Notas iniciais
A princesa chegou.

(Maffy)

Voltamos para casa, era de manhã, o sol já nascera, meu avô foi tentar dormir mas eu fui fazer o pequeno-almoço para a família. Toda aquela conversa me fez pensar, meu pai e eu somos inimigos, acho que já não quero conhecê-lo.

– Já acordada querida? — minha mãe se levantou

– Não tive sono.. — falei fazendo panquecas

– Filha...sobre o teu pai... — ela começou uma conversa na qual preferia esquecer

– Mãe, não falemos mais disso! — falei, ela admirou-se — O avô falou-me por alto que o pai é perigoso, que seria melhor eu não conhecê-lo, realmente não quero mais, é pelo nosso bem e para ficarmos fora de perigo. — sorri

– Oh meu amor.. — ela me abraçou chorando

– Eu entendi mãe, só me querias proteger, por isso nunca me falaste dele... — abracei-a — Deixemos assim, ele longe e nós felizes.

– As PANQUECAS! — gritei cheirando a queimado — Oh! — queimou-se

– Fazemos de novo... — disse ela rindo

(Narradora)

Quando Mafalda estava com a frigideira das panquecas nas mãos, deixou-a cair, sentiu-se super mal desmaiando...

– PAI! — gritou a mãe aflita

– O que... — todos desceram

O avô e o padrasto levaram-na até ao sofá, ela ardia de febre, 40 graus, suava como se estivesse num forno, para a sua mãe, avô e tia aquilo não era novidade mas para os restantes já era.

– O que se passa com ela? — perguntava Natacha preocupada

– Calma querida, vai passar.. — disse a mãe dela

– Pai, é agora? — perguntou Nessy

– É. — disse ele — A princesa virá esta noite!

– Princesa? — o marido de Nessy, o irmão Jonas e a prima estavam confusas

– Venham! — disse Ana — Vos explicarei tudo. — Nessy olhou-a — Tem que ser irmã eles podem ajudar!

O suor e a febre não desaparecia, ela tremia e gritava devido às dores pois os osso estavam a quebrar. O avô sempre esteve presente e ficaria até ao momento dela se transformar na Princesa da Tribo Perdida