My Lover

24 Capítulo 24


Capítulo 24

Finalmente chegámos á cidade predileta de Klaus: Chicago. Tenho que admitir, não era das minhas favoritas, especialmente por causa das memórias que aquilo me trazia.

-Bem-vindo de volta a Chicago, Stefan – disse Klaus. Ele sabia o quanto me custava estar aqui, e eu só desejava ir para a outra extremidade do planeta, mas não podia.

Saímos do carro e Stefan indagou logo:

-O que estamos a fazer aqui?

-Eu sei o quanto gostavas daqui. Traz de volta memórias dos dias de estripador.

Klaus abriu a porta do vagão.

-Bloqueei a maioria.

Espreitei pelo ombro de Stefan as luzes da cidade.

-Muito sangue, muitas festas. Os detalhes são um borrão.

-Bem, isso é uma pena – disse Klaus e eu arregalei os olhos. Como é que ele podia dizer aquilo? – Os detalhes são o que fazem a lenda.

-Dizia-se que o estripador de Monterrey se tinha sentido sozinho e por isso tinha escapado para a cidade. Tudo era proibido, estava tudo fora dos limites e isso tornava tudo…

-Divertido – completou Klaus, piscando-me o olho.

-Isso mesmo – concordei.

-Chicago era mágica.

-Pois, vou acreditar na vossa palavra – falou Stefan. – Como disse, não me lembro de maior parte.

-Voltemos para os negócios, então – disse Klaus e fechou a porta.

-Porque ainda estou aqui? Já nos divertimos, os teus híbridos falharam. Não queres seguir em frente?

-Viemos ver a minha bruxa favorita – respondeu Klaus. – Se alguém pode resolver um problema, esse alguém é ela. Vamos lá amanhã de manhã. Descansa.

Voltámos a entrar no carro e só saímos dele quando estávamos num hotel de cinco estrelas. Klaus fez o check-in, compelindo a senhora a dar-nos uma suíte presidencial, uma para cada um.

A suíte de Klaus seria ao meu lado, enquanto que a de Stefan seria a uns quartos de distância do meu.

-Boa noite, rapazes – disse e entrei na suíte.

-Boa noite, Sam – falaram Klaus e Stef ao mesmo tempo.

A primeira coisa que fiz foi preparar um banho com sais para relaxar. Liguei a aparelhagem e arrumei as minhas roupas. Quando acabei de fazer essa tarefa, a banheira de jacuzzi já estava pronta para mim.

Bateram à porta e eu abri-a, desconfiada. Era Klaus.

-O que foi? – perguntei, preocupada.

-Estás sozinha?

-Não, estava com o meu amante – brinquei e revirei os olhos. – Entra, se não confiares em mim.

Ele sorriu e percebeu a retórica do meu pedido.

-Eu entro, mas não é por desconfiar de ti.

Deu um passo para dentro e eu recuei. Ele fechou a porta sem sequer olhar para ela. O seu olhar estava fixo em mim e eu sorri manhosa.

-Então qual é o motivo para entrares?

-Para fazer isto.

Beijou-me e encostou-me a uma parede. Os seus beijos eram ardentes, e eu gostava disso em Klaus.

-Tenho uma banheira de jacuzzi cheia de espuma – disse entre os beijos dele.

-Então é melhor não entrarmos vestidos – ele sorriu de lado, comendo-me com os olhos.

-Não podia concordar mais – disse eu tirei-lhe a camisola.

©AnaTheresaC

Notas finais
Oi! Primeiro de tudo, queria dizer que estou muito triste e revoltada com o que aconteceu na escola primária no Connecticut. Não há palavras para descrever o que sinto e as lágrimas vêem-me aos olhos cada vez que oiço falar disso. Não é justo o que aconteceu.
E pronto, é tudo. Até para a semana e espero que tenham gostado do capítulo.