My Sex Slave
2 Sua voz. [HENTAI]
Notas iniciais
CASO SEJA DE MENOR OU TENHA UMA MENTE LIMPA, NÃO LEIA ESSA FIC, ARIGATOU DESU ~
— Eu já disse, irmã querida... terás de fazer o que eu mando. — Natsume sorriu maliciosamente, o quê deixou Ema constrangida e totalmente ruborizada.
— Pare com isso, Natsume, por favor! — a menina exclamou. — Eu definitivamente não farei o que você mandar.
— Oh? Tudo bem. — o ruivo bufou. — Então terei que puni-la.
Asahina pegou a irmã pelos braços e caminhou em direção ao seu quarto.
— E-Ei... Natsume! Espere!
Com um movimento violento, ele largou a menina em sua cama.
— Kyaaaa!
— Pare de gritar. O que fará se alguém lhe escutar?
— Eu gritarei quantas vezes for preciso... Natsume.
— Cale-se.
— Não.
— Eu mandei calar-te, irmã estúpida. — o irmão colocou a mão sobre a boca de Ema e pressionou, proibindo a menina de poder soltar a voz. — Eu só quero ouvir os seus gemidos, nada mais.
A garota rapidamente corou, e tentou livrar-se das mãos de Natsume.
— Se aquiete, ou terei que amarrá-la.
Ema tentava gritar, mas sua voz era abafada pelas belas mãos de Asahina.
Natsume abriu sua gaveta, e pegou uma algema.
"Por quê ele anda com algo desse tipo?" pensou a menina.
— Hm, isso está ficando interessante, não acha? — o ruivo sorriu novamente, e voltou à encarar Ema, de um modo provocante. A colegial ficou ainda mais ruborizada. — Escrava sexual.
— ...?! — Chii arregalou os olhos, surpresa.
Em questão de minutos, Natsume algemou Ema, retirando as mãos da boca dela.
— N-Natsume, pare! Me solte, por favor! — A garota estava desesperada.
"Somos irmãos, não podemos..." era somente isso que se passava na cabeça da ingênua garota.
— Não conseguirá fugir, maninha. — Asahina continuou à provocar a irmã. O mesmo deitou-se sobre ela, e apertou sua coxa violentamente.
— Natsume...! — Ema gemeu.
— Era isso que eu queria ouvir, você gemendo meu nome. — disse ele, enquanto alevanta a saia de Ema, deslizando a mão em sua coxa e dando chupões fortes em seu pescoço.
— Ahh...! — a garota não conseguia esconder o prazer que sentia. — P-Por favor, Natsume...
— Não. Definitivamente, não te deixarei fugir. — com uma de suas mãos, tocou levemente a intimidade da irmã. — Aqui? A sua parte mais sensível.
— Ahnn... — a menina gemia ao sentir os dedos de Natsume sobre sua vagina.
"Não era pra ser assim...
Ele deve parar. Somos irmãos." pensava ela.
— Vamos, geme. Quero escutar seus gemidos. — o ruivo abaixou totalmente a calcinha da irmã. — Agora sim.
— Não olhe! — Ema exclamou. — Pare, Natsu-nii, por favor!
— Pare de insistir. — ele resmungou, enquanto tocava o clitóris da garota. — Eu não irei parar.
— Ahh... hm... — a colegial mordia os lábios para tentar conter seus gemidos. Mas, Natsume penetrou-a com um de seus dedos, fazendo-a gemer sem parar. — Ahhhh, Natsume!
— Está gostando? — continuou penetrando-a com seu dedo. — Nem preciso perguntar isso. Seu corpo já me deu a resposta.
— Hm, ahh... Natsume...! — Chii não conseguia controlar sua voz. E o irmão, querendo provocá-la ainda mais, enfiou mais um de seus dedos dentro de sua vagina. — Ahhhhh~!
— Sua voz... é tão fofa. Quero ouvi-la ainda mais. — disse ele, enquanto dedava rapidamente na intimidade de Ema.
— Hmmm, agh... ahhh~! — a menina gemia sem parar, com uma voz alta. Por fim, Asahina enfiou mais um de seus dedos, e começou a dedar o mais rápido que Ema aguentava.
— Ahhhhhhh~! — a garota sentiu um prazer incontrolável, algo queimava dentro dela. Se tratava de... orgasmo. — AHHH, NATSU... ME!
Chii gozou nos dedos de Natsume. O mesmo levou seus dedos até os lábios da irmã. — Chupe.
— N-Não! — resmungou ela, corada e derramando lágrimas.
— Vamos, chupe logo. Ou contarei à todos sobre o que aconteceu aqui. Realmente não se importa?
— Tsc... — ela estava com raiva. Mas para manter isso em segredo, acabou topando. — Tudo bem... Mas será a última coisa que você irá fazer comigo. Me deixe ir embora depois disso!
— Não prometo nada. Agora, chupe logo. — dito isso, ele colocou seus dedos na boca da menina. Ema começou a lamber os dedos de Natsume, que estavam melados com seu própio gozo.
— Muito bem, muito bem. — Asahina chegou perto do ouvido da garota. — Mas, sabe, maninha... Só os dedos não são suficientes. Eu quero entrar em você.
— ...?! — a colegial imediatamente ruborizou. Não sabia o que fazer, não sabia o que falar.
"O que eu faço?" pensou ela.
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