My Name Is Kimmy
1 Capítulo 1- My Name Is Kimmy
Notas iniciais
pov. Kimmy
Meu nome é Kimberley Stuart, tenho 19 anos e trabalho no mercadinho, vocês devem me conhecer dos capitulos anteriores, Mona deve ter de descrevido como uma "doida" e temo que ela tenha razão nisso, mas isso não vem ao caso, vou contar agora como tudo aconteceu, no meu ponto de vista, que modestia a parte é o melhor ponto de vista de todas as vistas.
Tudo começou há uns 2 meses, eu estava trabalhando no mercadinho e estava de caixa, entediada mascando uns 3 chicletes de uma só vez, todos tinham sabor diferente, um era uva, um tutti-fruit e o outro limão, juntos eles formavam um sabor muito louco que nem dá pra descrever direito, votlando: estava lá entediada com as pernas em cima da máquina registradora e jogando Flappy Bird, quando ele chegou:
– Boa Noite — ele me saudou, tirei meus olhos do joguinho e me deparei com ele.
Daniel Benner, em carne, osso e tudo mais (que seriam as roupas e tals). Não eu não sou como 95% das moças dessa cidade que mal pode ver um cara gatinho que já fica toda: "Ai meu Deus, que lindo!", não definitivamente não! Mas temos que admitir, ele podia não ser nenhum Jensen Ackles da vida, porém não era de se jogar fora.
– Oi — eu o comprimento e faço meu trabalho de passar os produtos na maquina registradora — deu 8,95, mais alguma coisa?
– Você que me diz querida — ele fala sorrindo e piscando para mim.
Reviro meus olhos, caraca que merda foi essa? Serio? Ele acabou de "semi-flertar" comigo agorinha mesmo? Ai meu Cass que coisa mais... estranha.
– Quem está comprando aqui é você, não eu... — arqueio minhas sombrancelhas, mas logo me arrependo, será que não aprendi nada com a rabugenta da Doña Carla a não ser reclamar? Devo atender bem os clientes, para que eles voltem, porque se não eu e minha avó morremos de fome -, mas te aconcelho a comprar uns pães de mel, são uma delicia e feitos por nós mesmos os funcionairos.
Os funcionarios quero dizer: EU e a Doña Carla reclamando, no fim o pão de mel fica uma delicia de qualquer maneira, quando se tem o dom, se tem o dom.
– Sabores? — ele quis saber.
– Doce de leite, cocô e morango... temos também de trufa de chocolate, mas está em falta agora, se quiser pode vir aqui amanhã.
– Me dê duas de doce de leite — ele responde com um sorriso.
– Tudo bem — eu respondo e coloco os pães de mel em sua sacola.
Depois que ele se foi tudo ficou um grane tédio, esse mercadinho nunca tem clientes e esses dias ouvi o seu Manoel dizer: "Talvez tenhamos que fechar esse mercado, ele nós trás mais prejuizo do que lucro". Então comecei a pensar em maneiras de trazer mais clientes.. e não consegui pensar em nada que prestasse, voltei a jogar Flappy Bird e assim que consegui bater meu record corri para postar nas redes sociais...
"Seus créditos expiraram evite o cancelamento de seu chip efetuando uma recarga...", liguei o wi-fi e nada... então em veio uma grande ideia.
– NÃO, NÃO E NÃO — respondeu a velha, ops, Dona Carla depois de ouvir minha sugestão.
– Mas, pense bem... isso vai trazer clientes, WI-FI GRATIS! Vai atrair muitos jovens sem créditos no celular, mas com fome de Cheetos — eu argumento.
Isso mesmo que você está pensando, uni o util ao agrádavel, eu preciso de wi-fi e o mercado de clientes e oque mais atraem os jovens do que internet gratis e cheetos na promoção?
– Olha ela deve ter razão, ela é jovem e sabe das coisas — seu Manoel era o melhor chefe do mundo, tipo sempre me defendia das garras dessa velha coroca.
– Ai tá bom então... — ela resmunga.
Kimmy 1 x 0 Doña Carla.
E foi dito e feito, em pouco tempo a loja ganhou novos clientes, jovens e a procura de Cheetos e Pepsi-cola e se aproveitando do wi-fi grátis, seu Manoel até me deu um aumento de 15% em cima do salario bruto
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