Notas iniciais
Genteeee espero que gostem.
Boa leitura

Isabella Swan. P.O. V

Em um mundo onde criaturas sobrenaturais e humanos vivem em quase total harmonia, é claro que teria problema para alguém. Neste caso o azar foi meu.

Meu nome é Isabella Swan, quando eu era menor meus pais receberam a noticia de que eu sou a escolhida para parceira dos Originais. Os Originais são os primeiros vampiros, eles mantem a ordem sobrenatural, desde que o mundo descobriu sobre os seres inumanos, eles controlam cada um com seu papel. Nunca os vi, porém desde pequena me disseram que fui predestinada a eles, eu não teria escolha sobre isso. Quando chegasse aos 17 anos os encontraria. Eu sempre fui totalmente contra essa merda de “destino” nunca aceitaria que decidissem meu destino, meu futuro por mim, sempre deixei isso claro. Não que alguém tenha me dado ouvido, meus pais acham uma honra algo assim, o que só me faz cada vez mais discutimos, eu não sou uma peça a qual movem conforme querem, sou uma pessoa. E eu não vou me render a isso, vou fazer minhas escolhas.

Eu havia planejado há muito tempo isso eu sabia que não seria fácil, mas não desisti. Fugi de meu quarto enquanto meus pais dormiam, era minha última chance de fugir, meu último dia. Já havia tentado outras vezes, mas sempre era pega. Charlie e Renée sabiam que eu não aceitaria a situação tão rápido, então há alguns meses os convenci que estava conformada mesmo assim eles ainda estavam desconfiados. Mas na calada da noite enquanto todos dormiam fugi sem que ninguém me visse. Meu coração estava disparado, não aguentava mais correr parecia que ia cair a qualquer momento, eu sabia que eles estavam atrás de mim, continuei. Era cerca de três e pouca da manhã eu já estava a alguns quilômetros longes, mas não o suficiente. Algumas horas depois entrei em um bar de estrada eu estava exausta. Puxei meu capuz segurei firme minha mochila e fui direta ao balcão, uma bebida forte e um café, precisava continuar. O barman me atendeu gentil, mas não dei atenção eu observava tudo ao meu redor até mesmo um jovem casal que discutia discretamente.

Assim que terminei peguei minha mochila, mas vi uma movimentação estranha do lado de fora havia alguns caras, eles era estranhos procuravam algo logo deduzi que deveria ser eu. Devagar me dirigi a cozinha escondendo minha mochila peguei um avental uma toca e fiquei por ali.

— Quem é você? – perguntou uma moça ruiva baixinha ela devia ser mais nova do que eu. Olhei para ela suplicante

— Por favor, me ajude? – pedi ele olhou ao redor compreendendo e assentiu

— Fique quieta, não vou delata-la. – sussurrou eu dei um leve sorriso de gratidão.

Um dos homens entrou na cozinha procurando alguém que pudesse estar escondida eu continuei a fitar a panela na minha frente fingindo cozinhar algo.

— Seu nome? – perguntou ele para a ruivinha que me ajudou

— Rachel Sandler. – respondeu

— E você?

— Lisa Sandler somos primas. – menti com a cabeça abaixada

— ok. Tudo certo aqui, não a sinal da garota. — disse ele para os outros enquanto saia esperei um pouco agradeci a Rachel e sai. Não poderia ficar vagando por ai pelo jeito, iriam me achar logo. Continuei por ai. Até que me encontrei dentro de um vilarejo não muito distante do bar. Pensei em um hotel, mas me achariam lá.

Estava em um pequeno mercado quando ouvi uma mulher reclamando sobre dinheiro e coisas assim, me aproximei puxando conversa e de modo muito persuasivo perguntei se ela não me alugaria um quarto por alguns dias, ela estranhou a principio, mas consegui convence-la. Era um bom dinheiro e eu teria um lugar para ficar todas saiam ganhando.

— Então Isabella o que faz pela cidade? – perguntou

— Estou à viagem, turismo. Não suporto hotéis agradeço muito por me alugar um quarto. – falei ela sorriu docemente.

— Infelizmente não é um bom dia para viajar, a cidade está um caos. A escolhida dos Originais desapareceu. – ela disse eu respirei fundo

— Nossa que loucura. Senhora se não se importa vou descansar um pouco até mais. – me despedi dando pagando-a e indo para o quarto. Tomei um banho e vesti algo mais confortável, logo depois dormi.

Algumas horas depois acordei assustada olhando para os lados, mas logo me acalmei vendo que estava tudo bem. Eu tinha uma grande quantia comigo dava para me manter por um longo tempo, quando a poeira abaixasse eu arrumaria um emprego, algo que me desse um álibi. Desci as escadas na intensão de comer algo quando ouvi a Senhora Carter ao telefone, conversando não era minha intensão bisbilhotar, mas notei algo estranho em seu jeito ela sussurrava e parecia com pressa. Andei até a cozinha quando ela me viu disfarçou um pouco e logo desligou.

— Tudo bem Sra. Carter? – perguntei

— Claro, está com fome imagino? – disse ela suave, mas sentia algo estranho

— Na verdade sim. – sorri. Ela me serviu alguns cockies e leite, eu comi calma, agradeci e voltei ao meu quarto. Uns minutos depois comecei a me sentir tonta e meio sonolenta. Merda, a mulher tinha me drogado! Peguei minhas coisas, meio cambaleante. E tentei ir embora, mas era difícil meu corpo estavam pesado, minhas pernas pareciam arrastar-se. Quando cheguei a porta senti uma mão me segurar.

— Não, não, não você não pode ir agora. Se amigos estão prestes a chegar – falou ela já me irritando. Eu me desesperei me soltei dela tropeçante.

— Não! Você me entregou...

— Desculpe querida, mas eu precisei. – disse fingindo arrependimento, não quis ouvi-la a empurrei e sai pela porta tentando correr. O que essa mulher havia me dado? Não conseguia correr, a mochila parecia tornar tudo ainda pior. Eu vou matar aquela traidora!

-Moça esta passando mal? – perguntou uma criancinha para mim na rua, eu fiz que não e continuei. Entrei em um beco me escondi ali. O tempo ia passando e pude notar vagamente a tarde passado.

— Eu a achei. – ouvi uma voz. Não, não, não! Eu implorava em que não fosse sobre mim.

-Está tudo bem? – perguntou o cara eu não o respondi tentei me levantar e correr, mas ele foi muito mais rápido o que me fez pensar que ele era um vampiro, entretanto eu estava tão retardada pelo enfeito da calmante, que ele poderia ser um simples ser humano. Ele segurou meu braço me impedindo de fugir. Eu mexi em meu cabelo, me lembrava de modo distante de ter o prendido com um pauzinho chinês. O tirei da cabeça e o cravei na mão do homem tentando fugir. Em vão assim que me afastei o vi novamente diante de mim, é com certeza ele era um vampiro e pelo jeito estava com muita raiva. As veias de seu rosto se sobressaltaram ele vinha em minha direção. Eu ia morrer! Eu pensei, mas de repente o cara caiu no chão a joelhado, me aproximei de leve vi um buraco em seu peito.

— Eu disse, não toquem nela. – ouvi uma voz me assustando olhei para frente havia um homem bonito, de terno ele estava com o coração do vampiro na mão. Eu não sabia o que fazer.

— Prazer sou Elijah. – ele disse sua voz era incrível, mas não dei tempo de mais nada me virei para correr. Porém ele apareceu em minha frente, maldita velocidade vampiresca.

— Nem pense nisso. – ele disse, mas não dei atenção tentei novamente minha mente ainda girava, mas logo estava ele ali na minha frente de novo, eu bati de frente com ele que passou seus braços ao meu redor me segurando.

— Você fica muito tentadora com essa roupa de dormir, vamos logo para casa.

— Me solte! – esbravejei, falando pela primeira vez ele riu de leve.

Não conseguia mais resistir ao efeito do calmante já tinha gastado toda minha energia, minha adrenalina havia sido totalmente aniquilada. E cai no sono.

Notas finais
E ai o que acharam?
Leio também minha outra fic Heart Girl Original
XOXO