Dois anos depois Esme começa a ir à rua deixando as filhas com o sogro, Esme coloca uma capa e sai da igreja pedindo a Deus para que ninguém a reconhecesse. Ela decide ver as ruas que há muito tempo não via mas apenas à noite.

– Me desculpe... — disse ela batendo contra alguém

– Não faz mal moça! — diz uma voz masculina que ela conhece

– Oh meu deus! — ela diz ao vê-lo

– Esme? — perguntou ele reconhecendo-a

Esme começa a correr de volta, Carlisle sendo um vampiro segue-a muito rapidamente mas acaba por perdê-la de vista pois ela entra na igreja não dando tempo para ele a apanhar. Esme fecha a porta com força e leva as filhas para o andar de cima se escondendo com elas. O padre acha estranho e por instinto abre a porta.

– Desculpe Senhor padre, não viu uma moça muito bonita entrar na sua igreja?

– Aqui? — ele pergunta desentendido — Não está a confundir?

– Não, não senhor. Eu vi-a! — ele disse insistindo — Ela vestia uma capa, correu para cá.

– Desculpe, mas de facto, eu não a vi.

– Se a vir, ligue-me. — entregou um cartão e foi embora