Notas iniciais
Amanhã tem um especial de natal galera.

Sue: Está na hora querida.

Depois de algumas horas da chegada de Rachel e Finn em Lima Rachel começou a sentir as primeiras contrações, horas depois já no hospital a bolsa estourou, eles ainda estavam na recepção Finn entrou em desespero quando viu aquela água sem cor escorrer da perna de Rachel, mas no fim tudo deu certo e depois de oito horas de pura dor da parte de Rachel e desespero para Finn, ela finalmente podia empurrar.

Sue: Querida você pode empurrar de acordo com a sua vontade e quando passar você descansa. – A mais velha dizia calma já sentada em frente às pernas abertas da afilhada a espera do primeiro bebê. – Você vai sentar-se e empurrar suas pernas contra seu abdômen.

Finn ajudou-a a ficar na posição correta e logo ela gemeu com mais uma contração, que demorou a passar, arrancando um grito da pequena.

Rachel: Está doendo dinda. – Sentiu algumas lágrimas escorrerem enquanto Finn limpava sua testa.

Sue: Eu sei que está minha princesa, mas quanto mais cedo você começar, mais rápido essa dor acaba. – Viu-a cerrar os olhos jogando a cabeça contra a cama, enquanto outra contração a atingia. – Estamos esperando querida, quando você quiser.

A garota ainda relutou um pouco, chorando a cada contração antes de realmente começar a empurrar.

Sue: Isso querida você está indo muito bem, na próxima eu quero que você encoste o queixo no seu tórax e solte o ar. – Fazia uma hora que os gritos da expulsão, de fato, haviam começado e Finn não conseguia entender como Sue ainda estava calma, já que ele estava a ponto de desmaiar.

Finn: Só mais um pouco meu amor.

Rachel: Eu não aguento mais. – Ela fez o que a madrinha mandou e descansou na cama.

Sue: Está coroando, está aqui eu já consigo ver meu amor, só mais um pouco. – Encorajou a afilhada.

Três contrações depois a sala ganhou um novo som, o mais lindo na opinião de Rachel. O chorinho era manhoso e preguiçoso, mas ainda assim o mais lindo.

Finn: É um menino meu amor, um príncipe. – Ele beijou a testa de Rachel quando colocou o menino já calmo por cima do peito da mãe.

Rachel encarou emocionada o pequeno pacote em seu colo, beijou a pequena testa e disse.

Rachel: Benjamin. – Sorriu descansando a cabeça na cama.

Para Finn o mundo poderia ter congelado naquela cena, mas as contrações avisaram que havia outro ser querendo vir ao mundo e então dez minutos depois mais um choro foi escutado, esse um pouco mais forte que o primeiro.

Sue: É outro menino querida. – Levantou o bebê que não chorava mais, mas que tinha as mãozinhas fechadas em punho, como se estivesse indignado por ter sido tirado do ventre da mãe.

Rachel estava exausta, mas sentir o corpinho do segundo filho em seu colo recarregou-a e novamente ela batizou o menino, assim como fez com o primeiro.

Rache: Cory. – Disse antes de a enfermeira colocar Benjamin de volta ao seu colo. A primeira foto foi tirada e depois as enfermeiras levaram os bebês.

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Finn: Meu amor você precisa dormir um pouco. – Já no quarto Finn insistia para Rachel dormir, porém a morena queria porque queria ver seus bebês.

Rachel: Eu quero vê-los Finn. – Com os olhos praticamente fechados e o corpo pedindo por descanso ela pedia.

Finn: Eles estão bem e dormindo, fazendo o que mãe deles deveria estar fazendo. – Acariciou os cabelos dela, induzindo-a ao sono.

Rachel: Quando eles chegarem você me acorda? – Perguntou sucumbindo ao sono.

Finn: Sim querida, mas você precisa dormir, eles estão bem fique tranquila.

Com mais alguns carinhos ela estava profundamente adormecida.

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Sue: Como ela está? – Entrou mais tarde no quarto da afilhada seguida de uma enfermeira que empurrava dois bercinhos com Benjamin e Cory.

Finn: Dormindo, na verdade ela dormiu faz pouco tempo, teimosa que só ela, queria por que queria esperar os bebês. – Disse sorrindo para os filhos adormecidos como a mãe.

Sue: Então deixe que ela durma. Deixe que eles a acordem. – Sorriu olhando os bercinhos e a afilhada.

Finn: Está tudo bem com eles? – Referiu-se a Rachel e aos filhos.

Sue: Fique tranquilo Finn, os três estão com a saúde perfeita. – Ele respirou aliviado vendo-a colocar algo no soro da pequena, ainda adormecida na cama.

Finn: O que é isso?

Sue: Um analgésico, ela vai sentir um pouco de dor. – Ele olhou-a preocupado. – Fique tranquilo garoto, ela pariu duas crianças, isso é normal.

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Três dias depois Rachel e os bebês receberam alta, na primeira semana as coisas foram um pouco mais complicadas, pois Rachel estava insegura com tudo, Finn era muito útil nessas horas e assim os dois aprendiam juntos, o que era ser pai e mãe.

Era madrugada quando Sue acordou e ouviu passos no quarto dos bebês, sabendo ela que eram de Rachel, resolveu ir até lá, afinal não ouvira os bebês chorarem.

Sue: Querida você deveria estar na cama. – Disse ao vê-la em pé ao lado dos berços babado os filhos.

Rachel: Eu já vou dinda, logo é a hora deles mamarem.

Sue: Enquanto eles dormem você deveria fazer o mesmo, não pode ficar muito tempo em pé, ainda está de quarentena e você sabe disso.

Rachel: Eu já vou dinda. – A mais velha já ia saindo do quarto quando...

Rachel: Dinda eu queria te fazer um pedido.

Sue: Faça querida.

Rachel: Eu tive muito tempo pra pensar e eu sei que não existe pessoa melhor para isso. Dinda você aceita ser a dinda dos dois?

Sue: Eu não acredito. – Colocou as mãos na boca sentindo as lágrimas escorrerem antes de envolver a afilhada em um abraço demorado. – É claro que eu aceito.

Notas finais
Apresento a vocês os gêmeos Benjamin e Cory: http://pic.azimage.com/photos/premium/previews/119/newborn-twins-sleeping_119165239.jpg