Não importa o quanto eu negue,eu te amo(steferine)
16 "seu final infeliz é a minha vitoria"
Notas iniciais
POR KATHERINE
A dor da duvida, com certeza era pior que a da perda. A incerteza, o pesar, a melancolia, estavam me consumindo, faziam menos de dois dias que presenciei a cena fatídica de stefan beijando elena, ou elena beijando Stefan...dane-se quem beijou quem, aconteceu, e é uma pena eu não ter meus poderes de vampira nesse momento, para arrancar uma cabeça por cada lagrima derramada.
São em momentos como esse, que vejo meu declínio com essa maldita humanidade. Essa vontade interminável de secar meu corpo, liberando a água pelas olhos, todo esse sentimento, emoção, com toda a certeza, odeio, odeio sentir isso, e odeio principalmente a duvida que estou sentindo quanto ao homem que amo nesse momento, enquanto o observo dormir.
O peito nu, com toda a certeza me tira a atenção por alguns momentos, mas para recuperar o foco, chega a ser mais fácil que hipnotizar humanos, quando lembro do motivo de tantas duvidas, e o pior, sei o meio de cessa-las de uma vez por todas, mas a maldita índole que acabei adquirindo, não me permitem...mas quem liga pra índole, ela nunca me serviu nem pra pagar o esmalte das minhas unhas.
– Katherine, Katherine... – repeti baixo pra mim mesma, numa tentativa ínfima de deter a mim mesma...como sou idiota.
Coloquei a ponta da unha sobre seu peito, e fui deslizando...queixo, boca, nariz...até chegar na sua testa, nunca havia feito isso, mas era hora de testar.
Assim que Jason chegou, durante nosso entrosamento ele foi me ensinando alguns...digamos assim: ”truques”. Conjuração de objetos, telecinesia, criar fogo com a mente e isso, leitura mental, tudo bem que só tentei fazer essas coisas uma vez na vida, porque digamos assim, não sou uma bruxa muito aplicada, pois mesmo admitindo que essas vadias são poderosas, passo esse tipo de coisa para a sem sal da “Bombom”. Mas já que fui abençoada com o sobrenatural a minha volta, vamos brincar de Sabrina!
Uma vez consegui adivinhar no que o Jason estava pensado, ela queria saber a cor da minha lingerie...errou drasticamente o coitado. Tive que me concentrar bastante daquela vez, a cabeça chegou a doer, e é sem duvida de incerteza, uma dor nada agradável. Só que dessa vez, é para uma “boa causa”, a minha causa, estão posso passar por isso mais uma vez.
–vamos lá Katherine, concentração – repeti comigo mesma, limpando minha mente de qualquer pensamento desnecessário naquele momento, e me concentrando apenas nele...por incrível que pareça, demorou menos do que eu imaginava. Estava acontecendo, já podia ver uma imagem se projetando na minha cabeça...
–o que você esta fazendo? – perguntou, com a mão fria apertando meu pulso
–ohh Stefan...você acordou!
–não, sou sonâmbulo...o que estava fazendo?
–bom...verificando sua temperatura
–serio!?... com apenas uma dedo na minha testa?
–ora... – disse me soltando dele com certa voracidade, pois ele já estava deixando meu braço vermelho...humanidade... – não sou nenhuma medica, mas meus 500 anos de experiências com corpos gelados, me fazem saber quem não é preciso enfiar toda a mão na testa de alguém para saber sua temperatura – disse o encarando...ele parecia desconfiado, bem desconfiado
–certo – disse após alguns segundos de silencio – e então, o que diz, como estou?
–levando em conta que é um vampiro, diria que já esta mais que na hora de estar fora dessa cama...já faz dias que esta nela
–isso foi uma expulsão? – perguntou sorrindo irônico
–foi uma sugestão – rebati e ele fez careta
–ótimo – disse se levantando, e por um momento tinha esquecido que ele estava apenas de cueca, e principalmente do seu físico – o que sugere que façamos agora? – disse me agarrando pela cintura e avançando na minha boca. Me beijou com bastante vontade e desejo, mas eu fiz o beijo mais breve do que ele imaginava – o que houve?
–sugiro que vá tomar um banho! – disse me soltando e cruzando os braços de frente pra ele
–isso foi uma reclamação ao meu cheiro?
–não, de forma alguma, mas água não é verbena e faz muito bem para quem ficou tanto tempo assim na cama
–nossa, você esta parecendo minha mãe
–sua mãe não te beijaria na boca, nem desejaria arrancar sua cueca
–nossa, agora vi que realmente não é minha mãe...então o que acha de me acompanhar?
–mesmo sendo tentador, terei que negar desça vez
–por que?
–sou humana, e a única comida que tem nessa casa é sangue, o que não se aplica a coisas que necessito pra viver
–e sexo? Você não precisa?
–sexo é um dos prazeres da vida, não uma necessidade, então pode esperar
–nossa, desisto, desisto – disse levantando as mãos e entrando para o banheiro – assim que ele saiu do meu campo de visão, meu semblante mudou, peguei meu celular que estava na mesa ao lado e disquei rapidamente...Damon precisava saber.
POR SILAS
Beijar elena foi a maior idiotice que poderia ter feito, apesar de ter sido bem prazeroso, admito, foi bem perigoso e precipitado, e agora tudo que não poderia acontecer aconteceu, Katherine esta desconfiada. Bruxos conhecem bruxos, e com certeza ela não estava verificando merda de temperatura alguma. Se ela conseguiu ver algo, tenho que ser rápido.
Acabo o banho e parto direto para o guarda roupa de Stefan. Visto qualquer roupa e vou em direção as escadas. Enquanto desço dou uma vasculhada mental pela casa e não consigo sentir a morena. Droga! Espero que não signifique nada.
Já do lado de fora, vou ate a garagem atrás do carro de stefan, pego as chaves no bolso que por sorte estavam em cima de uma escrivaninha no quarto dele e pego a estrada.
Precisava de algum jeito falar com tessa, e a única forma era através da ancora. Bonnie teria que colaborar, mas de qualquer forma, daria meu jeito.
O pior de tudo é a ideia de ter que falar com tessa novamente, não adianta o quanto eu tente, sempre volto a precisar dela, parece que o destino não gosta apenas de mantes as duplicatas unidas, o que vem a ser uma bela de uma sacanagem com a minha pessoa
A pressa era tanta, que já passava dos 100 quilômetros. E para minha sorte o que acontece? Um idiota no meio da pista. Naquele momento era mais fácil acelerar que frear, e assim fiz...110...130...150...o impacto do carro com seja lá quem que atravesso meu caminho foi tanto, que o carro por pouco não derrapou, mas consegui segurar firme a direção e voltar a pista sem problemas. Esses brinquedinhos modernos, se existissem no meu tempo, não sobraria humanidade para contar historia.
Após mais ou menos uma hora, cheguei a faculdade whitmore, pelo que parece, estava acontecendo uma festa, dado pelo número de jovens, álcool, a fogueira enorme e vários estudantes desmaiados pelo campo. Ponho as mãos nos bolsos e caminho em direção ao dormitório da ex-bruxa, para minha sorte, o corpo da minha copia não foi a única coisa de que tomei conta.
No caminho ate lá, passam por mim três garotas...sem blusa. Elas cruzam o meu caminho e sorriem, sorrio de volta e continuo...talvez, quando acabar, sobre tempo para alguma diversão.
Entro no alojamento, e sem ligar para se tinha algum por perto, uso a super velocidade de vampiro e chego quase que imediatamente ao quarto delas, bato na porta e peço mentalmente para pelo menos bonnie não esteja lá em baixo, só me atrasaria tendo que ir quebrando pescoços até achar o dela. Para a minha felicidade, Caroline logo abre a porta apenas com uma toalha em volta do corpo...mas ao olhar para meu rosto, fecha novamente.
–Caroline? – pergunto batendo , e ela abre novamente
–olhe Stefan, me desculpe, não esperava que fosse você, e eu estou apenas de toalha, ai fiquei surpresa, e com vergonha, mas espera, o que você esta fazendo aqui? Ninguém me falou que havia acordado, quando foi? Como esta? – disse ela rapidamente, minha cabeça chegou a girar
–primeiramente, boa noite – disse soltando uma leve risada – eu estou bem Caroline, acordei faz uns dois dias
–TUDO ISSO? – perguntou praticamente gritando – COMO NINGUEM ME AVISOU?
–bom, não sei...mas bem, vim falar com bonnie, ela esta?
–bonnie...sim...
–posso entrar?
–há, claro, sim, me desculpe – disse me dando espaço, um pouco vermelha
Entrei e logo avistei bonnie com o olhar, estava ao lado da lareira
–Stefan? O que faz aqui?
–preciso falar com você...a sós...
–comigo?
–sim, com você – disse
–mas o que você quer falar com ela? Bom se quer privacidade terá que esperar, ainda tenho que achar uma roupa, e fazer o cabelo...
–caroline... – falei a interrompendo
–sim... – ela balbucia, e antes que pudesse dizer algo mais, quebro seu pescoço a fazendo cair imediatamente no chão, sendo seguido por um gripo de bonnie
–O QUE...O QUE...O QUE VC FEZ? — pergunta horripilada
–se chama quebra pescoço basicamente você chega bem perto de alguém, pode ser humano ou ser sobrenatural, e quebra os seus ossos com bastante força...bem, você deve do que estou falando, então se não quiser passar pela mesma experiência, acho bom colaborar comigo
–STEFAN...POR...POR QUE? – perguntou entre soluços
–bom, primeiramente, errou no nome, lhe dou mais uma tentativa
Ela abaixou a cabeça por um momento, se ajoelhou diante do corpo de Caroline, e voltou a olhar pra mim com raiva
–SILAS!!
–vocês Bennet são mais espertas do que eu achava
–como...como você possuiu o corpo do stefan? Você estava morto e enterrado!
–bom, coisas da tessa
–o que você quer de mim?
–nossa, que bom que foi direto ao ponto, pensei que fosse me perguntar como matei ela também...Bom, é o seguinte, quero que me ajuda e falar com ela
–você mata sua ex-namorada, e agora quer falar com ela, arrependimento? Saudades? – pergunta soltando uma leve risada irônica, mas ainda em choque
–chama como quiser, eu nomeio de negócios inacabados
–nossa, só não me diga que quer fazer sexo espiritual com ela, porque infelizmente terei que estar presente, e não é algo pelo que queira passar
–não...que nojo...não...espera, tem como? – pergunto curioso
–por favor, diga que foi uma piada
–sim...claro...foi sim – digo um pouco constrangido – agora voltando ao assunto
–isso vai demorar muito?
–não vou fazer isso pra você – ela diz e eu respiro fundo pondo as mãos entre o resto, qual o problema em dizer “sim”?
–certo, acho que não entendeu, que é você que está correndo risco de vida aqui
–me mate se quiser, só assim me livrará do meu peso como ancora... – diz e se levanta – mas eu me recuso a ajudar você – fala intimidado olhando bem no fundo dos meus olhos...então eu começo a rir
–do que esta rindo? – pergunta, mas não respondo, continuo a minha risada – DO QUE ESTA RINDO? – pergunta furiosa, batendo no meu peito
–eu só estou pensando, no que você esta pensando ao se negar me ajudar? Você deve pensar que eu sou algum tipo de cara, que te fez um pedido simples, como te pedir pra sair, e que você negando, eu não vou fazer nada, vou apenas embora, e você vai voltar a se arrumar, pra ir curtir a festa com sua melhor amiga...mas deixe te contar a realidade bonnie, eu não fiz um pedido simples, que você pode simplesmente se negar, porque eu não vou aceitar um não como resposta, pessoas como eu, não aceitam não, quando recebemos um, sabe o que fazemos? Machucamos quem o disse, machucamos muito, e não pense que isso é algo difícil pra mim, pois quando for dormir, não irei me sentir culpado, vou apenas lembrar, como foi prazeroso te machucar, e quando isso ainda não for o bastante, ainda posso machucar quem você ama – digo olhando para o corpo da loira no chão, me aproximo, sendo seguido pelos olhos da morena, pego em umas das suas pernas e quebro, a bruxa apenas abre a boca, como que para se libertar de um grito silencioso
–tenho certeza de que isso vai doer muito quando ela acordar...então vou te perguntar mais uma vez, vai me ajudar? – passa 10 segundos, e nada de resposta...dessa vez, escolho e braço direito, e quebro, e o barulho do osso estando, chega a ecoar pelo quarto — percoço, perna e braço...não pense que vai ser difícil pra mim quebrar o resto...mais uma vez, ira me ajudar? – ela mais uma vez não responde, apenas se abraça enquanto as lagrimas tocavam o chão – muito bem, vamos aos dedos – seguro sua mão direita da vampira, macia como pêssego, pego no dedo polegar, e quando estava o virando pra trás, a bennet reage
–pare...por favor...pare – diz entre lagrimas e soluços
–boa garota bonnie, boa garota, tenho certeza que Caroline agradeceria mais se tivesse colaborado desde o começo, mas antes tarde que nunca
–você...você é um monstro, achei que na minha vida, tinha conhecido pessoas ruins...klaus, Katherine...mas você, você é o pior de todos
–olha, adoraria bater papo com você, mas se ficarmos falando do obvio, não iremos a lugar algum
–eu não sei como te ajudar
–como?
–NÃO SEI COMO TE AJUDAR...nunca tentei falar com ninguém do outro lado, eles apenas vem ate mim, na hora de fazer a passagem
–sabe, um pouco de pesquisa faria bem, se impressionaria quando descobrisse que não é simplesmente uma ponte que sente dor...é o seguinte, faça o que eu digo, e se funcionar, não te mato
POR KATHERINE
– DAMON – grito no meio da floresta, a procura do moreno – tem certeza de que ele esta aqui?
–tenho, e pare de me perguntar, se não vou começar a duvidar dos meus talentos – disse Jason
Liguei pra Damon e o idiota não me atendeu, nem na primeira, muito menos na vigésima tentativa, então achei melhor procurar ajuda profissional, se tem algo que bruxos são bons, é em achar pessoas, mas depois de tanto tempo rodando no meio do mato, e com o meu Prada gritando por socorro, já estava quase desistindo de tentar o achar nesse lugar
–ouviu isso?
–o que? Os insetos? Os sapos coaxando? A mãe natureza falando que me odeia e a sapatos de marca? Sim, o tempo todo! – respondi ríspida
–não Katherine, aquilo – disse apontando pro lado, e quando me virei, Damon estava lá, um pouco longe, mesmo assim perceptível, encostado em uma arvore, e parecia sangrar
–vamos! – disse e ele me seguiu, e logo damon estava na minha frente, com muito mais sangue a vista do que a 5 minutos atrás – por que não atendeu minhas ligações?
–obrigado pela preocupação...sim, eu estou bem, não, não irei morrer ainda
–pode pular a parte não interessante da historia e falar logo por que não me atendeu
–olha, não leve a mal, mas eu não estou muito legal, então não estava, digamos, afim, de atender alguém com o contato salvo como “vadia” – disse sorrindo ironicamente
–nossa, que honra, o seu nem se quer salvei – respondi e Jason deu uma gargalhada presa, coisa que o vampiro não gostou nem um pouco
–hilário Katherine, posso saber o que você e o Draco Malfoy ai, estão fazendo por aqui?
–sabe como é, estávamos no tedio, ai resolvemos brincar de João e maria, só que sem o pão...
–serio, fazendo curso de comediante – disse me cortando
–me esforçando...estávamos atrás de você, obviamente...e parece, que chegamos em um momento adequado – disse me abaixando, e analisando sua roupa ensanguentada
–o que posso dizer, vermelho sangue não combina com os meus olhos
–seu sangue ou da vitima?
–meu
–como fez isso? Alto mutilação?
–acreditaria se contasse, que seu namorado me atropelou? – ele falou e meu semblante mudou de “preocupada” para “bastante preocupada” – o que foi?
–acreditaria se eu falasse, que não é o Stefan, e sim o Silas? – falei, e a cara que ele fez, foi pior que a minha, não tenho duvidas
–como? Não, não tem como ser...como você sabe?
–comportamentos que o Stefan jamais faria
–nossa, só isso?
–não, entrei na mente dele
–agora acredito...e agora?
–temos que tirar ele do corpo do Stefan, obviamente!
–o que esta esperando?
–você ficar em um estado aceitável – disse e ele com um pouco de dificuldade, se levantou, pôs as mãos nos joelhos por um segundo, respirou, e logo estava totalmente em pé.
–pode riscar isso da sua lista, próximo item?
–olha Damon, fazer isso não será tão fácil
–como assim?
–Agora não posso explicar bem, mas simplificando, se não fizermos as coisas direito, possa ser que o Stefan se vá...para sempre – disse Jason serio, eu e Damon nos encaramos, e nossa preocupação era uma só, não perder quem mais amamos.
Por silas
–está pronta? – perguntei e ela apenas deu de ombros, sentando em volta do circula
Bonnie iria realizar um feitiço de possessão temporária de corpus, o espirito de tessa entraria por alguns instantes no corpo da morena, e eu teria minhas resposta. Para isso fizemos um circulo no quanto dela, com algumas velas que formavam um triangulo dento do circulo, mas um pedaço do vestido de tessa, tínhamos tudo que era necessário.
–muito bem, agora repita comigo
–se eu fizer isso, vai deixar eu e Caroline em paz, certo?
–não, não irei – respondi e ela fez cara de pânico – brincadeira – disse dando uma leve risada – vamos lá – comecei a pronunciar o feitiço, e ela repetia junto comigo
Logo o clima naquele ambiente começou a mudar, foi ficando mais frio, pesado, uma leve ventania começou, soprando as velas até que apagassem
– Boa noite silas!
–Boa noite...tessa – falei com as velas se acendendo no mesmo instante
–sentiu saudades?
–mas do que da ultima vez
–bom, não é muito, mas já é um começo...o que quer? – disse se levantando e andando pelo quarto
–respostas!
–imaginei que fosse isso...não teria outro alguém par me por no corpo, não?
–ela é jovem, bonita, tem um semblante melhor que o seu corpo antigo, pra mim, esta ótimo – disse e ela gargalhou
–nossa, você realmente me odeio
–juro que tento mudar – me levanto e vou ate o espelho, ficando ao lado dela, que se olhava no espelho – mas não consiguo – falo debochado – vai me responder agora o que há comigo?
–fala sobre não ter total controle do seu corpo?
–eu sinto ele lutando dentro de mim, se rebelando, querendo tomar controle
–imaginei que faria isso
–o que, você fez? – disse um pouco menos educado dessa vez
–não é obvio? – disse rindo e se virando para mim, empurrando o dedo no meu peito – eu me assegurei, que não conseguisse o seu final ideal, ou seja, você não ficará no corpo de stefan para sempre, e muito menos...muito menos trará amara de volta.
–O QUE...FEZ? – disse a pegando pelos ombros e joguei na parede – DIGA!
–vou falar bem rápido, então preste atenção para não perder nada, que esse feitiço mequetrefe que fez a bennet fazer, não tem prazo de validade...para conseguir trazer amara de volta, terá que matar uma das duplicatas ainda vivas, katherine ou elena, mas não fique feliz, pois não é simplesmente escolher uma e matar, tem que ser uma especifica, e ai é onde esta a magia, você não sabe quem é, nem adianta tentar tirar de mim, pois nem eu mesma sei. Misturei o sangue das duas quando fiz o feitiço.
–VADIA...VADIA,VADIA,VADIA – disse enfurecido enquanto quebrava tudo que via ao meu redor
–sabe silas, te ver assim, com certeza é a melhor sensação que existe...você fez tudo que pode para me derrotar, falou que me amava, me iludiu, enganou, me traiu com minha serva, me iludiu mais uma vez, e então me matou...mas eu, eu venci, te fazer sofrer, te impedir de ter o que lutou toda sua eternidade para conseguir, é a minha e a minha vitória sobre você. – falou e então começou a ventar mais uma vez, as velas se apagaram, mas logo acenderam novamente. O corpo de Bonnie estava no chão, tessa se foi, junto com minhas chances...
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