My Lover
38 Capítulo 38
Notas iniciais
Obrigada pelos comentários! Eu adoro ler o que vocês escrevem! Autora muito feliz! *-*
Capítulo 38
-Maldita Esther! – gritou Klaus, atirando o telemóvel conta a parede, partindo-o em pedaços.
-O que foi? – indaguei, assustada. Sentei-me na cama, vendo-o andar de um lado para o outro, furioso.
-Esther ligou-nos a todos no Baile.
-Como assim?
Os nossos olhares cruzaram-se e eu percebi.
-Oh, não.
-Preciso encontrar o Finn – afirmou ele. – Ele é a chave para isto tudo.
-Temos que voltar para Mystic Falls – disse, levantando-me e buscando uma roupa para vestir. – A nossa lua-de-mel antecipada acabou.
Klaus abraçou-me por trás e eu ri.
-Infelizmente sim. Mas assim que casarmos, podemos fazer outra. E temos a eternidade só para isso.
Virei-me para o encarar e coloquei as minhas mãos no seu rosto.
-Claro que sim. E ainda bem que vamos regressar a Mystic Falls! Há muita coisa a preparar para o casamento. Achas que Elena ainda é minha amiga?
-Não brinques – ameaçou ele. – Elena está na equipa contrária.
Suspirei.
-Klaus, eu estarei sempre ao teu lado, mas esta coisa das doppelgangers não é a minha luta. Sabes disso.
Ele sorriu e beijou-me os lábios.
-Sim, eu sei.
O meu telemóvel tocou, surpreendendo-me. Quase ninguém me ligava. O número estava bloqueado e enruguei a testa. Que raios?
Antes de pressionar o verde, Klaus tomou-o das minhas mãos e atendeu.
-Mikaelson – disse ele, num tom de empresário.
-Klaus, Finn está em Nova Iorque. Rastreei o telemóvel dele e é isso que diz.
-Ótimo. Envia-me o sinal de GPS para este telemóvel – mandou Klaus e desligou a chamada.
-Quem era? – perguntei.
-Um dos meus híbridos, que é um génio a informática. Finn está cá. Vamos caçá-lo e levá-lo para Mystic Falls connosco. Telefona a Rebekah e pede-lhe para avisar Sage que Finn está a caminho. Precisamos dela para o convencer a dar o seu sangue para nos desunir.
Acenei com a cabeça.
-Eu amo-te, Klaus – disse orgulhosa e beijei-o com amor. – Tu és um génio.
-Tu também, meu amor – falou ele e deu-me outro beijo.
***
Finn parou assim que me viu. Sorri para ele.
-Não compliques mais as coisas do que elas já estão – disse, inclinando a cabeça.
-Estás a ajudá-lo? – perguntou ele, incrédulo.
Sorri.
-Claro que sim. Afinal, ele é meu noivo.
-Samantha, ele colocou-me num caixão! Colocou toda a sua família!
-Ao menos ele não está a tentar exterminar uma família inteira – afirmei.
Finn olhou para trás, mas Klaus já lá estava.
-O que vais fazer? Matar-me?
-Ah, sim, é verdade. Tu tens um desejo suicida. Tudo bem. Patético, mas tudo bem. Acontece é que eu não vou deixar que nos arrastes contigo – atirou Finn contra uma parede e depois contra a outra.
Caiu no chão, a arfar por ar. Olhámos um para o outro e sorrimos.
-Como é que vai ser, Finn? Vens a bem ou a mal? – agachei-me para estarmos mais próximos, mas a face dele de espantado e surpresa estava tão estampada que não conseguiu dizer nada.
-Vamos – mandou Klaus, pegando em Finn por um braço, colocando a adaga de carvalho branco nas suas costas, obrigando-o a andar na direção que mandávamos.
***
Atirámos Finn para o átrio da casa e ele caiu no chão, olhando-nos com medo.
-Chama a bruxa – disse a Klaus. – Vamos tirar o sangue dele e acabar com esta palhaçada.
-Não me podes forçar a ajudar-te – afirmou Finn.
-Até podia. Mas para quê forçar quando posso persuadir? – Klaus apontou para o topo das escadas e olhámos para lá.
Sage estava no topo das escadas e descia lentamente. Os dois não pararam de olhar um para o outro.
-Olá, Finn – disse ela e percebi o amor e devoção que tinha a ele.
-Sage! – exclamou ele, correndo para ela.
Sage desceu as escadas a correr e abraçou-o com força.
-Quem diria? O amor verdadeiro prevalece – comentou Rebekah, aparecendo atrás de mim.
-Bekah! – exclamei, abraçando-a com força. – Tenho tantas coisas para te contar!
Retribuiu o abraço e depois desfizemo-lo. Ela sorriu para mim e depois para Klaus, que estava focado no seu novo telemóvel que tínhamos comprado ainda em NY.
-Ele tem os seus usos ocasionalmente – respondeu a Rebekah e olhou para nós. – É mais fácil que torturá-lo.
-Preciso de fazer uma coisa – informou ela. – Do que precisas para o feitiço?
-Apenas o teu sangue e a tua bênção – afirmou Klaus, guardando o seu telemóvel no bolso do casaco cuidadosamente. Céus, ele tinha mesmo gostado do telemóvel. – Aonde vais?
-Tenho assuntos pendentes com Damon Salvatore – respondeu Rebekah e o seu olhar ficou duro. – Pergunta à Sage o que ele fez comigo e vais perceber que a retribuição é merecida. Contas-me tudo depois, Sam.
Saiu de casa e virei-me para Klaus que ia começar a dizer algo.
-Preciso de vás a Mile High City.
Arregalei os olhos.
-Denver? Porquê?
Suspirou alto e o seu olhar ficou triste.
-Por mais que goste de ti aqui comigo, preciso de vás ter com Kol. As frentes de guerra são diversas e ele precisa de ti lá. Para além disso, lá terás mais hipóteses de arranjar o nosso casamento sem sobressaltos.
Fiz beicinho.
-Não te quero deixar.
Ele sorriu e pegou no meu queixo.
-Eu também não te quero deixar. Prometo que será uma estadia breve. Quando notares, já estarás de volta, com todos os preparativos do casamento preparados.
Acenei com a cabeça e beijei-o, não querendo largá-lo nunca, não querendo parar de o beijar.
-Vai lá, sweetheart. E não te esqueças: amo-te.
Sorri.
-Também te amo, Niklaus – disse o seu nome demoradamente e saí.
Precisava de preparar algumas coisas, e a primeira paragem seria em casa da única pessoa que conhecia o suficiente de Mystic Falls para preparar algo digno de mim e Klaus: Caroline.
©AnaTheresaC
Notas finais
É, Sam vai falar com Car. O que acham que pode acontecer?
Se tiver cinco ou mais comentários, posto o próximo capítulo na quarta-feira!
XOXO
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