênis em minhas mãos, imaginando como seria possuí-lo, nem que apenas por uma noite, só pra mim. Era definitivamente o meu maior desejo, o mais profundo e sombrio, aquilo que carregaria pelo resto de meus dias. Ah, só de pensar naquele ser másculo e levemente peludo montando em mim, já era o suficiente para me fazer perder totalmente o controle. A cada rosquinha que colocava em minha boca, era um novo prazer em minha mente. Dali em diante, eu sabia qual era o meu destino: ser possuído por aquele deus.

É então que, logo que termino o meu turno, recebo uma ligação de um número desconhecido. Ao atender, ouço a voz rouca que nunca esqueceria em minha vida, dizendo:

“Estava esperando minha ligação? Não consigo deixar de pensar no momento que tivemos hoje, policial.”

Continua... (?)

Notas finais
O que acharam? Lembrem-se de comentar se querem ou não uma continuação!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.