My Journey Until You
29 Surprises
Notas iniciais
Desculpem a demora, mas é que infelizmente, eu fiquei doente e estava imprestável, na verdade, eu ainda estou doente e tudo mais, mas aqui estou eu, firme e forte por vocês...
Muito obrigado pelos reviews do último capítulo, foram apenas 3, mas me sinto feliz de qualquer jeito! Obrigado!
Bom o início do capítulo é Klaroline, e para quem reclamou da falta de Delena, no finalzinho nós temos a deixa do próximo capítulo inteiramente deles.
Boa leitura!
POV Caroline
A segunda-feira seguinte ao nosso, pequeno, problema com a Família Original havia chegado. A escola não poderia estar mais normal; cheia de alunos correndo pelos corredores, e nós veteranos, enlouquecidos pela proximidade da formatura. No entanto, depois da hora do almoço, na minha, odiosa e insuportável, aula de física, uma surpresa, incrivelmente grande, quase me fez enfartar; Rebekah Mikaelson, sim, ela mesma, chegou para assistir a aula. Meu coração começou a palpitar fulminantemente e perguntas e mais perguntas rondavam minha cabeça; afinal, a Família Original, com exceção de Klaus, não deixaria a cidade?
– Olá Caroline! – Rebekah me cumprimentou quase inaudivelmente, sentando-se no lugar vago ao meu lado, e me fazendo encará-la assustada.
– Oi! – disse perplexa.
Após esse complexo e estranho acontecimento, finalmente, para a alegria geral de todos, especialmente a minha, o sinal tocou furiosamente, indicando que as aulas tinham chegado ao seu fim naquele dia. Mesmo com a bagunça dos corredores consegui encontrar todos os meus queridos amigos, e seguir com eles para fora da escola.
Chegando a saída, que dava de frente para o estacionamento, sou maravilhosamente surpreendida, por um belo homem loiro de olhos verdes encostado em meu carro. Ele possuía um sorriso do tamanho do mundo, e ignorando todas as perguntas feitas pelas pessoas que comigo estavam, corri na direção de Klaus abrindo um sorriso tão alegre quanto eu me sentia por tê-lo ali, me esperando. Sem demorar muito já estou me jogando em seus braços.
– Calma Love. Assim é até capaz de você me matar sufocado. – ele disse divertidamente.
– Ah, não seja bobo. Só estou feliz de te ver. – falei me afastando e encarando-o.
– Que bom que você gostou da surpresa. Fiquei pensando que talvez você pudesse ter vergonha de mim. – Klaus disse cortês, e eu sorri mais ainda.
– Isso nunca vai acontecer. – disse calmamente me inclinando para beijá-lo.
– Os seus amigos estão olhando. Aliás, a escola toda está. – ele alertou ironicamente, sem tirar os olhos de meus lábios.
– Essa é uma das coisas sobre a popularidade; todos querem saber o que você está fazendo. Mas, por mim tudo bem se você não quiser me beijar na frente deles. Mas eu já adianto, é uma pena. – disse divertidamente, e em menos de um segundo, senti seus lábios quentes tocando os meus. Foi um beijo curto, porém, intenso. Ter sua língua dançando junto a minha era maravilhoso, me fazia sentir um calor incontrolável e esquecer todo e qualquer pensamento.
– Vamos SweetHeart! Vamos almoçar juntos! – Klaus disse assim que o beijo acabou. Seu sorriso parecia ter dobrado de tamanho e agora, suas mãos repousavam, possessivamente, em minha cintura.
– Eu dirijo. – ele concluiu, pegando a chave do carro de minha mão.
– Isso não é justo! Já que o carro é meu, eu é que deveria dirigir, mas já que é você quem vai pagar o almoço, eu me contento em ser o carona. – disse brincalhona.
– Muito bem então. A senhorita poderia vir ocupar o seu acento? – ele disse abrindo a porta do carona para que eu entrasse.
– Obrigado Senhor! – debochei sorridente.
– Obrigado a Senhorita, por me dar a honra de sua companhia! – Klaus disse serio olhando profundamente em meus olhos, e um arrepio perpassou meu corpo inteiro.
– Você fez por merecer, Niklaus. – disse descontraidamente.
– Ah, não me chame assim. Você sabe que eu não gosto. – ele esclareceu falsamente ofendido.
– Tudo bem Klaus. Mas nós vamos ou não vamos almoçar?
– Vamos. – ele disse fechando a porta do carro e se dirigindo para o lugar do motorista. Klaus deu a partida em meu carro, e ambos sorríamos ao deixar o estacionamento para passar uma tarde incrível juntos.
POV Elena
– O que a Barbie está fazendo? – Damon perguntou intrigado, assustando a todos nós, por aparecer do nada, enquanto olhávamos a cena romântica entre Klaus e Caroline.
– Aparentemente o mesmo que eu; dando uma chance ao cara mau. – disse sorrindo e vendo o carro de Caroline sumir de vista.
– Não essa Barbie, aquela ali. – ele disse apontando alguém com o dedo, e quando Bonnie, Stefan, Matt, Jer, Tyler e eu, nos viramos para ver quem era, quase tivemos um surto psicótico coletivo. Rebekah estava linda e loira, desfilando até um Porsche vermelho que tinha como motorista seu irmão Kol.
– Então eles não deixaram a cidade. – Stefan disse o óbvio.
– É, Barbie Klaus continua na área. Assim como seus queridos irmãozinhos. – Damon disse ironicamente, porém, uma certa quantidade de preocupação se instalou em seu perfeito rosto.
– Vamos sair daqui! – Tyler disse indicando o caminho mais distante do estacionamento aonde, normalmente, os veteranos estacionavam.
– O que será que eles ainda fazem aqui? – Bonnie sussurrou, enquanto caminhávamos rapidamente para longe da aglomeração que aos poucos se dissipava.
– Eu não sei. Mas boa coisa é que não é. – disse parando ao lado do carro de Tyler.
– Temos que ter cuidado redobrado com eles aqui. – Stefan alertou.
– E descobrir o que eles ainda querem. – Damon completou.
– Isso não é nada difícil de adivinhar. – Jer disse calmamente, fazendo com que todos nós o olhássemos.
– A cura. Não é o que todos querem? Aposto que é o motivo de eles terem permanecido na cidade. – ele completou como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.
– Então eles vão precisar de você. – Matt disse mortificado, encarando Jeremy, e meu coração disparou.
– Você acha que falta muito para completar a marca? – Damon perguntou tirando todos nós do transe em que havíamos entrado, com a revelação do possível motivo da permanência dos Originais na cidade.
– Eu não sei. Segundo o professor Shane, eu completei apenas metade da marca até agora. – Jer respondeu normalmente.
– E quantos vampiros você matou? – Damon continuou.
– Uns cem. – Matt respondeu deixando a todos nós perplexos.
– Cem inocentes? – perguntei aterrorizada.
– Não Lena. Fomos a uma prisão com os híbridos do Klaus. Eles transformaram apenas aqueles que não se arrependiam de seus crimes, e foram esses que eu matei. – Jer esclareceu com um pouco de vergonha no olhar, e assim, me fazendo, mais uma vez, questionar o quanto eu já o havia feito passar.
– Temos que completar essa marca urgentemente. – Stefan disse preocupado.
– Eles virão atrás de você Jeremy, temos que acabar logo com isso. – ele continuou.
– Mas como vamos proteger o Jer de três Originais? – perguntei apavorada por meu irmão se encontrar em perigo.
– Eu vou proteger ele! Shane tem me ajudado, eu estou mais poderosa agora. – Bonnie afirmou decididamente.
– Mas e se isso não for o bastante? – Tyler a questionou.
– Será! Mesmo que eu tenha que morrer tentando. – ela continuou.
– Perfeito! Maravilhoso! A Bruxa Má do Oeste protege o nosso garoto prodígio; e cada um de nós procura não andar desacompanhado ou em lugares desertos, por favor! – Damon disse divertidamente com um sorriso de canto.
– Damon! – o repreendi.
– O que foi Elena? É o plano perfeito! Jeremy sendo protegido por bruxas. – Damon disse explicativo.
– Como assim, bruxas? – Tyler perguntou intrigado.
– O quê? Eu tenho alguns contatos no mundo bruxo. – Damon disse em sua defesa.
– Eu também posso chamar a minha prima Lucy. Aquela que nos ajudou com a Katherine. – Bonnie sugeriu.
– Isso é muito bom. Mas agora será que dá pra gente ir embora? Podemos levantar muitas suspeitas falando desse jeito em um estacionamento vazio. – Matt nos alertou com um tom de voz um tanto tenso.
– Ok. – alguns de nós dissemos, e começamos a nos dissipar.
O caminho até a Mansão Salvatore foi silencioso. Eu estava preocupada demais com Jeremy e essa repentina mudança de ideia dos Originais. Nós precisávamos dar um jeito nessa situação antes que algum de nós acabasse se machucando. Essa maldita cura! Como eu tenho odiado termos descoberto que ela existe! Até agora essa busca incessante, só tem feito com nós corramos perigo. E o maior prejudicado de toda essa história ainda vai acabar sendo a pessoa que eu mais amo nesse mundo, a única família que me restou, Jeremy.
– O que você está fazendo? – pergunto assustada e em um tom indignado ao perceber que Damon passou a placa que indicava a saída da cidade.
– Estou levando você para longe dessa loucura. Nem que seja por um dia nós vamos nos divertir, sem qualquer preocupação. – Damon disse sem tirar os olhos da estrada.
– Damon! – ralhei com ele.
– Nós precisamos voltar para Mystic Falls.
– Não Senhora! Nós precisamos é que você relaxe e aproveite o dia. E nada melhor do que uma pequena viagem para alcançar os nossos objetivos. – ele disse alegremente olhando em meus olhos, e me fazendo suspirar pesadamente já que não havia nada que eu pudesse fazer contra ele.
– Apenas relaxe Elena! Eu prometo que quando voltarmos tudo ainda estará igual, ok?
– Ok.
Notas finais
Próximo capítulo quinta-feira, eu espero...
Deixem seus lindos reviews...
E se quiserem, recomendações *-*
Não esqueçam de comentar, ok?
Não faz mau nenhum...
Até o próximo!
Xoxo
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