Notas iniciais
Olha só quem resolveu dar o ar da graça. Isso, eu mesma. Olha, eu sei que demorei mais de um mês para postar mas não conseguia terminar o capítulo, mas aqui estou. Bom espero que gostem. Obrigada a quem está acompanhando.

Capitulo 4

Pov’s Violetta.

Acordo com uma dor horrível na nuca. Tento me mexer e percebo eu meus pulsos e tornozelos estão presos fortemente por cordas.Tento gritar e vejo que estou amordaçada. Depois de quase meia hora consegui tirar a amarra de minha boca.

_Que porra é essa ? – eu pergunto gritando pois esta tudo escuro e eu estou sentada em uma cadeira desconfortável.

_Vejo que a bela adormecida acordou. – escuto uma voz sarcástica e logo em seguida uma porta foi aberta permitindo a entrada da luz.

Pude perceber que o lugar tinha moveis velhos,e tinha cheiro de mofo.Nojento.

_Quem é você e o que eu estou fazendo aqui ? – pergunto eu a pessoa que esta mascarada.

_Olha se não é cheia de marra. Igual ao irmãozinho. Que fofo. Pena que eu detesto fofura. Olha aqui sua vadia...—eu o interrompo.

_Não me chame de vadia.

_Chamo do que eu quiser e posso fazer com você o que eu bem entender e sabe por que ? por que agora você ta na minha casa,agora esta sob meu poder,agora seu irmão não pode te salvar,agora você é minha. – Diz ele dando-me um tapa no final.

_Aaaaah. – grito de susto e de dor. Serio,o que eu fiz para ele ? eu nem se quer o conheço.

_Sabe,estão certos quando dizem que vingança é um prato que se come frio. Assim fica mais gostoso. – ouço um forte estalo e em seguida um grito.Francesca.

_Francescaaaaa. – eu grito olhando para o lado e contatando ela amarrada a uma cadeira,assim como eu. Esse viado bateu na minha amiga. A baitola.

_Seu viado,não encoste nem um de seus dedos em mim ou em minha amiga. – eu disparo sem pensar. Merda,eu não devia ter dito isso. Sinto meu rosto esquentar e arder com o tapa que levei.

_Sua vadia,acha que pode falar assim comigo ? – ele pergunta com seus olhos ficando negros de ódio. Senhor,o que eu fiz ?

_Falo como eu quiser,a boca é minha.

Sinto mais uma dor,só que dessa vez não foi em meu rosto e sim em minha perna. Olha para ela e vejo sangue escorrendo. Ele enfiou uma faca em minha perna.

Me contorço sentindo aquela dor aguda. Sinto mais uma seqüência de tapas e pancadas.Sinto minha visão ficar turva e me entrego a escuridão.

Pov’s Jorge.

Quem aquela vadia pensa que é para falar assim comigo ? Está presa não pede a marra,quer morrer antes do tempo só pode. Mas ela vai aprender a me respeitar antes de morrer.

_LUDMILAAAA.

_O que é ? – pergunta ela aparecendo na porta do porão.

_Tira a roupa da de vermelho e põe um short de malha e um top. – eu digo olhando diretamente para o rosto de Violetta.

_Por que ? –

_porque eu quero. Depois pede para o,Derek para que a amarre pelos pulsos. E não me questione.

_Tá bom.

_Otimo.

[...]

Pov’s Violetta.

Acordei e não estava mais sentada e sim erguida sobre meus pulsos por amarras fortes e resistentes.Meus punhos estavam em carne viva e o roçar das cordas o faziam queimar.

_AAAAAAH – grito de dor ao sentir uma dor aguda me atingir quando a porta é aberta e eu me movo bruscamente e as cordas roçam na parte machucada de meu braço.

_Vejo que acordou. – Diz,Blanco,e logo em seguida me manda um sorriso malvado. Droga.

Não respondo apenas o olho atentamente. Percebo que não estou mais com meu vestido e sim um shortinho e um top preto.

_Vai aprender a me respeitar.

_Quando você merecer o meu respeito eu até posso pensar no caso.

_Vadia. – diz com ódio nos olhos.

_Não me chame de vadia,seu imbecil.

Ele tira de trás de si um cinto grande.

_O que vai fazer com isso ? – eu pergunto já imaginando o que viria.

_Agora vou te ensinar o que seu pai não ensinou.

Sinto uma lapada forte em minha perna esquerda. A esse ponto eu já chorava e gritava o pedindo para parar.

_ONDE ESTA SUA MARRA AGORA,HEIM ? CADÊ A DONA DA RAZÃO ?

_PARA,ESTA ARDENDO. POR FAVOR.

Eu me contorcia de dor e isso só piora por conta de meus pulsos. Logo em seguida vem mais e mais lapadas, e para piorar ele batia com o lado da fivela. Meus corpo ardia e a esse ponto já sangrava.

_O que você esta fazendo,Jorge ? – pergunta uma voz na porta. Viro-me lentamente e me deparo com o cara que carregava Francesca,horas atrás.

_Vamos Jorge,me diz, o que é que você esta fazendo com ela ?

_O que ela ta merecendo.

_Olha,irmão,o plano não foi esse. Então larga esse cinto e sai daqui.Agora.

_Você não manda em mim, e só pra você saber a casa é minha.

_Já que é tão alto suficiente termine isso sozinho,por que eu não vou ajudar você com isso,não dessa forma.

_Por que se importa com ela ? Ela nem tem importância. – rebato.

_Cara,ela é só uma garota. Não tem porque você esta fazendo isso.—Saia daqui.Agora.

Eu poderia ficar mas decidi que seria melhor sai.

POV'S Diego.

Fui ao encontro da morena que estava em uma cadeira presa por amarras. Quando estava totalmente livre foi correndo de encontro a Violetta, que estava quase desacordada. A morena cujo o nome acho que é Francesca ou algo assim, estav desesperada e seus gritos podiam ser escutados do andar da cima quando Jorge agrediu Violetta.

Fui até Violetta, e a soltei. No mesmo instante ela cai de joelhos e eu a seguro pelos pulsos a fazendo soltar um grito fraco, pude perceber que seus pulsos estavam fortemente feridos e sangravam assim como outras partes de seu corpo que estava todo marcado, vermelho, roxo e sangrando com feridas feitas pela fivela do cinto que agora estava caido no chão. A peguei com cuidado e a mesma gemeu de dor, o que não era para menos. Indiquei para moreninha me seguir e assim ela fez. Levei as duas para o quarto em que eu ficava quando dormia na casa de jorge....

Notas finais
Espero que tenham gostado. Beijos e até a próxima.