My True Love

31 Proibido matar pessoas no recinto .


Notas iniciais
Para quem quiser ler minha nova fic > The Rain < é yaoi mas é legal,estilo My true love @W@

Enfim..........Boa leitura

Jack

- Rose , que ir tomar soverte comigo? -

- Que nem um encontro?...- Corou .

- Não sua pomba lesa. Quero tomar sorvete e tambem goste sua companhia . — Sorri para ela.

- Tudo bem, eu aceito.

- Vamos a pé? Eu não tenho carro.

- Nem eu ....

xxxxxxxxxx

- Err....- Murmurei desconfortável naquela situação.

- Jenny pode tomar sorvete com vocês? — Perguntou aquela tal de jenny , enjoada, e ...........otária. arg.

- Claro meu......Quer dizer , jenny. — Rose respondeu e eu dei uma cotovelada nela, fazendo a mesma grunhir .

- Você quer ir com a gente Magie? — Perguntei olhando para aquela delicia dirigindo o carro. Rose pisou no meu pé,me fazendo morder os labios para não chorar.

- Tudo bem . — Disse ela com receio .

Rose

Chegando na sorveteria , jenny não parava de dizer que estava feliz por tomar sorvete , e o Jack não parava de manda indiretas para Magie. Peguei um pote com 3 bolas de sorvete de chocolate, e me deliciei naquele pecado gostoso.

- Rose, você já está gorda, ainda fica tomando sorvete com 3 bolas , quer virar uma baleia né. — Ain que desgraçado . Botei minhas mãos geladas em seu pescoço e fiquei tentando mata-lo, só que fui parada por uma garota que trabalhava ali.

- Moça. Você não pode matar pessoas aqui dentro , não viu a placa. — Disse apontando para uma placa que dizia : Proibido matar pessoas no recinto. Por favor, se retire e vá matar lá fora.

Droga !

- Ufa .- Suspirou Jack em alivio.Estava indo tudo bem , até que Jenny bota a cara no sorvete e fica todo lambuzada do mesmo, e quem vai lá para limpar? Quem? Me diga vai. Ah vai me diga.Por favor,diga vai.ME DIGA CARAMBA!

.................

Isso mesmo. Aquelazinha, a Magie. Bufei e me levantei.

- Bom, agora a gente vai indo embora. Muito obrigada pela carona.Tchau . Venha Jack . — Sai da sorveteria sendo seguida por Jack.

- Vamos voltar de pé agora? — Perguntou.

- Vamos de ônibus .

- Ain que nojinho. — Disse.

- Bixona. — Bufei.