My Seven Brothers

5 V - De cinco homens, por que justo eu?


Notas iniciais
Heeeeeeeey pessoas Cá estou eu invadindo a conta da Fire BTS, embora eu sempre escreva junto com ela, eu ainda não havia postado, então passei aqui para dar um oi Sim, foi muito chá de cogumelo que a gente tomou pra escrever esse capítulo aqui kkkk então não me responsabilizo por nada, ok? Vocês estão lendo por vontade própria Boa leitura :D

*Jungkook on*

—NÃO TAE! POR FAVOR! NÃO! – Gritei desesperado. Eu estava amarrado na cadeira e Tae e Dyen estavam cada um com uma garrafa de “água de limão”.

—Você não prrrrooooooooovou ainda. – Disse Taehyung.

—Eu não quero! – Balancei a cabeça tentando afastar a mão de Dyen. O que não foi algo muito bom, porque ela bateu com aquilo na minha cabeça.

—Xiiiiiiiiiiiiiiiii. – Ela cuspiu em toda a minha cara. – Buuuuuraco negro. – Ela disse para o Kim.

Ele, por sua vez, agarrou meu maxilar e apertou, fazendo com que eu abrisse a boca e colocou o funil ali. Eu odeio essa linguagem de bêbado que só eles dois entendem, Dyen odiaria isso, mas os dois são iguaizinhos à mamãe.

—Toma tuuuuudinho, bebê. – Disse Dyen e despejou soju no funil.

Eu deixei aquele liquido amargo na minha boca, mas não engoli. Quando Dyen viu que o funil estava enchendo, mas não esvaziando, ela olhou para Taehyung.

—Pim pim. – Ela disse e, por mais louco que possa parecer, Tae entendeu o recado.

Então, ele trancou meu nariz, e eu engoli a minha perdição. Enquanto o líquido descia por minha garganta, eu senti que estava ferrado. Duas garrafas de soju. Alguém me socorre.

*Narrador on*

Quem passasse na frente daquela bela mansão, nunca imaginaria o que estava acontecendo lá dentro.

Kim, Jeon, Park e soju: era essa a combinação.

—Eu aaaaaaamo vocês. – Disse a Park que estava jogada no colo de seus dois irmãos mais velhos.

—Que menthxxira. – Disse Jungkook com sua linda carinha de noiado.

—Água. – Falou Taehyung e Jungkook ganhou uma cusparada na cara, presente de sua irmã tão fofa.

O garoto estava irritado por seus irmãos se comunicarem de forma que ele não entendia, mesmo ele estando bêbado também.

De repente, a garota começou a rir.

—Buuuuuurraaaa. – Ela cantarolou. – Buuuuurraaaa...

Taehyung olhou para Jungkook sem entender.

—Ah... agora você entendeu o que ela estava falando. Nananinanão. – Disse Jungkook animado por não ser o único boiando na história.

—Vocês dois... – Disse Dyen. – Deviam estar no hospital... liberando até os órgãos. – E ela voltou a cantarolar. – Buuuuurraaaa.

—Quê? – Perguntou Taehyung.

—Eu troquei os pedaços do bolo! Eu fui burra, em vez de colocar o laxante no bolo de vocês dois, eu coloquei no bolo da mamãe e do Chimchim, buuuurraaaaaa.

—Isso é u-um jogo de confissões? – Jungkook perguntou animado. – Então eu voooou contar: eu dei soju a vocês, não água de limão.

—QUÊ? – Gritaram os outros dois.

—Legal, né? – O biscoito ergueu os polegares. – Agora sai de cima Jimin, hihihihihihi.

Jungkook empurrou Dyen e continuou rindo da sua piada (totalmente sem graça).

—Tem mais?

Logo os três já tinham virado mais cinco garrafas.

—Eu... devia... devia ter provado isso antes. – Disse Taehyung.

Jungkook arregalou os olhos.

—Esse negócio é do capeta... – Disse ele assustado. – Agora tem duas Dyens!

—É porque você tá bêbado! – Dyen o chutou.

—Cala a boca que eu tô sóbrio. – Ele disse olhando para o que ele achava ser a irmã, porém esta se encontrava cinco centímetros para o lado.

—Jeon Jungkook, o biscoito bê... – Então Dyen caiu no colo de Tae. Estava dormindo.

—Dyen, hihihihihi. – Taehyung tocou a bochecha da garota tentando acorda-la.

—Ahaha, bem feito. – Jungkook se aproximou.

—XiiiiiiiiiiiiiiiiiiiU! Ela dormiu, tãaao fofa... Acho que teremos que leevaar ela até o quarto. – Disse Tae pegando sua irmã. – Meu Deus me ajuda, me ajuda, se não ela vai cair.

Então os meninos subiram as escadas meio tontos, entraram no quarto e simplesmente soltaram a irmã em algum lugar.

Ela com os olhos semiabertos, viu Mark (O lindo, maravilhoso e gostoso do Got7). Mark, meu lindo, Ela pensou enquanto sentia estar caindo, então agarrou o braço de seu amor imaginando cair num lago de paixão.

Jungkook estava se vendo, para seu desespero, ser puxado para fora do que ele percebeu ser a janela, com sua irmã agarrada ao seu braço com cara de boba.

Então teve a brilhante ideia de se agarrar em qualquer coisa para impedir sua morte iminente. Essa coisa, por acaso, era seu irmão Kim Taehyung.

*Sr. Kim on*

Depois de ter que pagar a conta do hospital de seis pragas, das quais apenas dois eram meus filhos, tive que ir até a casa daquela múmia paralítica para checar se os filhos dela estavam bem.

Ao chegar na mansão (que fazia-me pensar o porquê de eu ter me divorciado dela) avistei a decoração nova que estava pendurada na janela de um dos quartos.

—Mas que decoração estranha... – Falei com meus botões.

Me aproximei curioso e pude ouvir alguns gritos.

—ME LARGA JUNGKOOK, EU VOU CAIR! – Reconheci a voz da minha peste mais nova.

—SE EU TE SOLTAR EU MORRO Ô MONTE! – Escutei Jungkook gritar.

—Mark! Mark! Não me deixe! – Eu não escutava essa voz há alguns anos.

Logo percebi que a decoração, na verdade eram três crianças bêbadas penduradas. Então recuperei meus sentidos e saí correndo.

Cheguei em baixo da janela.

—Dyen! Solta que eu te seguro! – Gritei.

—Pai? — Perguntou meu filho.

—Eu não vou deixar o Mark oppa. – Ela gritou de volta.

Tive que planejar algo na hora.

—Sou eu, meu amor, o JB! – Berrei. Eu sabia que ela amava o JB, quem em sã consciência não amaria o JB? Até eu amo o JB (JB, JB, JB, JB, JB!!!!).

—JB!!!!!! – Ela soltou os braços antes do que eu imaginava, então nós dois caímos. – J.. – Ela parou olhando para mim e começou a choramingar. – Mark oppa! Eu quero meu Mark de vol... – Então ela dormiu.

Coloquei a Cruela do lado e levantei.

—Sua vez Jungkook!

—Mas nem que a vaca tussa! – Ele respondeu.

Nesta hora, meu filho (que não é nada burro), começou a chacoalhar a perna, derrubando Jungkook.

Agarrei o menino exatamente no momento em que Dyen começou a tossir, talvez por causa da friagem.

—Parece que a vaca tossiu, amiguinho. – Gritou Taehyung sem saber do que havia acabado de acontecer.

—E não é que ela tossiu mesmo? – Jungkook riu.

Essa família tem o melhor timing.

—Eu não sou seu príncipe encantado. Pode ir saindo dos meus braços. – Falei e o garoto já foi logo descendo.

—Hihihihihihi, príncipe... – Jungkook riu e foi brincar com a bochecha de Dyen.

—Agora você Tae! – Gritei e ele pulou.

Os três estavam deploráveis.

De todos os cinco homens que já passaram na vida da múmia, por que logo eu tive que cuidar de três maknaes bêbados?! Eu mijei em Buda, por acaso?!

Para melhorar a minha noite eu fui abrir a porta, e adivinha só? Estava TRANCADA!!

—Vocês trancaram essa merda?! – Me revoltei.

—Podia entrar um ladrão, hihihi. – Eu já estava me irritando com aquela risadinha do Jungkook.

—Podia cair a casa e vocês não iam perceber! Para os fundos, agora! – Ordenei.

Eu tinha que fazer aqueles pestinhas entrarem em casa, ficarem sóbrios e sem feder a álcool.

A porta dos fundos também estava trancada. Como Taehyung estava com Dyen nas costas, decidi usar Jungkook.

—Vem cá, filho. – Chamei.

Ele veio meio desconfiado por estar sendo chamado desse jeito por mim.

—Vem aqui, preciso de um ajudinha.

—O... o que é? – Ele perguntou.

—Isso é jeito de falar com alguém mais velho?!

—Sinto muito. – Ele se curvou e aproveitei o momento para pegar ele no colo.

—Espera... ESPERAAAAA!

Era um soldado que eu tinha que sacrificar, então atirei ele na porta. E deu certo. Arrombei a porta com o filho do Jeon, sou um gênio.

—Entrem logo! – Falei para os outros dois e ajudei Jungkook a levantar.

—Acho que... – Ele disse. – TEM UMA FERPA NO MEU DEDOOOOOOO!!

Foi três minutos para que eu conseguisse tirar a ferpa do dedo dele. E ele chorou o tempo todo.

Embora não fossem meus filhos, eu realmente gostava dos outros pestinhas da múmia, e não queria que eles tivessem uma morte trágica nas mãos da mãe. Então decidi arrumar aquela bagunça toda.

Depois de quatro potes de pasta de dente na boca de cada um para tirar o bafo de bebida e uma hora arrumando a casa, finalmente terminei tudo. (Não, eu não quero comentar sobre a parte do banho, ok?).

Joguei um colchão no chão, coloquei as crianças lá (estavam dormindo), liguei a TV e saí para comprar soju já que eles tinham conseguido acabar com o estoque da mãe deles.

Foi um pouco difícil achar uma loja aberta, já que já era tarde da noite, mas, graças aos céus, eu consegui comprar.

Votei para casa correndo e coloquei o soju no lugar devido.

Cheguei ao final da escada no exato momento em que aquele ser que me dá muito medo entrou pela porta.

—Como estão eles? – Ela perguntou. Parecia estar bem melhor do que no hospital.

—São uns anjinhos. – Sorri.

—Que bom... – Ela disse. – Bem... hoje você não vai apanhar, mas ai de você se aparecer na minha casa novamente.

—Ai de você se eu encontrar um dos meus filhos bêbados de novo. – Murmurei baixinho.

—O que disse?

—Nada, múmia paralítica. Eu tô voltando para Daegu então. – Saí correndo pela porta.

—ME CHAMA ASSIM DE NOVO QUE EU QUEBRO A TUA CARA, SEU CAVALO SEM DENTE! – Ela gritou.

É... graças a Deus deu tudo certo. Talvez eu não tenha mijado em Buda...

Notas finais
Gente, pra os novatos que não sabem ainda, soju é uma bebida alcoólica muito popular na Coréia. Não se esqueçam de comentar, até o proximo Bj ♥ A Fire BTS está aqui implorando para vocês: não andem por aí mijando em objetos sagrados de nenhuma religião, ok? (FireBTS: "em outras palavras, não mijem em Buda") Agora... Fui