My determination
9 O julgamento
Notas iniciais
Sala do julgamento era bem iluminada, nela havia várias janelas a qual entrava bastante luz, havia pilastras também que se erguiam até o teto.
Frisk olho para corredor, em muitas timelines aquilo havia sido um cenário de mortes ou de boas notícias. Segui-o em frete, la estava Sans a esperando na sua forma preguiçosa. Dormido.
A garota parou longo ao perceber que ele não estava dormindo mais sim a encarado, não havia percebido, mas não era uma expressão de ódio, mas sim de sofrimento.
Sans andou até o cetro, há poucos passos da garota.
– Bem, você sabe, não preciso repetir?! — Sans finalmente abriu um pequeno sorriso.
– Não, e-eu lembro..- baixou um pouco a cabeça.
– Kiddo, você sabe oque a espera além dessa sala? — sua voz falhou um pouco.
– Sei, é onde se encontra Asgore. — ele insistiu com a cabeça.
– Isso mesmo, oque fará quando encontra com ele?
– Eu vou dar minha alma pra ele.
– Porquê?- Sans era um idiota, já havia feito essa pergunta, mas por que insistir? Oque eria ganhar com isso?
– Por que quero que todo sejam feliz, especialmente você, Sans.- doía ouvir isso, ele não estava a gostado nada, saber que ela, simplesmente daria alma dela, o deixava bravo, confuso e triste.
– Eu seria feliz se você tivesse comigo, não morta — aquilo surpreendeu a garota, Sans havia adquirido sentimentos por ela?
" Não é possível, como? Depois de todo? Ele me perdoo e se apaixonou?"
– Eu sinto da mesma forma, Sans, quando entreguei minha alma a Asgore e todos foram libertados, eu vi todos felizes, mas ao mesmo tempo tristes.. E você — ela olhou pra ele.
– Você estava triste, aquilo, aquele sentimento me fez fazer a minha pior escolha, Resetar. — Sans continuou a olha -la, mas a mesma, desviou olhar.
– Chara, havia me tido que poderia mudar este final, por outro a qual todos estavam felizes, o qual eu estava com todos, com você..- não voltou a olhar ele, só abaixou a cabeça, continuado a historia.
– Mas eu foi ingênua, ela matou todos um por um, eu assisti tudo, não pode fazem nada.
–.... — nada ele falou.
– Quando ela chegou a essa sala, sabia qual ela a intenção dela, mata-lo. Você, era o prêmio maior. Ela queria que eu sofresse, ela sabia que.. Eu te amava..- aquelas palavra bateram nele como um tapa, ambos era idiotas. Apaixonados um pelo outro.
– Vocês começaram a lutar, na primeira morte, não abalou ela, mas sim a deu felicidade, você seria o maior desafio dela, seria meu maior sofrimento..- ela continuou, cada palavra o fazia entender oque aconteceu.
– Depois de muitas vezes morrendo, Chara havia chegado ao limite, estava irritada, queria de uma vez te matar, sabia ela que você já estava se cansado. — Frisk levantou a cabeça e olhou esqueleto diante a ela.
– Mas uma vez você matou ela, nós, novamente estava em frete ao painel, mas com uma diferença, ela estava trastornada, aquilo era minha oportunidade.- ele a olhou novamente.
– Eu tomei o painel pra mim, o controle novamente, então eu te dei a piedade. — ele andou um pouco para frente da garota.
– Então, eu te matei. — ele disse com amargura em sua voz.
– Sim, aquilo meu deu a chance de Resetar, então eu fiz..- ela andou até o esqueletos.
– Eu queria te agradecer por confiar em mim, depois de tudo, eu sei que eu não..Mereç..- do interrompida por um beijo de Sans, calmo, que a garota retribuiu.
– Shiu.. Você não precisa continuar.. Você pode ficar aqui, comigo, com Pap e ser feliz — a proposta era boa, mas egoísta.
– Eu queria muito mesmo, Sans, mas não posso..- ela tentava segurar as lagrimas, era difícil, pois no momento ela estava recusado o sonho dela.
– Porque? Porque não pode ficar aqui? — ele abraçou forte.
– Por que eu sinto que devo fazem algum em relação a tudo, eu sei que pode parecer idiotice, mas eu sinto isso no fundo de minha alma. — ele a olhou incrédulo.
– Mas prometo a você, Sans, sem mais Resetes. — ela sorriu, um sorriso sincero, Sans abraçou novamente e deixou os sentimentos extravasarem, ela o consolou.
– ... Sweetheat, se achar que deve fazer isso? Faça, pois estarei torcendo por você, não importa oque seja, sempre vou estar aqui por você, O.K? — lágrimas começaram a cair, ambos se abraçaram.
– O.K ..
Ambos ficaram ali, parados. Nenhum queria que aquilo acaba-se, era perfeito, algum descritivo, não deveria acabar tão cedo. Então porque estragar o momento? Então so curtiram o quanto podiam, antes da despedida.
Sans á soltou para que a mesma seguisse em frente e encontrase Asgore, ele não queria, mas torcia que ambos teriam um final feliz, como torcia, a garota também torcia com toda determinação que tinha, eles ficariam juntos. Longo se pois em seu caminho, também beijou Sans, calmo, mas demorado, começou andar, mas não olhava para trás, pois ela sabia que se olha-se não teria forças para continuar.
A sala do trono era recheada de flores douradas,a onde olha-se teria as mesma. Era uma visão magnífica. Na sala, também havia um trono com detalhes em ouro, havia outro por baixo de um lençol, aquele que deveria ser provavelmente da rainha. Toriel.
A historia nunca foi contada oficialmente para a garota, mas ela sabia por Chara que havia lhe contado, que era a única hora que a garota havia sido legal, mas ainda havia duvidas sobre a historia.
A rainha não a demitia oque o rei estava fazendo, matado qualquer humano que caia aqui para os próprios bens do reino, capturado a alma e a guardado em recipientes para serem utilizadas para a quebra da barreira.
Então a mesma fugiu, sem deixar rastros, o rei ficou abatido, chorou, mas nada podia ser feito, agora estava sozinho.
Ela havia indo para Ruinas, que agora estava inabitável por monstros. Depois da guerra contra os humanos, todos haviam sido presos no subsolo por 7 magos do mundo humano. Longo os monstro foram obrigados a endentar o lugar. Construído, agora as ruínas, logo, quiseram mais, não era por menos, no momento não tinham como quebrar a barreira. Então todos começaram sua jornada, deixado as ruinas agora inabitável.
Era o lugar a onde a rainha poderia cuidar dos humanos, tentar impedi as mortes e as capturar das almas dos mesmo.
Mas os humanos se cansavam e iam embora, ficado por a própria sorte, todos acabaram morrendo.
" Nem todos chegaram tão longe"
Estava já a procura da chave ate o jardim de Asgore, a havia encontrado um bilhete em uma mesa em uma casa semelha-te a de Toriel. Aquilo a dava nostalgia das horas que havia passado com Toriel. Deixou esse pensamentos longe, continuou a procura, depois de algum minutos a encontrou, longo abriu a fechadura que a impedia a passagem, chegado ao jardim.
Lá estava Asgore, molhado as flores com carinho e cuidado.
– Olá.. — ao ouvir a voz o rei se virou.
– Oh como posso ajuda-ar...hmm é você..bem eu não a esperava, minhas desculpas. — ele havia se assustado, longo passou ter culpa, deixou oque estava fazendo e começou andar.
– Me acompanhe, por favor — Frisk assistiu com a cabeça e o acompanhou.
"Este e o fim? Bem, acho que sim.."
– Bem, nessa situação deveria ter oferecer uma xícara de chá? — riu baixo, ainda caminhado.
Longo chegaram a uma entrada, provavelmente da barreira.
– Aqui estamos, se tiver algum se feito, faça, depois volte aqui. A esperarem Pacientemente. — o rei sorriu, esperando a resposta.
– Bem.. Tenho algum a ser feito, te vejo depois, então? — Asgore assistiu, longo a garota se virou e seu caminho que teria ser feito.
" Ainda não, tenho algum ser feito..."
Você se enche de determinação...
Continua...
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