Não Há Erro em Amar
6 Capítulo 5: Eu deveria lhe esquecer antes de te co
Notas iniciais
LINDAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Amoras muito obrigada pelos reviews, nossa amei, obrigada mesmo de coração.
Bom IMPORTANTE a musica I shoud forguet you before I meet you NÃO É MINHA. ELA É DE UMA AMIGA!!! NÃO COPIEM NEM NADA, ELA NÃO DEU PERMISÃO!
Bom, era pra eu ter postado antes, mas meu pai andou monopolizando a net, talvez poste mais amanha.
Boa leitura a todas, ate para as que não deixam reviews:)
Mais uma vez, OBRIGADA garotas que comentaram.
Um beijo em cada bochecha de cada uma de vocês!!!
Eu deveria lhe conhecer antes de conhecer
_Ok Bill Kaulitz, hora de acordar. – disse para mim mesmo me forçando a sair da cama, o que foi uma tarefa mais do que complicada por dois motivos simples: primeiro: odeio acordar cedo desde que me entendo por gente, segundo: estava um frio de congelar os ossos.
Sai da cama com esforço, o próximo passo era o banho, à parte difícil, olhei umas cem vezes para o banheiro antes de decidir que não tomaria banho hoje, pelo menos não agora de manha, vesti uma calça jeans forrada, uma camisa com manga calcei tênis e luvas e coloquei uma jaqueta de inverno preta, passei um lápis fraco nos olhos e uma manteiga de cacau para proteger os lábios, coloquei ração para o Bruno e tomei um grande copo de café quente, comi algumas torradas e sai para o trabalho, e então me dei conta, hoje seria um dia em que eu mesmo sentiria dó dos meus funcionários, por que? Porque normalmente um Bill detalhista é também um Bill muito chato. Desci do carro e entrei no elevador de funcionários, o meu mau humor não me permitia passar pela loja, ao chegar ao andar onde trabalho fui direto para minha sala, mas algo me pareceu chato, Amy não havia chegado, não estava lá, estava terrivelmente atrasada e tomado pelo meu mal humor e um perigoso sentimento de possessão em me sentei na cadeira que ela deveria estar sentada e foi exatamente quando olhei para cima que vi, com certeza, a cena mais bela que já havia visto.
_Algum problema Bill? – a voz doce de Amy soou contrastando belamente com seu visual de garota malvada, o que, ao meu ver, foi suficiente para acabar com meu mau humor, Ela estava parada à minha frente, vestia um macacão de couro preto justo no corpo e de manga, como aqueles que “As Panteras” usam para espionar, mas a calça tinha rasgos nas coças e nos joelhos, uma bota de cano longo também preta e um, sobretudo preto, no pescoço o colar de rubi, nas orelhas brincos de crucifixo, como os brincos góticos, os lábios em tom vermelho, como eu nunca havia visto antes, e os olhos tinham apenas rimel, para destacar seus belos olhos negros, que faziam um belo par com os cabelos verdes.
_Nenhum Amy – disse meio bobo – apenas me senti meio tonto e me sentei – contei a primeira desculpa idiota que veio a minha cabeça, afinal, ela havia saído do banheiro, não estava atrasada.
_Ah! Nossa! – ela disse parecendo preocupada – fica ai sentadinho – ela disse enquanto colocava suas delicadas mãos em meu rosto para medir a temperatura – nossa! Você ‘ta quente – ela me informou o que eu já sabia e também sabia que não era devido a um mal estar que estava quente – eu vou buscar um copo d’água pro senhor ok?
_Não precisa – disse sem olhar para ela, estava constrangido de mais para isso – eu vou para minha sala, só me procure se meu irmão ligar, caso contrario diga que eu não cheguei.
_Ok! – ela disse meio boba e eu não identifiquei por que, já estava a uns cinco passos dela quando ela me chamou.
_Bill.
_Sim?
_Você fica melhor assim, com lápis nos olhos. – ela me disse com um sorriso sapeca e os olhos brilhando em uma rebeldia que me cativaram, depois disso ela me deu as costas, saiu quase desfilando com seus passos de princesa para a área de advocacia.
Permaneci na minha sala quieto ate a hora do almoço, com os fones enfiados nos ouvidos ouvindo Nena e pensando, contra toda a minha vontade, em Amy, no que ela me disse, e tentando controlar a vontade de voltar a agir do mesmo modo de quando eu tinha dezenove, vinte anos, pensando infantilmente, que talvez ela me desse uma chance, fiquei tonto com a quantidade de vezes que agitei minha cabeça em vão para tirar Amy de meus pensamento, 12:00hr. mais ou menos eu sai para almoçar, passei pela mesa de Amy e ela não estava lá, provavelmente também estava almoçando, desci para o sexto andar onde tinha uma sala de alimentação, era lá que os funcionários e eu, meu irmão e os G’s almoçávamos e lanchávamos, Amy estava sentada em uma das mesas, que eram iguais as das praças de alimentação dos shoppings, sozinha, acenei para ela e fui ate ao balcão de comida fiz meu prato e não resisti a tentação, fui ate a mesa da bela adolescente.
_Posso me sentar?
_Claro – ela sorriu – vai ser bom ter companhia.
Sentei-me de frente para ela, alguns funcionários nos olharam “torto” como se tivéssemos uma relação maior do que a de secretaria particular e chefe, ignorei os olhares e falei antes de conseguir conter a curiosidade.
_Por que? Você almoça sozinha?
_Desde que cheguei, acho que as pessoas têm medo de mim.
_Por que?
_Porque com uma semana aqui o Richard, mesmo a contra gosto, me deu o posto de melhor vendedora de guitarras.
_Parabéns – disse impressionado – eu não sabia.
Ela sorriu e continuou.
_E agora um monte de gente acha que você e eu temos um caso porque existem uns montes de funcionários (as) mais antigos que poderiam ter substituído sua secretaria e você me chamou, eu, que só tenho uma semana aqui.
_Bom – comecei antes de levar um pouco de comida a boca – pensei que você era do tipo que falava foda-se para as pessoas quando elas te irritam. – falei depois de ter engolido.
_Eu sou – ela disse leve – mas e o senhor? O senhor e teus sócios podem muito bem se sentir incomodados e me demitir, coisa que eu não quero, gosto daqui.
_Bom Amy – disse serio – vou te contar um segredo – ela me olhou sapeca e eu prossegui – com os meus velhos anos de fama e minha antiga rebeldia aprendi uma coisa.
_O que?
_Nada de mais, só que, quando as pessoas começam a falar o que não sabem sobre mim eu olho pra elas e digo: foda-se.
Ela caiu na gargalhada, uma gargalhada alta e gostosa que acabou me contagiando e em segundos estávamos olhando um para o outro, mantínhamos um contato visual intenso e gargalhávamos, de uma maneira alta e gostosa, como se tivéssemos acabado de escutar a melhor piada do mundo, mais uma vez arrancamos olhares dos outros funcionários, Amy também percebeu e juntos, de uma maneira totalmente espontânea fizemos com os lábios, foda-se, isso nos arrancou mais gargalhadas, o que, de certo modo, serviu para intensificar o nosso forte contato visual. O resto do nosso almoço foi tranqüilo, falamos sobre musica, instrumentos, técnicas de canto, e isso me deixou feliz, fazia um tempo que não falava sobre voz, e outra coisa bem boa, descobri que Amy canta, falamos sobre carros, só um pouco, pois nenhum de nos sabíamos muito, falamos sobre moda e sobre o desaparecimento da princesa Emily, a princesa francesa que desapareceu do mapa, o que nos fez rir mais uma vez quando Amy, que provou que não é nada patriota, começou a falar mal da tal princesa, quando nos demos conta era mais de duas horas da tarde, voltamos para o oitavo andar pelas escadas, segundo Amy era exercício e voltamos a trabalhar, mas só depois de eu ter prometido a Amy que não descontaria à uma hora e quarenta minutos que ela gastou no almoço.
Entrei na minha sala com um sorriso enorme, havia descoberto mais a respeito de Amy, minha garota independente, acabei sorrindo com o apelido que a dei e que ela aprovou, era definitivo, Amy Nish havia me conquistado depois de 13 anos, o tempo que eu estava sem Juliana, o estranho é que Amy era apenas uma adolescente, mas ela não havia me conquistado pelo seu belo rosto ou seu estilo incrível, é claro que isso contribuía, mas eu estava apaixonado pela Amy pessoa, que era uma garota incrível, ela me conquistou pela sua independência, sua inteligência, seu jeito esforçado, pelo talento que ela tinha com musica e isso, agora que tinha certeza do que sentia, estava acabando comigo, isso não era certo, ela, com certeza, podia ser minha filha, se eu tivesse sido um adolescente irresponsável, me apaixonar por uma menina, por que era isso que Amy era, uma menina de quinze anos, era horrível, eu não podia.
Sentei-me bruscamente, peguei uma folha da impressora e caneta e fiz algo que não fazia há treze anos, compus uma musica pensando em Amy, transmitindo para o papel o que ela me fazia sentir.
I should forget you before I meet you,
this can only end in pain.
I should slap you before I kiss you,
this can only end in pain.
Forever aching, forever falling,
though there is nowhere left to fall.
Forever aging, forever wasting,
though there is nothing left to waste.
I won’t surrender, to this anger.
I will resist.
I will surrender, to this anger.
I won’t resist.
I should out run you before I stumble,
because you only get one chance.
I should freeze you before you burn me,
because you only get one chance.
I should forget you before I meet you,
I should slap you before I kiss you,
Forever aching, forever falling,
Forever aging, forever wasting.
I won’t surrender, to this anger.
I will resist.
I will surrender, to this anger.
I won’t resist.
I should out run you before I stumble,
because you only get one chance.
I should freeze you before you burn me,
because you only get one chance.
Depois de ver a musica pronta não acreditei no que vi, olhei para o relógio, quatro e meia, não agüentava mais ficar ali, estava me sentindo claustrofobico, peguei minha pasta que estava na poltrona, exatamente onde a deixei quando cheguei, me dei conta que não havia feito nada o dia inteiro só naquele momento, então peguei minha primeira musica em treze anos e sai, Amy estava lendo uns papeis, parei em frente sua mesa e chamei.
_Amy?
_Oi? – ela disse com um sorriso.
_Bom – disse constrangido – você entende bem de musica.
_Hum.
_E bom – eu estava muito se graça – tem uns treze anos que não escrevo, mas saiu isso agora – agitei a folha – ai pensei que você pudesse me dar sua opinião.
Ela estendeu a mão para a musica, eu a entreguei e ela ajeitou uns óculos imaginários na ponta do nariz, ato que me arrancou sorrisos, então ela parou, percebi que ela leu a musica umas três vezes e então me entregou.
_Esta ótima Bill – ela tinha um belo sorriso – linda.
_Obrigado – sorri para ela – bom, eu só queria ver se ainda dou conta do recado, eu já vou ok?
_Tudo bem. Bom resto de tarde e boa noite.
_Pra você também Amy, ate amanha. – disse saindo.
_Ate. Bill – ela me chamou quando puxava a porta de vidro de sua “sala”.
_Eu. – parei para olhá-la.
_Quem é a garota?
Sorri alto antes de falar.
_Você não acreditaria se eu lhe falasse Amy.
E puxei a porta, sai dali quase correndo, meu coração estava se quebrando mais uma vez por amor, da primeira vez ele se quebrou porque quem eu amava havia ido para sempre, agora, ele se quebrava mais uma vez porque eu não podia ter quem eu amava.
Cheguei ao meu carro aos prantos, arranquei o carro a toda velocidade e enquanto chorava dirigi, dirigi para longe, para onde ninguém pudesse me ver, para onde minhas lagrimas pudessem cair livremente ate que meu coração se esgotasse.
Notas finais
Aqui, alguem aqui ta afim de fazer um fic comigo? É que eu tive uma ideia linds hoje, mas eu quero ajuda. Canditatas???
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