Notas iniciais
Esse capítulo é mais para saber um pouco mais sobre a vida dos dois... Ficou meio curtinho, mas o próximo está mais longo. ♥♥. Boa leitura....

Eram exatamente seis horas da manhã, a casa dos Hudson-Hummel estava uma bagunça. Pedaços de pizza espalhados por cada cômodo da casa, inúmeras latas vazias de Red Bull, TV ligada no volume máximo e o sofá no jardim da casa — sendo que nem sabiam exatamente como foi parar ali.

– Finn... Acorda. — o menino revirou os olhos, segurando um copo de café.

Ao ver que o meio-irmão não acordaria tão cedo, foi até a cozinha, encheu um copo de água e despejou na cara de Finn.

– Porra! — o mais velho gritou, mas logo sentiu uma dor de cabeça monstruosa. — O que aconteceu?

– Você e o Noah resolveram fazer uma festa, chamaram metade do colégio, e obviamente teve bebida alcoólica. Ficaram bêbados com apenas cinco latas de cerveja, isso explica a sua dor de cabeça. — ele sorriu, mexendo na xícara, e entregou ao irmão. — Fiz isso pra você, diminuiu a enxaqueca.

– Você é o melhor meio-irmão do mundo, Kurt. — Finn falou sorrindo.

– Eu sei... Mas precisamos limpar essa bagunça, ou vai dizer que esqueceu que o meu pai e a Carole vão chegar hoje de viagem?

– Puta merda!

Por mais que Kurt gostasse de Carole, e apoiasse o pai e ela juntos, não conseguia chamá-la de mãe. Queria muito conseguir dizer 'mãe', mas para ele, só tinha uma... Era a sua. Elizabeth Hummel era mulher jovem quando morreu, vítima de uma doença não indentificada, Kurt tinha apenas oito anos quando isso aconteceu. E demorou exatamente sete anos para seu pai arranjar uma nova mulher.

– Kurtie, você sabe onde tá minha roupa? — uma loira descabelada disse, cobrindo as partes intímas.

– Toma um banho primeiro, você tá cheirando a sexo... Quem foi a menina dessa vez, Fabray?

– Meninas. — ela corrigiu com um sorriso malicioso no rosto. — Santana e uma outra menina que não lembro o nome, ah e desculpa pela bagunça no seu quarto.

– VOCÊ FEZ MÉNAGE À TROIS NO MEU QUARTO, LUCY QUINN FABRAY? — ele gritou ficando vermelho de raiva.

A loira sorriu assentindo, indo tomar banho cantarolando uma canção, tentando ignorar o sermão que iria levar do amigo. Quinn era abertamente gay, mesmo tendo namorado Puck, Finn, Sam (quase todos os meninos do Glee Club), se assumiu no fim do ano letivo.

– Ainda acho que é um desperdício uma mulher tão gostosa ser gay. — resmungou Finn, vendo as curvas da ex-namorada que apenas sorriu.

K&B

– Doutor Anderson, Doutor Anderson. — uma moça ruiva correu até o médico.

– O que foi, Angelica? — ele sorriu, mostrando seus dentes brancos.

Blaine Anderson, vinte cinco anos, julgado ser um dos melhores médicos de Lima, Ohio. Moreno, não era nem alto nem baixo, barba a fazer e olhos castanhos. Muitas enfermeiras já tentaram dar em cima do doutor diversas vezes, mas ele sempre recusava, afinal não gostava daquele lado da fruta e ainda tinha namorado.

– O Yan entrou no hospital em estado crítico. A família está desesperada, ele nunca teve uma crise forte assim.

Yan era um dos pacientes favoritos de Blaine, era apenas um garotinho loiro com olhos azuis de seis anos, foi diagnosticado com leucemia aos dois.

– Blaine, por favor... Salve meu garotinho. — a senhora Conner disse chorando.

[...]

Blaine chegou na sala de espera aos prantos, olhou para a mulher a sua frente, e a abraçou mais forte que pode.

– Não... Meu doce Yan, meu meninho. Ele era muito novo para morrer, doutor.

– Sinto muito, senhora Conner. — disse com a voz rouca, segurando-se para não chorar. Tinha que se mostrar forte por mais díficil que fosse.

Ele não sabia a dor de perder um filho, afinal, nunca tivera um. Mas ele havia perdido um amigo para a vida toda. Um garoto tão cheio de vida, que ainda tinha sonhos para se realizar e lugares para visitar... morreram. Junto com sua esperança.

Notas finais
Então? O que acharam? Mereço reviews? :3
Beijos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.