Não há outro amor para mim.

54 Henry fica doente para me ver.


Notas iniciais
Olá, minhas queridas leitoras. Vocês estão bem? Antes de qualquer coisa quero mandar um beijo para as meninas que tem me mandado mensagens com perguntas e opiniões. Muito obrigada, moças. No capítulo de hoje eu havia prometido Henry, pois então veremos o que esse garoto aprontou e vocês terão uma grande pista de quem é a admiradora da Regina, pois é, pessoal. Vamos ao capítulo. Façam uma boa leitura.


Acordei sentindo o braço de Emma bater em meu rosto depois que ela se virou bruscamente para o lado na cama. Devia estar sonhando, ou o sono estava muito bom pois ela sorria de uma forma espontânea deitada do meu lado.

Fiquei observando minha loira por um bom tempo, até ela se virar e ficar de bruços. Tive vontade de passar minhas mãos em suas costas, brincando com as curvas da coluna e cintura com os dedos. Emma sempre foi musculosa nessa região, e, toda vez que eu a tocava ali, só o roçar dos dedos não bastavam, eu precisava beijar sua pele.

Não era possível que tão poucos dias haviam me deixado com toda essa saudade dela, como se não a visse há meses, anos. Eu comecei a beijar seus contornos e sua pele reagia, arrepiando-se. Mordi meus lábios e sorri com má intenção, descendo mais meus dedos. Deu vontade de dizer o quanto a amava e o quão bonita ela é. O mais curioso é que sempre que faço isso, meu coração bate nervosamente forte, como se fosse a primeira vez que estou dizendo esse tipo de coisa à Emma. O que seria? Amor? Paixão? Não tenho ideia, só sei que ao mesmo tempo que é tenso, isso é muito bom.

— Eu te amo tanto... — sussurrei, enquanto a admirava.

— Eu sei... — respondeu Emma, rouca de sono. — E sei também que você adora o meu corpo.

— Convencida, hein? — dei um riso e a beijei nos ombros novamente. — Há quanto tempo está acordada, bonitona? Você também sabia que eu estava te observando?

— Acordei quando sua mão foi lá embaixo. Sexto sentido, sabe? — ela sorriu e se virou me pegando firme.

— Uhum. Não resisti ficar apenas olhando. — dei um pequeno beijo em sua boca, e Emma afastou meus cabelos do rosto. — Eu estava pensando, duas semanas que você ficou fora e parece que foram meses. Será que todas as vezes que você voltar será assim? Com essa impressão de que estamos começando sempre do zero?

— O que quer dizer?

— Do zero, recomeçando, como se ainda fôssemos namoradas, como se fosse a primeira vez que fazemos amor.

— Mas nós ainda somos namoradas. Se lembra quando nos casamos? Eu disse que queria que fôssemos eternas namoradas. — ela ficou me olhando. — Hey, o que há? Está sentindo falta de alguma coisa? Ah, já sei. Eu esqueci de trazer algo de Vancouver, foi isso.

— Não, meu amor, não é isso. Eu só queria que entendesse que eu adoro o clima que fica quando matamos a saudade. Embora seja uma tortura você não poder dormir do meu lado todos esses dias e os próximos, é bom quando volta. Vale a pena esperar.

— Vou voltar muitas vezes e em cada uma você vai se sentir diferente. — ela me beijou em seguida, rolando comigo para ficar por cima.

— Gosto da ideia. — dei-lhe outro beijo, mais demorado e calmo. — Você estava tão feliz enquanto dormia, com o que sonhava?

Emma fez um esforço para se lembrar porquê sorria enquanto dormia. Ela se lembrou, fazendo uma cara engraçada.

— Eu estava sonhando com você... você e nosso filho. Acho que você vai dar uma ótima mãe.

— Você sonhou mesmo com isso?

— Sonhei que você estava se divertindo muito com o garoto. Até fiquei com ciúmes porque ele gostava muito de você e nem ligava para mim.

— O Henry ficou mais apegado a mim, mas te adora. — achei que Emma estivesse falando de Henry, mas não era dele, curiosamente.

— Ahm, meu amor... Não era o Henry no sonho. — Swan disse.

— Não era o Henry? Quem era então? — estranhei, franzi as sobrancelhas.

— Um menino. Só um menino, diferente, com os cabelos escuros iguais os seus e os olhos, eles eram tão expressivos quanto.

Enquanto Emma descrevia o tal menino diferente, fiquei pensando se aquele não seria nosso filho que ela não conseguiu ter. Eu acreditava pouco naquela possibilidade, porém também me veio à cabeça a possibilidade de Emma engravidar de novo. Provavelmente era com isso que ela havia sonhado, um novo filho, uma nova criança que ela teria no futuro. Não pude deixar de me animar.

— Então era um menino que se parecia comigo. Interessante. — falei.

— Muito parecido, e eu tenho certeza absoluta que ele era nosso.

Envolvi meus braços em volta dos ombros de Emma e abri um sorriso misterioso. Se ela entenderia eu não sabia, só sabia que eu teria de convencê-la a engravidar de novo.

— Sim, meu amor, ele é nosso.



Sugeri fazer o café da manhã e levar para Emma na cama, mas minha loira preferiu descer e toma-lo na cozinha. Pongo nos fez companhia e por isso ganhou alguns petiscos salgados. Swan me contou sobre Vancouver e o que havia visto na cidade, dizendo que era um lugar lindíssimo, porém, chato. Prometi que iria visita-la, mas não disse exatamente quando pois devia retribuir sua surpresa e as que ela faria depois voltando. Fiz panquecas para nós duas, e enquanto eu as colocava em um prato, empilhando tudo, Emma continuava tagarelando, o detalhe era que olhava para minhas costas, mais precisamente minha bunda, o que ela pensa que não percebi.

— Confesso que quando estava esperando o voo para cá, quase trouxe chocolate do free shop do aeroporto.

— Você sempre teve essa mania, me trazer algo de comer. Não sei como ainda não engordei com essa sua mania.

— E se ficasse eu ainda iria gostar de você, Regina Mills. — ela disse, com as mãos no alto, para trás da cabeça.

— Para de ser boba. — continuei. Acabei me lembrando que a admiradora secreta havia me mandado chocolates, várias caixas, não foi pouco. Só essa semana recebi três e na outra foram duas. Se Emma descobrisse, eu estava frita. Eu devia arranjar um jeito de parar de receber esses presentes, contudo, eu não sabia quem estava me mandando aquilo.

Coloquei o prato com as panquecas na mesa e achei o pote de mel no armário. Emma ama panquecas com Mel. Seus olhos brilham toda vez que faço, isso literalmente virou uma especialidade minha na cozinha, mas costumo fazer quando estou de bom humor ou em ocasiões especiais.

Dei a primeira garfada e mastiguei, quando Emma já terminava sua quarta panqueca, feliz feito criança. Falando nisso... O telefone tocou na sala.

— Eu atendo. — disse, me levantando e indo até a cômoda. — Alô.

Era a Senhorita Blue do orfanato. Estava me ligando porque Henry queria me ver. Parecia que o garoto tinha ficado doente e estava na enfermaria.

— Mas como doente? Hum. Certo, eu estou indo, diga a ele que eu vou para vê-lo agora. Está bem, obrigada, senhorita Blue. Até logo. — desliguei e voltei para a cozinha.

— O que o garoto tem? — perguntou Emma, limpando a boca com um guardanapo de pano.

— Ficou doente, teve febre a noite toda e pediu para que fôssemos vê-lo.

— Agora?

— Sim, agora. Eu vou me arrumar. — sai da cozinha com pressa. Emma veio atrás de mim.

Vinte minutos depois ficamos prontas e pegamos o Mercedes para ir ao orfanato.

Quando chegamos, a Senhorita Blue nos deixou na enfermaria, um lugar do orfanato que não conhecia ainda e raramente uma criança ia para lá a não ser que estivesse muito mal. Era um lugar restrito, distante de onde as outras crianças ficavam. Emma e eu vimos Henry numa cama ao fundo do grande quarto, dormindo muito tranquilamente ou aparentando isso.

— Fiquem aqui, ele não deve demorar a acordar. Foi medicado mais cedo e já tomou o café da manhã. — disse a freira.

Me aproximei da cama e vi seu rosto corado, mas Henry não parecia tão doente como a Blue tinha me dito pelo telefone.

— Está bem, Senhorita Blue, vamos esperar ele acordar. — falei, e Emma assentiu.

— O que será que ele teve?

— Bem, reclamou de dor na garganta e ficou com febre ontem de tarde, achamos melhor ele vir para cá e de noite piorou. Pediu muito que vocês duas aparecessem. Fiz mal em chama-las? — perguntou a freira.

— Não, claro que não. — Emma respondeu.

— Bom, eu tenho alguns afazeres, se precisarem estarei na minha sala. Com licença. — a mulher disse e acenamos para ela.

Assim que saiu, voltamos a observar Henry e um minuto depois o menino abriu um olho, querendo espiar se havia mais alguém além de nós no quarto.

— Ela já foi? — ele perguntou.

— Já. Pode acordar, espertinho. — eu falei, suspeitando dele. Henry na verdade estava fingindo, eu soube quando o vi. Ele podia enganar Blue e Emma, mas não a mim.

— Ainda bem. Vocês vieram mesmo! Deu certo! — ele se sentou na cama e sorriu. — Não conte nada à ela, eu precisava muito ver vocês duas.

Emma e eu trocamos olhares.

— Cuidado, garoto, você não está bem para ficar se mexendo assim. — Emma ajeitou a coberta da cama em cima dele.

— Emma, ele não está doente. — eu disse.

Henry sorria muito contente. Me deu um abraço apertado na mesma hora e riu.

— Você não estava com febre? — perguntou ela.

— Não, eu só estava fingindo. Eu tinha que ver vocês duas. Foi a única forma de fazer vocês virem aqui.

O abracei com carinho. Não me sentia nervosa como em todas as vezes que encontrei com alguma criança. Com Henry já era natural e me dava até uma vontade estranha de chorar, mas não era ruim.

— Que danadinho. — minha mulher falou, passando a mão em seus cabelos castanhos.

— Eu sei que eu menti para as freiras, acontece que era um caso de vida ou morte. — ele nos olhou, se ajeitando na cama.

— Por que é um caso de vida ou morte? O que houve, Henry? — perguntei, achando engraçada a forma como ele falava rápido.

— Eu vou explicar, mas precisam me prometer que não vão contar nada à Senhorita Blue.

Outra vez Emma e eu nos olhamos.

— Dependendo do que for não vamos contar.

— Certo. — ele olhou em volta e se certificou de que não havia mais ninguém ali. — Bom, no mês que vem começa a temporada de adoções aqui no orfanato. Muitos casais virão escolher uma criança. Vocês não desistiram de adotar um garoto como eu, desistiram?

— Não, Henry, nós precisamos adiar o pedido porque nos envolvemos em uma confusão, mas agora vamos entrar com o pedido de novo.

— Ah, menos mal. É que eu pensei que eu poderia falar com a assistente e pedir para ficar com vocês, assim nenhuma outra pessoa poderia me adotar.

Emma sorriu.

— Quer adiantar as coisas para o nosso lado, garoto?

O menino ficou um pouco sem jeito, mas admitiu.

— É que eu não consigo me ver vivendo com outras pessoas a não ser vocês.

Aquilo me derreteu. Ele nos olhou com os olhos brilhando e minha mulher e eu faltamos puxar suas bochechas pela forma como disse.

— Sabemos que está ansioso para viver com a gente, querido, você só vai precisar esperar mais um pouco. Enquanto isso, vamos resolver o que falta. — disse a ele, o olhando nos olhos.

— Que bom. Eu achei que estavam demorando para voltar porque haviam desistido. Emma não havia conseguido engravidar, né? Talvez vocês não quisessem tentar de novo. — quando ele disse isso Emma baixou o olhar.

— Não, nós mudamos de ideia. Se lembra quando eu disse que adoraríamos ter um filho como você? Então.

Ele fez que sim.

— Lembro. — ele voltou a sorrir e peguei em sua mão, sorrindo de volta.

— É isso aí, quando eu voltar das gravações definitivamente você provavelmente já vai estar morando lá em casa. — Emma lembrou.

— E quando será isso? — perguntou.

— Em seis meses. — respondeu Swan.

— Vai passar rápido, quando menos esperar. — assenti rapidamente.

— Eu vou esperar. — Henry sacudiu os cabelos que Emma havia bagunçado de novo.

— Só há uma coisa que ainda não entendi. — Minha mulher fez uma careta. — Como ficou com febre se estava fingindo que estava doente?

Henry lembrou e se esticou na cama para pegar o termômetro que haviam deixado na cômoda ao lado. Ele nos mostrou.

— Isso é muito fácil. Vejam só. — O garoto ligou o abajur em cima da cômoda e encostou a ponta do termômetro na lâmpada por dentro. Agora estava mais do que claro como ele havia conseguido ficar com quarenta de temperatura a noite inteira.

Demos risada daquilo, mas o que ele havia feito não era nada bonito.

— Henry, você sabe que mentir para as freiras que está doente não é nada legal.

— Sim, eu sei, é que foi a melhor coisa que pensei para que elas acreditassem em mim.

Emma colocou um braço sobre meu ombro e riu ainda mais das ideias de Henry. Devíamos admitir que ele era inteligente, porém muito levado.



Henry prometeu a nós que “ficaria bom” e sairia da enfermaria logo. Ele não faria mais truques com o termômetro ou contaria alguma mentira para ficar ali.

Infelizmente no dia seguinte, Emma tinha que voltar para o Canadá e eu ficaria sozinha de novo.

Nos despedimos como na outra semana.

Era cedo, dessa vez eu tinha me arrumado no horário para chegar mais cedo à MBC, então quando Emma partisse eu iria trabalhar. Swan me beijou o rosto inteiro e depois a boca. Pela forma como me abraçou fiquei com o blazer todo amassado, mas eu daria um jeito nele depois.

— Já sinto sua falta. Promete pra mim que vai ficar bem?

— Prometo. — selei ela de levinho. — O.k. Agora, vá, antes que perca o voo, ou vá antes que eu te segure e não te deixe ir embora.

— Você sabe que eu não seria contra a segunda opção. — ela brincou, me dando um último beijo. Te amo, gatinha.

— Eu também, meu amor. — belisquei sua bochecha de leve e roçamos as pontas do nariz.

— Cuida do nosso garoto. — Emma disse aquilo enquanto pegava suas malas e saía de casa.

A ajudei com o taxi e concordei.

— Cuidarei. Boa viagem. — Pisquei.

Ela piscou de volta e entrou no carro.

Agora era esperar mais duas ou três semanas até que ela voltasse. Eu teria tempo de cuidar do trabalho, de Pongo, da casa, de Henry e a adoção e de uma coisa que me intrigava há duas semanas.

Não deu outra. Assim que pus os pés no meu escritório na emissora, os presentes estavam lá. Dei um grande suspiro me deparando com um novo cartão. Cada um tinha uma mensagem diferente. O de hoje dizia:

As flores que te mando nada se comparam com o seu jeito adocicado. ”

Ela não desistia, e pelo jeito não desistiria tão cedo.

Substituí as flores antigas pelas novas no vaso que havia em um móvel no escritório. Em seguida, liguei para Killian e pedi para conversarmos depois do expediente.

Cinco e meia encontrei ele no bar que íamos quando queria pôr o assunto em dia com ele, levando os cartões com as mensagens da admiradora.

— Está vendo? Estou sendo perseguida, Kill. O que eu faço? — dizia eu, colocando uma mão na testa, bufando.

— Uma coisa você tem que admitir, Regina, essa pessoa é muito criativa e romântica. Olha esse cartão — ele deu um riso antes de ler novamente: — Para você escolhi rosas do campo que me lembram seu sorriso suave como a brisa que levam suas pétalas. Eu queria ter esse talento para inventar poesias.

— E eu queria saber quem é essa louca.

— Tenha a calma, não deve ser muito difícil adivinhar quem é. Vamos por partes. Em algum lugar nas embalagens tem que haver uma etiqueta. — ele começou a procurar nos cartões.

— Será? Mas eu olhei e não encontrei nada.

— Vou ajudar você nisso, nós vamos descobrir de quem se trata. Você só está se arriscando muito não contando logo para Emma que isso anda acontecendo.

— Killian, ela me disse que vai matar a pessoa que pensar me mandar presentinhos. Se ela desconfiar eu estou muito encrencada. — falei, como se tivesse uma corda no pescoço.

— Emma é muito brincalhona. Ela tem ciúmes, porém jamais mataria alguém por causa dele.

— Você não viu o que ela fez com Lily? Aquela moça escapou de precisar fazer uma plástica.

Rimos juntos lembrando desse detalhe, e meu amigo concordou.

— Bom, então é melhor descobrirmos logo quem é sua admiradora secreta antes que Emma a pegue no ato e você passe a ver sua esposa atrás das grades.

Killian ficou com os cartões para pesquisar de onde eram e, conforme eu recebia mais presentes, levava para ele dar uma olhada. Meu amigo e seu faro de detetive encontraram uma coisa importante e, assim que ele descobriu, ficou louco para me contar.

— Você não vai acreditar, Regina, não vai acreditar mesmo. — ele falou, entrando na minha casa, com os cartões, um presente e seu celular na mão.

— O que você descobriu? — fechei a porta e me sentei ao lado dele no sofá.

— Bom, eu vou explicar. Isso levou um tempo para pegar, mas depois que dei uns dólares para o rapazinho da loja, ele me deu uma pista incrível de quem pode ser. — Kill colocou as coisas sobre a mesinha de centro.

— Arg, você está me deixando nervosa, diga logo, Kill. — eu me sentia uma pilha de nervos, nem unhas eu tinha mais para roer, caso contrário elas seriam minha vitima nesse momento.

— Olhe aqui. — ele pegou um embrulho de presente. — Está vendo essa sigla no laço? É de uma loja de presentes que fica no centro da cidade.

— Estou vendo. E?

— E é daqui que saem seus presentes, Regina. E fui até lá e perguntei sobre esses cartões que você me emprestou. Ninguém podia me responder até que dei uns trocados para um rapaz que trabalha lá às quartas-feiras, ele me contou que no dia em que mandaram entregar os primeiros chocolates que você recebeu, uma mulher muito estranha apareceu por lá.

— Tá, o.k. e quem é ela? — meu coração disparou subitamente.

Killian pigarreou e pegou seu celular.

— Ele me pediu pra voltar dois dias depois porque daria um jeito de arranjar isso aqui. São imagens da sala de vídeo. — Kill abriu um vídeo em seu telefone e deu claramente para ver que eram imagens de uma câmera de circuito interno. Era uma mulher, aparentemente disfarçada, toda de preto, com boné e cabelos soltos por baixo. — É essa aqui. Foi nesse momento e nesse dia que ela pediu uma encomenda que seria entregue diariamente para você.

— É ela? Mas... Ela está toda vestida de preto, que estranha.

— Ele me garantiu que é ela, foi ele que a atendeu.

— E ele não viu o rosto dela?

— Não, ela estava de óculos escuros, porém, ele me disse uma coisa.

— Que coisa?

Killian, apontou para os cabelos da mulher no vídeo e o pausou.

— É uma mulher loira. — disse meu amigo.

Agora a única coisa que sei sobre minha admiradora é que ela é uma loira misteriosa.

Notas finais
Bom, algumas de vocês já imaginam quem seja, mas Regina suspeitará de apenas uma das loiras presentes na vida dela. Qual delas é a loira misteriosa certa? Se você gostou já sabe, deixa aquele comentário esperto ou continue acompanhando a fanfic, eu agradeço muito mesmo. Isso também serve para críticas, se você tiver alguma opinião, não seja tímida, pode descer a lenha, eu aguento. ;D Em breve tem mais. Fiquem bem e um bom final de semana. ♥