Notas iniciais
Oiee Lindas!
Eu sei que eu havia dito que o capítulo seria postado dia 1º, porém, minh mãe adiou a nossa volta da viagem, e aonde eu estava não tinha nem lan house.
Bom, eu troquei a ordem dos capítulos, postando mais um antes de Stay in Paris (reescrito), por causa da ordem cronológica. Estou postando dois capítulos agora, e mais dois ao longo do dia.
Boa leitura!

POV Damon





Acordei calmamente; eu deveria estar vivendo um sonho, pois jamais pensei que pudesse ser tão feliz como era agora, tendo Elena a meu lado. Tateei ao longo da cama procurando por ela, e encontrando, apenas, um pedaço de papel.


“ Querido Damon,

Fui à casa de Bonnie, precisava desabafar com ela. Eu sei que você me entende. Se Stefan aparecer, faça-me o favor de dizer a ele que já pode voltar para casa, afinal, a Mansão não me pertence. Volto logo.

Eu te amo!

Com amor, Elena Gilbert"

Sorri com a sua pequena declaração de amor. Eu andava parecendo um bobo apaixonado, o que não deixava de ser verdade, mas eu preferia manter a minha pose de Salvatore mau. Levantei, indo em direção ao banheiro, precisava de uma ducha. Fiz tudo com muita calma; coloquei uma calça jeans, uma camiseta cinza e minhas botas. Desci as escadas e fui na direção do porão, peguei uma bolça de sangue e voltei ao térreo, encontrando na sala, Elena sentada no sofá.

– Pensei que você só chegaria mais tarde. – disse lhe lançando um sorriso.

– Ah, eu sei, mas não me aguentei, tive que voltar. Estava com saudade. – ela se levantou vagarosamente e me abraçou.

– Fazer o quê, se eu sou irresistível? – a abracei forte, mas algo estava diferente.

– E o Stefan, onde está? – ela perguntou se soltando de meu abraço. Isso estava muito estranho.

– Eu não sei. Na verdade, não sei por que você está perguntando? – disse prensando-a na parede com minha velocidade vampírica.

– Damon, você sabe que isso é complicado. – ela arfou.

E foi aí, nesse pequeno instante, que uma luz se acendeu em minha mente. Elena, sendo uma vampira novata, jamais veria a bolça de sangue em minhas mãos e manteria um controle total sobre seu corpo; e depois do ódio que vi em seus olhos naquela noite, eu duvidava que ela se preocupasse tanto com Stefan. Essa não era Elena, era Katherine. E pelo visto, ela estava muito mal informada.

– Katherine! – vociferei, mostrando minhas presas e segurando-a pela nuca, puxando seus cabelos com força.

– Hm, não enganei você dessa vez. Que pena! O que eu perdi? – ela disse me jogando facilmente no chão e subindo em cima de mim, colocando uma perna de cada lado de meu corpo.

– Você sentiu a minha falta? Meu doce e inocente Damon. – ela sussurrou em meu ouvido sedutoramente, como fazia em 1864.

– Para falar a verdade. – coloquei meus lábios bem perto dos seus.

– Não.

– Ah, não seja mau. – ela disse já do sofá, para onde havia voltado, me deixando no chão.

– Eu sei que você me ama. É por isso que vocês a amam; porque ela é uma copia fiel minha. – ela sorriu divertida, enquanto me levantava e me servia de sangue.

– Você quer? – ofereci educado.

– Quero você. – ela disse perto de mim novamente, e rápido de mais tomou o copo de minhas mãos.

– Eu não estou disponível no momento. Me desculpe. Mas, o que aconteceu com o “sempre vai ser o Stefan”? – disse irônico, enquanto me servia novamente e Katherine acariciava meus cabelos carinhosamente.

– Nada. Apenas pensei que você gostaria de me ver. – ela disse me dando as costas, como se estivesse se escondendo.

A verdade era, que passado todo o drama de “eu te esperei por mais de um século e você nunca me amou”, eu e Katherine, formávamos uma boa dupla; éramos afinados, maus, maquiavélicos, parceiros de crime. E apesar de ela ter todos os seus defeitos, que formavam a maior parte dela, eu sentia falta de alguém que me compreendesse; e ela me compreendia, tanto, que até a algum tempo atrás, conseguia me fazer perder o controle.

– Eu gostei. – disse meio debochado.

– Então, o que aconteceu enquanto eu estive fora? – ela se voltou para mim sorrindo abertamente.

Contei exatamente tudo o que havia acontecido desde que ela partiu após a nossa falha épica, mas milagrosa, em matar Klaus. Ela apenas acenava, e fazia alguns comentários. Ela pareceu enciumada ao saber que agora Elena também era uma vampira, e revirou os olhos de um jeito muito estranho quando contei que agora estávamos juntos. Quando terminei de atualizá-la, me ocorreu uma dúvida.

– Mas, por que você está aqui? Klaus ainda adoraria colocar as mãos em sua cabeça.

– Ele viajou; com Caroline. Portanto, resolvi dar uma passada para visitar a cidade. Mas cuidado Damon, assim vou pensar que se importa com o que farão comigo. – ela debochou sorrindo.

– Não seja ridícula, Katherine. – devolvi.

– Almoça comigo? – ela perguntou repentinamente.

– Por quê? – suspeitei.

– Vamos lá. Eu estou com fome. Vamos ao Grill. O que acha? – ela fez biquinho.

– Pode parar com esse biquinho, não fica bem em uma mulher com mais de 500 anos. Faz você parecer infantil. – disse me divertindo com sua expressão.

– Quando foi que você ficou tão mau? E perfeito? – ela disse passando as mãos em meus ombros e se dirigindo à porta.

– Cala essa boca Katherine! – larguei o copo de sangue e peguei minha jaqueta de couro, seguindo-a até o meu carro.

Dirigi até o Grill, onde Katherine e eu bebemos e almoçamos. O dia até que estava sendo agradável, porém, me preocupava que ela estivesse trazendo problemas. Entretanto, os problemas surgiriam quando Elena soubesse que Katherine voltou; o que não demoraria a acontecer, já que estávamos voltando para a Mansão, onde, eu tinha certeza, que Elena já se encontrava.



POV Elena



A noite havia chegado já fazia algum tempo, e eu estava ficando preocupada. Damon não estava em casa quando cheguei, não havia deixado nem se quer um bilhete; Stefan também não deu as caras. Tudo estava muito suspeito; normalmente quando ninguém dá notícias, significa que está com problemas. Todos os celulares estavam desligados, eu estava apavorada. Porém, comecei a ouvir o barulho do carro de Damon, estava distante, mas se aproximava. Ele e outra pessoa desceram do carro, eles riam; quem o acompanhava com certeza era um vampiro, pois seus passos eram quase inaudíveis. E lentamente a porta foi aberta, e lá estavam Damon, e... Katherine? Isso não podia estar acontecendo. Não essa vadia.

– Elena! – Damon exclamou surpreso. Pelo visto ele sabia que aquela com ele era Katherine, o que me deixou muito irritada.

– Por que não atendeu ao telefone? Eu estava preocupada. Falei me levantando do sofá, e ele logo tateou os bolsos.

–Katherine. – ele chamou seriamente, estendendo a mão, onde ela depositou o aparelho.

– Eu apenas queria que passássemos a tarde juntos. Sem interrupções. – a vadia disse explicativa e se aproximando, me olhando como se eu estivesse a atrapalhando.

– O que faz aqui Katherine? – perguntei.

– Ah, eu vim visitar o seu ex-namorado e o seu atual namorado. Afinal, eu sinto a falta deles; de todas as maneiras possíveis. Se é que você me entende. – ela provocou, e eu respirei fundo.

– Klaus a mataria se soubesse que está aqui. – disse tentando assustá-la, o que não pareceu fazer efeito.

– Klaus viajou. – Damon me respondeu, e a raiva ardeu em meu peito.

– Com Caroline. – ele completou, e eu fiquei em choque. O que Caroline fazia com Klaus?

– É, eu sei. Isso parece loucura. – Damon respondeu à minha expressão confusa.

– Bom, com licença. – disse passando por Katherine e pegando a mão de Damon, levando-o para o quarto comigo.

Alguns dias se passaram desde a chegada de Katherine. Ela estava se comportando bem, o que me deixava, realmente, desconfiada. Ela e Damon pareciam amigos de infância, isso era estranho, e me deixava, profundamente, enciumada. Stefan não havia dado as caras, apenas ligou-me duas vezes; uma para saber se eu gostei das flores, e a outra para avisar que estava bem e instalado em um hotel. Eu não pediria que ele voltasse para casa, porém, não o impediria se voltasse. Eu sentia saudades de Caroline; ela mandou uma mensagem para Bonnie, avisando que voltaria amanhã. Eu gostaria de conversar com ela. Nós nunca havíamos ficado uma semana brigadas, muito menos sem nos falarmos, mas ela também, nunca havia quebrado meu pescoço antes.


Apesar da presença de Katherine, da distância de Stefan, e de meu coração pedir incessantemente a volta de Caroline. Eu estava feliz. Damon e eu estávamos muito bem juntos, nossa sintonia era perfeita, parecia um sonho, estar junto dele.

Notas finais
Espero que tenham gostado...
Desculpem se houver algum erro na formatação, é que esse capítulo foi escrito no meu pc.
Deixem reviews, viu?
Foram apenas dois no último capítulo.
Desculpem mesmo pela demora.
Próximo capítulo: Stay in Paris reescrito, ok?
Xoxo