My Sexy Boss
3 I can offer you all the pleasure that can support
Notas iniciais

É onde vamos
É onde estaremos
eu sei se eu estou com você, eu estou com você
para você, você tem de estar para mim — Haunted, Beyoncé
Mônica_Proposta? — Ele sorri sujo e fala.
Cebola_ Já ouviu falar de BDSM? — Ele sorri, e oh merda. Agora percebi seu gostos peculiares.
(...)
Estou de fato surpresa, como um homem de aparência tão meiga teria envolvimento com BDSM, eu sei o que é mais apenas com poucos detalhes, nunca procurei me inteirar sobre o assunto. Eu estou com medo, medo de suas reações, medo das reações que ele causa em mim, medo de infelizmente estar gostando do rumo dessa conversa. Estou dividida um lado meu está pensando “Saia de perto dele, você não sabe no que está se metendo.” E Meu lado mais safado pensa “Continue, você sabe o que quer”.
Mônica_ Já ouvi falar, mais não é um assunto do cotidiano para mim. – Assumo a garota honesta e tímida, por que?
Cebola_ Termine a sua sobremesa e iremos conversar em um local mais particular. – Ele fala em tom definitivo. Ele assume 2 pessoas tão rápido, em um momento é um fofo, meigo que é sorridente o tempo todo e no outro um grande dominador em si.
Termino o delicioso Petit Gateau que estava na minha frente enquanto recebia olhares quentes do Cebola quando colocava o sorvete de creme em minha boca. Saímos do restaurante ainda em silencio, parecia que um clima confuso se espalhou aqui.
Ele subiu na moto e eu subi logo atrás e ele foi em direção a um condomínio de prédios elegantes e altos. Quando desceu foi até a garagem e deixou sua moto. Saímos da garagem e fomos ao elevador onde ele apertou o número 50 que era a cobertura.
O Silêncio no elevador estava insuportável, até que sinto minhas costas baterem no elevador e os lábios de Cebola tomarem os meus, eu correspondo quando eu ia colocar minhas mãos no pescoço dele ele as segura e coloca para cima, algum tempo depois ele as solta, enquanto ainda me beija, Quando eu me perguntava qual o gosto dos lábios dele eu o comparava a um vinho, mas mudei minha opinião ele é como licor de morango, é doce, suave e nos embriaga.
Quando as portas do elevador se abrem, ele para de me beijar e pega a chave no bolso e abre a porta da sua casa.
Cebola_ Senta naquela mesa ali. – Entrei e sentei na cadeira de uma mesa de vidro linda. Ele logo sentou e colocou as mãos no vidro. – Mônica, você deve estar achando estranho o rumo em que a nossa conversa tomou, mais como eu já disse antes eu tenho uma proposta para te fazer, quando vi seu currículo na empresa te achei perfeita para ser minha, minha submissa, minha garota. Eu sou experiente mesmo com a minha idade, já tive mais de 20 submissas mais nenhuma me despertou como você. Sei que deve estar confusa, mais se aceitar eu prometo esclarecer todas as suas dúvidas. – Ele falou suave e assenti.
Mônica_ Como seria esse relacionamento Dominador e Submissa? – Pergunto curiosa. Já está na chuva é pra se molhar.
Cebola_ Tudo o que precisa saber está nesse contrato, eu criei ele por apenas 1 motivo. Tem algumas submissas que pensam em tirar o meu dinheiro após essa relação BDSM, jurando acabar com a minha reputação de CEO responsável e etc. Então fiz esse contrato para valer a todas as submissas. – Ele me explicou e entregou o contrato. – Aqui tem todas as cláusulas e se não gostar de alguma podemos negociar. – Ele sorri.
Mônica_ Ok. – Pego o contrato. – Prometo ler mais tarde. E pensar na sua proposta.
Cebola_ Como hoje é sexta, lhe darei o final de semana pra pensar. Qualquer dúvida não hesite em me chamar. – Ele sorriu. Eu senti carinho no seu olhar. – Eu quero muito, que você seja minha, que eu possa lhe oferecer todo o prazer possível, ouvir seus gemidos, desfrutar do seu corpo enquanto desfruta de todas as sensações que eu posso lhe dar. – Ele falo em um tom baixo enquanto utiliza o seu tão famoso sorriso sujo e eu inconsciente gemo, fazendo ele abrir um sorriso maior.
Mônica_ Ok, se eu tiver alguma dúvida nos falamos depois. Pode pedir pra alguém trazer meu carro? – Pergunto, eu tenho direito de querer ir sozinha.
Cebola_ Já está na garagem. Vaga 50. – Ele fala e sorri com a minha cara de surpresa. Vadio! – Pode ir pra casa, eu te dou esse tempo. Só lembre-se: Eu posso te oferecer todo o prazer que puder suportar... – Ele deixa a frase no ar. Pego minhas chaves que estão na mesa. Como elas foram parar ai?
Saio do seu apartamento e quando aperto o botão do elevador. Sinto dois braços na minha cintura.
Cebola_ Me prometa pensar, huh? Eu nunca desejei ninguém, como te desejo. Eu quero você, eu preciso de você...Prometa pensar? – Ele fala ao meu ouvido e beija o meu pescoço após isso.
Mônica_ Eu prometo. – Ele vira meu corpo e me beija com luxuria, apenas sinto o doce gosto de licor invadir novamente meu corpo. Ouço o barulho do elevador. – Me deixa ir, huh? Antes que eu mude de ideia, assine esse contrato e me entregue no meio desse corredor. – Ele me solta e gargalha.
Cebola_ Até que não seria má ideia...- Ele deixa a frase no ar de novo. E faz um sorriso safado...Meu Deus! Me dá força.
Entro no elevador e o Cebola fica no corredor.
Cebola_ Mônica – Ele sorri.
Mônica_ Cebola – Devolvo o sorriso. As portas se fecham.
Deus, onde fui me meter? E o pior por que estou gostando disso?
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